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Sempre que está fora do poder, o PT pede novas eleições. Está ficando chato


O PT tornou-se um partido previsível e chato. Sem propostas novas e mais do que nunca associado a corrupção, o partido recorre à velha receita do bolo solado: organizar manifestações através do dos movimentos sociais e sindicais que controla. E financia. Uma massa de manobra formada por pessoas sem instrução que recebem diárias para segurar qualquer bandeira que lhes for entregue. Para esta gente, não importa a causa. O negócio é manifestar.

Enquanto atua de forma profissional promovendo manifestações, o partido, chato e previsível, estimula seus deputados se senadores a votarem contra qualquer projeto apresentado pelo governo, além de apresentarem projetos estúpidos e sem nenhuma chance de prosperarem. Apenas para causar constrangimento ou levantar a bandeira do partido por causas que negligenciaram quando estavam no poder.

Entre as propostas estapafúrdias, esta a Emenda Constitucional (PEC) 20/2016, do senador Walter Pinheiro (PT-BA), que pede a convocação de eleição presidencial em outubro. Numa ação coordenada, o partido orientou um exército de militantes a votarem em massa numa enquete feita na internet por algum petista site do Senado. Assim é fácil obter 200 mil votos, com uma média que contraria a realidade das ruas, com 93% favoráveis à ideia. O PT é tão chato com estas manobras infantis.

Todos eles sabem que não há a mínima chance da proposta prosperar, pois além de serem minoria no Congresso, ela é conflitante com a Constituição. Lá está previsto que presidente e vice têm direito de cumprir até o fim o mandato para o qual foram eleitos e a batalha para ocupar o poder não é tão simples, como o próprio PT sabe. Propor novas regras no meio do jogo é golpe constitucional e o PT sabe disso. Os petistas também. Parece que todos eles perdem o juízo e os escrúpulos quando estão fora do poder. Parece não. Perdem mesmo.


Segundo está previsto na Constituição, uma nova eleição direta só pode ser convocada se os cargos de presidente e vice ficarem vagos na primeira metade do mandato — ou seja, até 31 de dezembro de 2016. Na segunda metade do mandato, o novo presidente é escolhido por eleição indireta, na qual parlamentares escolhem um parlamentar. Uma emenda constitucional poderia mudar essa regra, mas com efeito apenas a partir de 2018. Dificilmente, porém, dois terços do Congresso aprovariam uma emenda que lhes tira o poder de eleger o presidente.

Eles sabem que para deixar o cargo, o presidente Michel Temer precisaria renunciar ou ser condenado por crime – eleitoral ou de responsabilidade. Qualquer uma destas possibilidades levaria o país ao caos econômico, agravando ainda mais a crise política e institucional. O PT sabe disso também, mas não quer nem saber das consequências devastadoras para a economia ou para o povo. Tudo que importa é causar danos, tentar desestabilizar o governo para conseguirem voltar ao poder, sem se importar com os custos.

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