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PT teme nova onda de constrangimentos com revelação do conteúdo dos 14 contêineres de Lula


Membros da cúpula do PT estão preocupados com o conteúdo das caixas trazidas de Brasília em 14 contêineres pelo ex-presidente Lula quando ele deixou a presidência em 2010. O material foi transportado através de uma documentação falsa forjada pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, na qual informa que que se tratava de uma carga de móveis de escritório e não consta o nome do ex-presidente.

O transporte e armazenagem das caixas foi pago pela OAS, à um custo total de mais de um R$ 1.3 milhão de reais, boa parte deste dinheiro foi gasto com o aluguel de um depósito por mais de cinco anos. A iniciativa de Olamotto de produzir um documento falso para transportar a carga tinha um propósito nada honesto: ocultar o nome do ex-presidente Lula e impedir sua ligação com o favor prestado por seu amigo, Léo Pinheiro, então presidente da empreiteira OAS.

O executivo confirmou aos investigadores da Lava Jato que os pagamentos foram feitos em favor de Lula para abater propinas que o PT tinha a receber da empreiteira, referente a contratos superfaturados com a Petrobras.

Lula foi denunciado pelo Ministério Público Federal no último dia 14,  por corrupção e lavagem de dinheiro por este crime, entre outros. A denúncia foi aceita pelo Juiz Sérgio Moro e o petista se tornou réu por receber, de forma dissimulada, favores da OAS para transportar os objetos que roubou. Embora o ex-presidente e o PT tentem negar que existam provas, apesar da situação óbvia envolvendo as irregularidades no transporte e armazenagem dos objetos retirados do acervo da Presidência, há uma preocupação maior.

Lula e seus advogados de defesa alegam que as caixas estão repletas de "tranqueiras", como cartas de admiradores do ex-presidente, acumuladas durante seus oitos anos de mandatos. Mas o PT teme que outros objetos comprometedores sejam encontrados nas caixas, que foram lacradas por determinação do juiz Sérgio Moro durante a Operação Aletheia, 24ª fase da Lava Jato, a Operação Aletheia teve como principal alvo o ex-presidente Lula e endereços ligados ao petista.

Preocupados com o surgimento de "surpresas desagradáveis" a defesa do presidente do Instituto Lula Paulo Okamotto pediu no último dia 16 (AQUI) ao juiz federal Sérgio Moro que mande deslacrar o acervo retirado por Lula dos Palácios do Planalto e da Alvorada. O receio de que a Polícia Federal resolva realizar um inventário e encontre outros flagrantes contra o ex-presidente é uma fonte de dor de cabeça para Lula, Okamotto e a cúpula do PT.

Os itens valiosos, jóias, coroas e espadas de ouro e objetos de arte, que estavam estocados em um cofre secreto do Banco do Brasil no centro de São Paulo, registrado em nome da esposa de Lula, Marisa Letícia, também estão indisponíveis. O Banco do Brasil guardou bens de Lula sem custo por cinco anos. Na ocasião, o juiz Moro mandou lacrar tudo.

Por determinação de Moro, todos os objetos devem passar por uma perícia técnica nos próximos dias.

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