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PT de Lula e Dilma privatizaram e venderam mais ativos da Petrobras que todos governos juntos


Para que surgisse a Braskem, empresa que já tem mais de 50% do mercado de PVC, polietileno e outras resinas, Dilma Rousseff, presidente do Conselho de Administração da Petrobras comandou a venda de várias pequenas empresas que pertenciam à Petrobras. A Braskem, hoje, já é um caso para o Cade, praticamente um monopólio comandado pelo poderoso Grupo Odebrecht, que ficou apenas com a parte boa, e pronta do negócio, graças à generosidade do PT. A Braskem é na realidade um conglomerado de pequenos negócios que pertenciam à Petrobras.

Ao longo dos últimos 4 anos, o governo Dilma promoveu processos de privatização e concessão em praticamente todas as áreas. Vendeu setores inteiros do Banco do Brasil, Negociava a venda de parte substancial da Caixa Econômica, participação em aeroportos, relicitou as concessões de energia e leiloou ferrovias e rodovias.

O PT foi o responsável pela maior operação de venda de ativos do Banco do Brasil. Sob o comando de Aldemir Bendine, presidente da estatal, dono um histórico de dar inveja a qualquer privatista, o banco perdeu participação no mercado. Ao longo de sua gestão à frente do Banco do Brasil, Bendine foi responsável por vender as operações de cartões do banco para a Cielo por R$ 8,1 bilhões, além de vender parte das operações de seguro do banco em bolsa, levantando R$ 12,1 bilhões na abertura de capital da BB Seguridade

Durante a gestão de Lula e Dilma, a Petrobras atingiu um endividamento inimaginável, que a tornou a empresa mais endividada do mundo, com cerca de R$ 415 bilhões em dívida. Com tamanho buraco, e tendo de assumir prejuízos de R$ 88 bilhões por corrupção e má gestão, a empresa se viu impedida de manter seus planos de investimento. Decidiu, porém, levar adiante um plano de venda de ativos no valor de Us$ 57,8 bilhões. Apenas este plano superou todas as privatizações ocorridas nos 8 anos de governo FHC, que resultaram em US$ 56,17 bilhões arrecadados pelo governo.

Dilma chegou a lançar o PIL, Programa de Investimento em Logística, chegou a ser saudado pela revista Veja como um “choque de capitalismo”. O PIL foi criado para substituir o fracassado Programação de Aceleração do Crescimento. O plano de Dilma e do PT era substituir o setor público como realizador das obras, como no PAC, e colocar o setor privado à frente da concessão de ferrovias, portos, aeroportos e rodovias. O setor público permaneceria nesse novo cenário apenas como um ‘financiador’ destas obras, através do BNDES.

O plano previa a venda de aeroportos como o de Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis. Outros projetos na área de ferrovia, num total de mais R$ 16 bilhões em concessões. Além do verdadeiros bota fora do governo Dilma, o Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa tinha como meta  turbinar o orçamento de 2016 com R$ 37,3 bilhões em vendas de participações acionárias e concessões.

Ao longo dos 13 anos de governos do PT, ocorreram mais privatizações, concessões e vendas de ativos do que durante todos os governos juntos, desde a era Sarney, nos anos 80. Ver um petista falar em privataria é prova do mau-caratismo de toda esta gente.

E como de costume, em praticamente todos os casos em que o PT entregou o patrimônio público para a inciativa provada abaixo do valor de mercado, houve pagamento de propina ou favorecimento ilícito à grupos simpáticos ao partido e grandes doadores de campanha, como nos casos dos empréstimos secretos do BNDES, as fraudes nos fundos de pensão e o esquema criminoso com o cartel de empreiteiras investigadas na Lava Jato.

Diante destes fatos, não é preciso dar nenhuma credibilidade quanto um petista reclama sobre privatizações. Eles fizeram por: privatizaram a preço de banana e roubaram.
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