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PROPINOCRACIA - Lula era o Grande General do regime propinocrático, o esquema criminoso do PT


Ao denunciar o ex-presidente Lula na tarde desta quarta-feira, 14, o procurador do Ministério Público Federal Deltan Dallagnol afirmou que o petista era o elo criminoso entre a máquina pública e a máquina partidária, Lula era o grande general do esquema criminoso batizado como um regime propinocrático, um sistema criminoso que tinha como propósito a perpetuação criminosa no poder.

Lula era o único vértice dos esquemas criminosos, além de ser o ponto comum entre o governo e o partido, Lula é também a origem onde o esquema criminoso se disseminou. Lula está sendo acusado formalmente por ter recebido mais de R$ 3 milhões de reais do modo dissimulado, através de benefícios e favores prestados por investigados na Lava Jato. O total de ingresso de dinheiro no "destino Lula" chegou a R$ 55 milhões, incluindo o Instituto Lula e a empresa de palestras do petista.

Lula foi denunciado criminalmente no âmbito da Operação Lava Jato como o chefe da organização criminosa que atuou no seio da Petrobras. O petista é acusado pelos prática dos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e Lavagem de dinheiro.

Lula foi apontado pelo procurador Deltan Dallagnol como o grande general do esquema criminoso em todas as suas dimensões na Petrobras: o Petrolão e a Propinocracia. Os desvios na estatal chegaram a mais de R$ 42 bilhões e tinha como propósito financiar um plano de perpetuação no poder e enriquecimento pessoal.

O esquema da Propinocracia, um governo regido pelas propinas, tinha como alvo não apenas a Petrobras, mas outros setores do governo, como a Eletrobras, Caixa Econômica e outros órgãos para se perpetuar criminosamente no poder. A Petrobras era a galinha dos ovos de ouro e chegou a deter 75% dos investimentos do governo, em determinado momento. Só na Petrobras, o esquema criminoso atingiu R$ 6.2 bilhões em propina.

O esquema envolvia o PT como partido que objetivava sua perpetuação criminosa no poder e o esquema exigia uma liderança partidária que tinha Lula no papel líder do esquema criminoso. Como chefe do esquema, Lula tentou se esquivar das investigações e calar testemunhas. O conjunto de evidências é suficiente para colocar o petista como responsável pelo comando dos esquema criminoso, dentro do sistema de distribuição de tarefas, sendo ele quem dava a palavra final. Segundo o procurador, Lula "É aquele que foge da cena do crime após matar a vitima de depois busca silenciar testemunhas."

Deltan Dallagnol descreveu o histórico do esquema criminoso desde o ano de 2003, quando o ex-presidente Lula assumiu o poder e instaurou o regime PROPINOCRÁTICO. Lula estava no topo da pirâmide do poder e no centro do esquema criminoso que comandava duas máquinas: a máquina do governo e a máquina do partido."

Lula era o elo comum entre o esquema partidário e o esquema de governo. Os integrantes moralmente subordinados a Lula foram envolvidos pelo elo comum e necessário ao esquema criminoso. Entre os citado pelo procurador, está o ex-ministro José Dirceu, O homem forte do governo, Em seguida, os ex-tesoureiros do PT, João Santana, José Carlos Bunlai que tinha livre acesso ao governo e foi acusado na Lava jato como testa de ferro do PT. André Vargas, José de Filipi Junior , tesoureiro da Campanha de Lula em 2006 e ex-presidente do Instituto Lula.

Lula também tinha uma relação promiscua com empreiteiros investigados na Lava Jato, o que tornou o esquema criminoso possível e real.
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