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O que leva uma pessoa a defender bandidos? Corrupção do PT assassinou milhões de brasileiros


O cineasta José Padilha escreveu um artigo interessante em sua coluna do jornal O GLOBO, no qual afirma que "Tem muita gente na esquerda brasileira que preza a honestidade intelectual e que sabe que teve que abrir mão dela para defender Lula, Dilma e o PT".

Sob o ponto de vista ideológico, é possível afirmar que há também muitas pessoas da "direita" que violaram sua "honestidade intelectual" para defender coisas erradas praticadas por líderes políticos que defendem.

Padilha cita o trabalho de vários filósofos e de cientistas contemporâneos que abordam o tema, mas o fato é que a honestidade intelectual pressupõe a fé individual e a convicção de cada um quanto à verdade e não uma "adaptação" às circunstâncias. Honestidade intelectual é algo que requer zelo com a consciência. Não há como conciliar a consciência com conivência.

Não há como tapar o sol com a peneira. Os bilhões que os membros do PT e da esquerda brasileira ajudaram a roubar dos cofres públicos causaram a morte de milhões de brasileiros ao longo de 13 anos de corrupção desenfreada. Jovens, pobres, nordestinos, mulheres grávidas, idosos e trabalhadores  vítimas da ausência de investimentos em saúde, segurança, educação, combate à criminalidade, ao tráfico de drogas, evasão escolar, exploração sexual, enfim.

A esquerda brasileira optou pelo lado errado da história recente, quando assumiram o risco de defender os bandidos e acusar as pessoas que se dedicaram a combater a corrupção. A Lava Jato já recuperou mais de R$ 3 bilhões do dinheiro que o PT roubou e ajudou a roubar. Os políticos, artistas e simpatizantes do PT são inimigos declarados do juiz Sérgio Moro e defensores incansáveis de gente como Lula, Dirceu e Vaccari.

O termo verdade pode ser bastante duro para aqueles que costuma lidar com ela a partir de certas conveniências. Não há verdade individual. Não existe "a minha verdade". Fosse assim, o mundo acadêmico não poderia arbitrar a verdade a partir de dados concretos, de forma pragmática. A verdade é uma só e deve atender aos princípios universais da humanidade no espaço e no tempo.

Se um indivíduo colocar a mão no fogo vai se queimar. Seja no Tibet ou em Guaianases. No passado, no presente ou no futuro. Se alguém jogar uma pedra para o alto, ela também vai cair, em qualquer tempo e em qualquer lugar. Não há meio termo para a verdade. Assim como não há meio termo para a "honestidade intelectual" e a convicção. Os critérios para este tipo de disposição são estreitos.

Defender algo que tem como pano de fundo outros propósitos não é honesto. Os representantes da esquerda brasileira bem sabem que a roubalheira promovida pelo PT, muito desumana por sinal, tinha como propósito bancar um plano de poder que agregasse a todos os simpatizantes de uma corrente ideológica. O problema é que adotaram o critério nada ético no qual tentaram justificar que "os fins justificam os meios" e isso não é honesto.

Acabaram metendo os pés pelas mãos, exageram na dose e roubaram como se o mundo fosse acabar amanhã. E qual argumento restou para o pessoal da esquerda? Tentar fulanizar a roubalheira, alegando que os outros também roubaram. Não há absolutamente nenhuma honestidade intelectual neste tipo de critério. Isso é retórica de bandido. E quem defende bandido, também é bandido, intelectualmente falando.

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