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Não são apenas os médicos cubanos que não querem voltar para a "desgraça".


O governo cubano está encontrando uma forte resistência por parte dos médicos enviados ao Brasil em 2014, que não querem mais voltar para Cuba, após o fim do contrato com o governo brasileiro.  Embora tenha  prorrogado o programa com o Brasil por mais três anos, o governo cubano está exigindo que haja rotatividade entre os profissionais.

O plano de substituir cerca de 4 mil médicos em atividade no Brasil até o fim deste ano pode fracassar, no que depender da vontade dos profissionais cubanos. Os mais jovens estão se casando com brasileiros para tentar assegurar a permanência no país. Já os mais velhos não escondem a decepção que seria ter que voltar para Cuba.

O Estadão publicou uma matéria sobre o assunto e entrevistou vários profissionais manifestaram o desejo de permanecer no Brasil. entre eles está o médico cubano Carlos Alberto Pulgar Taneque, de 53 anos, 23 como médico: “Minha pátria é Cuba, mas meu lar é aqui. O povo é acolhedor, por mim fico muito mais tempo.”. afirmou.

O depoimento de uma jovem cubana que circula na internet descreve a situação dramática do país. Acompanhe o relato no vídeo abaixo:

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