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MST está mesmo com dias contados. Gov. Temer confirma iniciativa de tirar poderes do grupo


O MST será um dos movimentos sociais controlados pelo PT a serem atingidos pelo novo pacote de mundanas anunciado pelo governo de Michel Temer, que prepara ajustes nos modelos de vitrines sociais exploradas pelo PT ao longo dos últimos treze anos O objetivo do novo governo é desconstruir o discurso de que a gestão peemedebista representaria um retrocesso e oferecer avanços significativos na gestão dos programas sociais sob o ponto de vista do beneficiário e não de um partido.

A ideia é a de efetivar o programas sociais como "programas de governo" já que peraticamente todos os programas adotados pelo PT pré-existiam aos governo petistas. No caso do Movimento Sem Terra, o MST, as mudanças serão benéficas para as famílias e mortais para os controladores do movimento. A organização está prestes a perder a única prerrogativa que justifica a sua existência, que é o direito de papel de selecionar as famílias que poderão se beneficiar de projetos envolvendo a reforma agrária e a concessão de terrenos do governo.

O presidente Michel Temer prepara uma faxina completa, visando corrigir fraudes e concessão de benefícios irregulares. A partir do próximo mês, serão anunciadas mudanças que terão como base informações de posso do Tribunal de Contas da União, que já identificou milhões de fraudes no Bolsa Família e no Minha Casa Minha Vida, por exemplo.


Agora como presidente efetivo, Temer deverá anunciar no próximo mês uma nova política de reforma agrária, conferindo aos beneficiados o título de domínio da propriedade e retirando de movimentos sociais, como o MST, o papel de selecionar as famílias. O Planalto também pretende corrigir distorções apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que identificou até casos de servidores públicos beneficiados com a distribuição de terras. A medida pode quebrar as pernas do líder do movimento, João Pedro Stédile, que perderá seu principal artifício para atrair famílias vulneráveis.

Diante da ameça, o Movimento Sem Terra está organizado atos diversos estados e convocando a militância para protestar contra as medidas que serão anunciadas por Temer. O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, já determinou o monitoramento dos atos e pretende agir com vigor, caso as manifestações extrapolem os limites. Atos de vandalismo, como bloqueio de estradas, queima de pneus e outras táticas de guerrilha não serão toleradas e os responsáveis serão presos com base na lei antiterrorismo.

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