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Manobra de Lewandowski para favorecer Dilma mira apoio ao aumento salarial dos ministros do STF


A manobra suja que resultou na decisão do Senado que permitiu à ex-presidente Dilma Rousseff voltar a exercer funções públicas, mesmo após sua condenação no processo de impeachment pode ter um pano de fundo podre e fétido.

O governo Temer já havia determinado que seus aliados fizessem de tudo para barrar um projeto no Senado que assegura o aumento do teto salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal, STF. Por razões óbvias, Renan Calheiros se manifestou contrário à disposição de Temer. O presidente do Senado é alvo de mais de dez inquéritos no STF.

Durante o processo de impeachment, Renan teria aproveitado a proximidade com o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, para costurar um acordo com o PT e garantir o apoio ao projeto de aumento salarial para os ministros do Supremo.

Em troca, Lewandowski peitaria os senadores e a constituição para propor a divisão da votação do impeachment em duas partes: uma, pela cassação do mandato de Dilma e a outra, em separado, pela cassação de seus direitos políticos. E assim foi feito:  PT passou a apoiar o aumento no dia seguinte, após Dilma ter garantido o direito inconstitucional de exercer funções públicas.

Somando a parte do PMDB controlada por Renan, as chances de que o aumento defendido por Ricardo Lewandowski seja aprovado no senado aumentam consideravelmente. 
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