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Lula continua tentando enganar o país com suas mentiras e a imprensa cede espaço generoso


A maior parte dos brasileiros já está cansada das mentiras e dos discursos fajutos do ex-presidente Lula. Na maioria dos casos, suas falas são verdadeiras afrontas à inteligência humana. O PT anunciou uma coletiva com seu líder máximo para a o início da tarde desta quinta-feira, na qual foi anunciada que Lula iria se contrapor às acusações apresentadas pelos membros do Ministério Público Federal na véspera.

A gravidade das denúncias apresentadas pelos integrantes da Força-tarefa da Lava Jato ensejava de fato uma resposta à altura e era que todo mundo esperava e Lula ou de qualquer outro acusado naquelas condições. Mas isso não ocorreu. O petista ocupou o microfone em cadeia nacional para repetir seus discursos baratos que costuma fazer para seus admiradores e cúmplices.

Lula usou e abusou da demagogia lembrando seu passado pobre, como se fosse o único no meio de 200 milhões de brasileiros que passou por dificuldades. O fato é que Lula não trabalha desde os anos 70 e enfrentou o batente do dia a dia menos que qualquer brasileiro. O sindicalista foi cooptado por um grupo político que traçou um dos mais nefastos planos de poder de que sem tem notícia na história recente do país. Desde então, sua imagem tem sido trabalhada no consciente coletivo como a do operário de origem humilde que veio para se contrapor às elites dominantes, aos patrões, as banqueiros, aos empreiteiros.

Lula pensa que todos os brasileiros tem a mentalidade dos militantes do partido, do pessoal da CUT ou do MST. Lula se refere ao trabalhador como se fosse o salvador destas pessoas e não o algoz. Lula se esquece que no Brasil, todos são trabalhadores, desde o empresário falido, o pequeno empreendedor, o dentista, a faxineira, o camelô, o pintor de paredes, o pedreiro, o web designer, a manicure. Todos aqueles que ele, Dilma e seu partido tanto prejudicaram.

Lula falou por mais de uma hora em cadeia nacional e teve a atenção de todos os brasileiros. Poderia ter usado este tempo para explicar que a cultura do PT contemplava os métodos que permitiram que o partido chegasse aonde chegou. Lula poderia ter confessado que seu partido encarava com naturalidade os pequenos desvios de recursos para financiar suas campanhas. Dilma já admitiu isso. Gleisi Hoffamann também já admitiu esta prática. O próprio PT já deixou isso bem claro em mais de uma oportunidade, quando coloca em sua galeria de heróis aqueles que roubaram o povo em nome do partido, como José Genoino, Delúbio Soares, João Vaccari Neto e condena aqueles que roubaram para seu benefício próprio, como José Dirceu.

A senadora Gleisi Hoffamann admitiu em entrevista ao UOL que nunca roubou para seu benefício pessoal ou de seus familiares. Afirmou que todos os petistas que estão presos em Curitiba nunca roubaram em benefício próprio e admitiu que o PT precisa rever seus "erros históricos".

A própria Dilma Rousseff também afirmou que o PT precisa rever seus "erros históricos" e admitiu em duas oportunidades que: "nunca desviei dinheiro para meu benefício pessoal". Uma na carta que enviou a Comissão do Impeachment no Senado, lida por seu advogado José Eduardo Cardozo e a outra dita por ela mesma quando foi se defender no Senado, na véspera da cassação de seu mandato.

No PT é comum ouvir da boca de seus integrantes que "nunca roubaram um centavo para benefício pessoal", enquanto a maioria dos brasileiros acredita que roubar é roubar, seja em benefício pessoal ou de outrem. Lula nem isso pôde afirmar em seu discurso.
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