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Lava Jato tem prova de mais um crime de Lula. Desta vez o de tráfico de influência em favor da Odebrecht


A situação do ex-presidente Lula perante a Justiça e no âmbito da Operação Lava Jato é muito mais delicada que o petista e seus aliados fingem ser. Os membros da força-tarefa possuem provas contundentes de vários crimes cometidos pelo petista enquanto comandou a organização criminosa que vitimou a Petrobras.

Uma destas provas é um e-mail enviado por Marcelo Odebrecht de janeiro de 2005 para executivos do grupo, no qual o executivo afirma com todas as letras que o então presidente Lula teria se comprometido a “ajudar a destravar qualquer dificuldade para fazer acontecer”.

O Estadão revelou que o documento em poder da força-tarefa, em Curitiba faz parte do pedido de conversão da prisão do ex-ministro Antonio Palocci de temporária (de 5 dias) em preventiva (sem prazo).

O ex-ministro de Lula, preso durante a 35ª fase da Lava Jato e acusado de receber R$ 128 milhões em propinas da Odebrecht para o PT, entre 2008 e 2013, deve passar uma boa temporada atrás das grades. O delegado Filipe Hille Pace, que pediu a prisão preventiva de Palocci, destaca de no e-mail Odebrecht também relata que o próprio Lula se prontificou a “destravar” qualquer dificuldade que a Odebrech tivesse “junto à estes projetos que lhe foram prometidos.”



No e-mail de Marcelo Odebrecht, o executivo informa que “Lula ficou de eleger 3 projetos e conduzir o assunto através de um grupo (Palocci, Dilma e Min. Transportes) ficando disponível para ajudar a ‘destravar’ qualquer dificuldade para fazer acontecer”. O documento é datado de 19 de janeiro de 2005 e foi encaminhado para 9 executivos do grupo. O assunto tratado era da agenda que o pai, Emílio Odebrecht, teria acertado com o ex-presidente. “Segue a agenda que meu pai repassou com Lula em sua reunião de 6ª.”

Para a Lava Jato, Palocci, que era tratado como “Italiano” nas mensagens cifradas da Odebrecht, seria um dos canais do grupo com o governo federal na obtenção de vantagens na Petrobrás – e em outras áreas de negócios -, mediante o pagamento de propinas. Lula era o agente responsável pelo tráfico de influência, crime previsto no Art. 332 do Código Penal, que determina Pena de reclusão de 2 a 5 anos, e multa.

Leia AQUI a matéria completa do Estadão
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