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Joaquim Barbosa tenta defender manobra inconstitucional no Senado que favoreceu Dilma


O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e ex-ministro Joaquim Barbosa voltou a dar pitacos sobre a manobra inconstitucional engendrada pelo PT para manter os direitos políticos de Dilma Rousseff (PT) mesmo após seu impeachment. A maracutaia foi articulada com cerca de duas semanas de antecedência ao julgamento e contou com a ajuda do atual presidente do STF, Ricardo Lewandowski, do presidente do Senado, Renan Calheiros e da senadora Kátia Abreu.

Não é preciso ser nenhum Expert em direito para concluir que houve uma clara violação constitucional no fatiamento da votação em duas partes. Uma sobre a cassação do mandato de Dilma e a outra sobre a inabilitação de seus direitos políticos. Caberia ao Senado realizar apenas uma votação para determinar o impeachment e a inabilitação de Dilma Rousseff, conforme previsto na Constituição.

Mas o ex-ministro Joaquim Barbosa, um crítico ferrenho do presidente Michel Temer e eterno simpatizante do PT, insiste em manifestar sua opinião ideológica, contrariando o que está na constituição:

“Em matéria de impeachment, o STF pode pouco porque assim quer a Constituição, que confiou ao Senado e não ao STF o processo e o julgamento do presidente da República na matéria”, disse ontem no Twitter o ex-ministro da corte Joaquim Barbosa.

Barbosa afirma de forma inescrupulosa que é “dificílimo” que o STF reverta a decisão de livrar Dilma da inabilitação dos direitos políticos. “O raciocínio é simples: se o próprio Senado que a tirou brutalmente do cargo, num segundo momento 'tirou o pé do acelerador'... irá o STF cassar-lhe um direito que os senadores entenderam por bem preservar?", escreveu o militante dilmista.

A questão é bem simples: a sociedade não vai tolerar mais um abuso do grupo corrupto que permaneceu no poder por treze anos, financiados pela mentira e pela corrupção. A sociedade não é burra e não vai aceitar uma violação constitucional tão acintosa para favorecer uma pessoa que comprovadamente se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras. Basta que o STF anule a segunda votação arbitrária do dia 31 e pronto. Dilma segue cassada e sem os seus direitos políticos, conforme está previsto na constituição. Entendeu, Barbosa?


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