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Fiasco em mais um ato do PT na Paulista, após a sangria moral de Lula e do partido. Puro baixo astral


A manifestação convocada pelo PT e a Frente Povo Sem medo para este domingo, 18, marcou o declínio declínio dos movimentos que tentam impor uma agenda de esquerda para o país através de mobilizações organizadas. O ato “Fora, Temer, Nenhum Direito a Menos e Diretas Já” promovido por movimentos sociais e centrais sindicais ligadas ao PT perdeu força após a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal contra o ex-presidente Lula, no último de 14.

O fracasso de mais um ato na Avenida Paulista, em São Paulo é um reflexo da sangria moral imposta ao ex-presidente Lula e ao PT. Neste domingo, já não se notava mais a presença de pessoas desconectadas dos movimentos controlados pelo partido. apenas representantes de grupos organizados pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, que reúne movimentos como o dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), além de centrais sindicais como a Intersindical e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), e entidades estudantis UNE e Ubes.

O ato acabou sendo inflado com a presença de pessoas que aproveitaram o domingo. Ciclistas e pessoas que queriam aproveitar a via fechada até a metade da tarde dividiram o espaço com os manifestantes. Segundo a PM, pouco mais de 3 mil pessoas faziam parte da manifestação.  O ato estava previsto para começar às 14h e havia expectativa de que pelo menos 20 mil pessoas comparecessem, Diante da pequena adesão, os organizadores adiaram o início das atividades para uma hora depois do previsto. O ato começou contar com a presença de mais pessoas só depois das 15h e foi chegou ao fim por volta das 18h20, com início de chuva e já com poucos manifestantes.

Uma mulher que vendia bebidas alcoólicas para menores e teve sua caixa de isopor retirada por policiais. Alguns manifestantes tentaram impedir a ação da PM e criaram um pequeno tumulto, que teve a participação do ex-senador Eduardo Suplicy (PT), que acabou sendo atingido por spray de pimenta.

O coordenador da Central de Movimentos Populares e da Frente Brasil Popular, Raimundo Bonfim, tentou minimizar o fracasso de mais uma manifestação: "O importante é que estamos mantendo uma manifestação permanente", disse. Ele acredita que os protestos voltarão a crescer quando a reforma da Previdência e a implantação de um teto de gastos passarem a ser discutidas no Congresso.

Em outra desculpa esfarrapada, Bonfim acabou deixando escapar que os atos não tem nada de povo e são mesmo inflados pela militância e afirmou que a menor concentração está relacionada à proximidade com o período de eleições municipais. “Eu acredito que é porque estamos em momento eleitoral: muita militância e muitas pessoas estão, cada dia mais, voltadas para as eleições".

Diante da falta de recursos para contratar figurantes nas periferias, o ato foi minguado e deprimente. Entre os presentes, já não havia mais aquele ímpeto desafiador. Pareciam humilhados por estarem ali. No vídeo abaixo, é possível perceber o baixo astral dos manifestantes e animadores contratados. Não foi possível afirmar se era uma manifestação, uma sessão de tortura ou um ritual de lavagem cerebral.

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