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Espetáculo de Lula foi em vão. Teori está pronto para apoiar qualquer decisão de Sérgio Moro


O ex-presidente Lula está frito. Léo Pinheiro, nem tanto. A denúncia apresentada na última quarta-feira 14 por alguns membros da força-tarefa da Lava Jato, especialmente o procurador Deltan Dallagnol, contra o ex-presidente Lula e outras sete pessoas conta com o aval do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Segundo o Valor Econômico, a elaboração da denúncia, na qual Lula é acusado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do apartamento no Guarujá, litoral paulista, teve início há pouco mais de três meses. Os procuradores alegam que o ex-presidente recebeu benefícios da empreiteira OAS, alvo da Lava Jato, na reforma do triplex, no transporte dos presentes que Lula ganhou quando era presidente e ainda em palestras realizadas pelo petista.

A denúncia dos procuradores tem suporte na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, divulgada na terça-feira, 06, que indica claramente uma nova postura do STF em relação aos pedidos do ex-presidente Lula na Corte. O petista tem recorrido com frequência exagerada à Corte para que os inquéritos contra ele que se encontram aos cuidados do juiz Sérgio Moro sejam retirados da Lava Jato.

O ministro Teori Zavascki considerou o pedido para suspender os processos a que o ex-presidente responde na Justiça de Curitiba e concentrar tudo no STF uma “insistência” de Lula em dar às investigações contornos de ilegalidade.

O ministro, que também é o relator da Lava Jato na Suprema Corte, entendeu que a reclamação é mais uma das “diversas tentativas da defesa de embaraçar as apurações”.

Além de informar que o STF tem conhecimento dos fatos que a defesa do ex-presidente tenta minimizar, Zavascki deixou claro que as investigações em curso na Lava Jato são necessárias, tendo em vista que há indícios de que o ex-presidente se beneficiou de forma direta ou indireta no esquema de desvios na Petrobras:

"São prematuras as alegações de que a suposta ocultação de patrimônio pelo investigado e os supostos recebimentos de benesses das empreiteiras[...] e outras não têm qualquer relação com o esquema criminoso que vitimou a Petrobras e que é objeto da Operação Lava Jato", considera o relator.

O posicionamento do relator da Lava Jato na Suprema Corte é um claro indicativo de que a estratégia de Lula de tentar congestionar o STF com ações não será mais tolerada de agora em diante. Teori também deixou bem claro que o Supremo conhece "detalhadamente" as acusações que pesam contra Lula. 
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