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Dilma vai ser presa. Petista está destruída pela delação que levou seu ex-ministro Guido Mantega para a prisão


A ex-presidente Dilma Rousseff comandou um governo corrupto no qual seu próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, integrava um esquema esquema criminoso para enganar a Receita Federal e burlar a arrecadação de impostos em troca de propina para o PT.

É o que revelaram os executivos da Odebrecht em um dos trechos da delação encaminhada ao Ministério Público Federal (MPF) pelos advogados da empreiteira. O delatores confirmaram na proposta de delação premiada que a empresa pagou pelo menos R$ 100 milhões em propina para o PT em negociações intermediadas pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.

Nesta operação, a Odebrecht declarava um valor maior para aquisição de equipamentos no exterior  para enviar dinheiro a mais para fora. O excedente era transferido para empresas offshores responsáveis por pagar os acordos negociados pelo ministro de Dilma, Guido Mantega.

Segundo os executivos, repasses foram realizados por meio de um departamento criado especialmente para distribuir propina à políticos. O chamado "Setor de Operações Estruturadas" da empreiteira é  definido pelo MPF como o “escritório de lavagem e pagamento de propina”. De acordo com o relato dos executivos, a maior parte dos pagamentos era feita em troca de benefícios obtidos durante o governo Dilma, que beneficiava o grupo com  projetos como a desoneração da folha de pagamentos e a redução de imposto de renda sobre o lucro de empresas brasileiras no exterior.

Dilma e seus ministros atuavam para roubar bilhões do Brasil em troca de "pequenas" comissões para o PT. Para se ter uma ideia, apenas a Braskem, do grupo Odebrecht, repassou entre R$ 450 milhões e R$ 550 milhões para “escritório de lavagem e pagamento de propina” no período em que o departamento funcionou, segundo levantamento prévio da própria empresa. Dilma autorizou um negócio envolvendo o preço do nafta onde a Braskem acabou pagando um valor abaixo do preço de mercado. Um relatório de investigação interna da Petrobras mostrou na época que a estatal ficou com um prejuízo bilionário em um contrato que favoreceu a Braskem.

O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que chegou a ser preso em São Paulo na 34ª fase da Operação Lava Jato, negocia um acordo de delação com o MPF, mas já adiantou uma série de informações sobre o esquema criminoso comandado por Lula e Dilma. Junto com a delação de Palocci, a homologação da delação de Guido Mantega desencadeia uma nova fase de atribulações para o PT que pode resultar na prisão de outras lideranças do partido, inclusive a ex-presidente Dilma Rousseff.

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