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Dilma reprimiu com violência manifestações contra seu governo. Só que contra trabalhadores


A ex-presidente Dilma Rousseff tem se manifestado contra a repressão policial contra manifestantes que praticam atos de vandalismo para protestar contra o presidente Michel Temer nos últimos dias. Os atos são organizados por grupos controlados pelo PT, que usam técnicas de black blocs para despistar a polícia e depredar o patrimônio público e privado.

Em entrevista recente, Dilma afirmou que 'assim começam as ditaduras' ao comentar as ações da polícia para reprimir atos de vandalismo em São Paulo: "Aí vem a repressão e fura o olho de uma menina. Depois vem a repressão e mata", afirmou a petista.

Dilma enfrentou o mesmo tipo de manifestação violenta em 2013, quando afirmou que só iria tolerar manifestações democráticas e encorajou as polícias a reprimir atos de vandalismo durante as manifestações dos mesmos black blocs que o PT conseguiu se aproximar e cooptar através de financiamento dos grupos radicais liderados pelo ativista de esquerda, Pablo Capilé.

O problema é que Dilma não recomendou a violência apenas contra manifestantes, na época, contrários à seu governo. Ela também ordenou que a Força Nacional de Segurança reprimisse com violência os trabalhadores que eram contra suas privatizações de blocos do pré-sal. Isso mesmo. Dilma mandou descer o cacete em trabalhadores contrários a sua política de privatizações. Leia abaixo um trecho de uma matéria publicada em 21 de Outubro de 2013:

"O forte aparatou repressivo montado pelo governo Dilma e Cabral para garantir o leilão do Bloco de Libra no Rio mal deixou os manifestantes se concentrarem para o ato contra a entrega do petróleo. Pouco antes das 11h, a Força Nacional de Segurança, que montava um dos bloqueios ao local do leilão, começou a reprimir de forma violenta os manifestantes, com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha". "A repressão começou em frente à Praça Ó, na Barra da Tijuca e transformou a Avenida Lúcio Costa numa verdadeira Praça de Guerra. Pelo menos seis pessoas ficaram feridas, dois petroleiros com gravidade, atingidos por estilhaços de bombas. Ao menos 800 pessoas se concentravam quando a primeira barreira montado pela FNS investiu com violência contra os ativistas". Leia a matéria completa AQUI e ouça a cobertura dos protestos no áudio abaixo:




Não é preciso lembrar que durante as manifestações violentas de simpatizantes do PT causaram a morte do cinegrafista Santiago Ilídio Andrade, da TV Bandeirantes em fevereiro de 2014,  atingido na cabeça por um rojão disparado por membros dos mesmos black blocs, àquela altura, já controlados pelo PT.

Ao contrário da militante Deborah Fabri, que participava de atos de vandalismo em São Paulo, o cinegrafista Santiago Andrade estava trabalhando. Deborah Fabri foi supostamente ferida por policiais que atuavam para manter a ordem. Santiago Andrade foi morto por vândalos petistas de forma criminosa. Dilma lamentou o olho perfurado de Deborah Fabri, mas não se pronunciou sobre a morte de um chefe de família assassinado por seus simpatizantes.
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