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Dilma pode ter torrado uma fortuna cartão no "suprimento" para lotar sua dispensa em Porto Alegre


Além de se evadir de Brasília levando cerca de 120 objetos pertencentes aos Acervos Privados da Presidência da República, a ex-presidente Dilma Rousseff pode ter levado toneladas de alimentos e outros itens de consumo comprados com o cartão "suprimento" ao longo dos últimos cento e poucos dias em que se alojou no Palácio da Alvorada.

Esta pode ser uma das explicações para a contratação de quatro carretas com capacidade de 18 toneladas cada, à um custo de R$ 15 mil por caminhão, para levar suas 'coisas' para Porto Alegre. Considerando que o Palácio da Alvorada é um imóvel ricamente mobiliado e que Dilma não poderia levar nenhum dos móveis, fica difícil entender a necessidade de contratar uma frota de caminhões para levar seus supostos pertences. A petista havia afirmado que levaria apenas seus livros e a julgar por sua fluência, não devem ser muitos.

Dilma nunca precisou gastar um centavo de seu salário.  Com todas as despesas pagas pelo contribuinte, ela teve a oportunidade de poupar os salários que recebeu desde sua posse na Presidência da República, em 2011, até ser cassada, dia 31. Durante este período, de acordo com o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, Dilma acumulou mais de R$ 2 milhões somente com seus salários.

Além de não beliscar em seus rendimentos por anos, Dilma foi recordista nos gastos feitos através do cartão de despesas alimentícias, também pago pelo contribuinte. Durante seu afastamento, a petista torrou uma média de R$ 2.2 mil por dia com o cartão. De 13 a 31 de maio — os 18 primeiros dias de afastamento — o gasto bateu R$ 54 mil, elevando a média de gastos para R$ 3 mil por dia. De lá para cá, os gastos podem ter superado a casa dos R$ 300 mil ao longo dos 100 últimos dias em que habitou no Palácio da Alvorada. Deve ter lotado a dispensa com queijos, vinhos e outras iguarias caras, para depois levar para Porto Alegre. Não havia ninguém para fiscalizar e o Decreto 4.344/2002 permite que ex-presidentes carreguem consigo os itens de natureza personalíssima ou de consumo pessoal.

Os cerca de 120 que levou, pertencentes aos Acervos Privados da Presidência da República, ela terá que devolver por determinação do Tribunal de Contas da União. Em um prazo de 120 dias a contar da data de sua mudança, nesta terça-feira, 06.
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