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Dilma na cadeia. Envolvida em desvios bilionários na Petrobras e BNDES, entra definitivamente no radar da Lava Jato


A ex-presidente Dilma Rousseff entra definitivamente no radar da Lava Jato, após a ação contra seu ex-ministro Guido Mantega. O escândalo envolvendo repasses de dinheiro no exterior para saldar suas dívidas de campanha coloca Dilma numa situação delicada perante as autoridades e destrói definitivamente o pouco da confiança que ainda tinha por porte de alguns brasileiros.

A publicitária Mônica Moura, esposa do marqueteiro do PT, João Santana, confirmou que o empresário Eike Batista fez pagamentos para seu marido em contas no exterior. Os pagamentos estariam vinculados a campanhas políticas realizadas pelo casal para Dilma.

Eike Batista confirmou que foi procurado pelo ministro de Dilma, Guido Mantega, solicitando o dinheiro para saldar dívidas de Dilma com o casal de Marqueteiros e confirmou que fez uma transferência de U$ 2.35 milhões para uma conta no exterior.

O casal foi responsável pelas campanhas à reeleição de Lula, em 2006 e de Dilma Rousseff, em 2010 e 2014, além da campanha do prefeito de São Paulo, Ferando Haddad.

Na mesma época, as empresas de Eike Batista conseguiram empréstimos do BNDES durante o governo Lula. O grupo EBX solicitou a liberação de empréstimo na ordem de R$ 10,4 bilhões, dos quais R$ 6 bilhões foram efetivamente liberados pelo o banco".

E esposa do marqueteiro contou ainda aos procuradores que os ministros Guido Mantega e Antônio Palloci intermediavam o pagamento de caixa 2, em dinheiro, para campanhas presidenciais do PT junto a empresários. Mônica Moura confirmou que os recursos não passaram por contas oficiais do PT e não teriam sido declarados à Justiça Eleitoral.

A publicitária revelou detalhes sobre a conta usada pelo Eike Batista para realizar pagamentos no exterior. As informações podem agora permitir que o Ministério Público Federal (MPF) possa desvendar operações do empresário no exterior durante o auge das liberações de recursos do BNDES durante os governos de Lula e Dilma. As operações financeiras envolvendo caixa 2 das campanhas do PT são similares ao modus operandi do partido com construtora Odebrecht, que também confirmou repasses de mais de R$ 100 milhões para Dilma.

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