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Dilma caminha para outra derrota. Indignação popular deve levar STF a anular fraude no Senado



A ex-presidente Dilma Rousseff está prestes a passar por mais uma derrota perante a nação. A indignação popular com o processo que lhe assegurou a manutenção dos direitos políticos na votação do Senado foi marcado por controvérsias.

Os questionamentos ao Supremo Tribunal Federal (STF) se acumulam a já são mais de dez ações pedindo o cancelamento da segunda votação que manteve seus direitos políticos mesmo após impeachment.

O desgaste provocado pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, leva a crise política de volta para a mais alta corte do país e causa constrangimento em vários ministros da Corte.

Os mandados de segurança pedindo a anulação da segunda parte da votação do julgamento final da petista continuam a ser protocolados no Supremo, que deve decidir se segue o que prega a constituição ou abrir um grave precedente para que outros políticos cassados tentem obter o mesmo benefício.

A pressão popular é pautada pela Constituição, que prevê que o fim do mandato e a inabilitação política são consequências do impeachment.  Não são penas cumulativas ou acessórias. Elas são o núcleo da mesma pena e estão vinculadas, não podendo ser efetivada sem a outra.


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