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Deborah Fabri pode ter sido vítima de fogo amigo. Estilhaço que atingiu estudante seria de um rojão


A estudante Deborah Fabri, de 19 anos, pode ter sido vítima de fogo amigo quando participava de atos de vandalismo em São Paulo, na noite de quarta feira, 31, dia da cassação do mandato da ex-presidente Dilma no Senado por 61 votos a 20.

Deborah fazia parte do movimento Levante Popular da Juventude, que atuava de forma violenta durante o ato em protesto contra a cassação do mandato de Dilma. Segundo alguns jovens que seguiam na marcha, um dos manifestantes, que estava encapuzado, disparou um rojão contra os policiais no momento em que a estudante apareceu com ferimentos no rosto.

A informação circulou pelo WhatsApp entre jovens que participaram dos atos na noite do dia 31 de agosto. Testemunhas que socorreram a jovem relataram nas redes sociais que ela foi atingida pela Polícia Militar, mas não souberam informar se os ferimentos foram causados por estilhaços de bombas lançadas pelos policiais ou por bala de borracha.

No boletim médico do Hospital das Clínicas, onde a estudante passou por exames informa apenas que a paciente "foi internada em nosso serviço às 2h37 do dia 1º de setembro de 2016, com trauma na região da face, escoriações nas pálpebras e região malar esquerda, e lesão perfuro contusa no olho esquerdo". A estudante pode ter ficado ceda do olho esquerdo.

Em fevereiro de 2014, cinegrafista Santiago Ilídio Andrade, da TV Bandeirantes, também foi atingido na cabeça por um rojão disparado por militantes do PT e morreu em decorrência dos ferimentos.


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