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Cadê os artistas golpistas? Ficaram mudos após queda de Dilma e eventual prisão de Lula?


Os artistas brasileiros que esperneavam para defender o mandato da ex-presidente Dilma Rousseff e a continuidade no poder do partido mais corrupto da história do Brasil sumiram. Alguns até que ensaiaram o coro "Fora Temer", quando o coro "Fora Ladrão" ficou mais forte, os esquerdopatas da Lei Rounet foram metendo o rabinho entre as pernas e saíram todos de ré da cena política do pais.

Apesar de se darem conta da estupidez que fizeram ao defender a maior horda de criminosos que já comandou o país, apesar de acreditarem que bastará alguns meses para que sua impertinência e falta de patriotismo sejam esquecidos, eles foram longe demais. Agora é tarde e dificilmente serão perdoados por terem escolhido o lado errado num dos mais importantes momentos da história do Brasil, quando o povo, unido nas ruas, expulsou a bandidagem do PT do governo central.

Quando ainda acreditavam que eram capazes de influenciar a sociedade sobre suas preferências políticas, não estavam preocupados com as consequências devastadoras da corrupção e da roubalheira do PT para o país. Não estavam absolutamente preocupados com os 12 milhões de chefes de família que ficaram desempregados. De mesmo modo, estavam pouco se lixando com a quase falência do país e de suas principais empresas, como a Petrobras, Eletrobras e outras que foram alvos do assalto dos Governos do PT de Lula e Dilma. A única coisa que eles queriam de fato era é garantir as mamatas com o dinheiro do contribuinte.

Leia abaixo o manifesto dos artistas golpistas derrotados chegaram a divulgar:

"Complexo Cultural MinC-Funarte de São Paulo Ocupado contra o governo golpista!

Artistas, produtores, trabalhadores da cultura, intelectuais, estudantes e defensores da democracia de São Paulo, ocupam o Complexo Cultural MinC-Funarte-SP em ação de desobediência civil contra o golpe parlamentar, jurídico e midiático ocorrido no Brasil.

Não reconhecemos a legitimidade deste governo golpista e repudiamos o consequente desrespeito dos direitos assegurados em nossa Constituição. Este governo não tem autoridade para fechar ministérios, secretarias ou desmontar políticas sociais conquistadas. Por isso, como agentes da cultura, ocupamos este espaço para denunciar e exigir o fim deste governo ilegítimo.

Dialogando com as outras ocupações e crescentes atos de repúdio ao golpe, deixamos claro que esta é uma ocupação plural e abrangente. Por isso convidamos artistas e população de São Paulo a se juntar à nossa ocupação com ensaios, performances, intervenções, debates e demais atividades culturais como forma de resistência contra o estado de exceção instituído pelo golpe.

Ocupar e resistir!"

Abaixo, algumas entidades controladas pelo PT que se mobilizaram para apoiar os corruptos do PT e para trazer de volta Dilma e os ladrões ao governo do país. Além de derrotados, estão todos falidos hoje, pois estas organizações eram, em sua maioria, sustentadas pelo dinheiro que o PT roubava do povo.

Participam do golpe os coletivos Teatro pela Democracia, Ocupa Lapa, Bloco Nada Deve Parecer Impossível de Mudar, Audiovisual pela Democracia, Circo pela Democracia, Anti Cia de Teatro, Reage Artista, Midia NINJA, Fora do Eixo, Vila do Teatro Santos SP, Frente Brasil Popular Zona Sul, Coletivo Alma Não Tem Cor, Fodidos Privilegiados, Jongo da Serrinha, Os Dezequilibrados, Lingua de Trapo / Ponto de Cultura, Cia Enviezada, Rio Mais Cinema Menos Cenário, Grupo de Risco, Diálogos em Circo, Sopro do Ator Dois, 2 V, Orquestra Voadora, ETC rio, Teatro de Anônimo, Bloco pi, Assembléia dos Amigos, Banda Hetera, UNE, Cuca da UNE, Cia Ensaio Aberto, Armazém da Utopia, Advogados pela Legalidade Democratica, CUT, Mulheres pela Democracia, Dança pela Democracia, Cia de Dança Esther Weissman, Teatro de Rodas, Coletivo Vento Sutil, Fabuloso Quintal de Historias, Frente Permanente da Dança, Forum Permanente de Dança, Coletivo Alfinete Amarelo, Coletivo em Silêncio, Teatro Independente, Mulheres contra Cunha e contra Temer, Coletivo SerHurbano, Ocupação Passeio Publico, Cineclube Mate com Angu, Coletivo És uma maluca, Servidores da Funarte, Cia Teatral Milongas, Coletivo Anti Cinema, Coletivo Boldo, Ocupa Carnaval, Cia Monte de Gente, Frente Brasil Popular Zona Norte, Diretório Acadêmico do Curso de Produção Cultural da UFF, Cordão do Boitatá, Cia Dois Banquinhos, Cia de Arte Cadê, Pólo de Economia Criativa da Zona Oeste / RJ, Lumiar Filmes, Coletivo Pitoresco, Diretório Central dos Estudantes da UERJ, Juventude do PT RJ, Coletivo Bonobando, Coletivo Instantâneo, Aquela Cia. de Teatro, Programa de Pós-graduação artes da cena da ECO/ UFRJ, Secretaria Estadual de Cultura do PCdoB, Coletivo CultMidia RJ, Coletivo Muanes Dança Teatro, FETAERJ - Federação de Teatro Associativo do estado do Rio de Janeiro, Contra Bando de Teatro, União da Juventude Socialista, Cia. do Solo, Cabaré Andante, Hei Ho Brass Band, Comitê UniRio Contra o Golpe, Jardins Portáteis, Coletivo Non Passaran, Marcha Mundial de Mulheres, Kizomba, Mostra de Cenas Autorais e Independentes, Comitê dos Alunos de Teatro Unirio Contra o Golpe, ONG ECOA, UFF Discentes da Pós-Graduação de Estudos Contemporâneos da Arte, Coletivo de Artes Visuais Vô Pixa Pelada, Crises Produtivas Cinema, Los Fumedos Del Porro,Teatro Inominável, Circo no Ato, Miúda Núcleo de Pesquisa em Artes, Questão de Crítica, Complexo Duplo e Os Biquínis de Ogodô Convidam as Sungas de Odara.

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