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Aspirante a guerrilheira se dá mal ao imitar Dilma. Incendiava São Paulo e levou estilhaço na cara


A ex-presidente Dilma Rousseff pode ser responsabilizada por influenciar gente desmiolada. Inspirada na trajetória da ex-guerrilheira, a estudante Deborah Fabri, 19 anos, saiu de casa na noite desta quarta-feira (31), disposta a enfrentar a Polícia e incendiar São Paulo para protestar contra o presidente Michel Temer.

A aluna da Universidade Federal do ABC, fã de Dilma, participou da manifestação que promoveu depredação de lojas, pontos de ônibus e incêndios em sacos de lixo no centro da capital paulista. O ato foi comandada pela Frente Brasil Popular e pela CUT a pedido da própria Dilma.

Incauta, Deborah Fabri ficou dando bobeira enquanto a Polícia Militar dispersava os manifestantes com uso de bombas de efeito moral, bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha. A estudante acabou sendo ferida por estilhaços de uma bomba lançada contra os manifestantes.

Deborah Fabri estava disposta a correr riscos


Horas mais tarde, a jovem postou em uma rede social a mensagem sobre o resultado da brincadeira: "Oi pessoal estou saindo do hospital agora. Sofri uma lesão e perdi a visão do olho esquerdo mas estou bem. Obrigada pelas mensagens e apoio logo logo respondo todos!!!".

Ela foi atendida durante a madrugada no Hospital das Clínicas. Segundo boletim da equipe médica,  a paciente "foi internada em nosso serviço às 2h37 do dia 1º de setembro de 2016, com trauma na região da face, escoriações nas pálpebras e região malar esquerda, e lesão perfuro contusa no olho esquerdo". Deborah passou por cirurgia de urgência. O hospital também disse que "por ser tratar de um procedimento de alta complexidade oftalmológica, o prognóstico requer cuidados especiais".

A também militante do Levante Juventude, Laryssa Campaio, disse que a truculência da polícia na dispersão da manifestação surpreendeu os manifestantes. "Muita gente nossa foi ferida, como nunca tinha acontecido", disse em referência aos cinco pessoas que foram atingidas por balas de borracha ou estilhaços de bombas de gás. "Foi fora do normal, uma espécie de estado de sítio", acrescentou sobre a repressão sofrida pela passeata.


Em nota divulgada na noite de ontem, a Secretaria de Segurança Pública diz que a repressão começou depois que um grupo de manifestantes incendiou montes de lixo e lançou pedras contra os policiais. Segundo o comunicado, um policial militar foi ferido e levado para receber atendimento médico.
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