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Lewandowski aprova votação em separado de afastamento e de perda de direitos políticos de Dilma


Após uma série de controvérsias, o presidente do Supremo Tribunal Federal,  (STF), Ricardo Lewandowski, atendeu ao pedido dos senadores aliados da presidente afastada, Dilma Rousseff, que pediram na reabertura da sessão do julgamento final do impeachment, nesta quarta-feira (31), que sejam feitas duas votações separadas – uma para decidir sobre o afastamento definitivo de Dilma da Presidência, e outra sobre a inabilitação dos direitos políticos da petista, que determina que ela irá ficar impedida de assumir função pública por oito anos.

A intenção de separar as votações tinha por objetivo resguardar Dilma, uma vez que, da forma como está escrita a acusação, ela ficaria impossibilitada até de dar aula em universidades públicas ou de ocupar qualquer cargo na esfera pública.

Com a decisão de Lewandowski, os senadores votam separadamente sobre a perda do mandato e a perda dos direitos políticos de Dilma por oito anos. O objetivo dos aliados da petista era o de preservar seus direitos, de modo que ela poderia ser nomeada para algum cargo em administrações petistas, como governadores ou prefeitos. A manobra visa assegurar a Dilma algum caro que lhe garanta direito ao foro privilegiado para livrá-la de ser investigada pelo juiz Sérgio Moro.

Lewandowski argumentou que temia que o julgamento corria o risco de ser contestado pelos aliados de Dilma através de um mandado de segurança junto ao STF, caso a questão ficasse pendente.

Graças ao PT e aos aliados, Dilma corre o risco de sofrer duas derrotas em duas votações no Senado: cassação do mandato e a inabilitação para ocupar funções públicas. Ou não.

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