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Lula está em Brasília falando sozinho. Após denúncia de Janot, senadores evitam ex-presidente


Uma das maiores capacidades demonstradas pelo ex-presidente Lula ao longo de sua vida tem sido a de subestimar a inteligência das pessoas. O ex-presidente não teria chegado onde chegou não fosse a quantidade de trouxas que acreditaram em suas lorotas.[right-post]

Mas a facilidade com que Lula conseguia convencer seus interlocutores menos astutos e até mesmo os mais interesseiros deixou de existir. O encantador de jumentos e corruptos viu seu talento se esvair, desde o dia 03 de maio, quando foi denunciado no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que o classificou como chefe da organização criminosa na Petrobras.

Neste momento, Lula está falando sozinho em Brasília. Se antes da denúncia oferecida por Janot no STF, já estava difícil convencer parlamentares mequetrefes a votar contra o impeachment de Dilma na Câmara dos Deputados às vésperas do 17 de abril, a empreitada de tentar convencer senadores sobre o mesmo propósito agora tem se revelado menos provável ainda. As ligações de Lula tem sido ignoradas até mesmo por auxiliares subalternos dos senadores. Desprestigiado e humilhado, Lula insiste em suas incisivas apenas por uma questão de desespero.

Lula não está nem aí se for preciso rastejar para conseguir um voto que seja à favor de Dilma no julgamento do impeachment, previsto para acontecer após o afastamento da presidente do cargo. Despido de sua empáfia e arrogância, Lula roga um voto em nome das maracutaias do passado. E diante de cada negativa, Lula vai anotando em sua agenda os nomes daqueles que planeja se vingar, caso ocorra o milagre de Dilma ser reconduzida ao cargo após uma improvável vitória no julgamento no Senado.

Um "meio" funcionário do hotel em que Lula está hospedado em Brasília confirmou o fim da romaria ao quarto do ex-presidente nos últimos dias. O Concierge "informal" garante que a movimentação tem sido apenas de gente do partido e pessoas próximas ao ex-presidente, como seguranças e auxiliares.

No auge de sua popularidade, a espera para ter um dedo de prosa com o ex-presidente lula costumava levar até um ano. Garboso e ciente de que uma bela foto ao seu lado poderia render belos votos, Lula fazia pouco caso diante das centenas de pedidos de agendados por seus assessores. Havia inclusive uma bolsa entre seus auxiliares mais próximos, que cobravam valores entre R$ 10 mil e R$ 50 mil para promover um encontro com o fenômeno da corrupção mundial.

Não faltavam políticos e empresários picaretas de vários cantos do país de diversos ramos de atividade dispostos a desembolsar uma fortuna para falar com o ex-presidente para tratar de negócios inconfessáveis. Hoje em dia, qualquer trombadinha evita ser fotografado ao lado de Lula, de modo a não comprometer o futuro.

São estas memórias que povoam o pensamento do amargurado ex-presidente nestas noites frias e solitária em seu quarto no hotel Golden Tulip em Brasília, onde Lula tem enfrentado madrugadas insones, repletas de expectativas mirabolantes e planos de vingança.

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