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“Queremos tipificar as ações do MST e do MTST como terrorismo”, promete Bolsonaro



O presidente Jair Bolsonaro se comprometeu a debater todas as propostas de seu governo antes de encaminhá-las proposta ao Congresso Nacional sem antes debater com seus integrantes. Entre as propostas que deve apresentar logo no início de seu governo, Bolsonaro se comprometeu a priorizar um projeto para tipificar atos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) como terrorismo. A ideia é apresentar um pacote de medidas já no início do governo, 90 por cento delas dependentes de aprovação do Legislativo.

“Não vamos apresentar nada sem conversar com os parlamentares. Pretendo ter a certeza que essas propostas serão aprovadas de forma racional por parte do Parlamento”, afirmou presidente durante a campanha.

“Não queremos a política adotada pelo PT, como tentou comprar no passado – e comprou, né – durante o primeiro governo Lula através do mensalão.”

Segundo ele, um dos primeiros setores a ser beneficiado pelas medidas seria o da Agropecuária, com projetos que garantam segurança jurídica ao produtor, e o respeito à propriedade privada, tanto urbana quanto rural, “sagrada”.

“Queremos tipificar as ações do MST e do MTST como terrorismo”, afirmou.
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Prefeito de Niterói é preso na Lava Jato sob acusação de desvio de mais de R$ 10 milhões da verba de transporte público



A Lava Jato está nas ruas desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (10), para cumprir mandados de prisão, busca e apreensão.  Entre os alvos, está  o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, que foi preso em sua cobertura numa área nobre da cidade.

Neves era investigado por crimes de corrupção na prefeitura de Niterói e havia sido denunciado pelo Ministério Público Federal por desvio de mais de R$ 10 milhões da verba de transporte do município.

Segundo a delação do ex-dirigente da Fetranspor Marcelo Traça, o prefeito de Niterói é apontado como líder de esquema que cobrava das empresas de ônibus consorciadas do município 20% sobre os valores do reembolso da gratuidade de passagens. O benefício é concedido a alunos da rede pública de ensino, idosos e pessoas portadoras de necessidades especiais.

Além do prefeito de Niterói, a Lava Jato prendeu ainda os empresários João Carlos Félix Teixeira, presidente do consórcio TransOceânico e sócio da Viação Pendotiba, e João dos Santos Silva Soares, presidente do consórcio Transnit e sócio da Auto Lotação Ingá. O governador do Rio, Luiz Antonio Pezão, está preso em um quartel em Niterói.

Tem que ser assim. Se não prende, vira governador, aparelha a máquina pública estadual e elege outros corruptos. Corrupção é um mal que tem que se cortar pela raiz.

Com informações do G1
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Lava Jato quer barrar nova visita de 13 senadores a Lula na cadeia



A força-tarefa do MPF (Ministério Público Federal) na Operação Lava Jato não está disposta a atender a mais um pedido tal da comissão de Direitos Humanos composta por petistas que quer realizar uma nova visita coletiva ao para visitar o ex-presidente Lula na prisão em Curitiba.

Na semana passada, a senadora Regina Sousa (PT-PI), encaminhou um ofício à juíza Carolina Lebbos pedindo que 13 parlamentares possam visitar Lula e “verificar as condições físicas e psicológicas” do ex-presidente. Lebbos é a responsável pelas regras que regem a execução da pena de Lula.

A força tarefa da Lava Jato não identificou nada que justifique uma nova vistoria dos petistas nas condições da prisão de Lula, uma vez que nada mudou desde a última visita dos petistas, em 17 de abril. “Aliás, nem a própria defesa está reclamando das condições da carceragem, o que faz pressupor que a pretendida visita é meramente protocolar ou social, em aparente desvio de finalidade”, informou o procurador regional Januário Paludo em manifestação do MPF à juíza sobre o pedido dos petistas.

O procurador lembrou a juíza ainda que os senadores que pretendem visitar Lula, “a maioria em final de mandato”, que eles já estiveram em diligência na PF. “Sem que naquela oportunidade (e agora) se tenha apontado nenhum fato significante a ensejar a atuação deste órgão ou do Judiciário”, escreveu.

Dos 13 senadores que pedem para visitar Lula, 10 não conseguiram a reeleição ou disputaram outros cargos. O MPF diz que essa visita de abril não identificou “irregularidades no local em que o custodiado Luiz Inácio Lula da Silva encontra-se cumprimento pena”. A juíza ainda não se manifestou no processo de execução penal e não tem prazo para apresentar uma decisão.
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Não é só o Lula que está preso e derrotado. É todo um projeto de poder nefasto do PT e de seus conspiradores



O Globo informa que "Duas pessoas que estiveram com Lula nas últimas semanas disseram à reportagem que o ex-presidente nunca se mostrou tão abatido e desanimado. Responsáveis pela agenda de Lula colocaram a culpa da escassez de visitas nas confraternizações do final de ano".

Foram sábias as palavras do o senador eleito Cid Gomes, do PDT do Ceara. "Lula está preso, babaca!" Sim. Lula está formalmente preso após ter sido condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em uma operação vulgar para dissimular recebimento de propina. Mas o fato é que o que levou Lula à prisão e seu partido à ruína foi um projeto de poder nefasto que sucumbiu.

Quem quiser seguir Lula, terá que se dirigir à penitenciará onde está o presidiário. Ao que tudo indica, há cada vez menos pessoas dispostas a visitar o condenado.
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Lula nunca esteve tão abatido e desanimado desde que foi preso, afirmam visitantes



O número de visitas ao ex-presidente Lula na sede da Polícia Federal em Curitiba, onde o petista está preso desde o dia 07 de abul, caiu dramaticamente após as eleições. Logo que se entregou à Polícia Federal e seguiu para sua nova moradia, o petista chegou a receber visitantes ilustres e mobilizou um acampamento de apoiadores no entorno do prédio da PF. Muitos acreditavam que o petista passaria poucos dias detido. Inclusive o próprio Lula, que estimulava a 'resistência' do acampamento 'Lula Livre' e convidava famosos para visitá-lo na cadeia.

Desde então, o número de pessoas interessadas em visitar o petista na cadeia vem caindo, na medida em que Lula perde novos recursos em todas as instâncias do país e se aproxima de novas possíveis condenações na Lava Jato. Após as eleições, o número de visitas caiu mais ainda.

O Globo informa que, após a derrota do PT nas eleições presidenciais, houve um “sumiço dos famosos”. "Duas pessoas que estiveram com Lula nas últimas semanas disseram à reportagem que o ex-presidente nunca se mostrou tão abatido e desanimado. Responsáveis pela agenda de Lula colocaram a culpa da escassez de visitas nas confraternizações do final de ano. Afirmam ainda que há uma lista de 50 nomes na fila para ver o ex-presidente. A maioria é formada por políticos, intelectuais e sindicalistas ligados ao PT.

As visitas de líderes religiosos que eram realizadas às segundas também minguaram.

— Ele recebeu tudo quanto é liderança, agora esgotou — justificou um interlocutor, segundo a publicação.

Com informações de O GLOBO


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Bolsonaro anuncia secretário particular de Alckmin como Ministro do Meio Ambiente



O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), acaba de confirmar por meio de seu perfil o nome do advogado Ricardo Aquino Salles como futuro ministro do Meio Ambiente. O 22.º ministro anunciado por Bolsonaro foi secretário estadual do Meio Ambiente do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de quem também foi secretário particular. Salles é filiado ao Partido Novo.

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Cadê o Queiroz? Sumiço de amigo de Bolsonaro gera clima de Operação Abafa. Esquerda já fala em impeachment



A suspeita da existência de um esquema de repasses de parte de salários de servidores lotados nos gabinetes do deputado estadual Flávio Bolsonaro e do deputado federal Jair Bolsonaro em Brasília ganhou relevância esta semana, com a revelação de movimentação financeira atípica de um ex-PM ligado à família do presidente eleito.

A ponta do novelo foi puxada pela Operação Furna da Onça, uma investigação da Operação Lava Jato deflagrada no Rio de Janeiro pela Polícia Federal e o Ministério Público Federa para investigar a atuação de uma organização criminosa na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Alerj. As investigações levaram para a prisão 10 deputados estaduais (3 já estavam presos no âmbito da Operação “Cadeia Velha”).

 O ex-policial militar Fabricio José Carlos de Queiroz, colaborador do deputado Flávio Bolsonaro, acabou caindo em um relatório produzido a pedido da PF para identificar movimentações financeiras atípicas de servidores de deputados da Alerj. No relatório em poder da Operação Lava Jato, o ex-PM amigo do presidente aparece como responsável pela movimentação de  mais de R$ 1.2 milhão em menos de um ano em uma conta aparentemente criada por ele para gerenciar recursos de determinada natureza.

As suspeitas de que os recursos podem ser provenientes da captação de parte dos salários de servidores lotados nos gabinetes do presidente eleito e de seu filho foram reforçadas pelo cruzamento dos dados financeiros. Cerca de oito servidores transferiram recursos para a conta criada por Fabricio  Queiroz. A filha do ex-PM, lotada no gabinete de Bolsobaro na Câmara dos Deputados, em Brasília, como Secretária parlamentar do presidente eleito, transferiu cerca de R$ 84 mil para a conta do pai, Queiroz. Este, por sua vez, foi identificado como autor de repasses de recursos para a futura primeira dama, Michel Bolsonaro.

O presidente eleito assumiu o fato. informando que o valor total repassado por Queiroz à sua mulher Michele teria sido de R$ 40 mil.

Ao tentar explicar as operações vultuosas e repasses de servidores dele e de seu filho ao amigo de décadas, Bolsonaro tentou conferir um ar de normalidade às operações detectadas na movimentação de dinheiro nas contas do ex-PM.

Ao ser indagado se chegou a conversar com o filho Flávio sobre o fato de assessores de gabinete dele e do filho terem feito depósitos na conta do ex-PM, Bolsonaro sugeriu o seguinte cenário:

“Se você pegar teu ciclo de amizade na imprensa, num quartel, num hospital, é normal entre aqueles funcionários um ajudar o outro, é normal acontecer isso daí. E não foi diferente na Câmara, na Assembleia Legislativa. A gente se socorre de gente que está ao lado e não de terceiros. Natural”, afirmou Bolsonaro.

O problema em todo este caso é que ninguém sabe  onde está o ex-PM que repassou R$ 40 mil para a mulher de Bolsonaro e movimentou mais de R$ 1.2 milhão em menos de um ano e pulverizou todo este dinheiro em mais 170 saques pequenos. Sites da esquerda fazem piadas com o caso e falam que "Além de Posto Ipiranga, Bolsonaro tem seu Caixa Eletrônico privativo, uma espécie de saque fácil". Isto significa que quanto mais se demorar para esclarecer os fatos, maior será o desgaste para o presidente que nem tomou posse ainda.

Parece estranho que ninguém na família consiga saber onde está um amigo de décadas. Queiroz é amigo de Bolsonaro há 34 anos, companheiro de pescarias e churrascos. O ex-PM trabalha há mais de dez anos para o senador eleito Flávio Bolsonaro. Adicionalmente, o filho do presidente empregou ainda a mulher e duas filhas de Queiroz em seu gabinete. Uma delas atuou como secretária do presidente Bolsonaro. O Ministério Público Federal ainda não tomou depoimento de Queiroz

A situação parece estar sendo empurrada com a barriga, numa espécie de "Operação Abafa". O ex-PM Queiroz desapareceu e ninguém na família de Bolsonaro parece disposto a 'localizar' o colaborador para esclarecer os fatos. Segundo as autoridades, a movimentação nas contas de Queiroz não condiz que seu padrão de vida.

Setores da esquerda já falam em impeachment de Bolsoanro e fazem referência ao caso envolvendo o ex-presidente Fernando Collor, que caiu em desgraça após o depoimento de seu motorista, Eriberto França, em 1992. Queiroz atuou como motorista e segurança de integrantes da família de Bolsonaro.
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Ao assumir os R$ 40 mil na conta da mulher Michele, Bolsonaro não mencionou o nome de sua secretária, Nathalia Queiroz



A Operação Furna da Onça foi uma investigação da Operação Lava Jato deflagrada no Rio de Janeiro pela Polícia Federal e o Ministério Público Federa para investigar a atuação de uma organização criminosa na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Alerj. As investigações levaram para a prisão 10 deputados estaduais (3 já estavam presos no âmbito da Operação “Cadeia Velha”).

No curso destas investigações, os dados levantados revelaram que oito servidores da Alerj que passaram pelo gabinete do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) fizeram transferências bancárias para uma conta mantida pelo ex-policial militar Fabricio José Carlos de Queiroz, amigo do presidente Jair Bolsonaro há 34 anos. No total, o ex-PM movimentou mais de R$ 1.2 milhão em uma conta aparentemente criada por ele para gerenciar recursos de determinada natureza.

Entre estes oito funcionários que passaram pelo gabinete de Flávio Bolsonaro, está Nathalia Melo de Queiroz, filha do ex-PM que atuou como secretária parlamentar de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Do salário recebido como colaboradora de Jair Bolsonaro, Nathalia repassou R$ 84,1 mil para a conta criada pelo pai, o ex-PM amigo do presidente.

Quase metade destes valor, R$ 40 mil, teria sido repassado pelo ex-PM a Bolsonaro, que por sua vez, repassou, como admitiu o presidente,para sua mulher, Michele Bolsonaro, que apareceu no relatório da investigação como beneficiária do regime de movimentações financeiras atípicas mantido por Queiroz.

Segundo as investigações, Queiroz fazia saques em pequenos valores, entre 4 e 5 mil reais, para não chamar a atenção das autoridades. O ex-PM chegou a fazer mais de 170 saques para diluir pouco mais de  R$ 1.2 milhão ao longo de um ano.

Cerca de 40 horas após a divulgação destes fatos, o presidente eleito Jair Bolsonaro alegou que se tratava da devolução de parte de uma dívida pessoal de Queiroz --o valor total segundo ele seria de R$ 40 mil-- e que o amigo e ex-assessor parlamentar de seu filho Flávio Bolsonaro depositou na conta de Michelle.

Bolsonaro reconheceu que não declarou a movimentação dos recursos em seu Imposto de Renda. “Se eu errei, eu arco com a minha responsabilidade perante o Fisco. Sem problema nenhum”, alegou o presidente.

Bolsonaro não se manifestou sobre as transferências de sua colaboradora Nathalia Qieroz, no valor de R$ 84 mil, ao seu amigo Fabricio e pai de Nathalia. O valor transferido pela secretária parlamentar de Bolsoanro faz parte do total de operações consideradas suspeitas, que chegaram a R$ 1,2 milhão.

"São indícios que a Justiça vai somar a outros possíveis indícios para chegar à conclusão se ele é culpado ou não, ele vai ser julgado, com toda a certeza”, declarou Bolsonaro sobre a movimentação atípica de seu amigo Queiroz, pai de Nathalia.

Sem mencionar o nome de de da funcionária lotada em seu gabinete em Brasília, Bolsonaro voltou a dar explicações sobre o depósito na conta da mulher.

“Na conta do Queiroz não tenho nada a falar, não conheço a conta do Queiroz. Foi na minha esposa, pode considerar na minha, não foi na minha conta por falta de mobilidade minha, que eu ando atarefado o tempo todo para ir em banco. Pode considerar na minha conta”, disse Bolsonaro

O ex-PM Fabricio Queiroz não se pronunciou sobre o caso até agora e ninguém sabe informar seu paradeiro. O caso está sendo mantido sob sigilo pelas autoridades.
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Eduardo Bolsonaro admite que pode ter havido 'negócios com salário' de assessores do irmão na conta de Queiroz



A confusão para tentar explicar a movimentação considerada 'atípica' de um colaborador do senador eleito Flávio Bolsonaro, (PSL-RJ) tem gerado uma série de desconfortos para a família e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Fabrício José Carlos de Queiroz, que trabalhou no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) caiu em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com movimentações financeiras consideradas de mais de R$ 1,23 milhão.

Na tentativa de minimizar a situação, que sugere que Queiroz teria recebido parte dos salários de outros sete assessores de  Flávio Bolsonaro, o presidente Jair Bolsonaro disse que este tipo de conduta é normal e atribuiu a possibilidade de repasses de assessores do filho ao ex-PM à solidariedade entre colegas. “Se vocês pegarem nos ciclos de amizade, seja na imprensa, no quartel, num hospital, é normal entre funcionários se ajudarem. E isso ocorre na assembleia [Alerj], é absolutamente normal socorrer quem está do seu lado.”, justificou o presidente.

Ao ser questionado sobre o assunto, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou ao blog da jornalista Andreia Sadi, no G1, que "ninguém sabe" o que realmente ocorreu no caso do ex-assessor de seu irmão citado em um relatório do Coaf.

Perguntado se as transferências poderiam configurar "devolução de salário", Eduardo ofereceu uma versão parecida com a apresentada pelo seu pai mais cedo e disse que muitas vezes a relação de trabalho e amizade se mistura no gabinete e que ocorrem casos de empréstimo de dinheiro.

"A relação no gabinete conosco é a melhor possível, as vezes até se mistura o trabalho com a amizade. Então, por vezes, ocorre de emprestar dinheiro, por exemplo, um assessor meu uma vez me ajudou a arranjar um cliente para comprar o meu carro, isso acaba se misturando", respondeu.

"Tem que esperar só para ver como é que vai ocorrer, o que que o Coaf vai acusar também e preservar o poder investigativo do Coaf", reforçou Eduardo.



Com informações do G1
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Mourão diz que colaborador de filho de Bolsonaro precisa dizer de onde saiu o dinheiro



Contrariando rumores de que lhe teria sido imposta uma censura no sentido de evitar se pronunciar sobre determinados temas por parte do presidente Jair Bolsonaro, vice presidente general Hamilton Mourão, se manifestou neste sábado, 08, sobre a movimentação financeira do colaborador do senador eleito Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz.

O ex-PM e amigo do presidente Bolsonaro há 34 anos caiu num elatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) anexado à Operação Furna da Onça, que detectou uma movimentaçãoo de mais R$ 1,2 milhão em um ano em uma de suas contas.

O general Mourão afirmou ao blog da Jornalista Andreia Sadi, no G1, que " Queiroz, precisa dizer de onde saiu este dinheiro".

Segundo Mourão, "O ex-motorista, que conheço como Queiroz, precisa dizer de onde saiu este dinheiro. O Coaf rastreia tudo. Algo tem, aí precisa explicar a transação, tem que dizer"

Sobre os valores recebidos por Bolsonaro na conta da mulher, Michele Bolsonaro, Mourão afirmou que " Ele colocou a justificativa dele. Ele já disse que foi um empréstimo. O Queiroz precisa explicar agora", declarou o vice, que ressaltou que 'o governo' precisa ser mais ágil no sentido de prestar esclarecimentos à sociedade "senão fica parecendo que está escondendo algo".

As informações são do G1

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Bolsonaro diz que o filho Flávio está abatido com vazamento de movimentação financeira de colaborador



O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste sábado (8) que seu filho, Flavio Bolsonaro, está abatido com o vazamento das informações do Coaf sobre a movimentação atípica de seu colaborador,  Fabrício José de Queiroz. O presidente confirmou que é amigo do ex-motorista de Flávio há 34 anos, a quem teria emprestado dinheiro um ano antes da movimentação de mais de R$ 1.2 milhão nas contas do ex-PM detectada pelo Coaf.

Em relação ao pagamento de R$ 24 mil feito à sua mulher, Michelle Bolsonaro, o presidente afirmou que pode considerar que foi na conta dele e lamentou o transtorno causado à esposa e aos seus familiares. Acompanhe as explicações do presidente no vídeo abaixo:

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"Se errei, irei arcar com responsabilidade", diz Bolsonaso sobre não ter declarado recebimento de R$ 40 mil ao Fisco



O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (8) que está disposto a arcar com as responsabilidades no caso de ter aceitado os depósitos realizados na conta da mulher dele, Michele de Paula Bolsonaro, por Fabrício José Carlos de Queiroz se referem ao pagamento uma dívida de Queiroz com o próprio Bolsonaro.

Segundo informou a CBN, "Presidente eleito afirmou que, se estiver errado em não ter declarado para a Receita Federal os empréstimos feitos a Fabrício Queiroz, ele irá arcar com suas responsabilidades com o Fisco. Relatório do Coaf revelou movimentações bancárias nas contas de Queiroz consideradas suspeitas, de mais de R$ 1,2 milhão. Bolsonaro afirmou que conhece Queiroz há mais de 30 anos e que fez empréstimos a ele, totalizando R$ 40 mil".

Bolsonaro falou com a imprensa durante  evento da Marinha, no centro do Rio de Janeiro.

“Se eu errei, eu arco com a minha responsabilidade perante o Fisco. Sem problema nenhum”, admitiu Bolsonaro à imprensa durante evento da Marinha, no centro do Rio de Janeiro. neste sábado. Pelas regras da Receita Federal, quem tomou empréstimos ou emprestou dinheiro acima de R$ 5.000, seja envolvendo um amigo ou um banco, precisa declarar isso no Imposto de Renda.

Com informações da CBN
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Dignidade vem de berço. Vídeo com garoto vestido de Gari viraliza na internet



Um vídeo exibindo um garoto na casa dos cinco anos de idade trajando uniforme de gari viralizou na internet neste fim de semana. A imagem da criança aguardando os 'heróis' da limpeza pública demonstra quanto há de dignidade em qualquer trabalho honesto, sobretudo aqueles que primam pelo bem estar da coletividade. Dignidade não tem idade. Enquanto alguns pais deste país parecem preocupados em ganhar dinheiro fácil, outros ensinam aos filhos que trabalho é trabalho.


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Dinheiro na conta de Michele Bolsonaro pode ser fruto de lavagem de recursos públicos



O jornalista Josias de Souza, do UOL, fez algumas constatações bastante pertinentes sobre o episódio envolvendo o relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) produzido a pedido da Polícia Federal para investigar a atuação de uma organização criminosa na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Ao todo, 10 deputados da Alerj foram presos: três na Operação Cadeia Velha e sete na Operação Furna da Onça.

O Coaf fez o levantamento a pedido da Polícia Federal. Logo, os ataque proferidos pelo ministro da Casa Civil do governo do presidente Jair Bolsonaro contra o órgão de controle não procedem. Por outro lado, é público e notório que os dados levantados pelo Coaf, à pedido da força tarefa da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na Lava Jato corroboraram investigações contra políticos como o ex-presidente Lula, os ex-ministros Antonio Palocci, Guido Mantega e outros encrencados na maior investigação sobre corrupção do país.

O Coaf afirmou que não se manifesta sobre relatórios produzidos para a Polícia Federal devido a questões de sigilo bancário. Segundo um porta-voz da instituição, o conselho apenas recebe informações bancárias, compila os dados e produz relatórios para os órgãos de investigação. No entanto, a Procuradoria confirmou a produção do relatório envolvendo a organização criminosa que atuava na Alerj. O fato inesperado nesta apuração que ajudou a colocar 10 deputados estaduais na cadeia é que o levantamento alcançou o filho do presidente, Flávio Bolsonaro, implicando ainda a mulher do presidente, Michele Bolsonaro.

 Segundo Josias de Souza, a apuração "abriu um talho na imagem de político ético que Jair Bolsonaro cultivou durante a campanha eleitoral. A má notícia é que a estampa do novo presidente sofre um processo de sangramento a 48 horas de sua diplomação no Tribunal Superior Eleitoral. A péssima notícia é que as explicações fornecidas por Bolsonaro não estancaram o princípio de hemorragia".

O jornalista constata o óbvio: Bolsonaro foi atingido pelos estilhados da dinamite do Coaf porque o órgão citou  o nome de sua mulher, Michelle. O responsável pelos repasses para a futura primeira dama, Fabrício Queiroz, é amigo de Bolsonaro desde 1984. Até meados de outubro, atuava como assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro. Este ilustre ex-PM com laços de décadas com a família Bolsonaro  caiu no relatório do Coaf, que detectou uma movimentação bancária suspeita de R$ 1,2 milhão em apenas um ano. Parte deste dinheiro, R$ 24 mil, foi parar nas mãos de ninguém menos que Michele Bolsonaro.

Segundo o Coaf, Fabrício Queiroz mantinha uma conta na qual recebia depósitos de 7 assessores do senador eleito, Flavio Bolsonaro. Além dos depósitos feitos por membros do gabinete do filho do presidente, o próprio Queiroz depositou cerca de R$ 90 nesta mesma conta controlada por ele. Não há como não ignorar a possibilidade de que a conta servia para administrar parte dos salários dos assessores de Flavio Bolsonaro. Por mais que se tente tapar o sol com a peneira, é comum que políticos lotem seus gabinetes de assessores e fiquem com parte de seus salários. Há milhares de pessoas dispostas a entrar nesse tipo de jogada, abrindo mão de mais da matade de salários que podem chegar a R$ 10 mil. Nestes casos, é possível considerar a prática de crime de lavagem de dinheiro envolvendo recursos públicos, além de outros crimes, como organização criminosa e falsidade ideológica.

Como deputado federal, Flavio Bolsonaro tinha uma verba de gabinete bem próxima do valor movimentado por Fabrício Queiroz em uma conta específica. O valor da verba de gabinete é de R$ 106.866,59, de acordo com o Ato da Mesa 117/2016. A verba é destinada ao pagamento de salários dos secretários parlamentares, funcionários que não precisam ser servidores públicos e são escolhidos diretamente pelo deputado. Cada deputado pode contratar até 25 secretários parlamentares. O menor nível de retribuição previsto na Lei nº 13.323/16 é R$ 980,98; e o maior, R$ 15.022,32.

O Coaf aponta três indicativos de que levaram à suspeição de irregularidades na movimentação de recursos nas contas do colaborador de Flávio Bolsonaro:

1) “pagamentos habituais a fornecedores ou beneficiários que não apresentam ligação com a atividade ou ramo de negócio da pessoa jurídica”;

2) “movimentações em espécie realizadas por clientes cujas atividades possuem como característica a utilização de outros instrumentos de transferência de recursos, tais como cheques, cartões de débito ou crédito”; e

3) “movimentação de recursos incompatível com o patrimônio, a atividade econômica ou a ocupação profissional e a capacidade financeira do cliente”.

O que mais chama a atenção neste episódio foi a demora dos membros da família de Bolsonaro em vir a público esclarecer os fatos e a ausência de explicações nas Redes Sociais, instrumento usado pela família até mesmo para anunciar ministros de Estado.

Mesmo diante da enorme repercussão do escândalo, Bolsonaro ainda levou quase 40 horas para apresentar alguma explicação. Em conversa com o site O Antagonista, declarou: "Emprestei dinheiro para ele (Fabrício Queroz) em outras oportunidades. Nessa última agora, ele estava com um problema financeiro. E uma dívida que ele tinha comigo se acumulou. Não foram R$ 24 mil, foram R$ 40 mil. Se o Coaf quiser retroagir um pouquinho mais, vai chegar nos R$ 40 mil." Bolsonaro afirma ainda não ter apontado o recebimento dos recursos em sua declaração do Imposto de Renda.

Segundo Josias de Soouza, "As alegações do presidente que se elegeu enrolado na bandeira da moralidade têm a consistência de um pote de gelatina.

No mundo das pessoas comuns, empréstimos de R$ 40 mil costumam ser documentados em contratos de mútuo ou em notas promissórias. Admita-se que a amizade de Bolsonaro com o ex-assessor de seu filho mais velho fosse tão profunda que ele dispensasse as formalidades. Neste caso, Bolsonaro prestaria um enorme favor a si mesmo se respondesse a pelo menos quatro perguntas que estão boiando na atmosfera:

1. Se Bolsonaro emprestou R$ 40 mil para Fabrício, por que seu nome não aparece no rol de pessoas que fizeram depósitos na conta do ex-assessor de Flávio Bolsonaro?

2. Supondo-se que o capitão tenha preferido realizar os empréstimos de uma forma mais primitiva, em dinheiro vivo, de onde saíram os recursos?

3. Em plena era da automação bancária, por que diabos o amigo Fabrício não abriu o aplicativo do smartphone para efetuar o pagamento das parcelas do alegado empréstimo por meio de simples transferências eletrônica?

4. Admitindo-se que Fabrício seja avesso à internet e que Bolsonaro, por atarefado, não tem mesmo "tempo de sair", por que o capitão não ordenou a um dos inúmeros assessores do seu gabinete na Câmara que fosse à agência bancária para realizar os depósitos em sua conta?".

Outras questões ainda mais embaraçosas podem surgir nos próximos dias. Queiroz e sua família, toda empregada nos gabinetes dos Bolsonaros, simplesmente desapareceram. O Coaf confirmou que a movimentação financeira de mais de R$ 1.2 milhão em um ano é totalmente incompatível com a renda do ex-PM amigo de Bolsonaro. A família do presidente não demonstrou ainda qualquer vontade de convocar Queiroz para prestar esclarecimentos à população em uma entrevista coletiva ou live nas redes sociais. Este não é o momento de terceirizar responsabilidades. No lugar de convocar Queiroz para esclarecer os fatos, Bolsonaro e seu filho afirmaram que caberá ao ex-PM apresentar sua versão às autoridades no futuro, o que deixa o caso em suspenso por um tempo indefinido. Flávio Bolsonaro chegou a conversar com Queiroz e disse que seu colaborador apresentou uma 'versão plausível', mas se negou a fornecer detalhes sobre as justificativas do ex-PM.

A situação é tão delicada, que até mesmo o ministro da Justiça de Jair Bolsonaro, Sérgio Moro, se negou a comentar as informações obtidas pela Polícia Federal com o Coaf  contra o amigo de longa data do presidente envolvendo movimentação financeira atípica e repasses para a primeira dama.

O silêncio que tem prevalecido é muito embaraçoso até mesmo sob o ponto de vista político. Quanto mais se fecham em copas, mais os membros da família do presidente e o próprio Bolsonaro abrem espaço para hipóteses sobre o escândalo.

Até este ponto, por mais que o entorno de Bolsonaro consiga produzir explicações infantis sobre o escândalo, é pouco provável que irão conseguir se livrar das suposições que o incidente levantou. Ao que tudo indica, práticas da velha política como caixa 2 e tungada nos salários de assessores contaminaram futuro governo. A casa já caiu. O negócio agora é encontrar uma explicação infantil, terceirizar responsabilidades, contar com o foro privilegiado e seguir em frente
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Entidade com ação no STF banca despesas de ministros em evento em hotel de luxo em Búzios, no Rio



Alguns ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça estiveram presentes em um evento realizado um hotel de luxo em Búzios (RJ) por uma entidade que enfrenta ações nos respectivos Tribunais.

A farra foi bancada pelo Conapra (Conselho Nacional de Praticagem). O serviço de praticagem consiste na movimentação de embarcações nas zonas portuárias e é explorado por empresas que detêm o monopólio sobre a atividade. Alguns práticos ganham até R$ 300 mil por mês e os altos valores cobrados pelas empresas que operam no setor é apontado como uma das causas do altíssimo custo da movimentação de cargas marítimas no Brasil. Por lei, embarcações comerciais precisam obrigatoriamente desses profissionais a bordo para orientar a atracação em portos do Brasil. A categoria é contra a regulação dos preços no setor e enfrenta ações movidas por contratantes dos serviços, que reivindicam o estabelecimento de teto.

Foi justamente esta categoria que bancou o evento no qual estiveram presentes vários ministros do STF, como Luiz Fux, Marco Aurélio e Ricardo Lewandowski. Segundo a Folha, as passagens e a hospedagem dos ministros no Ferradura Resort foram bancadas pela entidade, que não informou o valor gasto.

O Conapra não diz se os palestrantes foram remunerados.

O STF não respondeu a perguntas da Folha sobre a presença dos três membros no evento. O gabinete de Fux informou que ele não se pronunciaria. O advogado Rodrigo Fux, que atua na defesa dos interesses do setor, também não se manifestou sobre a reportagem publicada na Folha.

Confira aqui a matéria na íntegra.
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