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A Polícia Federal resolveu agir para salvar a Lava Jato. Quanto mais estranho e incompreensíveis e que sejam os caminhos adotados pela instituição, mais se percebe que a maior investigação do Brasil tinha muitos elementos de marketing que não combinam muito bem com o trabalho técnico realizado pela PF.

O primeiro sinal do confronto aberto pela PF contra o Procurador-geral da República, Rodrigo Janot foi o mais emblemático de todos. Muitos brasileiros não compreenderam a atitude da instituição de desligar o Ministério Público Federal da força-tarefa da Lava Jato há poucos dias.

O fato é que delegados e investigadores estavam profundamente insatisfeitos por estarem sendo usados para a promoção pessoal de Janot e de outros procuradores que se afeiçoaram ao brilho dos holofotes que a Lava Jato atraia. O uso político da investigação chegou ao limite quando Janot burlou investigações em curso, passou a Polícia Federal para trás e fechou o acordo de delação premiadíssima com os criminosos da JBS para se promover e fazer uso político do caso.

Foi realmente a gota d'água para integrantes da PF, que já estavam insatisfeitos com os vazamentos usados por procuradores e pelo próprio Janot para abastecer a imprensa de citações a nomes de inimigos políticos e blindar outros políticos amigos investigados bem mais comprometidos com crimes.

A cordo feito entre Janot e os criminosos da JBS na calada da noite foi o primeiro no âmbito da Lava Jato sem a participação da Polícia Federal, sem diligências, sem cruzamento de informações com autoridades e instituições financeiras no Brasil e no exterior, sem deflagração de novas operações, com mandatos de busca e apreensão ou prisões preventivas. Janot e Joesley fizeram tudo em silêncio e a PF foi convocada apenas na parte final para participar de operações controladas para lá de suspeitas, segundo fontes internas da PF.

Para preservar a imagem e os trabalhos da Lava Janto, a Polícia Federal concluiu que a melhor opção seria expulsar os procuradores filhos de Janot da força-tarefa e romper o elo com a PGR. Desde então, a Polícia Federal vem realizando um pente fino naquilo que seria o trabalho sujo com conotações meramente políticas, e não técnicas.

O primeiro embuste já foi devidamente descaracterizado. Esta semana, a PF entregou um relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF), no qual concluiu que a delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, não foi lá essa coisa toda alardeada pelo PGR Rodrigo Janot. Segundo o relatório da PF,  Machado, um dos delatores da Operação Lava-Jato, não é merecedor dos benefícios concedidos, já que não apresentou nenhuma prova material sobre crimes atribuídos aos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente José Sarney (PMDB).

No relatório, assinado pela delegada da Polícia Federal, Graziela Machado da Costa e Silva, fica claro o uso político no acordo resultante de mais uma dobradinha entre Janot e Fachin: "Concluo que, no que concerne ao objeto deste inquérito, a colaboração que embasou o presente pedido de instauração mostrou-se ineficaz, não apenas quanto à demonstração da existência dos crimes ventilados, bem como quanto aos próprios meios de prova ofertados, resumidos estes a diálogos gravados nos quais é presente o caráter instigador do colaborador quanto às falas que ora se incriminam, razão pela qual entende-se, desde a perspectiva da investigação criminal promovida pela Polícia Federal, não ser o colaborador merecedor, in casu, de benefícios processuais abrigados no Art. 4º da Lei nº 12.850/13", escreveu a delegada, numa referência ao dispositivo legal que disciplina as delações.

Segundo o relatório, a Polícia Federal, os agentes investigadores ou mesmo ao juiz, não bastam o simples desejo da PGR para caracterização de crimes.

Ao desprezar o acordo e os elementos usados por Janot para pedir a prisão dos acusados, a Polícia Federal emite um sinal bastante claro de que vai desmontar outros acordos de delação que não produziram nada de concreto, exceto beneficiar criminosos com acordos de redução de pena, multas leves e até mesmo imunidade total, como foi o caso dos irmãos Batista da JBS.

No próximo artigo, mais um caso em que a Polícia Federal partiu definitivamente para o confronto com Rodrigo Janot mesmo antes dele deixar o cargo. É o caso do acordo de delação que a Polícia Federal fechou com o publicitário Marcos Valério.




O ex-presidente Lula teve boa parte de seu patrimônio bloqueado esta semana. A medida judicial tem como objetivo proteger os interesses da Petrobras, vítima de um gigantesco esquema criminoso comandado pelo petista. A pedido do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, o Banco do Brasil (BB) bloqueou esta semana mais de R$ 9 milhões que Lula tinha investido na instituição. Na quarta-feira (19), também por determinação do magistrado, o Banco Central bloqueou R$ 606,7 mil das contas do ex-presidente, além do confisco de seis imóveis e dois veículos do petista.

Dias antes, a Petrobrás havia pedido ao juiz federal Sérgio Moro na ação penal do caso triplex, que levou à condenação de Lula a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, para que os valores da suposta ‘conta corrente geral de propinas’ da OAS com o PT, que teria sido abastecida com desvios em contratos na estatal. O petista é o primeiro ex-presidente apenado por crime comum na história do país por supostamente ter aceitado, como forma de vantagens indevidas da construtora, o imóvel no Guarujá e suas respectivas reformas, no valor de R$ 2,2 milhões.

Em petição ao juiz federal Sérgio Moro, estatal petrolífera, vítima de esquema bilionário do cartel de propinas, pede que sejam destinados aos seus cofres o valor da 'conta- corrente' do PT com a OAS que supostamente incluiu o apartamento do Guarujá. Com o novo bloqueio, a Petrobras aguarda agora a condenação de Lula na segunda instância para poder reaver ao menos uma pequena parte dos prejuízos bilionários causados por Lula e pelo PT. 



A esquerda brasileira deve sofrer um duro golpe, caso o ex-presidente seja preso nos próximos meses que antecedem as eleições de 2018. Apesar de ter se tornado inviável politicamente devido ao seu altíssimo índice de rejeição entre os eleitores, o petista ainda é um bom puxador de votos no nordeste e entre pessoas de menor grau de instrução.

É fato que se não fosse Lula, a maior parte das lideranças petistas jamais teria sido eleita. Gente sem qualquer traquejo como Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad não teriam vencido nem eleição para vereador, não fosse o empenho de Lula. Os desesperados com a prisão de Lula chegam babar quando ofendem o juiz Sérgio Moro, que por obra do acaso do destino, pegou os casos que incriminam Lula.

O petista ajudou a eleger ainda praticamente todos os políticos de outros partidos da esquerda, como Psol, PCdoB e REDE. Sem Lula no palanque, com seus discursos de ódio contra as zelites, com suas metáforas futebolísticas e sem seu testemunho de homem pobre de origem humilde, os pseudo intelectuais da esquerda não terão o que dizer aos eleitores tradicionais da esquerda brasileira.

Este é o verdadeiro motivo de tanto desespero com a possível prisão de Lula e o seu banimento da cena política nacional. A esquerda não possui absolutamente nenhum nome capaz de puxar votos. Marina Silva conseguiu eleger apenas cinco prefeitos em cidadezinhas com menos de 20 mil habitantes nas últimas eleições municipais. Ter Dilma com madrinha transforma qualquer palanque num Titanic. Jandira Feghali que o diga. A comunista obteve apenas 3,34% dos votos na disputa pela prefeitura do Rio. Alessandro Molon, apenas 1,43%.

Embora Lula também não tenha conseguido eleger nem mesmo seu filho vereador na cidade onde mora, em São Bernardo do Campo, e nenhum prefeito no nordeste, o petista ainda teria forças para eleger alguns deputados federais e quem sabe até um senador no Acre. Isso se estiver solto em 2018.



O ministro da Defesa, Raul Jungman confirmou o emprego da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança e das Forças Armadas para combater a crescente onda de criminalidade que tomou conta do Rio de Janeiro nos nos últimos anos. A idade média dos criminosos, segundo fontes da Secretaria de Segurança Pública do Rio, é de 23 anos, o que significa que toda esta mão de obra do crime organizado foi formada durante os governos do PT de Lula e Dilma. A conivência de certos meios de comunicação com a bandidagem no Rio acabou ajudando a florescer ainda mais a cultura do crime entre as comunidades menos assistidas pelo Estado.

Segundo ministro da Defesa, as Forças Armadas já até constituíram um estado-maior conjunto para operações integradas no Rio de Janeiro e que o ministério está preparado para apoiar a fase Rio de Janeiro do Plano Nacional de Segurança definido pelo governo federal para até o fim do próximo ano. De acordo com Jungmann, as Forças Armadas poderão ser usadas se houver necessidade.

“Estamos ativando as Forças Armadas, em função do Plano Nacional de Segurança, fase Rio de Janeiro. Este é um plano que irá até o fim do governo [Temer] e será feito conjuntamente com o governo do Rio de Janeiro e muito em breve terá o seu início, contando com apoio integral, permanente, toda vez que se fizer necessário, das Forças Armadas”, disse Jungmann, após reunião com o presidente Michel Temer.

"Nós já estamos ativando um Estado-Maior Conjunto com Exército, Marinha e Aeronáutica para apoiar esse plano integrado de segurança que vai envolver todos os dispositivos policiais do governo federal e estadual. A essência deste plano é a inteligência para que você saiba onde está o comando do crime organizado. Ao mesmo tempo você identificar onde estão os arsenais. Utilizando o efeito surpresa e a integração de todas as forças sejam elas policiais e militares golpear o crime organizado, a bandidagem no Rio de Janeiro".

De acordo com o ministro como a "essência é a surpresa", ele não pode anunciar quando terá início a operação.

"A presença será permanente mas descontínuo, ou seja, teremos ações que serão realizadas contando com apoio das Forças Armadas e policiais. No momento seguinte se para essa operação e se iniciam outras e mais outras. No caso das Forças Armadas nós não precisamos de muitos recursos de fora. Só para dar um exemplo, a Vila Militar, que é a maior unidade militar da América do Sul, tem 12 mil homens. Na totalidade das três Forças temos 35 mil homens. Ou seja, só em caso de necessidade de uma macro-operação em apoio às ações policiais caso seja necessário", afirmou o ministro.

As ações do Plano Nacional de Segurança no Rio de Janeiro preveem o emprego de 620 integrantes da Força Nacional, que já estão no estado. Nas últimas duas semanas, chegaram ao Rio 240 agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Até o fim deste mês, chegarão mais 140 policiais. Segundo a PRF, o novo contingente vem de outros estados e se concentrará em locais e horários de maior incidência de crimes com a função de fiscalização e de abordagem.

Segundo o chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, ministro Sérgio Etchegoyen, a reunião de hoje não teve objetivo de notícias bombásticas e pirotécnicas. “Não queremos ações midiáticas, mas ações de resultados. É nisso que estamos trabalhando." Etchegoyen ressaltou que o presidente Michel Temer determinou que todos os meios disponíveis na União – órgãos de segurança pública, Forças Armadas e de inteligência – fiquem à disposição do Plano Nacional de Segurança Pública, "à disposição deste esforço no Rio de Janeiro”.

Ele ressaltou, porém, que a atuação das Forças Armadas, se necessária, não terá caráter de ocupação permanente. O ministro informou que o presidente Temer determinou a instalação de um comando conjunto das três Forças no Rio de Janeiro para que, quando for necessário o emprego de força armada, isso aconteça. "Não estamos trabalhando com ocupações prolongadas, diárias e de interdições. Não. Estamos com ações pontuais que vão trazer os resultados de que nós precisamos e dos quais tanto carece a sociedade do Rio de Janeiro.”

Etchegoyen destacou que as ações já contam com recursos orçamentários, que permitirão realizar as ações previstas até o fim do ano que vem, nas condições que foram apresentadas. “A palavra-chave, o elemento essencial da reunião de hoje, é a garantia da integração de todos os esforços de todas as esferas da União e de todos os órgãos de cada esfera administrativa”, afirmou.

O secretário executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, José Levi Mello do Amaral Júnior, disse que, pelo ministério, a Polícia Federal fará parte das atividades do plano no Rio de Janeiro, junto com a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional, de forma integrada às demais áreas de segurança. De acordo com o secretário, a ideia é reproduzir o legado de grandes eventos, como os Jogos Olímpicos. Ele enfatizou, porém, que o governo federal não deixará de atuar de maneira coordenada no Rio de Janeiro.

O efetivo da Polícia Rodoviária Federal Rio de Janeiro vai desenvolver a Operação Égide, de combate ao roubo de cargas nas rodovias federais que cofrtam o estado, mas poderá atuar também em outras rodovias. “Para fazer frenteao grande problema do roubo de cargas nas rodovias de competência da Polícia Rodoviária Federal, sem prejuízo de, em coordenação com o governo do Rio, ter outras obrigações em outras rodovias”, acrescentou Levi.

A PRF informou que o nome Égide foi dado à operação porque, “na mitologia grega, Égide era o escudo que pertencia à deusa Palas Atenas e passou a significar proteção, aquilo que pode servir para amparar, o que oferece defesa, objetivo da Operação Égide em relação aos usuários das rodovias federais”.




O ex-presidente Lula acaba de ser condecorado com mais um certificado oficial de ladrão. Após ter sido flagrado roubado do patrimônio do povo no acervo da Presidência da República, de ter sido condenado por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e de ter todos os bens penhorados, Lula foi definitivamente desmascarado com a descoberta de milhões em suas contas. Se o petista já não possuía mais argumentos para alegar que era dono da alma mais honesta deste mundo, a situação do petista gora se inverte. Seus feitos lhe asseguram de longe a prerrogativa de reivindicar o título de ex- presidente mais cínico e corrupto do mundo.

Apesar de ter ficado sem o tesouro que roubou nos Palácios do Planalto e da Alvorada, de ter todos seus imóveis bloqueados na Justiça, de ter seus mais de R$ 9.6 milhões confiscados para cobrir os roubos que praticou na Petrobras, Lula ainda tem um patrimônio invejável para a maioria dos chefes de organizações criminosas e máfias ao redor do mundo: milhares de cúmplices que ainda batem palmas para todos os crimes que cometeu.



Há situações em que quando o dinheiro entra, a dignidade pula pela janela. Foi com esta convicção que Lula e o PT conduziram o Brasil ao longo de quase uma década e meia. Parece pouco tempo, levando em conta a trajetória de uma sociedade. Mas foi mais do que suficiente para destruir valores morais e éticos de toda uma classe política e empresarial.

O prevalecimento da cultura da corrupção foi mais nefasto para o país do que se pode supor. Gerações inteiras entraram para a política e o mundo dos negócios sob a égide de um governo corrupto comandado por uma organização criminosa. Seus métodos foram absorvidos pelo mercado, pelos meios de comunicação, pelas empresas e instituições financeiras, que permitiram que a ética e a honestidade fossem banidas, contando que pudessem faturar em poucos anos o que levariam décadas para conseguir.

A era petista patrocinou o surgimento e o agigantamento de verdadeiros impérios econômicos que se locupletaram da orgia com o dinheiro público. Além de se beneficiarem do suor do contribuinte, as empresas incorporaram a cultura da corrupção, da enganação, da propaganda mentirosa, das pegadinhas nos contratos conhecidas como SC (se colar). Bancos, planos de saúde, serviços como telefonia, TV por assinatura, comércio e indústria se valeram de técnicas imorais para arrancar mais alguns centavos do bolso do trabalhador. A redução de quantidade de produtos nas embalagens, a diferença entre preços na gondola dos supermercados e no caixa, as taxas abusivas e inventadas cobradas por bancos, operadoras de cartões de crédito, empresas de energia, água, telefonia e outras prestadoras de serviços são apenas alguns exemplos de como a corrupção, a roubalheira e a ganância prosperaram na era petista.

Nesta década perdida, as quadrilhas já não se contentavam mais em assaltar apenas o cidadão e passaram a explodir caixas eletrônicos. Não se contentavam mais em roubar cargas e passaram a roubar diretamente das fábricas. Ampliaram o leque de produtos falsificados, deixando as tradicionais bebidas alcoólicas em segundo plano e passaram a falsificar remédios, leite e até insumos agrícolas.

Os valores morais de toda uma geração foram corrompidos por décadas no Brasil e hoje restaram poucas pessoas capazes de discernir o certo do errado com exatidão. Mesmo os ministros do Supremo Tribunal Federal, juízes de todas as instâncias, jornalistas e formadores de opinião relativizaram valores como a honestidade, a moral e a ética. Talvez por este motivo, a figura do juiz Sérgio Moro tenha alcançado tanta relevância neste cenário de desolação moral que o país se tornou nos últimos anos.

Lula e o PT levaram a pior geração de políticos para Brasília e para todos os estados do Brasil. Inseriram a pior geração de servidores públicos nas universidades, em setores do judiciário, nas estatais, nos hospitais, escolas e onde mais fosse possível promover o aparelhamento da máquina pública. A inversão de valores foi tão eficiente, que milhares de pessoas sequer se dão conta do quão cínicas se tornaram e ainda defendem os bandidos.

De fato, Lula e o PT conseguiram provar como é possível pegar um país que já não era lá grande exemplo para o mundo, com uma classe política de valores questionáveis, empresários gananciosos e uma sociedade de valores dúbios, tornando tudo muito pior e mais degradante.



O silêncio do ex-presidente Lula, de grupos de comunicação e de setores da esquerda sobre os mais de R$ 9 milhões encontrados pelo Banco Central em investimentos em seu nome é apenas mais uma prova de que há em curso um pacto de hipocrisia no país.

O homem que dizia ter orgulho de ser pobre, que criticava as elites do olho azul com aquela conversa de analfabeto é o ex-presidente mais rico do Brasil. Lula aplicou R$ 9 milhões em dinheiro em um único dia em planos da BrasilPrev. De onde tirou tanta grana de uma vez? Teria sido parte dos R$ 12 milhões que a Odebrecht destinou à compra de um terreno em São Paulo? Ou teria sido parte do R$ 240 milhões que Joesley Batista disse que mantinha na Suíça e que sacava em dinheiro para o petista?

“Considerando que o participante fez um aporte único, em 6 de junho de 2014, será contado a partir desta data o prazo de acumulação, que por sua vez definirá a alíquota de imposto de renda incidente sobre a base de cálculo”, informou o BrasilPrev, confirmando os investimentos que Lula fez em apenas um dia, no valor total superior a R$ 9 milhões.

O dinheiro, devidamente bloqueado pelo juiz Sérgio Moro, é a prova material de que Lula enriqueceu à custa da corrupção com empresários bilionários que se valiam do dinheiro surrupiado dos cofres públicos durante a era petista.



A Rede Globo está em festa. Após a tentativa de golpe mais vergonhosa da história dos meios de comunicação do país, após ter criado um verdadeiro caos na economia e no meio político, a emissora carioca comemora o fato do governo ter sido forçado a aumentar o imposto sobre a gasolina.

O presidente Michel Temer comentou o aumento: "A população vai compreender, porque esse é um governo que não mente. Não dá dados falsos. É um governo verdadeiro. Então, quando você tem que manter o critério da responsabilidade fiscal, a manutenção da meta, a determinação para o crescimento, você tem que dizer claramente o que está acontecendo. O povo compreende", afirmou.

Ao afirmar que "A população vai compreender", Temer deu uma pequena espetada na Rede Globo, responsável não apenas pela queda na arrecadação e o aumento no preço da gasolina, mas também pela crise política instalada no país.

Na verdade, a tentativa de golpe da Globo, Janot e JBS-Friboi vai custar bem mais caro ao povo brasileiro. O governo precisará fazer o contingenciamento extra de R$ 5,9 bilhões no Orçamento previsto para 2017, para ter condições de se adequar às novas estimativas das receitas previstas para 2017 que, segundo o relatório de receitas e despesas divulgado hoje (21) pelo Ministério do Planejamento vão apresentar recuo de R$ 5,8 bilhões. A Globo comemora todas as tragédias que conseguiu provocar na economia. Faz parte de sua estratégia de desgastar o governo e favorecer especuladores do mercado financeiro.

A expectativa total de arrecadação caiu de R$ 1,386 trilhão para R$ 1.380 trilhão. De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, a queda nas receitas primárias se deve a fatores como “recuperação mais lenta da economia e frustração de algumas receitas” .

No total, a arrecadação deverá apresentar perdas que totalizam R$ 34,5 bilhões. A população sabe que o governo está há mais de um ano se esforçando para não elevar impostos e esta foi a primeira vez que a esquipe econômica teve que recorrer a este artifício para equilibrar as contas públicas após a queda na arrecadação provocada pelo golpe da Globo, PGR e JBS. Ao fazer piadinhas com o pequeno aumento da gasolina. A Globo finge ignorar a importância da meta de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 para o país. A Globo também teme mais uma queda significativa nos juros prevista para os próximos dias.

A população sabe que a gasolina e o diesel tiveram queda de preço este ano superior ao aumento anunciado esta semana. No mês passado, a deflação de 0,23% — a primeira em 11 anos — foi parcialmente influenciada pela queda de 2,84% dos combustíveis. Foi a quinta queda seguida dos preços dos combustíveis no ano, com recuo de 2,65%. A população sabe que se do PT ainda estivesse no poder, a gasolina já estaria custando mais de R$ 6,00 com toda a roubalheira na Petrobras, mas a Globo estaria caladinha. Como disse Temer, "O povo compreende".



Há poucos dias, o ex-presidente Lula fez publicar em seu site mais uma entrevista na qual se gabava de ter orgulho de ser um homem pobre e de poder andar de cabeça erguida nas ruas do país. Esta semana, o Brasil descobriu que Lula mentiu mais uma vez. Ao decretar o bloqueio de até R$ 10 milhões nas contas do petista, o juiz federal Sérgio determinou que o Banco Central fizesse o rastreamento em outras instituições financeiras para verificar se Lula tinha outros investimentos.

Em cumprimento a determinação de Moro, o Banco Central conseguiu bloquear R$ 606 mil em três contas de Lula. Os defensores do petista ficaram animados com a "pobreza" do petista e fizeram ironias nas redes sociais, alegando que aquilo era "mixaria" para um suposto chefe de organização criminosa.

O problema é que no dia seguinte, o Banco Central descobriu mais R$ 9 milhões aplicados em fundos da Brasilprev em nome de Lula. Para ser mais exato, foram R$ 9.039.295,09, devidamente bloqueados. Embora o dinheiro não seja suficiente para cobrir o roubo na Petrobras, a descoberta dos valores comprovou que Lula não era tão pobre assim.

Já sobre a parte que o petista diz que tem orgulho de poder andar de cabeça erguida pelas ruas do país, ninguém pode dizer que é mentira. Lula sempre andou de cabeça erguida dentro de carros de luxo. O petista também tem orgulho de voar pelos céus do Brasil de cabeça erguida dentro dos jatinhos de seus amigos milionários.

Na mesma entrevista, Lula afirmou ser vítima de perseguição das autoridades: “Eu não sou de reclamar, mas ninguém aguenta. São quase 18 horas tentando massacrar esse pobre coitadinho que veio de Garanhuns”, afirmou o petista. Detalhe, Lula é de Caetés, município do estado de Pernambuco, que fica a quase 30 KM de Garanhuns. Embora na época do nascimento de Lula, constituía um distrito do município de Garanhuns, os antigos filhos de Caetés não costumam mentir sobre suas origens. 



Há poucos dias, o ex-presidente Lula se tornou primeiro ex-presidente da República condenado por corrupção na história do Brasil. O petista foi condenado pelo juiz federal Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão e apontado na sentença histórica como culpado dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Na sequência, Moro determinou o bloqueio de seis imóveis, dois carros e cerca de R$ 9.5 milhões encontrados em contas correntes e aplicações financeiras do petista.

De fato, a situação de Lula, sendo ele um ex-presidente da República e ex-chefe de Estado com notoriedade mundial, é bastante vergonhosa. Juristas são unânimes em reconhecer que a condenação do petista apresenta todos os ingredientes clássicos descritos na literatura mundial sobre os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Os fatos, corriqueiramente ocultados nestes tipos de crimes através de uma série de procedimentos amplamente conhecidos, são inegáveis. Resta apenas ao petista e sua defesa se apegar desesperadamente aos critérios mais elementares da Justiça explorando fatos da superfície dos casos, mesmo cientes de que as investigações sobre este tipo de crime nunca são tão rasas como querem fazer parecer.

Criminosos que querem ocultar patrimônio e omitir o recebimento de vantagens indevidas (dinheiro disfarçado de favores), usam laranjas. Autoridades do mundo todo lidam com este tipo de prática há mais de cem anos. Embora todos esperneiem exigindo provas, o fato é que, sem este tipo de consideração por parte da Justiça, todos os milhares de corruptos que são presos ao redor do mundo todos os anos permaneceriam impunes.

Mas mesmo que Lula conseguisse convencer a sociedade e os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) que vão analisar seu caso na segunda instância, o petista não se veria livre de problemas com a Justiça.

Além deste processo em que foi condenado, o ex-presidente é réu em outras quatro ações penais e alvo do inquérito do sítio em Atibaia, que resultou em mais uma denúncia do MPF que ainda não foi analisada por Sergio Moro. Lula será processado ainda com base nos esquemas de corrupção da JBS-Friboi. A vergonha mundial de Lula não termina com a ação penal do triplex do Guarujá. É apenas o começo. 



O ex-presidente Lula evitou mencionar o fato do Banco Central ter descoberto investimentos em seu nome no valor de mais de R$ 9 milhões, durante sua participação no ato da Paulista na última noite. A defesa do petista se pronunciou sobre o bloqueio das contas de Lula, determinado pelo juiz Sérgio Moro e afirmou que  "intenção permanente de agredir a honra e a imagem de Lula e sua consequente --e inescondível-- parcialidade".

Ao lado da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lula afirmou que é mais honesto que os procuradores da República e que o juiz Sérgio Moro: "Como não conseguem me derrotar na política, querem me derrotar por processo. Nenhum deles é mais honesto do que eu nesse país."

Moro determinou o bloqueio de seis imóveis, dois carros e um total de R$ 9.6 milhões encontrados em contas do petista. Apesar de ter evitado mencionar as cifras milionárias, o ex-presidente Lula reagiu com com indignação a exposição e ao bloqueio de sua fortuna: "Não vou deixar que joguem meu nome na lama!", bradou o petista que diz ter orgulho de ser pobre.



Há poucos dias, dezenas de artistas e jornalistas petistas comemoravam a prova de que o ex-presidente Lula é pobre, quando o Banco Central bloqueou cerca de R$ 606 mil nas contas do petista por determinação do juiz Sérgio Moro.

Não faltaram ironias e piadinhas. Mas a alegria dos mortadelas com o fato da Justiça ter encontrado apenas R$ 606 mil nas contas de Lula durou pouco. Na ordem de bloqueio das contas e imóveis de Lula, moro determinou que o Banco Central vasculhasse outras instituições financeiras para investigar se o ex-presidente possuía outros investimentos em seu nome.

No dia seguinte, o Banco Central descobriu mais de R$ 9 milhões que estavam em nome de Lula na BrasilPrev. Em cumprimento a determinação de Moro, os recursos também foram bloqueados.

Os petistas que comemoraram prematuramente a "pobreza" do ex-presidente sumiram das redes sociais e nem mesmo o próprio Lula se pronunciou sobre a fortuna encontrada em seu nome. 



Há poucos dias, o deputado Jean Wyllys (do PSOL) voltou a chamar o juiz Sérgio Moro de cafona, criticou a voz do magistrado e afirmou que a condenação de Lula a 9 anos de prisão foi uma referência ao fato do petista ter nove dedos.

O ex-BBB publicou um vídeo em seu perfil no Facebook no qual afirmava que a sentença do magistrado diz “muito do caráter de Sérgio Moro, sobre como ele é desumano, como é desrespeitoso".

Esta semana, o Banco Central descobriu que Lula tinha R$ 9 milhões e bloqueou os recursos por determinação do juiz Sérgio Moro. O ex-BBB sumiu e não fez mais nenhuma comparação com o número 9.



A pergunta que não quer calar: onde foram parar os R$ 500 mil da mala? O Brasil ainda não engoliu muitos elementos relacionados ao controverso acordo de delação premiadíssima, no qual o procurador-geral da República, Rodrigo Janot e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, abençoaram tão generosamente os criminosos da JBS.

Além das contradições relacionadas as datas do início da trama, do envolvimento do ex-braço direito de Janot nas negociações, no financiamento da campanha de Fachin para o cargo de ministro do STF, há ainda a enigmática figura do ex-assessor do presidente Michel Temer.

Rodrigo Rocha Loures foi o homem que marcou de se encontrar com Temer no palácio do Jaburú e iria acompanhado do empresário Joesley Batista. Rocha Loures havia informado inclusive a placa do veículo que usaria para a visita. Aqui a história começa a ficar mais complicada.

Por qual motivo Rocha Loures deixou de comparecer ao encontro, deixando que Joesley Batista seguisse sozinho, munido de um gravador? Segundo o próprio Joesley, Rocha Loures teria alegado um compromisso de "ultima hora" e não pode comparecer ao encontro que havia marcado com Temer e Joesley,

A PGR negou que a gravação feita por Joesley com Temer fizesse parte de uma ação controlada e que teria iniciado as negociações com o açougueiro apenas em março, quando ele já havia feito a tal gravação. Mas um procurador preso no curso das investigações informou que as negociações de Joesley com Janot teriam se inciado em fevereiro, bem antes da gravação.

Alguns dias após a visita de Joesley a Temer, na qual não se falou absolutamente nada sobre dinheiro, Rocha Loures foi filmado correndo com uma mala com R$ 500 mil nas ruas de São Paulo, em uma ação controlada combinada entre Janot e Joesley Batista.

Quem disponibilizo os R$ 500 mil para a operação controlada? A PGR, a JBS ou a Polícia Federal? Já que se tratava de uma trama para forjar o flagrante e incriminar o presidente Temer, por que não colocaram dispositivos de rastreamento na mala e no dinheiro, a exemplo do que foi feito no caso do senador Aécio Neves?

Por que não deixaram o dinheiro chegar ao seu destino final, a exemplo do que foi feito no caso da ação controlada envolvendo o senador Aécio Neves? Para quem foi o dinheiro devolvido pro Rocha Loures? Para a PGR, Polícia Federal ou JBS?

Se Temer estava realmente envolvido na trama, por qual motivo teria substituído o Ministro da Justiça, Osmar Serraglio, o dono do mandato de deputado federal ocupado pelo suplente Rocha Loures? Temer sabia que sem o mandato, seu ex-assessor ficaria sem a cobertura do foro privilegiado. Qual motivo Temer teria para expor Rocha Loures desta forma, praticamente jogando-o no colo de Fachin e Janot?

Por que Fachin demorou tanto tempo para pedir a prisão de Rocha Loures, logo que ele ficou sem o foro privilegiado? Já que foi preso em flagrante e não possuía mais o foro, por que Fachin mandou soltá-lo?

Rocha Loures tem mais a comprometer o presidente Michel Temer ou os outros envolvidos na trama, como Joesley Batista, seu executivo Ricardo Saud, o homem que ciceroneou Fachin no senado em sua campanha para ministro do STF, o próprio Fachin e Rodrigo Janot?

Com base nos elementos desta trama ardilosa, é possível afirmar que Rocha Loures é a única pessoa capaz de esclarecer todos estes fatos. Quem deveria pressioná-lo para elucidar o caso mandou soltá-lo e desde então não se fala mais no assunto. A PGR ofereceu denúncia contra Temer dizendo que o dinheiro era para ele, mas não deixou o dinheiro chegar no destino final. Temer reagiu com uma convicção assustadora na defesa de sua inocência. Janot e Fachin fingem agora que Rocha Loures não exite e tentam justificar de todas as formas o acordo indecente firmado com os criminosos da JBS. que até o momento, não levaram à prisão seus maiores cúmplices nos esquemas de corrupção bilionário com os governos petistas, notadamente os ex-presidentes Lula, Dilma e o ex-ministro Guido Mantega. Todas estas suspeitas se agigantam levando em conta que Fachin foi de fato financiado pela JBS e sempre foi um ardoroso adorador de Dilma e do PT.

O Brasil quer ver esta história esclarecida o quanto antes;



O ex-presidente Lula testemunhou o fracasso do ato convocado pelo PT e por movimentos sociais na noite desta quinta-feira na Avenida Paulista, em São Paulo. Diante de um público pequeno, formado basicamente por integrantes de movimentos sociais, sindicalistas e poucos militantes do PT, Lula fez um discurso previsível, quase no modo automático. O petista se limitou a usar o tradicional nós contra eles e frases de efeito que fazem a militância vibrar.

Decepcionado com a pequena adesão de ativistas da esquerda, Lula tentou animar o público prometendo novos atos nos próximos dias, como se estivesse reconhecendo que aquele não foi lá essa coisa toda.

Como de costume, não havia gente comum, povo mesmo no ato. Apenas pessoas com camisas vermelha e portando bandeiras do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o que comprova a falta de capacidade de Lula de mobilizar as massas. Lula pode observar que os presentes ocuparam menos da metade de um quarteirão da avenida. Nos tempos áureos do petismo, Lula conseguia lotar dezenas de quarteirões na mesma região.

O ato tem como mote "Eleição sem Lula é fraude" e foi convocado como forma de solidariedade em razão da sentença de 9 anos e meio de prisão anunciada pelo juiz Sergio Moro na semana passada no caso do tríplex do Guarujá. No auge do discurso de Lula, a transmissão ao vivo era acompanhada por apenas 1600 pessoas em todo o mundo.

A senadora Fátima Bezerra não conseguiu
mobilizar muita gente em Natal
Segundo o GLOBO, os atos também fracassaram em outros estados. "As militâncias também convocaram manifestações em outras capitais pelo Brasil. No Rio de Janeiro, cerca de 500 pessoas se reuniram na Cinelândia em um ato organizado pela Frente Brasil Popular. No Recife, Macapá e Salvador centenas de pessoas também participaram de passeatas em defesa do ex-presidente".



O Banco Central descobriu que o ex-presidente Lula tinha bem mais dinheiro que os valores que foram encontrados em suas contas. A instituição descobriu que o petista tinha mais de R$ 9 milhões investidos na Brasilprev Seguros e Previdência.

Logo que os valores foram identificados, o Banco Central, dando prosseguimento ao cumprimento a uma decisão do juiz Sergio Moro, comunicou nesta quinta-feira (20) o bloqueio dos recursos de Lula que estavam aplicados em dois planos de previdência privada.

Segundo o Banco Central, o dinheiro estava investido em dois  fundos: um em nome do próprio Lula, com R$ 1.848.331,34; e outro empresarial, em nome de sua empresa de Lils Palestras, com saldo de R$ 7.190.963.75. O Brasilprev informou que aguarda uma manifestação do juiz: se os valores devem permanecer bloqueados ou devem ser transferidos para uma conta judicial.

O pedido de bloqueio do dinheiro de Lula foi feito em 4 de outubro de 2016 pelo Ministério Público Federal em medida assecuratória de arresto e sequestro. No pedido, o MPF afirmou que, após assumir a Presidência da República, ‘Lula comandou a formação de um esquema delituoso de desvio de recursos públicos destinados a enriquecer ilicitamente, bem como, visando à perpetuação criminosa no poder, comprar apoio parlamentar e financiar caras campanhas eleitorais’.

Alegando “prudência”, Moro só determinou o confisco dos recursos após proferir a sentença contra Lula, condenado no último dia 12 a nove anos e meio de prisão por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Além dos planos de previdência privada, a decisão do juiz também levou ao bloqueio de R$ 606 mil que estavam em quatro contas bancários do ex-presidente, três apartamentos e um terreno, todos em São Bernardo do Campo, na grande São Paulo, e mais dois veículos.

O limite do confisco de bens e recursos de Lula, segundo a decisão de Moro, não deve ultrapassar R$ 10 milhões. Nesta quinta, a BrasilPrev confirmou que bloqueou o saldo de duas aplicações em previdência privada, contratadas pelo ex-presidente em 2014. Segundo a instituição, Lula depositou toda a bolada em dinheiro vivo de uma vez nas duas contas, na época.



Há poucos dias, o procurador-geral da República falou que vomitou quatro vezes enquanto acompanha a prisão de um procurador da República que estava negociando um acordo com o criminosos da JBS. Poucos dias depois, o próprio Wesley Batista, acionista e sócio da JBS, afirmou em delação premiada a Janot que a companhia fez durante anos pagamentos mensais a auditores agropecuários encarregados de fiscalizar suas unidades de produção e aliviar a vistoria nas instalações. Janot não vomitou, não sentiu náuseas, nada, mesmo diante da confissão do criminoso, que assumiu corromper fiscais que tinham o dever de zelar pelo interesse do consumidor.

Os fiscais recebiam ente R$ 1.000 e R$ 20 mil, segundo um dos anexos da colaboração do empresário.

Mediante pagamento, os fiscais trabalhavam fora de seu expediente normal e atendiam pedidos para "flexibilizar" a aplicação das normas sanitárias. Isto significa que eram pagos para tolerar anomalias, como alguns lotes de carne podre. Janot não vomitou.

Apesar de admitir que o objetivo dos pagamentos era também flexibilizar a aplicação das normas de fiscalização, o sócio da Friboi garantiu que isso não afetava a segurança alimentar do produto. Janot acreditou e não vomitou.

Segundo o jornal "Valor Econômico", a empresa fez pagamentos a cerca de 200 fiscais e a lista com o nome dos servidores será encaminhada em breve ao Ministério Público Federal.

O presidente da JBS afirmou que pagar fiscais do governo é uma prática comum do setor e ocorre há muitos anos no país.

"Como todas as empresas brasileiras produtoras de produtos cárneos com atividades de abate de que tem conhecimento, múltiplas plantas das empresas de produtos cárneos do Grupo JBS também incorreram nessa prática", afirma Wesley em breve relato num dos anexos de sua delação.
Isto é, se os outros fazem, não há nada de erado em fazer também. Janot não vomitou



O criminoso confesso Joesley Batista, o açougueiro que transformou a pequena Friboi no gigante JBS com a ajuda de bandidos como Lula e Dilma, anunciou que vai processar políticos, jornalistas e apresentadores de TV que o xingam publicamente. As indenizações que ganhar, diz ele, serão destinadas a uma instituição de caridade, já que está com os cofres repletos do dinheiro que roubou do povo. O presidente Michel Temer está na lista dos que serão acionados.

Segundo a Folha, existe a dúvida se Temer, por ser presidente, pode ser processado criminalmente ou apenas na esfera cível. O presidente já chamou Joesley de "bandido confesso" e seus assessores de "capangas". O presidente, por sinal, já processa Joesley.


O açougueiro delinquente pretende usar parte da fortuna que  acumulou roubando os cofres públicos com uma equipe de advogados que faz levantamento das críticas feitas ao empresário. Mais de 20 pessoas estão na mira do pilantra dono da Friboi JBS.

Apesar do próprio camarada Rodrigo Janot, o procurador-geral da República da franja prateada que fecho seu acordo de delação premiada chamá-lo de criminoso confesso, os defensores consideram que, depois de fazer delação, na qual confessou mais de 200 crimes que lesaram milhões de brasileiros, Joesley passou da condição de criminoso para a de testemunha protegida pelo Estado e um cidadão em dia com a Justiça. Toda vez que alguém o chama de "bandido", portanto, estaria cometendo crime de injúria, calúnia e difamação. Joesley entende que pode cometer crimes bárbaros que drenaram dinheiro da saúde, da educação e da segurança do contribuinte, depois basta fazer um acordo de delação, garantir sua liberdade, sua impunidade, e tudo fica por isso mesmo.

Embora os vídeos em que confessou centenas de crimes tenham se tornado públicos, onde dizia que dava propina para 1890 políticos, que jamais teria chegado onde chegou sem a roubalheira de Lula e Dilma, Joesley promete processar apenas aqueles que o xingam publicamente.

Por mais que o bandidinho açougueiro tente intimidar alguns setores da imprensa, jamais conseguirá intimidar a todos que manifestam sua indignação com criminosos de sua laia. Se o dinheiro de Joesley desse para comprar bons advogados, eles o instruiriam a deixar a situação como está. Caso insistam em pagar de cidadão, a coisa pode piorar ainda mais para seu lado nas redes sociais. Vai ter que processar milhões de brasileiros indignados com tanto cinismo. Aprendeu com Lula?



Além de tentar de todas as formas justificar o indecente acordo de delação que firmou com os criminosos da JBS, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, dedicou boa parte de sua viagem aos Estados Unidos para denegrir a imagem do Brasil e culpar a Polícia Federal pela lentidão nas investigações da Operação Lava Jato. Nesta quarta-feira, durante um evento em Washington, Janot, disse uma de suas decepções nos quase quatro anos de mandato à frente do Ministério Público é que as investigações da Lava Jato avançaram de forma mais lenta do que ele gostaria.

"A velocidade das investigações não foi aquela que eu gostaria que tivesse sido para a gente ver resultados mais concretos, mais palpáveis, de forma mais rápida", afirmou Janot, durante palestra no think tank Atlantic Council, na capital americana.

A provocação de Janot ao se dizer "decepcionado" com o trabalho da Polícia Federal, responsável pelas investigações da Lava Jato, sugere que o procurador não gostou da iniciativa da PF de afastar o Ministério Publico Federal do núcleo da Lava Jato em Curitiba.

A PF informou que a medida tem como propósito garantir mais eficiência às investigações, mas segundo fontes internas, o objetivo foi também o de acabar com o uso político da Operação e evitar novos vazamentos. Um grupo de procuradores do MPF acabou se afeiçoando demais aos holofotes e o uso político no caso do acordo de delação dos criminosos da JBS deixou irritou gente na instituição.

A vaidade do próprio Janot era vista com reservas por delegados. O procurador se projetou nacionalmente a partir do trabalho de investigação da Polícia Federal e usou a Lava Jato para promover sua imagem. Ao conquistar a confiança da sociedade, Janot aplicou o golpe de misericórdia na Lava Jato e fechou sozinho o controverso acordo de delação com os irmãos Batista, donos do Grupo JBS-Friboi, que estavam prestes a ser presos pela PF.

O fato de Janot usar seus últimos dias no cargo para ir brilhar e se promover nos Estados Unidos com o dinheiro do contribuinte e ainda por cima criticar a Polícia Federal só não é mais desabonador que o fato de ter feito insinuações maldosas sobre sua sucessora no comando da PGR, a subprocuradora da República Raquel Dodge. Em sua passagem por Washington, Janot disse que não haverá redução nos recursos da Operação Lava Jato em 2018. "O orçamento está garantidíssimo. É prioridade na minha gestão. Se vai ser na dela (Raquel Dodge, procuradora-geral nomeada), eu não sei."

Discreta, Raquel Dodge não quis comentar a insinuação maldosa de Janot em solo estrangeiro.



O Brasil ainda não engoliu muitos elementos relacionados ao controverso acordo de delação premiadíssima, no qual o procurador-geral da República, Rodrigo Janot e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, abençoaram tão generosamente os criminosos da JBS.

Além das contradições relacionadas as datas do início da trama, do envolvimento do ex-braço direito de Janot nas negociações, no financiamento da campanha de Fachin para o cargo de ministro do STF, há ainda a enigmática figura do ex-assessor do presidente Michel Temer.

Rodrigo Rocha Loures foi o homem que marcou de se encontrar com Temer no palácio do Jaburú e iria acompanhado do empresário Joesley Batista. Rocha Loures havia informado inclusive a placa do veículo que usaria para a visita. Aqui a história começa a ficar mais complicada.

Por qual motivo Rocha Loures deixou de comparecer ao encontro, deixando que Joesley Batista seguisse sozinho, munido de um gravador? Segundo o próprio Joesley, Rocha Loures teria alegado um compromisso de "ultima hora" e não pode comparecer ao encontro que havia marcado com Temer e Joesley,

A PGR negou que a gravação feita por Joesley com Temer fizesse parte de uma ação controlada e que teria iniciado as negociações com o açougueiro apenas em março, quando ele já havia feito a tal gravação. Mas um procurador preso no curso das investigações informou que as negociações de Joesley com Janot teriam se inciado em fevereiro, bem antes da gravação.

Alguns dias após a visita de Joesley a Temer, na qual não se falou absolutamente nada sobre dinheiro, Rocha Loures foi filmado correndo com uma mala com R$ 500 mil nas ruas de São Paulo, em uma ação controlada combinada entre Janot e Joesley Batista.

Quem disponibilizo os R$ 500 mil para a operação controlada? A PGR, a JBS ou a Polícia Federal? Já que se tratava de uma trama para forjar o flagrante e incriminar o presidente Temer, por que não colocaram dispositivos de rastreamento na mala e no dinheiro, a exemplo do que foi feito no caso do senador Aécio Neves?

Por que não deixaram o dinheiro chegar ao seu destino final, a exemplo do que foi feito no caso da ação controlada envolvendo o senador Aécio Neves? Para quem foi o dinheiro devolvido pro Rocha Loures? Para a PGR, Polícia Federal ou JBS?

Se Temer estava realmente envolvido na trama, por qual motivo teria substituído o Ministro da Justiça, Osmar Serraglio, o dono do mandato de deputado federal ocupado pelo suplente Rocha Loures? Temer sabia que sem o mandato, seu ex-assessor ficaria sem a cobertura do foro privilegiado. Qual motivo Temer teria para expor Rocha Loures desta forma, praticamente jogando-o no colo de Fachin e Janot?

Por que Fachin demorou tanto tempo para pedir a prisão de Rocha Loures, logo que ele ficou sem o foro privilegiado? Já que foi preso em flagrante e não possuía mais o foro, por que Fachin mandou soltá-lo?

Rocha Loures tem mais a comprometer o presidente Michel Temer ou os outros envolvidos na trama, como Joesley Batista, seu executivo Ricardo Saud, o homem que ciceroneou Fachin no senado em sua campanha para ministro do STF, o próprio Fachin e Rodrigo Janot?

Com base nos elementos desta trama ardilosa, é possível afirmar que Rocha Loures é a única pessoa capaz de esclarecer todos estes fatos. Quem deveria pressioná-lo para elucidar o caso mandou soltá-lo e desde então não se fala mais no assunto. A PGR ofereceu denúncia contra Temer dizendo que o dinheiro era para ele, mas não deixou o dinheiro chegar no destino final. Temer reagiu com uma convicção assustadora na defesa de sua inocência. Janot e Fachin fingem agora que Rocha Loures não exite e tentam justificar de todas as formas o acordo indecente firmado com os criminosos da JBS. que até o momento, não levaram à prisão seus maiores cúmplices nos esquemas de corrupção bilionário com os governos petistas, notadamente os ex-presidentes Lula, Dilma e o ex-ministro Guido Mantega. Todas estas suspeitas se agigantam levando em conta que Fachin foi de fato financiado pela JBS e sempre foi um ardoroso adorador de Dilma e do PT.

O Brasil quer ver esta história esclarecida o quanto antes;



A vida do publicitário Marcos Valério estará seriamente ameaçada, caso o Supremo Tribunal Federal (STF) homologue seu acordo de colaboração premiada firmado com a Polícia Federal (PF) em Minas Gerais. Há anos o operador do mensalão do PT vem tentando colaborar com as autoridades em troca de benefícios de redução de pena, mas suas revelações são tão graves que nenhuma autoridade se arriscou a mexer no vespeiro.

O poder de comprometer personagens ilustres da República foi destacado pelo  juiz Wagner de Oliveira Cavalieri, de Contagem (MG), que afirmou que o colaborador  ‘é presumidamente possuidor de inúmeras informações de interesse da Justiça e da sociedade brasileiras’.

Valério foi o elemento chave do escândalo do Mensalão envolvendo PT e acabou condenado pelo Supremo Tribunal Federal à maior pena da Ação Penal 470, um total de 37 anos e cinco meses de cadeia.

O primeiro escândalo da era Lula levou à prisão quadros importantes do PT, como o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) e José Genoino, ex-presidente do partido. Estranhamente, os relatos de Marcos Valério sobre o envolvimento de Lula, Gilberto Carvalho e José Dirceu no assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, foram completamente ignorados pelas autoridades na época. O então presidente do STF, Joaquim Barbosa, teve acesso ao depoimento no qual Valério implicava Lula no misterioso assassinato, mas também ignorou as informações.

A questão envolve uma dos segredos mais bem guardados da história da República. O assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, que foi sequestrado e apareceu morto no dia 18 de janeiro de 2002, se seguiu a outros oitos assassinatos e mortes misteriosas.  Antes de ser morto, Celso Daniel desempenhava o importante papel de coordenador da pré-campanha que levou Lula à Presidência. Abaixo do ex-presidente, era praticamente o segundo na hierarquia do partido. Celso Daniel não estava concordando com a partilha do dinheiro que desviava da prefeitura de Santo André. Ele não achava justo que todo o dinheiro roubado tinha que ser destinado a campanha de Lula naquele ano. Segundo investigações, este teria sido o motivo do assassinato.

Marcos Valério tem detalhes sobre a compra do silêncio do empresário Ronan Maria Pinto. O publicitário já confirmou em depoimentos que Ronan ameaçava denunciar o envolvimento de Lula no assassinato de Celso Daniel, em 2002. Ronan recebeu R$ 6 milhões para ficar calado.

Marcos Valério também deve esclarecer o episódio narrado pelo ex-senador petista Delcídio Amaral envolvendo Lula, do ex-ministro Antonio Palocci e do hoje presidente do Instituto Lula Paulo Okamotto na negociação de pagamentos que recebeu em troca de seu  silêncio sobre os desvios bilionários do esquema do mensalão.

Há poucos meses, o  Procuradoria-Geral da República havia rejeitado uma proposta de delação de Marcos Valério.  Em seu novo acordo, agora feito diretamente com a Polícia Federal, Valério se comprometeu a revelar detalhes de um outro Mensalão, o do PSDB de Minas. No entanto, seu advogado, Jean Robert Kobayashi, confirmou que seu cliente está disposto a esclarecer outros crimes.

No momento, Valério está seguro e conseguiu uma transferência, à pedido da Polícia Federal, para uma unidade da Associação de Proteção e Assistência a Condenados (Apac), em Sete Lagoas (MG). Seu futuro está agora nas mãos dos ministros do STF. Caso sua delação seja homologada, a vida do publicitário correrá sérios riscos.



Citado por dezenas de empresários corruptos, com centenas menções em inquéritos criminais, réu em cinco ações penais, condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, com todas as contas e bens bloqueados pela Justiça, Lula garantiu ao longo de sua longa carreira criminosa o incontestável título de ex-presidente mais corrupto da história do Brasil, quiçá, do mundo.

Os números não mentem. Nem as cifras. Além de ter se tornado o primeiro ex-presidente a ser condenado desde a redemocratização do país, o petista é acusado de ter embolsado milhões em propina de origens tão diversas quanto as ações penais e inquéritos criminais que pesam contra ele.

Outros números ajudam a isolar Lula no alto do podium de ex-presidente mais corrupto da história. De longe, o petista é o ex-chefe de Estado que teve mais amigos presos por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em todos os casos, Lula possui fortes ligações com os crimes que levaram seus companheiros para a prisão. Como se não bastasse, Lula teve ainda vários parentes citados por envolvimentos em atividades criminosas, como a própria mulher, Marisa Letícia, falecida em fevereiro, além dos filhos, irmãos e sobrinhos.

Para não perder a conta, até o momento Lula é alvo de nada menos que cinco ações penais e mais três em processo de conclusão, nos quais figura como protagonista de crimes de lavagem de dinheiro (211 vezes), corrupção passiva (dezessete vezes) e tráfico de influência (quatro vezes),  organização criminosa e obstrução da Justiça. Como se não bastasse ser o ex-presidente mais corrupto da história do Brasil, Lula ainda levou para Brasília a pior geração de políticos de que se tem notícia até os dias de hoje.

Apesar do vergonhoso histórico e a partir de agora, a recém inaugurada ficha criminal, Lula ainda conta com a simpatia de dois grupos de brasileiros: os analfabetos e os cúmplices de sua bandidagem. 



A esquerda brasileira ainda não se deu conta de que seus dias de glória pertencem agora a um passado vergonhoso da história do país. Após sucessivos fracassos na convocação de manifestações contra o governo e a favor do ex-presidente Lula, os personagens dos atos de vandalismo recentes na Esplanada dos Ministérios em Brasília se preparam para mais um fiasco.

Inflamados pela condenação do ex-presidente Lula por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, o PT, sindicatos e movimentos sociais controlados pelo partido pretendem realizar atos em todo o Brasil em defesa do ex-presidente Lula, pelo ‘fora Temer’, ‘diretas já’ e contra as reformas trabalhista e da Previdência.

Os simpatizantes da esquerda e defensores do regime mais corrupto da história do país pretendem realizar atos em São Paulo, nesta quinta-feira. A mobilização, que contará com figurantes remunerados, órfãos da Lei Rouanet e do famigerado imposto sindical está marcada para a Avenida Paulista, a partir das 17h, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). Segundo os organizadores, já estão confirmadas a presença do próprio Lula e da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann. Ainda existe a possibilidade de a presidenta cassada Dilma Rousseff também comparecer. Todos estão turbinados pelo ódio da decisão do juiz Sérgio Moro, que determinou o bloqueio de todas as contas, imóveis e automóveis de Lula.

Como era de se esperar, os simpatizantes do Foro de São Paulo e investigados na Lava Jato por envolvimento em esquemas milionários de corrupção vão aproveitar para atacar inimigos políticos declarados do PT o prefeito de São Paulo João Doria e o deputado federal Jair Bolsonaro.

Em São Paulo, a manifestação não vai sair em caminhada. O ato vai se concentrar em um só local, na Avenida Paulista, em frente ao Masp.  O ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho (PT) que virou réu na Justiça Federal de São Paulo por supostos desvios e fraudes em licitação na construção do Museu do Trabalho e do Trabalhador, o famoso museu do Lula, já admite que a manifestação será outro fracasso: "Não precisamos nos preocupar com os números, mas em manter as pessoas atentas e mobilizadas”.

Embora muitos brasileiros estejam embarcando na narrativa dos corruptos que assaltaram os cofres públicos durante mais de treze anos, que defendem a queda de Temer e a convocação de eleições diretas para salvar Lula, o trabalhador honesto que tem contas a pagar não pretende se juntar aos vermelhos.

Assim como a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, que também é ré por crimes de corrupção, o presidente estadual do PT, Luiz Marinho fazem campanha para Lula e criticam o juiz Sérgio Moro: "Eleição sem Lula é tapetão. O Moro age mais como um político atrás de provas contra um adversário do que como um juiz”, afirma Marinho, em consonância com Dilma e outros responsáveis pela maio recessão da história do país. Só mesmo vigaristas mamadores do dinheiro do contribuinte e mortos de fome se sujeitam a defender os cúmplices de Joesley Batista, de Marcelo Odebrecht, Eike Batista e outros assaltantes da Petrobras, do BNDES, da Caixa, etc.

Os adoradores de Janot e Fachin se esquecem que a bandeira do Brasil e do povo, mais do que nunca, nunca será vermelha. 



O ex-presidente Lula entrou para a história nesta quarta-feira, 19, às 9hs da manhã, quando assinou o documento referente a sua sentença de nove anos e seis meses de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso triplex. Ao lado do rabisco pouco legível, Lula escreveu no documento: ‘Pretendo recorrer’, num gesto que marca ainda mais o fato de ter o primeiro ex-presidente da República a ser condenado por crime comum desde redemocratização do país e a promulgação da Constituição.

O documento tem um valor histórico inestimável, um registro do vigor da Democracia no Brasil. Lula passou a vida dizendo que lutou pela Democracia, mas diante das circunstâncias irrepreensíveis de seu julgamento, exigiu tratamento especial típico de regimes autoritários.

O petista alegava que, como ex-presidente da República, não merecia passar por tantos constrangimentos, muito menos ser investigado pelos meninos do MPF e julgado por um juiz de primeira instância.

Veja aqui a cópia do documento. 



O PT acaba de publicar uma nota em repúdio a atitude do juiz Sérgio Moro que tornou publica sua decisão de bloquear os bens e contas do ex-presidente Lula.

Segundo o PT, Moro tomou "uma decisão mesquinha" e "decretou uma pena de asfixia econômica que priva o ex-presidente de sua casa, dos meios para subsistir e até para se defender das falsas acusações".

A indignação dos petistas é tão grande que faltaram reclamar que o ex-presidente ficou até sem dinheiro pra cachaça. Lula abandonou sua coleção de pinga no sítio em Atibaia e está sem estoque regulador no momento.

Na nota, o PT omite o fato do juiz ter deixado de confiscar uma caminhonete F1000 do ano de 1984 pertencente ao ex-presidente. 



Embora tenha sido absolvido pelo juiz Sérgio Moro na ação penal do triplex de Lula, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, ainda não consegue dormir uma noite com tranquilidade. Esta semana, o japa recorreu da sentença ao Tribunal Regional Federal da 4ªRegião (TRF4) e pediu à segunda instância que reconheça que a doação da empreiteira OAS para o instituto Lula não constitui crime. Os desembargadores do TRF4 podem perfeitamente ter um entendimento diverso do juiz Sérgio Moro sobre a absolvição do investiga, ai já viu.

O receio de Okamotto é o de que na segunda instância prevaleça a tese do Ministério Público Federal (MPF) que o acusa de ter cometido crime de lavagem de dinheiro relacionado ao pagamento das despesas de armazenamento do acervo presidencial do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Okamotto era acusado de ter solicitado propina à OAS para manter o acervo de Lula.

"Apesar das irregularidades no custeio do armazenamento do acervo presidencial, não há prova de que ele envolveu um crime de corrupção ou de lavagem, motivo pelo qual devem ser absolvidos desta imputação o ex-presidente, Paulo Tarciso Okamotto e José Adelmário Pinheiro Filho (Leo Pinheiro)", escreveu Moro na sentença.

O advogado criminalista Fernando Fernandes diz que o despacho de Moro por falta de provas dá a perspectiva de que o fato era criminoso e que Okamotto foi absolvido apenas porque não foi possível comprovar a tese da acusação.

- Queremos que o TRF4 mantenha a absolvição, mas que mude a classificação. A defesa quer uma reformulação da sentença e que ele (Okamotto) seja absolvido porque o fato não constitui crime - disse Fernando Fernandes.

Enquanto o TRF4 não se manifestar sobre o caso, Okamotto continua pendurado na ação penal. 



Na decisão em que ordenou o bloqueio de R$ 10 milhões do ex-presidente Lula, o juiz federal Sérgio Moro determinou que o Banco Central verifique a existência de outras contas em instituições financeiras em nome do petista. A ordem do magistrado é para rastrear e bloquear todos os recursos disponíveis de Lula em qualquer tipo de instituição, conforme trecho do despacho abaixo:

Junte-se o comprovante do bloqueio nos autos.

"Quanto aos bloqueio dos demais ativos, oficie-se ao Banco Central do Brasil para que tome as providências necessárias para a indisponibilidade de quaisquer bens ou valores titularizados por Luiz Inácio Lula da Silva, até o limite de dez milhões de reais, sob guarda das instituições financeiras, tais como ações, participações em fundos de ações, letras hipotecárias ou quaisquer outros fundos
de investimento, assim como PGBL - Plano Gerador de Benefício Livre, VGBL - Vida Gerados de Benefício Livre e Fundos de Previdência Fechado, devendo o Banco Central do Brasil comunicar à totalidade das instituições a ele submetidas, não se limitando àquelas albergadas no sistema Bacenjud, tais como as instituições financeiras que administrem fundos de investimento, inclusive das que detenha a administração, participação ou controle, às cooperativas de crédito, corretoras de
câmbio, as corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários. No mesmo ofício ao Banco Central deverá constar ainda que as instituições financeiras deverão apenas efetuar o bloqueio, sem a transferência do valor para a conta judicial até ulterior determinação do juízo, a fim de se evitar eventuais perdas em razão do resgate antecipado. A transferência à conta do Juízo deve se dar apenas na melhor data para resgate, o que deverá ser informado".

Além dos recursos em instituições financeiras, Moro também determinou o bloqueio de investimentos diversos do petista, incluindo recursos aplicados em ações e títulos.

"Oficie-se também à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para que tome as providencias necessárias para a indisponibilidade de quaisquer ações/bens titularizados por Luiz Inácio Lula da Silva , devendo comunicar, se for o caso, a totalidade das entidades custodiantes a ela submetidas para a efetivação da medida".

Segundo o juiz Sérgio Moro, as medidas visam garantir o ressarcimento mínimo dos cofres públicos dos desfalques resultantes da atividade criminosa do condenado. 



O juiz federal Sérgio Moro acolheu parcialmente a um pedido encaminhado pelo Ministério Público Federal e determinou o bloqueio de vários imóveis do ex-presidente Lula, além de R$ 606 mil encontrados em contas em diversos bancos.  R$ 397.636,09 (Banco do Brasil), R$ 123.831,05 (Caixa Econômica Federal), R$ 63.702,54 (Bradesco) e R$ 21.557,44 (Itaú).

"Quanto aos bloqueio dos demais ativos, oficie-se ao Banco Central do Brasil para que tome as providências necessárias para a indisponibilidade de quaisquer bens ou valores titularizados por Luiz Inácio Lula da Silva, até o limite de R$ 10 milhões”, ordenou

Na lista de bens sequestrados, três apartamentos e um terreno, todos os imóveis em São Bernardo do Campo, grande São Paulo, e também dois veículos, um GM OMega CD, ano 2010, e Ford Ranger LTD, ano 2012/2013.

No despacho proferido logo após a sentença em que condenou Lula a 9 anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, Moro determinou o confisco imediato de imóveis que já geravam conflitos na família do ex-presidente, por conta do andamento do inventário da ex-primeira dama Marisa Letícia. O juiz federal excluiu da lista de bens uma caminhonete antiga, por considerar a idade do veículo e seu baixo valor de mercado.

“Expeça-se precatória para lavratura do sequestro, avaliação e registro dos imóveis. Quanto aos veículos, promova-se apenas a anotação do sequestro para impedir o registro da transferência, medida que tenho por suficiente”, ordenou Moro. “A constrição do veículo Ford F1000, de 1984, indefiro pela antiguidade do veículo, sem valor representativo.”

Entre os imóveis confiscados  estão:

a) apartamento 92, Edifício Kentuck, Av. Getúlio Vargas, nº 405, matrícula 82.027 do 1º Registro de Imóveis de São Bernardo do Campo/SP, somente sobre a parte ideal de 50% correspondente à meação de Luiz Inácio Lula da Silva (evento 1, anexo6);

b) apartamento 102, Edifício Kentuck, Av. Getúlio Vargas, nº 405, matrícula 82.028 do 1º Registro de Imóveis de São Bernardo do Campo/SP, somente sobre a parte ideal de 50% correspondente à meação de Luiz Inácio Lula da Silva (evento 1, anexo7);

c) apartamento 122, Edifício Green Hill, Av. Francisco Prestes Maia, 1501, matrícula 86623, do 1º Registro de Imóveis de São Bernardo do Campo/SP, somente sobre a parte ideal de 50% correspondente à meação de Luiz Inácio Lula da Silva (evento 1, anexo8);

d) terreno localizado no Sítio Engenho da Serra, Distrito de Riacho Grande, matrícula 54.112, do 1º Registro de Imóveis de São Bernardo do Campo/SP, somente sobre a parte ideal de metade de 35,92% do imóvel correspondente à meação de Luiz Inácio Lula da Silva (evento 1, anexo9);

O magistrado já havia confiscado uma outra cobertura no Edifício Green Hill em São Bernardo do Campo/SP, comprada com propina da Odebrecht e o triplex no Guarujá, referente a propinas da OAS.

O juiz Sérgio Moro determinou ainda uma varredura em possíveis contas de Lula em outras instituições financeiras e solicitou outros bloqueios ao Banco Central. "Como os bens acima elencados não cobrem os R$ 13.747.528,00, decreto o bloqueio, através do BacenJud, dos ativos financeiros de Luiz Inácio Lula da Silva até o limite de dez milhões de reais" determinou Moro.



O juiz federal Sérgio Moro determinou o bloqueio de contas do ex-presidente Lula no valor de R$ 606.727,12. O Banco Central já cumpriu a ordem do juiz federal na Operação Lava Jato. O confisco dos ativos do petista foi decretado a pedido do Ministério Público Federal. O dinheiro foi encontrado em quatro contas de Lula: R$ 397.636,09 (Banco do Brasil), R$ 123.831,05 (Caixa Econômica Federal), R$ 63.702,54 (Bradesco) e R$ 21.557,44 (Itaú).



Além do dinheiro, Moro confiscou de Lula três apartamentos e um terreno, todos os imóveis em São Bernardo do Campo, grande São Paulo, e também dois veículos. No pedido encaminhado a Moro, o Ministério Público Federal afirma que logo que assumiu a Presidência da República, ‘Lula comandou a formação de um esquema delituoso de desvio de recursos públicos destinados a enriquecer ilicitamente, bem como, visando à perpetuação criminosa no poder, comprar apoio parlamentar e financiar caras campanhas eleitorais’.

Originalmente, os  procuradores queriam o bloqueio de uma fortuna de R$ 195,2 milhões, incluindo multas e acréscimos a título de reparação de danos. Esta semana, logo após condenar Lula a 9 anos e seis meses de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso triplex, o juiz Moro acolheu parte do requerimento do MPF.

Moro detalhou os valores que deveriam ser bloqueados de Lula. “Como já decretado o sequestro e o confisco do apartamento, o valor correspondente deve ser descontado dos dezesseis milhões, restando R$ 13.747.528,00. Cabe, portanto, a constrição de bens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva  até o montante de R$ 13.747.528,00.”

O juiz da Lava Jato mandou oficiar o Banco Central, responsável pela execução de medidas dessa natureza.

“Quanto aos bloqueio dos demais ativos, oficie-se ao Banco Central do Brasil para que tome as providências necessárias para a indisponibilidade de quaisquer bens ou valores titularizados por Luiz Inácio Lula da Silva, até o limite de R$ 10 milhões”, ordenou.

Com informações do Estadão



O PT está  imitando o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que convocou uma Assembleia Nacional Constituinte ilegítima para "redigir uma nova Constituição" com a missão de "reformar o Estado". A diferença é que o PT tenta criar a figura de um estado paralelo, com tribunal e tudo.

É isso mesmo. Inconformados com a condenação de seu líder máximo pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, os seguidores de Lula resolveram criar o tal do "Tribunal Internacional Popular" exclusivamente para julgar o juiz federal Sérgio Moro.

A turma de Lula planeja julgar o magistrado no próximo dia 11 de agosto, em Curitiba, cidade que sedia a força-tarefa da Operação Lava Jato. O responsável pela acusação será ninguém menos que o ex-ministro relâmpago da Justiça do governo Dilma, Eugênio Aragão, aquele mesmo que afirmou há poucos dias que é preciso ter mais tolerância com crimes de corrupção.

O evento vai reunir advogados militantes do PT e da esquerda brasileira, como Marcello Lavenère, Gisele Citadino, Antônio Maues, Juliana Teixeira, Gerson Silva, Beatriz Vargas, Luciana Grassano e Cláudia Maria Barbosa no corpo de jurados; do juiz de direito em Alagoas, Marcelo Tadeu Lemos, como juiz presidente da sessão de julgamento popular. Além de advogado Eugênio Aragão, como responsável pela acusação e do criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que fará a defesa da lava jato.

Com o lema “A lava jato no banco dos réus, o Povo é o Juiz”, o Tribunal Internacional Popular tem como logomarca oficial uma fotografia estilizada de um ‘sorridente’ Moro ao lado do ‘feliz’ senador tucano Aécio Neves.

O é uma iniciativa dos coletivos “Advogadas e Advogados Pela Democracia” e “Frente Brasil de Juristas Pela Democracia”, entidades sem sede, criadas de última hora com nomes pomposos criados apenas para iludir os súditos sem instrução de Lula. É claro que o tal do Tribunal Internacional Popular é uma grande palhaçada e o que quer que saia dali servirá apenas para alimentar os blogs sujos do PT com manchetes espetaculosas. De qualquer forma, é aconselhável que a população de Curitiba acompanhe o andamento desta presepada de perto. 

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