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A Procuradoria-geral da República e o Supremo Tribunal Federal resolveram dar toda credibilidade ao criminoso confesso Joesley Batista, do Grupo JBS-Friboi. Além da credibilidade, concederam ainda uma série de benefícios escandalosos, como o direito de morar nos Estados Unidos sem passar um minuto na prisão, multas irrisórias parceladas em dez anos por crimes que superam a casa dos bilhões e outros benefícios indecentes concedidos aos sete executivos do Grupo que prosperou vertiginosamente com os esquemas de corrupção durante os governos de Lula e Dilma.

A Friboi, que valia apenas R$ 1.9 bilhões em 2003, ano do primeiro mandato de Lula, passou a valer R$ 170 bilhões ao final do governo Dilma em 2016. Nem a Apple ou Miscrosoft conseguiram uma valorização tão desproporcional de suas ações no mercado no mesmo período. Mas a PGR e o STF, não se sabe ainda por quais motivos, resolveu confiar tão cegamente na conversa de um criminoso confesso como Joelsey Batista, que até tentaram derrubar o presidente da República por uma gravação clandestina inconclusiva e um processo ainda em andamento, sendo que o acusado sequer chegou a se valer de seu amplo direito de defesa.

A PGR também pediu o afastamento e a prisão do senador Aécio Neves, que foi flagrado recebendo R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista. Até aí, tudo bem. O senador afastado merece sim perder o cargo e ir em cana por se aliar a criminosos da laia dos irmãos Batista. É bandido da mesma estirpe.

O problema é que o mesmo Joesley confirmou em depoimento na própria PGR que mantinha contas para Lula e Dilma na Suíça. E não foram apenas R$ 500 mil ou R$ 2 milhões, mas sim R$ 360 milhões em propina para os dois petistas, com a apresentação de extratos da movimentação financeira e tudo. O Brasil inteiro ouviu que os áudios da conversa do empresário com Temer são inconclusivos, mas este não é o caso dos vídeos com os relatos de Joesley Batista sobre os crimes de Lula, Dilma, Guido Mantega e Antonio Palocci. O Brasil inteiro viu o empresário afirmar que Lula e Dilma são bandidos, que receberem propinas de contas na Suíça, que tem extratos comprovando os repasses de R$ 360 milhões (U$ 150 milhões) em propina, conforme pode ser visto no trecho abaixo:



Se a PGR e o STF agiram de um modo contra determinados acusados, qual seria o motivo para poupar outros, como Lula, Dilma e seus comparsas? As provas apresentadas por Joesley são contundentes. O Brasil inteiro que saber por que ainda não prenderam os bandidos do PT que ajudaram Joesley a roubar bilhões do contribuinte.



O ex-presidente Lula foi denunciado como chefe da organização criminosa que vitimou a Petrobras por praticamente todos os criminosos detidos na Operação Lava Jato. O petista foi alvo de denúncias de Léo Pinheiro, da OAS, Marcelo Odebrecht, João Santana e Monica Moura, Joesly Batista e até mesmo do ex-diretor da Petrobras e operador do propina do PT na estatal, Renato Duque. Lula inclusive confessou seus encontros clandestinos com o executivo preso em Curitiba. sabe que Léo Pinheiro o entregou na Lava Jato. O executivo da OAS confirmou que o esquema do triplex do Guarujá consistia em uma forma dissimulada de lhe entregar propina relativa a contratos superfaturados na Petrobras.

Lula já é réu em cinco ações na Justiça e se tornou alvo de mais uma denúncia recheada de provas do Ministério Público Federal sobre os esquemas de corrupção envolvendo a compra e reformas milionárias no Sítio em Atibaia. O petista ainda deve ser denunciado por crimes de corrupção envolvendo liberação de recursos do BNDES em troca de propina, contas exclusivas mantidas no exterior pelo sócio do Grupo JBS para ele e Dilma, entre outros tantos inquéritos ainda em andamento.

O petista tenta de todas as formas atrasar o andamento dos processos que pesam contra ele em vários tribunais do Brasil e deve ser condenado nos próximos dias pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção por ter sido beneficiado pela empreiteira OAS em R$ 3.7 milhões. Conforme confissão do próprio ex-presidente da companhia, as propinas foram repassadas a Lula como contrapartida por um esquema de corrupção na Petrobras. Lula, que me breve deve receber o carimbo oficial de LADRÃO, ainda tem a desfaçatez de se lançar candidato à Presidência da República.

Pelas contas do Ministério Publico Federal, Lula já ostenta seis certificados de LADRÃO.



O Brasil passou por maus bocados nas mãos do PT nos últimos anos. Com Dilma então, nem se fala. A petista mentiu como se o mundo fosse acabar amanhã e usou todo dinheiro roubado que conseguiu para se reeleger em 2014 para ela mesma tentar esconder o rombo que havia aberto nas contas públicas.

Não demorou muito tempo para que todos se dessem conta da real situação do país. Ao descobrirem o estrago que Dilma e o PT haviam feito na administração pública, trataram de cassar seu mandato, mas já era tarde demais. O número de empresas falindo e o número de desempregados atingiu a estratosfera. Inflação em alta, dólar galopante, juros nas alturas e o caixa da União zerado. O Brasil estava literalmente quebrado e com o nome sujo na praça. Ninguém queria segurar o pepino. O próprio Lula e seus cumpanheiros do PT deram uma de João sem braço e logo abandonaram o discurso das diretas já.

Sobrou para Temer a empreitada de endireitar o país. Contrariando todos os setores da esquerda, o presidente interino realizou uma pequena faxina no governo, demitiu milhares de mortadelas sanguessugas, cortou gastos desnecessários e mordomias, e aos poucos foi reconquistando a confiança do mercado e dos investidores estrangeiros. Durante exatamente um ano à frente do governo federal, Temer simplesmente fez o dever de casa e conseguiu livrar o país da pior recessão em mais de cem anos de história.

Estava tudo indo muito bem até que o presidente tropeçou no próprio excesso de confiança ao se permitir influenciar por seu ministro da Fazenda sobre um encontro com um empresário corrupto que ser tornou bilionário  graças aos esquemas de corrupção que manteve com o PT de Lula e Dilma ao longo de mais de dez anos. Joesley Batista levou um gravador para registrar alguma conversa comprometedora e entregar a fita para a Rede Globo. Como não conseguiu registrar nada que pudesse derrubar o presidente, a Globo publicou uma versão falsa da transcrição da gravação e exigiu a renúncia imediata de Temer.

Os oportunistas de plantão ficaram logo  animadinhos com a possibilidade de assumir o comando do país e colher os louros no lugar de Temer. Os salvadores da pátria de última hora viram ainda outra possibilidade: se vangloriar da recuperação econômica do país para concorrer novamente à Presidência em 2018. Até o momento, pelo menos 18 "salvadores da pátria" já se dispuseram a concorrer em uma eleição indireta na Câmara dos Deputados, caso Temer renuncie, tenha seu mandato cassado pelo TSE (por corrupção do PT na eleição de Dilma), ou sofra um ´processo de impeachment pouco provável.

O problema maior é que Temer não atendeu aos apelos sensíveis da Rede Globo e não renunciou. O Brasil quase que voltou à normalidade e o povo não demonstrou confiança em nenhum dos prováveis sucessores de Temer. O candidato da Globo é justamente o homem que convenceu Temer a se encontrar com JoesleY Batista - Henrique Meirelles foi presidente do Banco Central durante todo o governo de Lula, entre 2003 e 2011. Saiu de lá indicado para o cargo de presidente do Conselho da JBS e virou empregado e amigo de Joesley Batista. Ocupou o cargo entre 2012 e 2016, indo parar no Ministério da Fzenda do governo Temer.

Tem ainda o ex-ministro de Lula, Nelson Jobim, sócio do banco pactual do André Esteves, aquele que esteve envolvido na compra do silêncio do ex-diretor da Petrobrás, Nestor Cerveró. André Esteves figura no mesmo processo que Lula, onde os dois respondem pelo crime de tentativa de obstrução de Justiça. Isso sem contar nomes como Fernando Henrique Cardoso, o padrinho de Aécio Neves, e do próprio Lula, que também está disposto a concorrer à uma eleição indireta na Câmara, pois sabe que mesmo que alterassem a Constituição para a convocação de eleições diretas, dificilmente ganharia de João Doria ou de Jair Bolsonaro. Eleições diretas para o PT significa a ida de Lula direto para a cadeia, pois o petista não venceria a eleição e não conseguiria se livrar das encrencas em que se meteu com a Lava Jato.

Apesar de tanta podridão da classe política, o Brasil ainda conseguiu se recuperar e está até bonitinho na foto perante a comunidade internacional, sob o ponto de vista da economia e das perspectivas positivas para os próximos anos. O povo brasileiro é que tem de permanecer atento quanto aos vários golpistas que se autodenominam salvadores da pátria. Será que querem mesmo salvar o Brasil ou estão mais preocupados em salvar a própria pele?



O ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, Gilmar Mendes, confirmou à reportagem da Folha de S.Paulo que manteve encontros privados com o empresário Joesley Batista no Instituto Brasiliense de Direito Público, IDP, uma escola de direito em Brasília da qual é sócio.

O ministro confessou ainda que é fornecedor de gados para a empresa JBS, que está no centro do furacão que envolve Michel Temer e tem um acordo de delação homologado no STF.

"Minha família é de agropecuaristas e vendemos gado para a JBS lá (Mato Grosso)", disse o ministro, explicando que um irmão é quem negocia os valores com a empresa.

Sobre o encontro com o criminoso confesso Joesley Batista,  Gilmar Mendes afirmou que a reunião ocorreu a pedido do advogado Francisco de Assis e Silva, um dos delatores da empresa. O ministro afirmou que Joesley apareceu "de surpresa" ao encontro e disse que tratou de apenas de questões referentes ao setor de agronegócio.

Segundo o ministro, a relação comercial com a empresa não é motivo para ele se declarar impedido de participar das votações futuras relacionadas à JBS no STF.

"Não. Por quê? As causas de impedimentos ou suspeição são estritas", disse.
O ministro confirmou a proximidade com o empresário Joesleu Batista e confessou outros encontros: "Eu já o havia encontrado em outras ocasiões. A JBS tem um grande frigorífico em Diamantino (MT), minha terra, implantado pelo grupo Bertin no governo Blairo [Maggi, governador do MT entre 2003 e 2010]".

Gilmar Mendes pode ter se adiantado em revelar detalhes sobre sua relação com Joesley Batista por ter receio de que tenha sido gravado pelo empresário durante o último encontro entre os dois. Após este encontro, o ministro Gilmar Mendes mudou seu entendimento sobre a decisão do STF de manter a prisão de criminosos após condenação em segunda instância.


O procurador da Lava-Jato Carlos Fernando dos Santos Lima se manifestou publicamente sobre a repentina mudança de opinião do ministro Gilmar Mendes sobre o entendimento já adotado no STF:

— Não vejo nenhum motivo teórico pra que haja essa mudança. Não sei se ela vai ocorrer, desconheço os motivos, mas não creio que haja nenhuma mudança nos aspectos jurídicos do problema. Talvez esteja sendo decididas as questões por problemas nos últimos acontecimentos. Entretanto isso não é suficiente pra que se mude uma jurisprudência do STF. Não podemos confundir direito com circunstâncias fáticas — disse o procurador, durante entrevista coletiva realizada na manhã desta sexta-feira em Curitiba por conta da 41ª fase da Operação Lava-Jato.



O prefeito de São Paulo João Doria afirmou esta semana durante entrevista ao programa Brasil Urgente que o espaço conhecido como Cracolândia acabou e que a região agora passa a se chamar Nova Luz. Doria lembrou que antes da retomada da região, só se entrava com autorização do tráfico, o que considerou um absurdo.

Doria afirmou que não é tolerável o domínio de um espaço público da cidade ser exercido por bandidos e traficantes. O prefeito ressaltou que a questão dos dependentes de psicotrópicos como Crack vai demandar tratamento e lembrou que trata-se de um processo mais lento, pois não há como obrigar as pessoas a se submeterem a terapias de recuperação e procedimentos de desintoxicação. A ligislação não permite nenhum tipo de internação compulsória, ressaltou o prefeito.

Em sua conta do Twitter, Doria se comprometeu com a manutenção permanente das conquistas para os moradores da região: "Manteremos nossos esforços para devolver uma vida digna às vítimas desse triste capítulo de SP. O bairro passa a ser conhecido como Nova Luz"





Há poucos dias, o Jornal O GLOBO e a Rede Globo tentou promover um golpe de Estado ao publicar uma transcrição adulterada de uma gravação feita pelo empresário Joesley Batista com o presidente Michel Temer. A organização reconheceu que publicou trechos inexistentes na transcrição da gravação divulgada horas mais tarde, mas não admitiu que o vazamento criminoso de uma notícia falsa causou um prejuízo de R$ 219 bilhões para empresas no pregão da Bolsa de Valores e que outros especuladores, como o próprio Joesley Batista, lucraram bilhões na véspera da publicação na matéria.

Desde então, a Globo voltou toda sua artilharia contra Michel Temer e colocou todos seus empregados para pedir a renúncia imediata do presidente. Merval Pereira, Gerson Camarotti, Renata Lo Preti, Eliane Cantanhêde e companhia passaram a última semana tentando derrubar o governo. Mesmo diante do acordo criminoso firmado entre a Procuradoria-geral da República e os mega criminosos confessos do Grupo JBS, a Globo não arrefeceu sua fúria desenfreada contra Temer e está pouco se importando com o caos e os milhares de desempregos que causou com sua notícia falsa.

Os mentirosos disseram que Joesley Batista falou com todas as letras com Temer que estava tendo problemas no CADE e que estava pagando uma mesada de R$ 500 mil ao ex-deputado Eduardo Cunha para mantê-lo calado na Lava Jato. Sob estas alegações, os empregados da Globo passaram dias pedindo a renúncia imediata de Temer. Quando a gravação original foi divulgada, não havia nenhum dos trechos usados pela emissora para criar caos no mercado e derrubar o governo.

É claro que Temer teve que se concentrar em sua defesa e passou a semana inteira tentando apagar os "incêndios" provocados pela Globo, inclusive os ocorridos na Esplanada dos Ministérios em Brasília, quando teve que convocar as Forças Armadas para conter os "manifestantes", maneira pela qual a Globo se referiu aos terroristas treinados pelos guerrilheiros das FARC que tentaram um golpe de Estado incendiando Brasília e tentando invadir o Palácio do Planalto.

Diante de tantas aflições, O GLOBO ainda esperava que Temer se pronunciasse sobre conflitos envolvendo membros do MST, invasores de terras em  Pau D'Arco, no sudoeste do Pará. Segundo versão da Secretaria de Segurança Pública do estado, a polícia foi até a fazenda, onde há um assentamento rural, cumprir 14 mandados judiciais e foram recebidos a bala. Onze armas --entre elas um fuzil-- foram apreendidos com o grupo.  Os mandados seriam referentes à investigação da morte de um segurança da fazenda invadida, vítima de emboscada no final de abril. Dez invasores morreram no confronto com a Polícia.

Ultimamente, Temer não pode dar um espirro que a Globo tenta de alguma forma atingir a imagem do presidente e pedir sua renúncia imediata. A Globo não quer esperar o desenrolar dos fatos. A Globo tem pressa e não quer esperar as conclusões da Justiça ou aguardar a defesa do presidente sobre as acusações que pesam contra ele. A Globo não quer esperar o TSE, o STF, o Congresso e não está nem aí para a Constituição ou para o Brasil. A Globo quer atropelar todas as instituições do Brasil para derrubar Temer e não quer nem saber se é isso mesmo que a sociedade quer. A Globo convocou manifestações por todo o Brasil, estimulando o povo a pedir a renúncia de Temer, mas o que se viu nas ruas foi apenas bandeiras vermelhas, camisetas de Che Guevara e Fidel Castro. O povo decente, que tem responsabilidade e trabalho, ficou em casa. Os vândalos chamados de 'manifestantes" pela Globo, causaram prejuízos de mais de R$ 3 milhões aos contribuintes incendiando pelo menos três ministérios.

Dilma teve a sua disposição o amplo direito de defesa antes de ter o seu mandato cassado. A Globo não quer que Temer tenha os mesmos direitos. O Jornal O GLOBO virou um destes sites petralhas sustentados com dinheiro roubado da Petrobras, como o Brasil247. O site O Antagonista, que pertence aos especuladores da Consultoria Empiricus, estão indo pelo mesmo caminho.



O controverso acordo de delação firmado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com os bandidos do Grupo JBS tem gerado uma série de repercussões negativas para a Operação Lava Jato. Mas a informação sobre como se deu o tal acordo precisa ser amplamente divulgada, para que as pessoas entendam que a PGR firmou o acordo sem a participação da Polícia Federal e sem o conhecimento dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato baseada em Curitiba.

O criminoso Joesley Batista, investigado em cinco fases da Operação Lava Jato já estava prestes a ser preso pela Polícia Federal quando resolveu bateu na porta da PGR. Hábil negociador, o bandido bateu um papinho com o procurador da República, Rodrigo Janot, prometeu mundos e fundos e saiu de lá com um belo acordo debaixo do braço. Em poucos dias de negociação, Janot concedeu tantos benefícios para a organização criminosa comandada pelos irmãos Batista, que gerou revolta da sociedade.

O empresário conseguiu o perdão total por mais de mil crimes confessos, recebeu uma multinha de R$ 110 milhões parcelada em dez anos e ainda conseguiu o direito de viver fora do país. Tudo isso sem passar um minuto sequer preso.

Com a força-tarefa da Lava Jato baseada em Curitiba, o buraco é bem mais em baixo. Lá, os procuradores nunca firmaram nenhum acordo de delação diretamente com os criminosos. Todos os acordos de colaboração foram fechados com a defesa dos investigados, após negociações que normalmente se estendem a mais de um ano.

Para muitos, a atitude de Janot foi considerada irresponsável, para não dizer suspeita. O procurador tem apenas mais três meses à frente do cargo e não vai haver tempo hábil para orientar uma enorme equipe de investigadores sobre uma série de "detalhes" do prematuro acordo com os executivos do Grupo JBS.

Como membros do Ministério Público Federal, é natural que os integrantes da força-tarefa da Lava Jato se sintam constrangidos com um acordo tão destoante de outros casos, tão benéfico para os bandidos e tão cercado de suspeitas.

Embaraçado diante de uma plateia de pessoas insatisfeitas com o acordo que beneficiou os irmãos Joesley e Wesley Batista. o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, fez questão de frisar que o caso foi fechado pela Procuradoria-Geral da República, e não pela Justiça Federal do Paraná, onde atua.



Sob a alegação de que precisaria de mais tempo para conduzir os trabalhos da Lava Jato, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, andou cogitando a possibilidade de obter um terceiro mandato na PGR entre os meses de dezembro do ano passado e fevereiro deste ano.

A decisão dividiu opiniões dentro do Ministério Público Federal (MPF). Havia quem apoiasse a recondução, sob o argumento de que a continuidade de Janot à frente das apurações daria mais estabilidade à Lava-Jato. No entanto, a oposição interna já começou a criticar, mesmo sem formalização de uma eventual candidatura.

Um de seus principais opositores, o subprocurador Carlos Frederico, se opôs imediatamente as pretensões de Janot e chegou a publicar mensagem no fórum de discussões virtual dos procuradores da República, de acesso restrito à categoria. Ele comparou Janot a Geraldo Brindeiro, procurador-geral durante oito anos nomeado por Fernando Henrique Cardoso. Brindeiro era conhecido como “engavetador geral da República”, pela pouca disposição de denunciar autoridades como os ex-presidentes Lula e Dilma, implicados até o pescoço em centenas de crimes revelados por delatores como Marcelo Odebrecht, Monica Moura, João Santana, Léo Pinheiro e Joesley Batista, que confirmou que mantinha contas na Suíça para os dois petistas, com movimentação financeira superior a R$ 300 milhões.

Apesar da resistência de seus colegas, Janot insistiu na aventura do terceiro mandato. Confiante na visibilidade alcançada com a Operação Lava Jato, o procurador apostava na conquista do terceiro mandato. O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, José Robalinho Cavalcanti, confirmou que recebeu um telefonema de Janot, que estava preocupado com as candidaturas que disputariam seu cargo.

— O procurador-geral disse que também quer acompanhar o processo de sucessão, o que é perfeitamente natural, mas ele não disse que era candidato, nem que não era. O mandato dele termina só em setembro. Estamos em janeiro— afirmou Cavalcanti na época.

Pela Constituição, cabe ao presidente da República nomear o procurador-geral para mandato de dois anos, sendo possível a recondução ao cargo. Não está expresso um limite de reconduções. Janot ouviu de interlocutores que Temer era um constitucionalista ferrenho e não cogitava modificar a rotina de sucessão na PGR, independente das circunstâncias.

Como Temer não demonstrou nenhum entusiasmo em garantir a Janot um terceiro mandato, a relação do procurador com o governo mudou da água para o vinho. Faltando pouco mais de três meses para o fim de seu mandato, Janto agora insiste em tomar o depoimento de Temer no caso das gravações feitas pelo empresário Joesley Batista.

Setores do Judiciário questionam a forma açodada com que o procurador firmou o acordo recorde da JBS em apenas três meses, quando o tempo médio gasto pela Lava Jato é sempre superior a um ano. Outros questionamentos ainda não respondidos pela PGR dizem respeito ao fato de Janot ter firmado um acordo tão vantajoso para os irmãos Batista, por ter fechado o acordo sem a participação da Polícia Federal e da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e outras questões bastante intrigantes, como os benefícios concedidos ao grupo JBS, mesmo diante da confissão de tantos crimes.

Nenhum dos integrantes do Ministério Público Federal fez uma defesa aberta das atitudes de Rodrigo Janot no caso do controverso acordo de delação da JBS. Até mesmo o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, foi bastante reticente, diante de uma plateia insatisfeita com o destino dos donos da JBS. Dallagnol fez questão de frisar que o caso foi fechado pela Procuradoria-Geral da República, e não pela Justiça Federal do Paraná, onde atua.



Os atos de vandalismo perpetrados por militantes profissionais que fizeram treinamento de técnicas de guerrilha com as FARC, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, deixaram o país inteiro chocado. Os prejuízos causados pelos terroristas convocados pelo PT e a CUT para tentar um golpe de Estado superaram a casa dos R$ 3 milhões, com danos internos e externos em pelo menos três ministérios.

O que muita gente ainda não se deu conta é justamente o fato do ex-ministro José Dirceu ter convocado a guerrilha petista menos de 24 horas após deixar a Justiça Federal, em Curitiba. No café da manhã com os filhos Joana e Zeca Dirceu, deputado, e com o amigo Breno Altman, Dirceu falou muito sobre o PT, o governo Temer, o ex-presidente Lula e o PSDB. “Temos de nos preparar para a guerra política”, ameaçou o ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, que foi preso por envolvimento no mensalão e no petrolão.

Ainda da prisão, em dezembro de 2016, Dirceu escreveu para o biógrafo de Lula, Fernando de Moraes afirmando que "João Pedro, Boulos e Vagner que agora tem a missão de ir ‘as ruas e exigir justiça para todos, a renúncia de Temer et caterva, eleições gerais".

Dirceu é a mente criminosa por trás de vários esquemas de corrupção do partido e também pelas táticas de guerrilha vistas durante os atos de vandalismo na Esplanada dos Ministérios da última quarta-feira, quando o governo precisou convocar as Forçar Armadas para conter o ímpeto dos terroristas convocados pelo PT. A afirmação de que os vândalos eram na verdade guerrilheiros profissionais é pertinente, já que os mesmos apresentaram técnicas de confronto abertos com policiais, algo bem diferente das técnicas utilizadas pelos Black blocs, que atacam em pequenos grupos em flancos desguarnecidos pelas forças de segurança e recuam logo em seguida, infiltrando-se novamente meio da multidão. 



O oportunismo e o desespero da Globo e de setores da esquerda atingiu o limite do tolerável quando criticaram a iniciativa do governo de solicitar reforço das Forças Armadas para controlar os baderneiros profissionais que tentaram incendiar a Esplanada dos Ministérios na última quarta-feira (24). Não é nenhuma novidade que membros do PT, CUT e MST receberam treinamento de guerrilheiros das FARC, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.

As técnicas de ataques sorrateiros e rápidos em locais pouco guarnecidos por forças de segurança são reconhecidas como práticas terroristas e envolvem treinamento e sangue frio. Não é qualquer cidadão que tem a capacidade de enfrentar policiais armados e fazê-los recuar com movimentos coordenados e meticulosamente planejados. Os indivíduos selecionados pelo PT e seus braços sindicais e nos movimentos sociais selecionaram terroristas profissionais para incendiar prédios públicos com pessoas dentro.

Diante da falta de controle da situação por parte das forças policiais diante dos atos violentos de de vandalismo e depredação do patrimônio público, inclusive com a ameaça da vida de inocentes, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, classificou como necessário o pedido dereforço das Forças Armadas para controlar a situação na Esplanada dos Ministérios.

O ministro disse que as manifestações controladas por setores da esquerda "degringolou para violência, vandalismo, desrespeito, agressão e ameaça". A Globo não mencionou os incêndios criminosos que colocaram a vida de servidores em risco e tratou os terroristas como "manifestantes".


Temer assumiu a determinação de convocar as forças armadas para conter os atos de terrorismo. Segundo o ministro da Defesa, "O presidente ressalta que é inaceitável a baderna, o descontrole e que ele não permitirá que atos como esse venham a turbar um processo que se desenvolve de maneira democrática e em respeito às manifestações".

Temer assinou decreto em edição extra do "Diário Oficial" da União que autorizou o emprego das Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem no Distrito Federal".



Após o fiasco da tentativa de derrubar o governo Temer com um acordo de delação feito às pressas pela Procuradoria-Geral da República sem a participação da Polícia Federal e da força-tarefa da Operação Lava Jato, ministros do Supremo Tribunal Federal já admitem a revisão do acordo homologado de forma açodada pelo relator da Lava Jato na Corte, o ministro Edson Fachin.

O acordo firmado pela PGR com os próprios criminosos contraria uma regra da própria Lava Jato. Até o momento, todos os acordos firmados pela força-tarefa baseada em Curitiba, os procuradores não negociaram diretamente com os criminosos, mas sim com as defesas dos delatores. Joesley Batista bateu na porta da PGR e saiu de lá com um acordo debaixo do braço.

O jogo de empurra das responsabilidades já começou. O ministro Marco Aurélio Mello afirmou enfaticamente que “quem fixa os benefícios é o Poder Judiciário. O MP não julga. Quem julga é o Estado-juiz e não o Estado-acusador”, jogando toda a responsabilidade sobre o colo de Edson Fachin, que tentou se eximir de qualquer responsabilidade em seu despacho, ao destacar o trecho sobre a não realização de “juízo de valor” sobre os fatos delatados. Fachin ainda escreveu que “não cabe” ao Judiciário, “neste momento, a emissão de qualquer outro juízo quanto ao conteúdo das cláusulas acordadas”. As menções são um indicativo do próprio relator sobre seu pensamento a respeito de benefícios acertados em delação firmada com o Ministério Público". destacou o ministro, jogando a responsabilidade do acordo no colo do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Após a constatação de que o acordo foi realmente muito benéfico para os criminosos do Grupo JBS e extremamente letal para o país, Fachin já admite a necessidade de revisão do catastrófico acordo que prevê imunidade penal total aos irmãos Joesley e Wesley Batista e demais delatores do grupo empresarial, que também foram autorizados a viver fora do País.

A Lei 12.850/13, que traz a regulamentação sobre a colaboração premiada, prevê que, na homologação, o juiz vai verificar a legalidade do acordo. Mas a eficácia do que foi delatado deve ser analisada na sentença que resultar de investigação feita com base na delação. Isso significa que é preciso, após as investigações, verificar se os fatos revelados se comprovaram e se o acordo surtiu efeito.

Segundo o Estadão, outro ministro da Corte também admitiu a revisão da colaboração da JBS. Integrantes do Supremo ouvidos ressaltaram que isso se aplica a qualquer acordo de delação premiada. Se a investigação não confirmar os fatos revelados em razão de problemas na delação, o delator pode ficar sem os benefícios previstos. O que foi dito e produzido em termos de provas continua sendo aproveitado pelo Ministério Público Federal.

O ministro Celso de Mello, decano do STF, afirmou nesta quinta-feira, 25, que vai receber representantes do Instituto Brasileiro do Direito de Defesa (Ibradd) na próxima semana e somente depois vai analisar o mandado de segurança da entidade que pede a anulação da delação da JBS.

O documento recomenda ao STF que considere o acordo inconstitucional, ao criticar “o conteúdo light e excepcionalmente benevolente do referido acordo de colaboração”.




Um dos maiores anseios da população do país, depois da prisão de Lula, tem sido a revisão ou o cancelamento do controverso acordo de delação do grupo JBS, do empresário criminoso Joesley Batista. Leia abaixo um trecho da matéria publicada no Estadão:

"Ministros do Supremo Tribunal Federal admitem a possibilidade de revisar os benefícios concedidos aos empresários do grupo J&F – holding que inclui a JBS – no acordo de delação premiada firmado com a Procuradoria-Geral da República. A previsão não é de consenso entre os integrantes Corte, mas tem sido defendida por alguns magistrados e até mesmo pelo relator da Operação Lava Jato, ministro Edson Fachin.

Alvo de polêmica, o acordo firmado pelo Ministério Público Federal prevê imunidade penal aos irmãos Joesley e Wesley Batista e demais delatores do grupo empresarial. Eles foram também autorizados a viver fora do País".

A procuradoria-geral da República firmou o vergonhoso acordo de delação com os criminosos da JBS sem a participação da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e sem Polícia Federal, que foi chamada apenas num segundo momento, após a celebração do acordo. 



A estupidez humana é sem dúvida a maior responsável pelas tragédias  que se abatem sobre a própria humanidade. A história está repleta de exemplos da capacidade de alguns em explorar a estupidez dos outros. Líderes oportunistas e inescrupulosos se valem de técnicas populistas para convencer pessoas de inteligência limitada e conseguem enganar muita gente.

Existem várias cartilhas que ensinam como enganar e ludibriar um povo. Técnicas que vão desde a exploração da religião até ideias comunistas, que são lindos na teoria, mas catastróficos na prática. Basta examinar os exemplos de Cuba, Venezuela e Coreia do Norte.

O mais incrível neste caso é que mesmo diante de tantos exemplos, líderes inescrupulosos continuam usando as velhas cartilhas comunistas para convencer os trouxas de que se trata de um ideal bacana. O Estado não existe sem dinheiro. O Estado não produz um cotonete. O Estado depende da iniciativa privada para gerar empregos e arrecadar impostos. Do patrão e do empregado. E mesmo diante desta realidade, líderes inescrupulosos ainda se apropriam do Estado. graças à anuência das vítimas da estupidez humana.

Mas não são apenas os políticos e empresários inescrupulosos que se beneficiam da estupidez das massas. A elite artística também se acostumou a se valer das benesses do Estado para sustentar seus luxos e sua futilidade.  Diante da constatação de que são apenas meros operários do entretenimento, que precisam rebolar, se maquiar e cantar para divertir a platéia, muitos se revoltam com este aspecto degradante da profissão e apelam para outros meios de obtenção de dinheiro. A mediocridade, neste caso, habita o interior de pessoas como Wagner Moura, Gregório Duvivier, Caetano Veloso e outros mamadores das tetas do Estado.

Em nome de Lula, Dilma e de toda a podridão que a esquerda passou a representar no Brasil, este bando de oportunistas está convocando  hordas de alienados baderneiros e sem qualquer noção da realidade para um evento que esconde propósitos mais sórdidos que um "show por eleições diretas em Copacabana".

O ato é organizado pelo PT, pela Frente Brasil Popular, Central Única dos Trabalhadores (CUT), movimentos sociais como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), entidades estudantis, pastorais sociais da Igreja Católica, grupos de direitos humanos e associações culturais financiadas pelo PT com dinheiro roubado da Petrobras.

A parte da sociedade que tem consciência e responsabilidade não irá se juntar a este bando de vagabundos para fazer coro com o canto de sereia dos cretinos esquerda. Basta lembrar da destruição que promoveram na Esplanada dos Ministérios em Brasília.

A eleição direta representa única chance de Lula escapar da cadeia. Rumores de que o PT teria U$ 3 bilhões de dólares para comprar apoio de parlamentares, governadores e meios de comunicação justificam a arrogância com que o PT afirma que o petista venceria as eleições. Sem eleições diretas, Lula e metade do PT vai direto é para a prisão. 



A complexidade da situação política do Brasil atingiu um nível tão caótico que já não é mais possível confiar cegamente em praticamente ninguém, seja da esquerda, direita e até mesmo nos meios de comunicação. Quando o assunto é conspiração então, já não há mais limites para as teorias que tentam desvendar os bastidores do poder. Ainda mais quando se trata do controverso acordo de delação dos executivos da JBS.

O portal Poder360 publicou uma intrigante matéria com o título "Delator da JBS ajudou Edson Fachin em candidatura ao STF". No artigo, o site menciona que "Ao ser indicado para o STF (Supremo Tribunal Federal), em 2015, Edson Fachin percorreu os gabinetes dos 81 senadores. Amigos ajudaram a marcar audiências e a dar suporte à candidatura. O contato com alguns senadores foi facilitado também por Ricardo Saud, do grupo J&F, a empresa dona da JBS-Friboi".

Ricardo Saud é um dos delatores do atual escândalo de corrupção envolvendo a empresa JBS e os governos dos ex-presidentes Lula e Dilma.  Sua delação foi homologada por Edson Fachin. O executivo da J&F entregou mala com R$ 500 mil de suposta propina ao deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

Saud é alvo de uma denúncia de falso testemunho em seu acordo de delação. O escritório Erick Pereira Advogados afirma que tem provas que o executivo mentiu em seu depoimento, o que pode levar ao cancelamento do controverso acordo firmado pela Procuradoria-geral da República sem a participação da Polícia Federal e da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Na conversa gravada com Michel Temer em 7 de março de 2017, apresentada pelo próprio Joesley Batista à Justiça, o empresário afirma que  tinha 2 juízes no bolso que tratavam de seus processos. No mesmo diálogo, o dono da Friboi fala que recebia informações sigilosas do procurador da República Ângelo Goulart Vilella, que acabou sendo preso.

O jornalista Jorge Bastos Moreno em O GLOBO, afirmou nesta quinta-feira que Edson Fachin admitiu que pediu ajuda “ao pessoal da JBS” em 2015 para ser nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A JBS era a empresa com o maior número de parlamentares eleitos. A indicação de Fachin para o STF dependia dos votos de senadores. Ricardo Saud, diretor da JBS, de fato ajudou Fachin a cabalar votos. Fachin também é alvo de críticas por seus laços pregressos com o PT. Este seria o real motivo do pedido do presidente Michel Temer elo afastamento de Fachin do processo aberto contra ele no STF. Existe ainda o incômodo com o fato de Fachin e Janot terem entrado em acordo sobre a abertura de processo contra Temer, mas estranhamente pouparam os ex-presidentes Lula e Dilma, detonados na delação da JBS.

Entre as informações que circulam sobre possíveis fraudes envolvendo o acordo de delação, há ainda o episodio do braço direito de Rodrigo Janot.  O advogado no escritório responsável por negociar o acordo de leniência do grupo JBS, Marcelo Miller era até o início de março um dos braços direitos de Rodrigo Janot,  procurador-geral da República. Miller deixou o Ministério Público Federal apenas um dia antes do encontro entre o empresário Joesley Batista e o presidente Michel Temer.

Outro fato que tem deixado muita gente inquieta diz respeito a informação de que Temer só concordou em receber Joesley Batista após muita insistência de seu ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Ninguém considera uma coincidência o fato de Meirelles ter sido presidente do Conselho da JBS e amigo pessoal de Joesley Batista. Um outro fato intrigante é a possibilidade de Henrique Meirelles se tornar o sucessor de Temer, caso o presidente sofra um processo de impeachment ou tenha seu mandato cassado no processo que corre no TSE, envolvendo irregularidades durante a campanha da chapa Dilma/Temer.

As suspeitas se tornam cada vez mais complexas, tendo em vista que há um interesse muito grande de certos setores da política, como o PT, e meios de comunicação, como a Rede Globo, que passou a última semana pedindo a renúncia do presidente. Calejado com tantos esquemas de corrupção e desconfiados até da sombra dos políticos, os brasileiros têm toda razão quando se permitem seduzir por algumas teorias de conspiração. Afinal, todas parecem tão prováveis. 



O ex-guerrilheiro e mensaleiro José Genoino (PT-SP) ficou sem sua linda Medalha da Vitória, uma honraria militar criada em 2004 pelo ex-presidente Lula para homenagear civis que “tenham prestado serviços relevantes ou apoiado o Ministério da Defesa no cumprimento de suas missões constitucionais “.

Genoíno recebeu a medalha militar, em abril de 2011, na gestão de Dilma Rousseff (PT), quando era assessor especial do Ministério da Defesa, na gestão de Nelson Jobim. Nesta quinta-feira, 25, o Ministério da Defesa retirou de Genoíno a honraria.

Além do petista, o ex-deputado Valdemar da Costa Neto (PR) outro corrupto também condenado no escândalo do Mensalão também ficou sem sua medalha, recebida do ex-presidente Lula em 2005, por reconhecimento por seus esforços na manutenção dos esquemas de corrupção do PT. A retirada da condecoração dos dois ex-deputados corruptos foi assinada pelo ministro da pasta, Raul Jungmann. 



A insatisfação com os escândalos de corrupção envolvendo a empresa JBS, dona das marcas Friboi e Seara, tem sensibilizado proprietários de churrascarias em todo o Brasil. Com medo de perder seus clientes, várias empresas do ramo estão cancelando negócios com as empresas do Grupo. Uma das churrascarias mais famosas de Curitiba, a Devons anunciou boicote às carne da empresa JBS. A medida foi divulgada por meio de uma faixa adesivada na fachada do estabelecimento.

"Em respeito ao Brasil, a sociedade e aos trabalhadores desse país, informamos que a partir da presente data, não trabalhamos mais com produtos da linha JBS" diz a faixa com letras em caixa alta.

O proprietário da churrascaria Augusto Farfus disse que a medida é um protesto solitário de um brasileiro cansado com a corrupção. Ele comprava há quatro anos carnes do frigorífico dos irmãos Joesley e Wesley Batista. O dono da Devons afirma que não quer compactuar com a má conduta dos dois empresários. “Não dá pra ficar patrocinando indiretamente as falcatruas desse pessoal”, afirma Farfus.


O inferno astral da BRF pode ter chegado ao fim de maneira inesperada. Após reportar prejuízos inéditos nos últimos trimestres e perder R$ 24,7 bilhões em valor de mercado desde 2015, a companhia voltou ao radar dos investidores por causa da crise que abalou a JBS, a maior rival. Desde a divulgação da delação premiada dos irmãos Batista, a BRF ganhou já R$ 2,5 bilhões em valor de mercado e suas ações registraram na segunda-feira a maior alta - 6,06% - desde julho de 2016.

A expectativa de fontes próximas à BRF ouvidas pelo Valor é de que, além da atrair investidores, a empresa também possa ser favorecida no varejo. A situação pode representar uma oportunidade para que a dona das marcas Sadia e Perdigão recupere parte do espaço perdido recentemente para a Seara, marca da JBS.



O ex-presidente Lula e o ministro do Supremo Tribunal Federal estão bastante contentes com o fato da Rede Globo e outros órgão da imprensa terem voltado todas as suas artilharias contra o governo Temer. Todos os canais e sites da Globo, e o Site O Antagonista, passaram a última semana pedindo a renúncia imediata do presidente. Há poucos dias, Lula foi acusado de 10 crimes de corrupção e 44 de lavagem no processo referente ao sítio em Atibaia, mas quase não se noticiou o fato. Na mesma semana, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, deu um ultimato ao ministro Gilmar Mendes para que ele se manifeste sobre o pedido de impedimento para julgar os casos relativos ao ex-bilionário Eike Batista, patrão de Guiomar Mendes, esposa do ministro.

A Globo e outros meios de comunicação já haviam até mesmo escolhido os nomes dos possíveis sucessores de Michel Temer: O candidato da JBS, Henrique Meirelles e o candidato do banco Pactual de André Esteves, Nelson Jobim, figuravam entre os favoritos para a eleição indireta na Câmara. Tudo isso sem combinar com a sociedade.

O problema é que Temer não cedeu à pressão da Globo e não renunciou. O presidente demonstrou habilidade em manter sua base aliada quase intacta, apesar da campanha maciça movida pelos meios de comunicação contra seu governo.

No campo político, as velhas raposas também farejaram certo perigo na treta que vinha sendo engendrada por setores da imprensa. Caso o TSE casse a chapa Dilma/Temer, o presidente terá que entregar o cargo e haverá eleição indireta na Câmara. O problema é que seu sucessor irá herdar o êxito do governo na área econômica e pode se cacifar para disputar as eleições presidenciais de 2018.

Alarmados diante da possibilidade de ver o controle do país ir parar nas mãos de alguém de fora do clube. o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso começou a se articular com os ex-presidentes Lula, Sarney e Collor para encontrar uma alternativa que não fuja das tradicionais alianças políticas que imperam no Brasil há décadas. Tudo isso sem combinar com a sociedade, que até o momento, não se entusiasmou muito com a saída de Temer. 



O empresário Joesley Batista está tendo que abrir mão das joias do Grupo JBS para evitar a falência da empresa. Neste caso específico, vai vender empresas que comprou com dinheiro fácil obtido no BNDES, Caixa Econômica e Fundos de pensão. O grupo J&F contratou o banco Bradesco BBI para vender as empresas Alpargatas, Eldorado e Vigor. Vão-se os anéis, ficam os dez dedos para futura impressão em um formulário ou ficha datiloscópica

O Estado de S. Paulo informou que a expectativa é a de que com esta iniciativa, a companhia possa centrar forças na operação da JBS que deve passar por forte turbulência com os acordos de delação, já fechado, e o de leniência que está em negociação com o Ministério Público Federal (MPF). A situação financeira no grupo tende a ficar apertada, na medida em que os bancos tiverem que renovar as linhas de crédito para a empresa ou até mesmo com o acordo a ser firmado com o MPF.

A oferta original do MPF era um acordo de R$ 11 bilhões a ser pago em dez anos, mas a JBS tenta barganhar o acordo para algo entre R$ 6 bilhões.

Interessados Segundo analistas, a tendência é que a Fíbria seja a primeira interessada na Eldorado, até pela sinergia que uma aquisição como esta traria à empresa e o poder de mercado mundial que a companhia ganharia. Mas a Fíbria vai querer comprar por um preço baixo, segundo fontes. Já a Alpargatas teria o potencial de atrair os concorrentes que foram deixados para trás na disputa em 2015. A J&F pagou R$ 2,7 bilhões pela empresa, com dinheiro emprestado da Caixa. A Vigor teria a empresa PepsiCo interessada. 




Os atos de vandalismo registrados nesta quarta-feira na Esplanada dos Ministérios em Brasília já estão sendo usados por forças políticos que estão de fora da vida pública, por jornalistas e emissoras de TV como argumento para afirmar que o governo Temer se tornou insustentável também sob o ponto de vista da sociedade. Ninguém falou que atear fogo em um prédio cheio de servidores pode ser considerado um ato de terrorismo e tentativa de homicídio. Estão todos é questionando a decisão de Temer de convocar as forças armadas para proteger o patrimônio público e evitar a invasão do Palácio do Planalto.

Mas todos brasileiros sabem que o que se viu em Brasília não foi nenhuma manifestação cívica, mas sim um bando de criminosos controlados pelo PT, MST e sindicatos insatisfeitos com o fim do imposto sindical. Há muitas razões para que as tais "forças políticas" se aproveitem de um momento de fragilidade para tentar derrubar Temer. No último mês antes da crise, o governo conseguiu os melhores resultados na retomada da geração de empregos e nos indicadores econômicos, com a inflação em baixa, perspectiva de queda dos juros, dólar estável e a retomada dos investimentos de setores produtivos.

O ingresso de dólares na economia é um claro indicador de que o país havia retomado a confiança dos investidores estrangeiros e  a economia caminhava a passos largos rumo a total recuperação. Mas isso só foi possível com a promoção de cortes de gastos em áreas sensíveis para muita gente, como os gastos em propaganda estatal, liberação de recursos duvidosos, fim de incentivos fiscais e o próprio fim do imposto sindical.

Embora o presidente Michel Temer não tenha conseguido decolar na avaliação positiva na opinião pública, segundo os institutos de pesquisa, havia um clima de normalidade política e estava tudo encaminhado para uma transição tranquila em 2018, excetuando o fato de um criminoso como Lula pleitear disputar as eleições.

A Globo foi apontada por vários especialistas e até mesmo profissionais no ramo da comunicação como responsável pelo vazamento de uma transcrição falsa de uma conversa gravada pelo empresário Joesley Batista e o presidente Michel Temer, o que teria desencadeado a atual crise política. A Procuradoria-geral da República também foi questionada por firmar um acordo de delação tão rápido com o grupo JBS, mesmo sabendo que os sócios da empresa estavam prestes a cair em uma operação da Polícia Federal. Janot firmou o acordo sem a participação da Polícia Federal e da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, faltando apenas três meses para o fim de seu mandato na PGR. O mais assustador em tudo isso é a articulação coordenada entre a Globo e setores da esquerda para tentar derrubar Temer. A emissora está há mais de 180 horas pedindo a renúncia de Temer e estimulando manifestações por sua saída.

A sociedade não foi para as ruas. Isto significa que parte da população vê com desconfiança as manobras de bastidores tramadas por grupos de interesse que se sentem ameaçados com a recuperação da economia do país. Caso Temer seja mesmo derrubado, qualquer um que assumir seu lugar estará se cacifando para disputar as eleições em 2018. Aquele que assumir o lugar de Temer se apropriará de suas conquistas na área econômica que estão em franco desenvolvimento e terá algo a mais para apresentar ao eleitor na época das eleições, além de dispor da máquina pública.

Isto significa que neste momento, quem está escolhendo o sucessor de Temer e o futuro presidente do Brasil a partir de 2019 não é o povo, mas o mesmo grupo de políticos e empresários que dominam o país há décadas, mas que ficaram de fora das decisões durante o último ano de governo Temer, como os meios de comunicação, os sindicatos e especuladores do mercado financeiro. Não será nenhuma surpresa se Lula, Dilma e outros criminosos que ajudaram a roubar o país nas últimas décadas permanecerem impunes.



Não eram apenas sindicalistas revoltados com o fim do imposto sindical ou militantes remunerados pelo PT que participaram da manifestação na Esplanda dos Ministérios em Brasília. Entre os vândalos que fizeram parte dos confrontos, incendiaram prédios, depredaram pontos de ônibus e instalações públicas, havia milhares de jovens menores de idade.

Professores de esquerda de escolas públicas da região organizaram caravanas com alunos para as manifestações violentas que marcaram esta quarta-feira. Os jovens foram ao local seduzidos pelo romantismo vendido pelos ativistas de esquerda. Muitos queriam apenas tirar algumas selfies para postar nas redes sociais. Mas a modinha de ser de esquerda acabou custando caro para muitos destes garotos. Entre os 49 feridos, 14 são menores de idade, estudantes de escolas públicas dos subúrbios de Brasília. 



O empresário Joesley Batista foi cutucar a onça com vara curta acreditando que seu poder econômico seria capaz de se sobrepor ao poder do Estado e a ira do meio político, mas parece que pode ter a vida complicada nos próximos meses.

O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) conseguiu nesta quarta-feira o número necessário de assinaturas para abertura da CPI Mista da JBS. No Senado, 33 já haviam assinado, na expectativa por mais 2 votos. Na Câmara, ele garante que sua equipe já conta com mais que as 170 assinaturas necessárias para a instalação da comissão.


O presidente do Senado, Eunício Oliveira se comprometeu a realizar a leitura de criação da comissão logo que pedido for protocolado, provavelmente nesta quinta-feira. A comissão pretende investigar as condições camaradas dos empréstimos contraídos pelo grupo durante os governo do PT de Lula e Dilma. A Procuradoria-geral da República calcula que a JBS conseguiu captar cerca de R$ 45 bilhões dos cofres públicos, entre dinheiro do BNDES, Caixa e Fundos de pensão. 



Um manifestante mortadela ficou sem alguns dedos da mão direita durante os atos de vandalismo promovidos pelo PT e CUT na Esplanada dos Ministérios na tarde desta quarta-feira (24/5). terminou em confusão, vandalismo e pessoas feridas. O rapaz acabou vítima da própria fúria quando tentava soltar um rojão na direção dos Policiais que protegiam o patrimônio público contra depredações.

Nas imagens do vídeo abaixo, o homem aparece sendo socorrido por um outro mortadela. Manipulados, os manifestantes acreditavam que protestavam contra as reformas da Previdência e Trabalhista e o governo Michel Temer (PMDB-SP), quando na verdade foram usados pelo PT, que pretende voltar ao poder, e pelos sindicatos, que serão extintos com o fim do imposto sindical obrigatório.

Entusiasmados, tirando selfies e postando nas redes sociais em tempo real, o rapaz acabou se distraindo quando o rojão explodiu em sua mão antes de ser lançado contra os policiais. Isto sim é um protesto "arrojado".




Um grupo de manifestantes mortadelas manipulados pelo PT, que quer voltar ao poder, e pelas centrais sindicais, que serão extintas com o fim do imposto sindical, foi insuflado a colocar fogo em Brasília no início da tarde desta quarta-feira (24). Os trouxas foram convencidos de que se tratava de uma manifestação contra as reformas trabalhista e da Previdência e pela renúncia do presidente Michel Temer e acabaram entrando em confronto com a Polícia Militar.

Como estavam em maior número, o Governo resolveu convocar as Forças Armadas para conter a depredação do patrimônio público. No final da tarde, quando as primeiras tropas militares chegaram na Esplanada dos Ministérios, os mortadelas entenderam que não seria possível prosseguir com a baderna e trataram de se dispersar imediatamente.

Já era noite quando a Polícia Militar deixou a Esplanada dos Ministérios após a operação que começou na madrugada desta quarta-feira, 24. Enquanto viaturas da PM deixavam o local, homens das Forças Armadas assumiam posições na região que foi palco da manifestação horas antes. Dispostos no entorno dos ministérios, soldados do Exército portavam escudo transparente e alguns mantinham fuzis bem à vista.

A entrada das tropas na Esplanada foi discreta. Os soldados chegaram em caminhões que estacionaram nas vias que ficam na parte de trás dos Ministérios. Logo depois do desembarque, grupos de 20 a 30 homens eram formados nos estacionamentos dos ministérios enquanto as ordens eram passadas.

Aos poucos, os ministérios passaram a ser protegidos pelas Forças Armadas. Um dos primeiros foi o das Comunicações. Soldados do Exército cercaram o entorno de todo o edifício e ficaram dispostos com distância de cerca de cinco metros entre eles. Armados, os homens vestiam roupa camuflada e usavam protetores peitorais e nas pernas, como uma espécie de armadura. Nas mãos, escudos transparentes com a inscrição do Exército.

O mesmo esquema foi usado no Ministério da Agricultura. Em formação semelhante, soldados portando fuzil guarneceram o entorno do Ministério da Fazenda - que sofreu invasão e foi esvaziado durante a tarde.

Os fuzis usados pelas tropas permitem uso de bala de borracha ou munição tradicional, mas os soldados não disseram qual tipo estava sendo usado. Na Fazenda, seguranças privados foram pegos de surpresa, mas comemoraram a chegada do reforço, já que o edifício costuma ser alvo constante de manifestantes.



A ex-presidente Dilma Rousseff surpreendeu mais uma vez ao tentar se aproveitar da crise política e entrou com um pedido de liminar nesta quarta-feira (24)  no Supremo Tribunal Federal , solicitando que anule o processo impeachment desencadeado no Congresso e devolva a ela o cargo de presidente da República.

Na petição, o advogado da ex-presidente, José Eduardo Cardozo alega fatos novos, como as denúncias feitas na delação da JBS. "O quadro institucional do nosso país passou a sofrer uma forte e acentuada deterioração. O País passa hoje por uma crise política e institucional aguda, em dimensões nunca antes vivenciadas", afirma.

"A cada dia se evidencia mais a ilegitimidade e a impossibilidade do atual presidente da República permanecer no exercício do mandato para o qual não foi eleito, e em que foi indevidamente investido por força de um processo de impeachment escandalosamente viciado e sem motivos jurídicos que pudessem vir a justificá-lo", completa.

Na ação, Cardozo defende que Dilma foi afastada pelo Congresso "sem que tenha sido praticado qualquer ato que configure crime de responsabilidade." Diz ainda que o próprio Michel Temer teria reconhecido o desvio de poder de Eduardo Cunha, ao aceitar a abertura do processo de impeachment. Isso teria ocorrido em entrevista à TV Band, em abril.

Diante do agravamento da crise, a defesa da ex-presidente defende a concessão da liminar. "Se no momento do indeferimento do pedido de liminar, infelizmente ao ver do Ministro do Relator, existiam razões para se falar da ausência do periculum in mora [perigo na demora de apreciação] para a restauração de um governo legal e legítimo no país, agora, estas não mais poderão existir", afirma Cardozo.

No caso de negativa de liminar, Cardozo pede que o caso seja apreciado "com a maior celeridade possível", "levando-se ao Plenário desta Corte Suprema, a apreciação definitiva.". Eles não desistem nunca, mas faz até sentido. A Globo já diz que derrubou Temer e menciona vários nomes para ocupar o cargo, como o sócio da JBS, Henrique Meirelles e o sócio de André Esteves, Nelson Jobim. Dilma, mais suja que pau de galinheiro, acredita que o país virou uma zona como a Globo pinta e se acha no direito de reivindicar de volta seu posto.  



O jornal O GLOBO publicou uma matéria abordando a participação do juiz federal Sérgio Moro no tradicional programa de TV americano “60 minutes”, da rede CBS. O artigo informa que o programa dedicouum bloco inteiro dedicado à “Operation Car Wash”, a Lava-Jato brasileira, no último domingo.

Ainda segundo o artigo, "A operação foi definida pelo repórter Anderson Cooper, que é também da CNN, como a maior operação contra a corrupção da história brasileira, que colocou em crise toda a política. Cooper teve raro acesso ao cotidiano dos procuradores e do juiz Sergio Moro. E ouviu do coordenador da Lava-Jato, o procurador Deltan Dallagnol, que a Lava-Jato é “muito, muito maior” do que o escândalo do Watergate".

Foi a partir deste ponto que a publicação distorceu os fatos para tentar ridicularizar o juiz responsável polos processos da Lava Jato. Observe que no trecho abaixo, a matéria tenta distorcer o fato de Sérgio Moro ter comparado o início da maior investigação do Brasil à uma cena do filme “Os Intocáveis” Brian de Palma, de 1987:

"Numa rara entrevista, Moro chegou a se comparar com Eliott Ness, do filme “Os Intocáveis”.. diz O GLOBO, fazendo uma espécie de chacota com o magistrado, que em momento algum quis se comparar ao personagem do filme, mas apenas usou uma cena do filme para descrever um dos eventos que desencadearam a Operação Lava Jato: as informações recebidas do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

Durante o programa, o entrevistador Anderson Cooper perguntou ao magistrado como ele se sentiu quando se deparou com a grandiosidade das informações prestadas pelo delator. Moro sorriu e disse que compreendeu que aquele “era um caminho sem volta”.

O entrevistador perguntou de novo:  “Caminho sem volta”?, pergunta Cooper.

“Sim, como naquele filme, ‘Os Intocáveis’”, respondeu Moro.

“Você assistiu aos Intocáveis”?, pergunta Cooper.

“É um grande filme”, continua Moro.

Os editores do programa exibiram em seguida a cena usada por Moro como referência ao descrever a situação experimentada durante o depoimento de Paulo Roberto Costa.

Na cena exibida no programa, em os personagens de Sean Connery e Kevin Costner, Eliot Ness, falam sobre “um caminho sem volta” na perseguição a Al Capone no filme “Os Intocáveis”, do diretor Brian de Palma, de 1987.

Diz Sean Connery no filme: ‘Se você passar por aquela porta, você estará caminhando para um mundo de problemas e não há como voltar atrás. Você entende isso’?"

O GLOBO usou de má fé até no título da matéria, que afirma que "Moro se compara a Eliot Ness em programa de TV americano". A frase usada como referência por Sérgio Moro foi dita pelo personagem Jim Malone, vivido pelo ator Sean Connery, e não Eliot Ness, vivido pelo ator  Kevin Costner.

Em momento algum da entrevista, Moro se comparou a qualquer um dos personagens do filme.

Veja a matéria do O GLOBO





Grupos de baderneiros comandados pelo PT e CUT tentaram incendiar Brasília nesta quarta-feira, 24. Cerca de 500 ônibus fretados pelo PT e movimentos sociais e sindicais levaram os manifestantes profissionais que foram insuflados pelos dirigentes sindicais a partir para a violência.  O presidente Michel Temer foi forçado a assinar um decreto que permite que Forças Armadas atuem para garantir a segurança no Palácio do Planalto, Congresso e ministérios após protestos violentos.

Parlamentares de esquerda criticaram a decisão do presidente Michel Temer, que editou decreto para "garantia da lei e da ordem" e permitiu que tropas federais atuem na segurança da Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Os militares foram convocados para evitar o depredamento do patrimônio público e garantir a ordem .

O decreto de Temer foi anunciado pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann (veja no vídeo acima) e publicado em uma edição extra do "Diário Oficial da União" e prevê o emprego das Forças Armadas no Distrito Federal entre 24 e 31 de maio.

Carlos Zarattini (PT-SP), líder do partido na Câmara - "Se o Exército, a Marinha ou a Aeronáutica de novo interferirem na vida da nação, será um caminho que nós podemos ficar muitos anos sofrendo. Temos que parar para discutir e refletir e o Congresso se posicionar em defesa da democracia, da soberania nacional e em defesa do povo brasileiro".

Randolfe Rodrigues (Rede-AP), senador - “Manifestação, repressão, black blocks é polícia que resolve. Era a polícia que resolveria. Chamar as Forças Armadas num momento grave da vida nacional. Isso é um crime de lesa-pátria, isso sim é que é contra a Constituição”.

Foi quase uma tentativa de golpe de Estado. Caso as tropas do exército não fossem convocadas, havia a possibilidade de invasão do Palácio do Planalto por uma horda de militantes da esquerda, algo característico de um golpe. 



Um ato organizado pelo PT, MST, CUT e movimentos sociais controlados pelo PT de várias partes do Brasil organizam nesta quarta-feira (24) a Marcha das Centrais Sindicais a Brasília. Cerca de 500 ônibus chegaram a capital federal para o protesto. De uma estimativa inicial de 100 mil, pouco mais de 10 mil compareceram, mas foi suficiente para promover um espetáculo de intolerância democrática e destruição. Sob o argumento de que a manifestação seria para protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária, o grupo partiu para a depredação de ministérios, paradas de ônibus e promovem pichações em locais como o Museu da República e incêndios na Esplanada dos Ministérios.





O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, não demorou muito tempo para mostrar o verdadeiro caráter do ato e defendeu durante a concentração na manhã desta quarta, eleições diretas para a Presidência da República ainda este ano.

— Para nós, 'Fora, Temer' virou passado. Não adianta sair Temer e entrar Meirelles, Carmem Lúcia ou Rodrigo Maia. O que interessa são Diretas Já, afirmou a jornalistas.

Como sempre, O PT e seu braços políticos tentam impor a sua vontade, independente das instituições ou da vontade da sociedade. São oportunistas que tentam impedir o andamento de votações importantes, como a liberação de saques do FGTS, que tanto bem fizeram ao trabalhador e para a economia nos últimos meses.

A cobertura da Rede Globo trata os baderneiros profissionais como manifestantes que pedem a saída de Temer.



Contemporizar. Esta é uma palavra que retrata muito bem o comportamento da Justiça, dos órgãos de controle e até mesmo de setores da sociedade quando o tema é combater a corrupção. Contemporizar significa ser flexível, condescendente e buscar acordos que visem o bem comum.

A corrupção no Brasil era tratada exatamente desta forma. Pelo menos até o surgimento da Operação Lava Jato e de figuras emblemáticas como o juiz federal Sérgio Moro e o procurador da República, Deltan Dallagnol.

Completamente intransigentes com a corrupção e até o momento sem nenhuma mácula em suas carreiras, vida pública ou pessoal, os responsáveis pela Operação Lava Jato tiram o sono de empresários e políticos corruptos. Idealistas e incorruptíveis, Moro, Dallagnol e companhia tentam demonstrar de todas as formas possíveis que não é correto, racional ou compreensível contemporizar com criminosos. Na visão dos membros da força-tarefa baseada em Curitiba, a corrupção é uma assassina silenciosa que mata na fila do SUS, é uma ceifadora do futuros dos jovens, que não recebem educação de qualidade do Estado e muitas vezes até dos professores. Na Lava Jato, lei é lei e crime é crime e pronto. A simplicidade deste raciocínio fez muitos juristas renomados, ministros do STF e formadores de opinião se curvaram a constatações tão óbvias.

Moro e Dallagnol raramente são vistos juntos. O juiz federal e o procurador da República atuam em posições diferentes no campo do combate à corrupção, mas compõem um invejável time que tem imposto derrotas históricas a empresários e políticos corruptos e poderosos. Os dois e demais membros da Lava Jato tiveram suas vidas reviradas por governos do PT em todo o país, por jornalistas e até mesmo por colegas da Polícia Federal ao longo dos últimos três anos e absolutamente nada em suas vidas pregressas que desabonasse suas condutas foi encontrado.

O fascínio da sociedade com a Lava Jato ocorre justamente pelo fato da investigação ter imposto uma "regra" inédita na Justiça do país: a obrigação das autoridades em se fazer cumprir a Lei. A rigor, a Lei é composta por regras e em qualquer país civilizado, a sociedade não deveria se surpreender com o cumprimento de regras.

Mas o cinismo da tolerância com a corrupção no país chegou a tal ponto, que até mesmo presidentes da República vieram a público defender certa "tolerância" com a corrupção em nome da manutenção de empresas e de empregos. Agora, a Lava Jato avança inexoravelmente para elucidação de esquemas de corrupção nos estados. No Rio de Janeiro, a organização criminosa comandada por Sérgio Cabral foi praticamente dizimada. Em Brasília, dois ex-governadores e um vice foram presos por corrupção nas obras da Copa. Isto é só o começo. Moro, Dallagnol e os demais integrantes da força-tarefa baseada em Curitiba estão determinados a seguir em frente e se tornaram exemplos para outros representantes da Justiça país afora.

A Lava Jato vai além da materialização de sonhos até então eram considerados intangíveis por uma parcela significativa da sociedade: a investigação está promovendo uma revolução cultural, uma revolução de valores que afeta milhões de brasileiros que cresceram sob a égide de um Estado corrupto. Uma sociedade que aprendeu a conviver, aceitar e até praticar pequenos atos de corrupção, onde pequenos crimes infelizmente ainda vistos até com normalidade, como subornar um policial, fiscal ou pequenos furtos de energia, água e TV por assinatura.

A Lava Jato pode ser compreendida como um marco na história do país justamente por ter influenciado positivamente milhões de brasileiros, jovens juízes e a juventude do país, de modo geral. Na prática, a Lava Jato é a realização de um sonho de milhões de brasileiros que nunca deixaram de acreditar que a Justiça representava o último elo que amarrava o futuro do país ao passado colonial.



O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, STF, afirmou que caberá ao Supremo rever os excessos no benefícios concedidos pela Procuradoria-geral da República aos executivos do Grupo JBS, incluindo os irmãos Joesley e Wesley Batista. Os empresários confessaram terem cometidos vários crimes antes de firmarem um acordo com o Ministério Público Federal, e cometeram outros crimes financeiros após o acordo de delação.

O ministro falou durante seminário realizado na noite desta terça-feira pela Uniceub, em Brasília, que os benefícios concedidos aos criminosos poderão ser revistos pela Corte. Pelo acordo de delação premiada firmado pelo procurador da República, Rodrigo Janto, os irmãos Joesley e Wesley Batista ganharam anistia total aos crimes cometidos e foram autorizados a residir fora do Brasil.

“Realmente a negociação pode partir do Ministério Público, mas quem fixa os benefícios é o Judiciário. Nesta delação de agora, o ministro Edson Fachin somente homologou o acordo nos aspectos formais, não o conteúdo em si, o conteúdo em si será avaliado pelo órgão julgador, que é o plenário do Supremo”, afirmou Marco Aurélio, que discutiu no seminário justamente que discutiu o uso das delações premiadas no País.

Com informações do Estadão



A insatisfação com o controverso acordo de delação premiada firmado entre a Procuradoria-geral da República e o empresário Joesley Batista tem sido um dos temas mais debatidos no Brasil nos últimos dias. Entre os insatisfeitos, está o economista Delfim Netto, O ex-ministro da Fazenda defende que o Brasil peça a extradição do sócio da Friboi que causou um rombo de mais de R$ 200 bilhões no mercado financeiro com a queda da Bolsa. “Ele produziu um terremoto e um prejuízo gigantesco à economia. Precisa ser extraditado para responder por seus crimes.”

O economista não concorda com a "bondade" da PGR com bandidos e afirma que para os crimes cometidos por Joesley “só cadeia resolve”. “Não pode ser resolvido com o pagamento de multas", afirmou o ex-ministro.

Com informações da Folha

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