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Imprensa critica o governo até por baixar juros da casa própria e por devolver dinheiro do cidadão no PIS/Pasep



Que o presidente Michel Temer que sofreu o mais covarde ataque dos meios de comunicação em todos os tempos, não há qualquer dúvida. Ainda mais levando em conta que a Operação Lava Jato não identificou absolutamente nenhum caso de corrupção em seus dois anos de governo. Um contraste inexplicável com a forma que a imprensa, o Judiciário e o Ministério Público Federam tratam a ex-presidente Dilma Rousseff, apontada por vários delatores como cúmplice nos desvios bilionários na Petrobras.

A imprensa se associou ao ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para promover a farsa montada pelo ex-PGR com os criminosos da JBS para derrubar o governo a qualquer custo. De fato, os maiores meios de comunicação do país, sobretudo a Rede Globo, participaram com entusiasmo daquilo que teria sido a mais vergonhosa conspiração da história da República para derrubar um governo. Não conseguiram, mesmo com o suporte vergonhoso do Supremo Tribunal Federal, que acolheu um acordo de delação de Joesley Batista, apontado como chefe de organização criminosa. Este pequeno detalhe viola a Lei de Delação Premiada, na qual são vetados benefícios para agentes criminosos nesta condição.

Mas os ataques dos dilmistas se acirraram ainda mais. Bastou Temer cogitar concorrer à Presidência em 2018, e o ministro do STF, Luis Roberto Barroso, rompeu mais uma barreira histórica e determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de um presidente da República em exercício. Não acharam nada. O pedido ocorreu no âmbito de um processo que já foi prorrogado dezenas de vezes ao longo do último ano, envolvendo o suposto envolvimento de Temer em esquemas ilícitos no porto de Santos. Normalmente, inquéritos são prorrogados quando não se encontra nenhuma prova. Até o momento, nada foi apresentado contra Temer no tal inquérito.

Como nada foi comprovado contra o presidente, nem durante o exercício do cargo ou ao longo de seus 50 anos de vida pública, a imprensa resolveu criticar as medidas positivas do governo sob o ponto de vista do cidadão.

O Estadão publicou uma matéria criticando o gesto do governo de liberar saques do PIS/Pasep para todas idades e permitir que demissionários saquem seu dinheiro no FGTS. Temer está devolvendo ao cidadão o seu dinheiro como forma de reaquecer a economia e gerar mais empregos. Segundo o Estadão, trata-se agora de um "pacote de bondades". A reportagem omite que o governo tem adotado esta política desde 2016, quando Temer assumiu a Presidência em meio à pior recessão da história.

Ainda segundo o Estadão, Temer estaria de olho na reeleição ao propor reduzir os financiamentos com juros mais baixos para a compra da casa própria. A iniciativa, que tem o mesmo propósito de aquecer o mercado da construção civil, gerar emprego, aproveitando o bom momento para o mercado, é criticada pelos economistas do Estadão. A matéria, no entanto, omite que o governo promoveu a maior queda de juros da história do país e que uma das consequências naturais desta queda seria repassá-la para os financiamentos de imóveis.

Segundo o Estadão, a liberação de saques e a redução de juros coloca em risco o fundo do FGTS. Por meio da sua assessoria, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse não ver problemas em liberar o FGTS para quem pede demissão, desde que a medida não coloque em risco a sustentabilidade do próprio fundo.

Tem sido comum tentar responsabilizar Temer por problemas crônicos herdados de Dilma e Lula, como a questão das moradias, problemas na saúde, segurança pública e o desemprego. Temer também foi criticado pela intervenção federal no Rio, por ter cortado mais de 1 milhão de fraudadores do Bolsa Família, ter cancelado auxílio-doença de 180 mil fraudadores do INSS, por ter acabado com o famigerado imposto sindical obrigatório e por ter atacado os altos salários e privilégios vergonhosos do Judiciário e Ministério Público Federal. Até ai, é compreensível que os setores afetados manifestem sua insatisfação com o governo. Não cabe à imprensa exercer o papel da oposição.

Criticar o governo por medidas positivas, tanto para a população quanto para o mercado, é uma comprovada manifestação de má fé por parte da imprensa. Só falta terem a coragem de criticar a queda da inflação que financiava os ricos, rentistas, especuladores e donos das grandes fortunas no país, como é o caso da maioria dos donos dos meios de comunicação.
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Senadora Ana Amélia afirma que Gleisi Hoffmann incorreu em crime previsto na Lei de Segurança Nacional



A Gleisi Hoffmann (PT-PR) se envolveu em mais uma polêmica em sua cruzada desesperada para livrar o ex-presidente Lula da prisão e reaver o cabo eleitoral que pode salvá-la da cadeia ajudando-a a se reeleger nas próximas eleições e garantir a manter o foro privilegiado.

A petista divulgou uma mensagem transmitida pela rede de televisão Al Jazeera, na quela denunciou ao mundo árabe que o ex-presidente “Lula é um preso político em nosso País”. A petista afirmou no vídeo que “Lula é um grande amigo do mundo árabe” e foi “o único presidente que visitou o Oriente Médio”. No mesmo vídeo, Gleisi convida “a todos e a todas” no mundo árabe a se juntarem à campanha pela libertação do ex-presidente e diz que “a política externa (brasileira) passou a ser ditada pelo Departamento de Estado norte-americano”.

A repercussão do vídeo gravado por Gleisi e transmitido pela maior TV árabe do mundo ganhou as redes sociais e foi compreendida por muitos como um gesto perigoso. A senadora Ana Amélia (PP-RS) rebateu as alegações da petista sobre o condenado na Lava Jato a 12 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro do caso do tríplex do Guarujá.

A senadora Ana Amélia acredita que  Gleisi incorreu em um crime previsto pela Lei de Segurança Nacional ao gravar o vídeo. O artigo 8º da lei prevê pena de 3 a 15 anos de reclusão para quem “entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil”.

“Mesmo que essa hostilidade seja retórica ou política, ela não deixa de ser uma interferência externa”, avalia a senadora pepista, lembrando do “absurdo” e gravidade que é acusar a diplomacia brasileira de ser regida pelos EUA. “Foi um absoluto serviço de lesa-pátria, uma manifestação descabida de cabimento e e agressiva”, classificou Amélia, sem dizer se entraria com alguma representação criminal contra Gleisi.

A senadora afirmou, porém, que vai pedir para que as palavras de Gleisi no vídeo sejam registradas “nos anais do Senado”.

Em entrevista à Rádio Jovem Pan, AnaAmélia, afirmou que o Estado democrático de direito está funcionando regularmente” no Brasil e a aceitação da denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por corrupção no STF mostra isso. A senadora do PP também citou a negação dos “embargos dos embargos” de Lula pelo TRF4, que esgotou nesta quarta (18) om julgamento do ex-presidente na 2ª instância.

“Depois de perder o poder em 2016 dentro do ordenamento jurídico, perder o apoio popular que esperava ter na prisão do presidente Lula, o partido (PT) agora perde a compostura ao atacar o Judiciário, desqualificar o Judiciário brasileiro, o Ministéro Público, a Polícia Federal, a imprensa e invocar, talvez, o exército islâmico a socorrer o ex-presidente”, ironizou Amélia.

Acompanhe a entrevista de Ana Amélia no vídeo abaixo:

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Acabou Lula, acabou Zanin. O negócio agora é se preparar para as próximas condenações nos casos do terreno da Odebrecht e do sítio de Atibia



Após torrar milhões com recursos, campanhas, caravanas e espetáculos midiáticos diários de esperneio ao longo dos três últimos anos, o escandaloso caso do triplex do Guarujá teve finalmente sua jurisdição encerrada no Tribunal Regional Federal da 4ª Região nesta quarta-feira, 18. Acabou para Lula, para seus advogados caros e para a esquerda chorosa com a condenação do ladrão. Lula está na prisão e teve todos seus recursos negados em tribunais superiores, mesmo contratando advogados a peso de ouro.

 A 8ª turma do TRF-4, o Tribunal da Lava Jato na Segunda Instância negou, nesta quarta-feira (18), por unanimidade, os últimos recursos interpostos na corte pela defesa do petista no caso do triplex. Com a decisão, ficam exauridas as possibilidades de apelação na segunda instância.

Os juízes decidiram não conhecer os recursos, ou seja, o mérito do pedido não chegou a ser sequer analisado. Eles entenderam que as questões propostas nos embargos já haviam sido examinadas.

O negócio de Lula agora é ir se adaptando à vida de presidiário, enquanto seus advogados e subordinados iniciam uma nova fase de espetáculos de defesa do criminoso nos casos em que o petista é apontado como protagonista de mais uma série de crimes envolvendo uma cobertura vizinha à sua em São Bernardo do Campo, um terreno de R$ 12 milhões onde seria erguida a nova sede do Instituto Lula, ambos imóveis negociados pela empreiteira Odebrecht, além do famoso caso do sítio em Atibaia.

Juntos, os dois processos devem render ao ex-presidente mais 40 anos em condenações, segundo levantamento feito por juristas. Além destas três ações criminais na Lava Jato, Lula ainda é réu em outras quatro ações penais e outros três inquéritos criminais em fase final.

Após ter sido finalmente preso, a sensação na sociedade é a de que a Justiça foi feita em relação ao ex-presidente Lula. Mas ainda não acabou. Na verdade, é apenas o começo.

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Gilmar Mendes e Janot estabeleceram que no Brasil é crime delatar ministros do STF. Dias Toffoli se safou e a delação da OAS até hoje não foi homologada



Em agosto de 2016, a Revista Veja publicou uma reportagem informando que o ex-presidente da construtora OAS, Léo Pinheiro, havia delatado o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal. Segundo a publicação, o empreiteiro falou sobre as reformas na mansão do ministro do STF em Brasília.

Condenado a dezesseis anos e quatro meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no escândalo do petrolão, Léo Pinheiro negociava um acordo de delação há seis meses com o Ministério Publico Federal, Os depoimentos do empresário ao juiz Sérgio Moro foram cruciais para a condenação do ex-presidente Lula a uma pena de mais de 12 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá.

Mas Léo Pinheiro cometeu o pecado de delatar um ministro do STF e o ex-procurador-geral da República cancelou seu acordo de delação imediatamente, o que impediu que o empresário, ex-amigão de Lula, esclarecesse melhor os fatos que havia proposto negociar em seu acordo em relação aos favores pedidos por Dias Toffoli.

Na ocasião, o ministro Gilmar Mendes apoiou integralmente a iniciativa de Rodrigo Janot de cancelar o acordo com Léo Pinheiro e classificou como crime o envolvimento de um colega do STF no vazamento de uma delação. Passados quase dois anos, Léo Pinheiro continua na prisão, Toffoli caminha para se tornar o presidente do STF e a procuradoria-geral da República continua abafando o caso, como ocorre em relação aos criminosos da JBS, as delações contra Dilma Rousseff, o próprio Janot e seu braço direito Marcelo Miller, entre outros envolvidos nos anos de corrupção dos governos do PT. Investigar o MPF, o STF e seus padrinhos como Joesley Batista e Dilma, não pode.

Gilmar Mendes afirmou que Rodrigo Janot foi o “o mais desqualificado que já passou pela história da Procuradoria”, mas deu total apoio quando o ex-procurador-geral resolveu blindar Dias Toffoli em uma delação que o Brasil jamais saberá o que poderia sair. Ficou decidido que delatar ministros do STF no Brasil é crime e pronto.

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Gleisi Hoffmann é detonada na TV árabe, após dizer que Lula é vítima da Justiça no Brasil



A TV árabe exibiu uma reportagem detonando a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), logo após a veiculação de um vídeo gravado pela petist pedindo o apoio do mundo árabe na campanha pela libertação do ex-presidente Lula da prisão.

No vídeo que circula na internet, o apresentador parece esclarecer ao mundo árabe que Lula é um criminoso condenado na Lava Jato a 12 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro e que ainda tem vários processos pela frente. Na suposta tradução no vídeo, o jornalista lembra que a própria Gleisi Hoffmann também é alvo de vários processos e que também deve ser presa em breve. Brincadeira ou não, faz sentido.

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Temer livrou o Brasil do PT e colocou suas crias para pedir esmolas. Para liquidar a fatura, nomeou o ministro do STF que colocou Lula na cadeia



O Brasil nunca teve inflação de menos de 3% ao ano em toda sua história. Juros na casa de 6% ao ano também é um marco histórico jamais alcançado por nenhum governo. Os bilhões economizados pelo povo com juros e inflação vão parar diretamente na mesa daqueles que ganham até dois salários mínimos. Antes, o povo se sacrificava para dar vida boa aos bancos, rentistas e donos de grandes fortunas que nunca precisaram trabalhar na vida. Esta gente não está nada satisfeita com o presidente Michel Temer.

O povo é o maior beneficiário da inflação baixa e queda nos juros. A inflação funciona como um mecanismo de distribuição inversa de riquezas. Quanto mais alta, mais o povo paga para aqueles que vivem de especulação. A inflação é muito ruim para a economia de um país. Quem mais sofre são os trabalhadores mais pobres. Na prática, a inflação a expansão monetária da economia, ou seja, o aumento da quantidade de dinheiro em circulação no sistema financeiro, e que, consequentemente, ocasiona um aumento generalizado de preços. As decisões das autoridades monetárias influenciam as taxas de inflação, que tem ainda outros fatores ocasionadores, como escassez de capital, déficit governamental, aumento excessivo de salários de servidores, estatização, especulação de distribuidores, poder dos monopólios e oligopólios, e taxas de juros elevada. Para agradar a base de mais de 2 milhões de servidores, tratada como cabos eleitorais, os governos anteriores eram generosos com o aumento de salários da categoria. Para cobrir os gastos, bastava mandar a Casa da Moeda fabricar mais dinheiro, ocasionando mais inflação. Quem pagava a fatura era o pobre mesmo.

É ilusão imaginar que o controle da inflação é mérito do Ministro da Fazenda. São as decisões políticas que criam um ambiente favorável tanto para a redução da inflação quanto dos juros. No caso dos juros, a redução também alcança o trabalhador mais pobre, através do financiamento da safra agrícola, que diminuiu os custos dos gêneros alimentícios, através da aquisição de bens de consumo parcelados e do pagamento de contas em atraso.

Mas o que é bom para o povo é péssimo para as elites dominantes do país. Justamente os setores da sociedade capazes de influenciar a população, através dos meios de comunicação, Redes Sociais, formadores de opinião, representantes da classe artística, políticos, sindicalistas e jornalistas de aluguel. No caso do Brasil, praticamente todos os jornalistas são de aluguel e estão a serviço de bancos, especuladores do mercado financeiro, donos de grandes fortunas, rentistas, empresas poderosas e meios de comunicação descontentes com a queda das receitas em publicidade governamental e privada.

Neste tabuleiro, desagradar toda esta gente significa comprar uma briga praticamente impossível de ser vencida. No caso do presidente Michel Temer, o chefe do executivo já mandou vários recados para estes grupos, afirmando não se importar com popularidade. Entre agradar os tradicionais sanguessugas do dinheiro do contribuinte e colocar o país nos eixos, Temer ficou com a segunda opção. De modo consciente, disse um sonoro foda-se para a popularidade que as elites poderiam forjar a seu favor em troca dos velhos favores indecoroso em torno do dinheiro do contribuinte.

Neste aspecto, o presidente Michel Temer é o primeiro em praticamente toda a história da República a comprar briga com interesses poderosos para defender os interesses e o dinheiro do povo. Obviamente, a população não é capaz de distinguir os feitos dos rumores. Temer livrou o país do PT ao puxar deliberadamente o tapete da ex-presidente Dilma Rousseff e de toda corja que havia se apropriado do estado desde 2003. O presidente quebrou as pernas dos sindicatos e dos 400 mil pelegos que viviam do imposto sindical obrigatório, dos artistas que viviam do dinheiro fácil da Lei Rouanet, dos mais de 100 mil ocupantes de cargos comissionados, da elite de servidores, dos bilionários viciados no dinheiro do BNDES, dos bancos, rentistas, especuladores, donoso de grandes fortunas, jornalistas de aluguel, meios de comunicação, reitores e professores universitários que faziam uma verdadeira farra com repasses generoso, ameaçou os privilégios vergonhosos do Judiciário e do MPF, deixando de repassar bilhões do dinheiro do povo para os parasitas que prosperaram durante os governos do PT de Lula e Dilma.

Temer foi alertado que seria duramente atacado por todos estes setores com infâmias, denúncias, fofocas, ilações e maledicências de toda natureza. Após ter acabado com o imposto sindical obrigatório, setores da imprensa passaram meses afirmando que ele permitira a volta do famigerado tributo. Ao indicar o ministro Alexandre de Moraes para o STF, jornalistas afirmaram que teria sido colocado lá para livrar Lula da cadeia e acabar com a Lava Jato. Sem o voto do ministro indicado por Temer, Lula dificilmente estaria preso agora. Sem a iniciativa e o empenho pessoal de Temer no Congresso, Dilma ainda seria presidente e sabe-se lá o que os ministros bolivarianos do STF e os dilmistas do MPF teriam feito com a Lava Jato.

Uma outra curiosidade é que, desde que assumiu o governo há dois anos, a Lava Jato não registrou mais nenhum caso de corrupção no governo federal. Não há qualquer investigação ou mesmo denúncia na Lava Jato envolvendo desvio de dinheiro público no governo Temer. Zero caso de corrupção. Há poucos dias, o governo anunciou uma economia de R$ 4,5 bilhões com o combate à corrupção em seu governo, com dados disponíveis no Ministério da Transparência. 

Quando Temer se reuniu com a Cúpula das Forças Armadas e anunciou a intervenção federal no Rio, voltou a ser alertado sobre os ataque que sofreria por parte dos meios de comunicação, artistas, empresários, políticos, banda podre das políticas e grupos ligados aos direitos dos manos. O presidente não deu ouvidos, entregou a Segurança Pública do estado aos Generais. A ordem pessoal de Temer foi a seguinte: façam uma limpeza nas polícias antes de tudo.

Não fosse Temer, a recessão teria se aprofundado, a Petrobras teria quebrado, a inflação os juros estariam acima dos 14%, o PT estaria roubando como nunca e o Brasil estaria parecido com a Venezuela. É por isso que quando disseram para o presidente que a imagem dele seria destruída pelos poderosos, ele falou que não se importava com popularidade. Em outras palavras, teria dito: fodam-se eles e a popularidade.

Temer será eternamente odiado pelas esquerdas, pelos jornalistas de aluguel, artistas de esquerda, meios de comunicação, e dificilmente será eleito presidente. Após ter sobrevivido dois anos de ataques covardes como aquele forjado por Rodrigo Janot e os criminosos da JBS, patrocinado pelo STF e difundido pela Rede Globo, a imagem do presidente foi bastante abalada. Entretanto, seus detratores dificilmente conseguirão encontrar e provar alguma mácula em sua vida pública de mais de 50 anos. O problema é que quando as denúncias forem concluídas e Temer for inocentado de todas as acusações, será tarde demais para o povo reconhecer os méritos do homem que mais fez pelo Brasil desde a Constituição de 1988. 
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Marcelo Freixo pode ter sido desmascarado. Deputada mostra lista com mais policiais clandestinos que recebem 'por fora'



O deputado Freixo (Psol) ficou visivelmente embaraçado com as revelações chocantes feitas pela colega do parlamentar, a Cidinha Campos (PDT), durante sessão na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Alerj, esta semana.

A deputada acusou Freixo de possuir vários policiais que lhe prestariam clandestinamente por 'serviços de segurança" e informou que os homens a serviço do deputado do PSOL receberiam 'por fora'.

“É preciso desmascarar esse rapaz”, alertou a deputada ao denunciar que o gabinete de Freixo é lotado de policiais que ele tanto critica, incluindo muitos “clandestinos” e “fantasmas”. “Não ria não deputado! O sr. ri porque está encoberto pela grande mídia, encoberto pela Rede Globo, que não quer a verdade!” disse Cidinha, que reclamou da atitude de Freixo de usar os meios de comunicação para conseguir seus PMs particulares de volta. Acompanhe a denúncia da parlamentar no vídeo abaixo:


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Lula diz que vale à pena morrer pelos mortadelas. A única mobilização pelo ladrão no país começa a minguar



O ex-presidente Lula voltou a apelar para o vitimismo ao se dirigir aos poucos militantes que ainda resistem em frente ao prédio da Polícia Federal em Curitiba, onde o petista está preso. Tentando sensibilizar os manifestantes que lhe garantem cada vez menos espaço na imprensa, Lula mandou uma mensagem dramática aos desocupados que fazem vigília por ele nesta quarta-feira, 18, apelando para que permaneçam acampados em Curitiba. “Se eu não tivesse feito nada na vida e construído com vocês essa amizade, já me faria um homem realizado. Por vocês valeu a pena nascer e por vocês valerá a pena morrer.”

Difícil vai ser convencer o últimos remanescentes do acampamento da vergonha a resistirem por muito tempo. Lula mal começou a cumprir sua pena de 12 anos e um mês de prisão, após ter sido condenado logo de cara na primeira de sete ações penais.

O petista não esconde seu desespero com a redução da mobilização na frente de sua prisão, a única em todo o país, que começa a se diluir, na medida em que perspectiva de que Lula não sairá da prisão tão cedo. Em seu apelo dramático pela resistência dos mortadelas, Lula não se acanha em apelar para sentimentalismos baratos: “Queridos e queridas, companheiras e companheiros, vocês são o meu grito de liberdade todo dia.”

Em poucos dias, Lula ouvirá o tradicional bom dia apenas dos agentes federais que o vigiam 24 horas por dia na sala em que se encontra encarcerado no quarto andar do prédio da PF. 
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Lula não sai da cadeia tão cedo. O petista e aliados querem agora a transferência da sede da PF para um local 'mais acessível'



A situação do ex-presidente Lula na cadeia parece mesmo definitiva para os próximos anos. O petista teve seu último embargo negado nesta quarta-feira, 18 no TRF-4 ao mesmo tempo em que as ações em curso no Supremo Tribunal Federal apontam para a impossibilidade do petista conseguir se safar da prisão tão cedo.

Preso numa sala no quarto andar do prédio da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, Lula reclama do isolamento político a da dificuldade em articular alianças com lideranças que lhe devem alguns favores país afora. O recebeu uma visita, em caráter extraordinário, uma comissão de senadores do PT e aliados que conseguiram uma autorização da Justiça para visitar o condenado. A bancada de esquerda no Senado usou prerrogativas da Comissão de Direitos Humanos da Casa, e sob a justificativa de ir fiscalizar as condições do preso, conseguiram uma autorização especial para visitar Lula. Mas esta situação dificilmente se repetirá nos próximos meses.

“As condições são razoáveis, mas ele está isolado. O recado dele é que está menos preocupado com ele e mais preocupado em restabelecer a democracia no País”, disse a senadora Regina Souza/PT-PI, que preside a comissão. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) declarou que Lula está em uma “solitária”.

Já o senador João Capiberibe (PSB-AP) afirmou que fará um relatório sobre a vistoria e que mais visitas a Lula precisam ser autorizadas, além de advogados. “Lula tem 72 anos, é um homem interativo, passava os dias conversando, discutindo e trabalhando e hoje está muito isolado”, disse o parlamentar. “Isso é uma grande preocupação da comissão, ele precisa ter diálogo com mais pessoas.”

O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão, que também visitou Lula, afirmou que o grupo de advogados que defende o ex-presidente está avaliando pedir a transferência do condenado para outro local, caso ele continue preso por mais tempo, admitiu Aragão. O objetivo de Lula e de seus subordinados é garantir que o petista possa continuar comandando o PT e interferindo na política nacional de dentro da prisão.

Lula mal começou a cumprir sua pena de 12 anos e um mês de prisão e já está se dando conta de que seu encarceramento não será relaxado tão cedo. O petista tenta agora se esquivar de uma das condições básicas impostas a qualquer condenado: o isolamento.
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Bolsonaro mira em Joaquim Barbosa, ataca Alckmin, Meirelles e Flávio Rocha, mas poupa Ciro Gomes



O pré-candidato à Presidência,  o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), afirmou esta semana, com base na última pesquisa do Datafolha, que as intenções de votos do eventual pré-candidato Joaquim Barbosa (PSB) está estagnada há cerca de um ano. 

O deputado disse que é preciso questionar a atuação do ex-ministro no Supremo Tribunal Federal e minimizou o desempenho dele na última pesquisa Datafolha, divulgada no domingo. “Ele foi sondado mais de um ano atrás e está nessa faixa de 7%, 8%. Então, mantém o nível de um ano atrás”, afirmou o parlamentar, que questionou o Datafolha sobre os resultados desfavoráveis à ele. Ao contrário de Joaquim Barbosa, Bolsonaro percorre o país há cerca de três anos defendendo suas teses como pré-Candidato à Presidente, mas também permanece com a preferência estagnada nas pesquisas, com dificuldade para romper a barreira dos 15% de intenções de votos.

Segundo o presidenciável, Joaquim Barbosa enfrentará uma série de dificuldades na campanha. Para Bolsonaro, o ex-ministro deverá começar a “levar tiro”. “Tem que ver as bandeiras dele, o que ele defende, perguntar questões básicas, por exemplo, a questão do abordo, da maioridade penal, do desarmamento. A vida pregressa dele dentro do Supremo vai ser questionada. Ele votou para que o (italiano Cesare) Battisti ficasse no Brasil”, espetou Bolsonaro, sem levar em conta que parte dos eleitores não levam em conta estas pautas na hora de escolher um candidato.

Bolsonaro também criticou o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), afirmando que “O MP aliviou o Alckmin, né. Transformou uma questão que seria criminal em crime eleitoral”, declarou Bolsonaro. Ele se referia à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que, atendendo pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), transferiu para a Justiça Eleitoral o processo de suspeita de caixa 2 contra o tucano, com base na delação da Odebrecht. Segundo o MPF. a medida não livrou Alckmin da Operação Lava Jato. Em Nota, a PGR informou aos membros do MPF de São Paulo na Lava Jato que não há absolutamente nada que os impeça de investigar o ex-governador, inclusive solicitando informações diretamente ao TSE.

Denunciado pelo crime de racismo pela PGR e alvo de outros processos na Justiça, Bolsonaro informou que não pretende se licenciar do mandato de deputado federal, mesmo quando a campanha começar de fato, em agosto.  Ele disse que vai cumprir “o mínimo de presença na Câmara”, de modo a manter seu foro privilegiado e os rendimentos como parlamentar.


Na sequência, Bolsonaro também levantou dúvidas sobre a pré-candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e disse que ele não vai decolar. “É um bom garoto, tem futuro político pela frente brilhante, está tendo uma experiência que acho intimamente que nem ele acreditava ganhar a Casa”, afirmou Bolsonaro, que teve cinco votos na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados.

Bolsonaro também questionou a atuação do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) como presidente do Conselho de Administração do grupo J&F, que fechou acordo de delação premiada com a Justiça. Ainda de acordo com o deputado do PSL, o empresário Flávio Rocha, dono das lojas Riachuelo e presidenciável pelo PRB, também não se viabilizará. “Ele está com 1%”, comemorou o pré-candidato os números do Datafolha que ele mesmo criticou dias antes.

Assim como Ciro Gomes, Bolsonaro também aponta sua artilharia para os adversários na campanha de outubro, adotando os ataques no lugar de apresentar propostas concretas para o país. Apesar dos ataques aos adversários, Bolsonaro tem poupado Ciro Gomes, que o acusou de lavar dinheiro da JBS em sua campanha para deputado. Bolsonaro recebeu um depósito em sua conta de R$ 200 mil da JBS de Joesley Batista. No lugar de devolver o dinheiro à JBS, Bolsonaro entregou ao seu partido na época, o PP, que devolveu a ele mesmo valor, agora sob a alegação de que se tratava de verba do fundo partidário. Durante entrevista ao jornalista Augusto Nunes, na Jovem Pan, Bolsonaro tentou explicar a situação embaraçosa, mas não conseguiu convencer seu entrevistador e parte da opinião pública sobre ter sido beneficiado ou não do dinheiro da JBS de Joseley Batista. 
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João Amoêdo desafia Bolsonaro a apresentar algum projeto liberal na Câmara dos Deputados



O pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, João Amoêdo desafiou o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) a apresentar ao menos algum projeto de cunho liberal na Câmara dos Deputados, já que o parlamentar não pretende se licenciar do cargo para disputar as eleições de outubro.

Amoêdo se disse “cético” em relação às credenciais liberais de Bolsonaro (PSL-RJ), tendo em vista o retrospecto do controverso histórico do parlamentar que está há mais de 25 anos no Congresso votando projetos alinhados com os governos do PT.

“Ao análise (o caso do Bolsonaro), gosto de avaliar alguns aspectos. Primeiro: qual instituição está trazendo esse candidato, que ideias representa, que propostas ela tem e se existe coerência entre o que instituição e a pessoa falam e o que fizeram”, disse  Amoêdo nesta terça-feira, 17.. “Tenho duvidas em relação à instituição e a pessoa, que esta há muito tempo no Congresso e não claramente defende essas bandeiras”, espetou o pré-candidato. Amoêdo disse ter inclusive feito um desafio a Bolsonaro. “Dado que ele ainda tem muito tempo de mandato, ele podia aproveitar e trazer algum projeto na linha liberal”, comentou.

O empresário foi convidado a palestrar durante a 19ª Conferência Anual de Investidores do Santander, no qual Bolsonaro evitou participar.

Instado a comentar de quais nomes se sente mais próximo, Amoêdo disse ter maior proximidade com nomes como Meirelles, que pode sair pelo MDB, e Flávio Rocha, do PRB. Mas voltou à questão dos partidos: “independente da qualificação técnica do Meirelles ou do Rocha, será que os partidos vão querer sair da política profissional, abrir mão das práticas antigas, dos benefícios? Acho pouco provável”.
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Gleisi Hoffmann não pode rir de Aécio Neves. A presidente do PT também é ré no STF



A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hofmann, não pode comemorar a condição de réu imposta pelo Supremo Tribunal Federal ao senador tucano Aécio Neves. A petista também é ré no Supremo e tem sua ação penal em estágio bem mais avançado que a de senador do PSDB.

Gleisi responde a um processo criminal no STF, no qual é acusada de desviar, juntamente com seu marido, o também petista Paulo Bernardo, uma cifra milionária da Petrobrás para o caixa dois de sua campanha ao Senado em 2010, por meio de empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef. De acordo com a denúncia da Procuradoria-Geral da República,  o dinheiro teria vindo de empreiteiras que tinham contrato com a Diretoria de Abastecimento da Petrobrás, comandada na época por Paulo Roberto Costa.

Segundo a denúncia da PGR, o então diretor da Petrobras estaria interessado no apoio da petista e de seu grupo político para se manter no cargo, o que o teria levado a liberar as propinas teriam sido direcionadas para a campanha da senadora. Sem sua defesa, Gleisi afirmou que a acusação é baseada em depoimentos conflitantes e, em seu depoimento à PF, a senadora se disse vitima de “perseguição política” e negou qualquer irregularidade. Além desta ação penal em fase final, Gleisi ainda é alvo de cerca de dez processos no STF.
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Lula continua preso. TRF-4 nega o último recurso de Lula e acaba com esperança do PT



O ex-presidente Lula perdeu por unanimidade seu último recurso no Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) nesta quarta-feira, 18. Os três desembargadores da 8ª Turma da Corte negaram os embargos dos embargos de declaração apresentados pela defesa do petista contra condenação na Lava Jato. Embora mesmo que o recurso fosse acolhido, não os embargos não tinham poder de interferir na pena de 12 anos e um mês de reclusão imposta ao petista.

Com a negativa dos embargos, encerram-se  todos os recursos que Lula poderia  mover contra sua condenação no caso triplex na segunda instância.

Por meio de sua defesa, Lula apelou ao Supremo, alegando e ter sido encarcerado antes deste último recurso pendente. No recurso que se encontra com o ministro Edson Fachin, a defesa de Lula menciona o acórdão do TRF-4 que determinava o início do cumprimento da pena após o exaurimento de todos os apelos ainda no 2º grau de jurisdição.

Lula segue preso em uma Sala Especial no quarto andar do prédio da Superintendência da Polícia Federal de Curitiba, sede da Lava Jato.
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Com Lula preso, atual geração da esquerda não é nada. Maioria deve sofrer derrota nas urnas em outubro



Parece surpreendente para muitos a quantidade de políticos que tem tentado visitar o ex-presidente Lula na prisão. Afinal, como interpretar a caravana de pré-candidatos para visitar um criminoso condenado?

O fato é que o ex-presidente Lula ainda possui um expressivo poder de transferência de votos. Expressivo até certo ponto, na verdade. Em determinadas regiões do país, o petista consegue até 30% de aprovação popular. Isto não é suficiente para eleger ocupantes de cargos executivos, mas é mais que bastante para eleger candidatos a cargos legislativos, como deputados estaduais, federais e senadores.

Com Lula preso, ninguém no campo da esquerda irá se beneficiar de todo potencial de transferência de votos do petista. O que restou de seu poder de eleger políticos está preso com ele na sala do quarto andar do prédio da Polícia Federal em Curitiba. Como Lula não poderá fazer campanha nem da prisão, boa parte dos políticos de esquerda que sempre dependeram dele para se eleger vão amargar uma derrota certa nas eleições de outubro. Não é por acaso que a maior preocupação dos políticos do campo da esquerda no momento é o 'isolamento' do ex-presidente.

Sem a presença de Lula nos palanques, Gente como Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann, Humberto Costa e outros parlamentares devem ficar de fora do Congresso no ano que vem. Nos estados a municípios, novas lideranças devem ocupar o vácuo deixado por Lula.
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Gleisi Hoffmann tem dez processos nas costas e deve receber um não nas urnas 2018



A presidente nacional do PT, a senadora Gleisi Hoffmann, tem muitos motivos para demonstrar tanto desespero com a prisão do ex-presidente Lula. O pânico da petista não tem qualquer relação com o isolamento, mas dela própria. Lula é sua única esperança como cabo eleitoral de Gleisi de de todos os petistas e faria uma diferença enorme em sua campanha eleitoral de 2018.

Com Lula preso, a chance de Gleisi Hoffmann se eleger para qualquer cargo que lhe garanta a manutenção do foro privilegiado é de quase zero. A petista é alvo de nada menos que dez processo na Justiça. Boa parte de seus casos deve ser remetida imediatamente para a 13ª Vara Federal de Curitiba, comandada pelo juiz Sérgio Moro.

O secretário estadual de Segurança do Rio Grande do Sul, Cézar Schirmer, afirmou que Gleisi Hoffmann prestou um “desserviço” na última terça-feira, ao dizer que “para prender o Lula, vai ter que matar muita gente”. A declaração desesperada da líder petista ocorreu em meio ao clima de tensão em torno do julgamento do ex-presidente no TRF-4, em Porto Alegre, no qual além de confirmada a sentença do juiz Sergio Moro no caso do tríplex no Guarujá, a pena imposta ao petista ainda foi elevada para 12 anos e um mês de prisão.


Era compreensível o pavor de Gleisi com a prisão de Lula, pois isto pode significar a sua própria prisão, já nos primeiros meses de 2019. Este deve ter o menso destino de dezenas de petistas que tentaram desesperadamente manter Lula fora das grades para ser usado como cabo eleitoral este ano.  No caso de Gleisi Hoffmann, com tantos processos nas costas, dificilmente irá convencer eleitores suficientes para se eleger. Mesmo se mudando para a porta da cadeia onde Lula está preso. 
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