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Há cinco anos, Fernando Haddad, do PT, desencadeava as maiores manifestações da história do Brasil



O retorno do PT à Prefeitura da capital paulista em janeiro de 2013, oito anos após Marta Suplicy deixar o comando da cidade foi marcado por uma série de escândalos e retrocessos na gestão da maior cidade do Brasil.

Poucos meses após assumir o cargo, o prefeito eleito nas eleições de outubro de 2012, Fernando Haddad, precipitou as maiores manifestações da história do país ao tentar impor um aumento de R$ 0,20 centavos no valor das passagens dos ônibus coletivos urbanos.

Ao constatar os primeiros indícios da insatisfação popular com sua medida, Haddad tentou justificar a necessidade do aumento e declarou "É impossível baixar a tarifa de ônibus”, se aventurou o prefeito recém eleito.

A partir desta declaração, Haddad conseguiu catalizar a insatisfação da população com uma série de problemas enfrentados pelo país, sobretudo no tocante aos escândalos contínuos de corrupção envolvendo os governos do PT do próprio Haddad e da então presidente Dilma Rousseff. Foi a gota d'água para o desencadeamento das manifestações de junho, que tiveram início originalmente por conta do aumento das passagens de ônibus.

Inutilmente, Haddad tentou dissuadir os manifestantes, alegando que uma tarifa de R$ 3 era inviável para seu orçamento. Munido de números, segurou o aumento de R$ 3,20 o quanto pôde. Até os protestos explodirem por todo o país. Coube ao então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, convocar Haddad par e anunciar o “impossível”: as passagens voltaram para R$ 3,00.

Desde então, o país vive sobressaltado com manifestações. O PT e a ex-presidente Dilma aplicaram um verdadeiro estelionato eleitoral nas eleições de 2014. Pouco antes das eleições daquele ano, a petista reduziu as tarifas de energia em 20%, omitiu o rombo nas contas públicas e prometeu mundos e fundos para se eleger por meio de uma campanha agressiva financiada por milhões desviados da Petrobras. Seu segundo mandato não durou muito. Em poucos meses, a população estava novamente nas ruas pedindo seu impeachment, em apoio à Operação Lava Jato e pela prisão do ex-presidente Lula.

Apesar da proximidade das próximas eleições, o país continua dividido sobre os rumos que a nação deve assumir a partir de 2019. A população não está nada satisfeita com a classe política e o espírito das manifestações de junho de 2013 ainda pairam sobre o Brasil. Independente de quem vencer as eleições presidenciais em outubro, é pouco provável que o país venha a ser pacificado pelo novo governante eleito pela maioria. A turma do quanto pior melhor está em campo disputando o poder a qualquer custo e, até o momento, ninguém está preocupado com as consequências de prolongamento da instabilidade política e econômica para além das eleições. 
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Lula não vai se safar da prisão no julgamento de seu recurso no STF dia 26, afirma fonte



A jornalista Monica Bergamo, da Folha, praticamente acertou o resultado do julgamento da senadora Gleisi Hoffmann ocorrido na Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira, 19.

Mas a jornalista não tem sido tão otimista em relação ao destino de um outro petista ilustre. Segundo Monica Bergamo publicou em sua coluna na Folha, a  prisão de Lula dificilmente será reavaliada pelo STF. Magistrados da 2ª Turma, que recebeu novo pedido para que ele seja posto em liberdade, acreditam que o assunto já se esgotou com a decisão do plenário da corte de negar habeas corpus ao petista", informa a colunista. 
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Graças ao STF, Gleisi Hoffmann amanheceu rindo do Brasil e da Lava Jato.

Fotomontagem meramente ilustrativa

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), amanheceu rindo à tona nesta quarta-feria, 20, após ter sido absolvida das acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por unanimidade pelos membros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) na noite anterior. O colegiado decidiu absolver a petista e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, das acusações no âmbito da Operação Lava Jato.

Gleisi é a segunda parlamentar a ser julgada em uma ação penal da Lava Jato no STF, após quatro anos de existência da operação. No mês passado, a Segunda Turma condenou por unanimidade o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR). Gleisi, mais íntima dos ministros Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, foi aliviada. Uma humilhação para o Ministério Público Federal e a Operação Lava Jato, cujos membros foram apontados por Gleisi como mentirosos e de atuarem na ilegalidade.

Para absolver a petista, os ministros do STF não forma sequer criativos. Usaram praticamente os mesmos argumentos usados pela própria Gleisi Hoffmann ao longo dos últimos anos para justificar o uso de dinheiro roubado da Petrobras em suas campanhas. Gleisi está liberada para disputar as eleições de outubro. 
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Ministros da 2.ª Turma do STF repetiram argumentos da própria Gleisi Hoffmann para absolver a petista



As alegações dos ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal para livrar a presidente nacional do PT, Senadora Gleisi Hoffmann, das acusações de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro que pesavam contra ela foram praticamente as mesmas declaradas pela petista

Em seu depoimento no STF em agosto do ano passado, Gleisi além de negar as acusações, atacou a acusação.

“Então é óbvio que a gente fica indignado que a gente tem que ficar respondendo uma coisa que é mentirosa. Me desculpa, é mentirosa. Eles não me deram esse dinheiro, eu não peguei esse dinheiro, entendeu? E eu quero saber qual é o meu crime de corrupção passiva. O que eu fiz pra essa gente que justifique eu estar sendo acusada de corrupção passiva. O que eu fiz pro Paulo Roberto Costa? O que eu fiz pros fornecedores da Petrobrás? Onde eu dei vantagem? Mesmo depois, como ministra chefe da Casa Civil. Onde eu dei vantagem? Nenhuma, nem como senadora. Peguem todas as minhas votações que eu tive no Senado, meus projetos de lei, meus posicionamentos e vocês vão ver que não tem uma votação ali que possa ter beneficiado. Muito pelo contrário. Então eu só tenho que ficar extremamente indignada (…).”, rebateu a petista, que pertencia ao PT, partido que notoriamente comandou esquemas de corrupção na Petrobras capitaneados pelos ex-presidentes Lula e Dilma, segundo apontaram investigações da Operação Lava Jato.

Embora a petista alegue que não tenha feito nada em favor do do ex-diretor da Petrobras,Paulo Roberto Costa, nomeado por seu partido, ou por fornecedores da estatal, a petista não negou peremptoriamente que não tenha se beneficiado dos cerca de R$ 1 milhão que irrigaram sua campanha em 2010. A exemplo da ex-presidente Dilma Rousseff, que também se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras, Gleisi argumenta que o dinheiro não circulou em suas contas, como alegou a defesa da senadora:“não há nos autos nenhuma prova ou sequer indício da alegada e inexistente movimentação financeira, seja em contas pessoais, de pessoas jurídicas ou de campanha”.

A defesa também afirmou que a acusação da PGR contra a senadora era uma “denúncia sem crime”. “Entre tantos defeitos, a denúncia do Ministério Público não foi capaz de individualizar qualquer conduta ilegal da senadora Gleisi Hoffmann. Nem mesmo a alegação inicial, da transferência (inexistente) de R$ 1 milhão se refere a ela, mas apenas vagamente à “campanha”. Ninguém pode ser condenado, nem sequer denunciado, sem que se mostre o suposto crime cometido. E Gleisi Hoffmann não cometeu nenhum crime.”

Os argumentos expostos acima por Gleisi e seus advogados há um ano foram praticamente os mesmos usados pelos ministros da Segunda Turma do STF para absolver a petista. 
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Acabou. Gleisi Hoffmann é absolvida pela 2.ª Turma do STF, a mesma que vai julgar recurso de Lula



Por maioria, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal acaba de absolver a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A decisão foi ratificada após a conclusão dos votos dos ministros Edson Fachin, Celso de Mello, Dias Toffoli e Gilmar Mendes pela absolvição de Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e Ernesto Kugler das acusações de corrupção e lavagem de dinheiro.

Primeiro a votar, o ministro Fachin conclui voto no sentido de absolver Paulo Bernardo da acusação de corrupção passiva e de desclassificar a conduta atribuída a Gleisi Hoffmann de corrupção passiva para falsidade ideológica eleitoral, absolvendo os réus do crime de lavagem de dinheiro.

Celso de Mello acompanhou o voto do relator, pela absolvição de Paulo Bernardo e Ernesto Kugler Rodrigues, e pela desclassificação do crime de corrupção passiva p/ falsidade ideológica eleitoral (caixa 2) em relação à Gleisi Hoffmann. O decano também absolve os três de lavagem de dinheiro.

O Ministro Toffoli também votou pela absolvição de Gleisi Hoffmann, não imputando a ela o delito de falsidade ideológica eleitoral proposto por relator e revisor. Quanto aos demais réus - ex-ministro Paulo Bernardo e empresário Ernesto Kugler Rodrigues - Toffoli acompanhou proposta de absolvição.

Além de seguir os votos dos colegas e votar pela absolvição integral dos réus por falta de provas suficientes para condenação, a ministro Gilmar Mendes ainda afirmou que não identificou indícios de caixa 2 constantes na acusação. Segundo ele, a acusação se baseia em depoimentos cruzados de vários colaboradores, que se contradizem, e as demais provas são "raquíticas e inconclusivas"
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Fachin livra Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro



O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin conclui na noite desta terça-feira, 19, seu voto no sentido de absolver a senadora Gleisi Hoffmann e seu Paulo Bernardo, absolvendo os réus dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Em depoimento na Lava Jato, p ex-deputado Pedro Corrêa contou que cobrou explicações de Paulo Roberto Costa por ter destinado R$ 1 milhão à campanha da candidata do PT, partido que "tinha" outras Diretorias na Petrobras. Foi informado que o repasse tinha sido "uma determinação de Dilma Rousseff".

Para Fachin, relator do caso na Corte e presidente da Segunda Turma do STF, embora o depoimento prestado por Pedro Corrêa exponha a divergência acerca da origem da solicitação dos recursos, revela a efetiva destinação de R$ 1 milhão à campanha de Gleisi Hoffmann.

O relator reconheceu que  é possível concluir que houve o recebimento de pelo menos uma das quatro parcelas de R$ 250 mil em espécie por parte do ex-ministro Paulo Bernardo.

Fachin também admitiu que está provado o efetivo recebimento de valores no interesse da campanha de Gleisi Hoffmann, porém tal recebimento não configura o crime de corrupção passiva descrito na denúncia, mas sim o delito de falsidade ideológica eleitoral (artigo 350 do Código  Eleitoral)

O ministro que chegou ao STF com ajuda da própria Gleisi Hoffmann argumentou que, para que se configure o crime de corrupção passiva, a solicitação de vantagem indevida deve estar relacionada com as atribuições funcionais do agente público, e Gleisi ainda não detinha mandato eletivo nem exercia qualquer função pública à época. Fachin finge ignonar que Gleisi Hoffmann é do PT, partido que comandou o esquema criminoso na Petrobras.

Até o momento desta edição, ainda não haviam votado os ministros Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli.

Celso de Mello acompanha relator, pela absolvição de Paulo Bernardo e Ernesto Kugler Rodrigues, e pela desclassificação do crime de corrupção passiva p/ falsidade ideológica eleitoral (caixa 2) em relação à Gleisi Hoffmann. O decano também absolve os três de lavagem de dinheiro.
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Fachin absolve Gleisi Hoffmann pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.



O ministro Edson Fachin, presidente da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, acaba de concluir seu voto, no qual decidiu pela absolvição de Gleisi Hoffmann pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Fachin também absolveu o marido de Gleisi, o ex-ministro Paulo Bernardo e empresário acusado com o casal.

O ministro resolveu enquadrar a presidente do PT em um crime menor, considerando-a culpada na conduta de “falsidade ideológica para fins eleitorais”, tipificado como crime de caixa doias.

Fachin alegou que a Procuradoria-Geral da República  não conseguiu provar que a petista tenha recebido R$ 1 milhão em troca da manutenção de Paulo Roberto Costa na Diretoria de Abastecimento da Petrobras.

“A jurisprudência desse STF segmentou orientação de que vantagem indevida deve estar relacionada com o ato do agente público. Nada obstante tal conclusão, mesmo considerando que ato de recebimento de vantagem indevida foi provado efetivo, tenho por não configurado na hipótese dos autos o crime de corrupção passiva.”

Ainda devem votar os ministros Celso de Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli
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Oficial de Justiça não encontra Dilma. Assessor da filha da petista diz que ela está no exterior e só volta ao Brasil em Julho



A ex-presidente Dilma Rousseff não foi encontrada pela oficial de justiça do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre, que tentou intimá-la diversas vezes sobre a data de seu depoimento, mas não pôde encontrá-la.

Em documento juntado aos autos do processo nesta terça (19), a oficial de justiça do TRF-4,, afirma ter ido diversas vezes ao endereço onde encontraria Dilma, e diz que na última tentativa, foi informada por um assessor da filha de Dilma que a ex-presidente estaria em viagem no exterior, retornando ao Brasil apenas na primeira semana de julho.

A petista deveria depor no dia 29 de junho como testemunha de defesa do também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na ação do sítio de Atibaia (SP).

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O que leva um procurador da República largar o emprego dos sonhos para servir Joesley Batista? Salário de mais de R$ 450 mil



Enquanto milhões de brasileiros madrugavam em filas de oferta de empregos para conseguir uma vaga para receber um salário mínimo, o ex-procurador da República, Marcelo Miller, abandonava o emprego dos sonhos de qualquer advogado. O ex-braço direito do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, abandonou seu emprego vitalício onde recebia mais de R$ 30 mil por mês, fora benefícios e penduricalhos, para servir o grande empresário Joesley Batista, que buscava se safar da cadeia por meio de um controverso acordo de delação aprovado por Janot e homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

Miller acabou indiciado pela Polícia Federal pelo crime por corrupção passiva no âmbito das tratativas do acordo de delação premiada dos executivos da J&F com a Procuradoria Geral da República (PGR), a Polícia Federal afirma ter “elementos probatórios suficientes” de que o ex-procurador recebeu vantagens indevidas milionárias.

“Verifica-se a existência de elementos probatórios suficientes para afirmar que Marcelo Miller recebeu vantagem indevida, materializada no contrato firmado com o escritório TRW, em valores que ultrapassam 1 milhão de reais anuais. Por força de encerramento antecipado do contrato, Marcelo Miller recebeu efetivamente R$ 1.826.000.00 (a título de remuneração e verbas de rescisão), equivalente à R$ 456.500,00 mensais, por quatro meses de trabalho, pelos serviços prestados ao escritório TRW, para atendimento majoritário do cliente JBS/J&F. A atuação de Marcelo Miller ocorreu comprovadamente entre 06/03/20 17, data da assinatura  contrato do TRW com a JBS e início dos trabalhos, e 05/07/2017, data da rescisão contratual”.

A PF afirma que  “até a data de sua exoneração, em 5 de abril de 2017, Miller estava vinculado funcionalmente ao Ministério Público Federal, no Rio de Janeiro e vinculado formalmente ao Grupo de Trabalho da Lava Jato da PGR, na condição de colaborador eventual, por ato de designação do ex-procurador-Geral da República. Neste período, além de Marcello Miller, ter recebido os valores acima descritos, ainda teve diversas passagens aéreas custeadas pelo escritório TRW, para reuniões de trabalho em São Paulo, na sede da JBS e suas instalações.”

Além de Miller, a PF indicia o empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS, o ex-diretor jurídico da J&F Francisco de Assis e as advogadas Fernanda Tórtima, irmã do ministro do STF, Luis Roberto Barroso, e Esther Flesch por corrupção passiva.

Diante destes fatos, é possível concluir que rolou muito dinheiro no caso do acordo de delação premiadíssima, a delação dos sonhos de Joesley Batista que o ministro Edson Fachin se recusa a rescindir.

Antes da explosão do escândalo envolvendo os bastidores do acordo de delação dos açougueiros da JBS, o ex-procurador-geral, Rodrigo Janot também falava em deixar a PGR e se dedicar ao ramo de compliance na iniciativa privada. Naquela mesma época, a JBS criava um departamento de compliance. Mas como a treta não deu certo, Janot voltou atrás e decidiu permanecer na PGR para se proteger das 'broncas' que teria pela frente. Joesley Batista, que está livre, era um dos maiores anunciantes da Rede Globo e um dos maiores financiadores do PT de Lula e Dilma se tornou bilionário durante os governos do PT de Lula e Dilma. 
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Ciro Gomes vaiado durante evento para presidenciáveis em Belo Horizonte



O pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) foi vaiado durante painel com pré-candidatos promovido pela Associação Mineira de Municípios (AMM), nesta terça-feira, no Estádio Mineirão, e abandonou o evento no meio de sua participação.

Alegando pouco tempo para responder as perguntas, Ciro  irritou-se porque não conseguiu concluir seu raciocínio no tempo disponibilizado para todos os demais participantes. Ao responder a segunda pergunta, o presidenciável o palco quase sete minutos antes do término de seu tempo de fala, que totalizava 16 minutos.



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A verdade sobre Lula que o PT, os artistas, jornalistas e intelectuais de aluguel tentam esconder



Os apoiadores de aluguel do ex-presidente Lula estão distribuídos em vários segmentos entre os influenciadores nos meios de comunicação, na imprensa e nas Redes Sociais. Todos os artistas, jornalistas e pseudo intelectuais alegam que o petista, condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, é vítima de perseguição por parte da Justiça.

O que toda essa gente tenta esconder a qualquer custo é o fato de Lula ter tratado os pobres como lixo no Bolsa Família, enquanto distribuía recursos preciosos do contribuinte a bilionários corruptos. Os bilhões distribuídos por Lula e Dilma a gente como Joesley Batista, Marcelo Odebrecht, Léo Pinheiro e Eike Batista poderiam ter sido usados para construção de escolas, centros profissionalizantes, ampliação de programas sociais e até mesmo para a geração de milhões de empregos no país.

Desde a deflagração da Operação Lava Jato, o Brasil não precisou de muito tempo para compreender a extensão da enganação que o PT de Lula e Dilma representou para o país e seu povo ao longo de treze anos no poder. A maior vergonha petista é que todos hoje podem constatar que Lula e Dilma trataram o povo como lixo, enquanto destinavam bilhões do dinheiro do contribuinte aos seus financiadores empreiteiros corruptos.

Na prática, o dinheiro que Lula roubou para seus comparsas empreiteiros daria para revolucionar a infraestrutura do país e atrair dez vezes mais investimentos estrangeiros em uma década. No lugar de gerar emprego para o povo sofrido, Lula preferiu pegar menos 1% do dinheiro consumido com a corrupção petista para destinar ao programa Bolsa Família. No lugar de oferecer oportunidade e dignidade para as pessoas carentes, Lula preferiu alimentar a miséria, tornando milhões de brasileiros dependentes de programas sociais, mas desprovidos de dignidade e de acesso a serviços básicos de qualidade. Gente inocente que ainda via no petista a figura de pai dos pobres, sem saber que na verdade Lula era o cúmplice de bandidos corruptos que ajudaram a roubar o Brasil.

Há quem se queixe de que a história costuma ser implacável com quem erra. Mas quem comete tantos erros, premeditados, como Lula e os integrantes do PT não se importaram nem um pouco com o rumo diferente que poderiam ter dado ao país e a milhões de brasileiros, caso não tivessem optado pelo caminho do crime, da ganância e da mediocridade da corrupção.

Lula tratou bilionários como príncipes e distribuiu o dinheiro do contribuinte aos bandidos do colarinho branco em troca de propina. Na lista, nomes como Eike Batista, Wesley e Joesley Batista do grupo Friboi, Marcelo e Emílio Odebrecht, do Grupo Odebrecht, Antonio Carlos Mata Pires, dono da empreiteira OAS e André Esteves, aquele que comprou o Banco BTG Pactual do economista Paulo Guedes.

Lula está preso em Curitiba desde o início de abril, mas ainda é réu em outras seis ações penais. O petista deve responder por dezenas de crimes nos próximos meses e anos, considerando ainda os inquéritos e investigações criminais em curso contra ele e os integrantes da organização criminosa que comandou ao longo da última década e meia. Sem os crimes e desacertos de Lula e do PT na vida do país, o Brasil viveria dias mas prósperos na atualidade, mas o povo ainda deve padecer por anos ainda, em consequência da ganância, corrupção e incompetência dos escolhidos por Lula em seu ambicioso plano de poder.  
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Ciro Gomes também deve ser processado por injúria racial, diz jornalista da Jovem Pan



A atitude do pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT), que chamou o vereador de São Paulo Fernando Holiday (DEM) de “capitãozinho do mato” em entrevista à Rádio Jovem Pan na manhã desta segunda-feira (18), causou indignação nas Redes Sociais. Considerada uma declaração racista, Ciro pode ser denunciado ao Ministério Público Federal, a exemplo do que ocorreu com o também pré-candidato pelo PSL, Jair Bolsonaro, quando este se referiu aos quilombolas de forma pejorativa.

O vereador Fernando Holiday também reagiu com indignação com as declarações de Ciro e confirmou que processará o político.

Durante sua entrevista à Rádio Jovem Pan, Ciro atacou o vereador de forma gratuita, sem sequer ter sido provocado pela entrevistadora, Vera Magalhães: “Imagina, esse Fernando Holiday aqui. O capitãozinho do mato, porque é a pior coisa que tem é um negro que é usado pelo preconceito para estigmatizar, que era o capitão do mato do passado”, declarou.

Por meio de sua página pessoal no Facebook,  Fernando Holiday  disse que Ciro passou de todos os limites e respondeu ao pré-candidato com um meme que diz “Agora é na Justiça! Holiday processará civil e criminalmente Ciro Gomes por injúria racial!”. Em outra mensagem, o político do MBL (Movimento Brasil Livre) chama o pré-candidato de racista.

Ao se defender sobre suas declarações, Ciro firmou que foi apenas uma metáfora e disse que Holiday é a favor do fim das cotas e quer acabar com o dia da consciência negra. "É uma metáfora segura que eu tenho que ele faz esse papel em pleno século 21."

"O DEM deveria encerrar suas negociações com o Ciro. E mais: onde estão os movimentos raciais? Esse discurso do Ciro tem uma base muito influente, aquela segunda a qual, para ser negro legítimo, é preciso ser de esquerda e aderir a grupos de pressão", diz Carlos Andreazza

O repúdio às declarações de Ciro Gomes repercutiram nas Redes Sociais

Em abril, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF),  por racismo e manifestação discriminatória contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. Resta saber agora se Ciro terá o mesmo tratamento. 
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Joesley Batista é indiciado pela Polícia Federal por corrupção para aprovar delação da JBS



O empresário Joesley Batista foi indiciado pela Polícia Federal por corrupção ativa no âmbito do processo que apura se o dono do grupo JBS e seus associados tentaram corromper o ex-procurador da República, Marcelo Miller, braço direito do ex-procurador-Geral Rodrigo Janot, durante o período em que os dois atuavam juntos no Ministério Público

O Polícia Federal também indiciou Marcelo Miller por corrupção. Joesley Batista, o ex-executivo da J&F Francisco de Assis e as advogadas Esther Flesch e Fernanda Tórtima, que trabalhavam para a empresa, foram indicados por corrupção ativa. Fernanda Tórtima é irmã do ministro do Supremo Tribunal Federal, Luis Roberto Barroso.

Para o delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pelo caso, há indícios suficientes de que Joesley Batista, Francisco de Assis, Fernanda Tórtima e Esther Flesch corromperam Marcelo Miller para obter ajuda no acordo de delação premiada de executivos da J&F.

O delegado da PF concluiu, ainda, que houve omissão por parte de Joesley Batista e de Francisco de Assis "sobre a real extensão dos atos praticados por Marcello Miller e a relação ilícita entre Miller e os investigados".

No relatório, o delegado da PF afirmou ao STF que os elementos indicam que Marcello Miller não interferiu na produção de provas descritas em planilhas de pagamentos entregues.

As delações foram validadas pelo ministro Luiz Edson Fachin em maio de 2017. Desde o início, pontos do acordo geraram críticas, uma vez que, à época, foi concedida aos delatores imunidade penal, ou seja, a impossibilidade de serem denunciados ou responderem a processos na Justiça.

No relatório de 344 páginas, o delegado da PF afirma que o ex-braço direito de Janot, Marcelo Miller, foi exonerado em abril da PGR, mas começou a receber em março pelas horas trabalhadas para o escritório Trentch Rossi Watanabe Advogados, negociadas por Esther Flech.

"Não há dúvidas que Marcello Miller pretendia receber desde o início da prestação de seus serviços para o 'cliente' JBS, antes mesmo de sua exoneração no MPF, em 05/04/2017, com destaque para as 170 horas de trabalho durante este período. O que foi acertado e autorizado por Ester Flesch, mesmo sabedora do vínculo de Miller com o MPF."

O delegado narrou que de fevereiro, quando foi contratado pelo escritório, até julho, quando o contrato foi encerrado, o valor recebido foi de R$ 1,8 milhão.

"Verifica-se a existência de elementos probatórios suficientes para afirmar que Marcelo Miller recebeu vantagem indevida, materializada no contrato firmado com o escritório TRW, em valores que ultrapassam 1 milhão de reais anuais. Por força de encerramento antecipado do contrato, Marcello Miller recebeu efetivamente R$ 1,826 milhão (a título de remuneração e verbas de rescisão), equivalente à R$ 456,5 mil mensais, por quatro meses de trabalho", diz o relatório.

Advogadas
Sobre Fernanda Tórtima, advogada do grupo J&F, o delado afirmou que ela insitiu na utilização dos serviços de Miller quando ele integrava o MP.

"É possível concluir que Fernanda Tórtima, na condição de advogada criminalista de executivos da JBS, foi responsável direta pela aproximacão e atuação de Miller com executivos da empresa. Podendo ser afirmado que o caso teria outro desfecho, não fosse a insistência de Fernanda em se utilizar dos serviços de Miller, ainda no período em que ele era Procurador da República", diz.

Sobre Ester Flesch, o relatório ressalta que ela "se utilizou da contratação oficial de Marcello Miller para captar o cliente JBS para o escritório TRW" e que a intenção era utilizar um profissional "com chapéu do MPF'.

Executivos da J&F
Segundo o delegado da Polícia Federal, os executivos da J&F eram beneficiários dos serviços executados. "Francisco de Assis e Joesley Batista ofertaram e insistiram por meio de Fernanda Tórtima na contratação de Marcello Miller, tendo conseguido de forma indireta através do escritório TRW".

"Conclui-se neste tópico que durante processo de colaboração e leniência houve omissão da real atuação e extensão dos atos de Marcello Miller antes de sua exoneração, em 05/04/20 17. Recaindo tal omissão nos executivos do Grupo JBS, Joesley Batista e Francisco de Assis (também diretor jurídico)."

Suposta falsidade ideológica
O delegado cita, ainda, uma suspeita, e informa que é preciso apuração específica: sobre se Marcelo Miller apresentou atestado médico falso para o MP, num período em que estava trabalhando para a Trentch, cometendo o crime de falsidade ideológica.

"Conforme já apontado acima em tópico próprio, Marcello Miller trabalhou, computou e cobrou horas trabalhadas para a JBS, no período de uso de sua licença médica no MPF/RJ, conforme mensagens trocadas com Esther Flesch", explica.

A Procuradoria-Geral da República vem pedindo desde novembro do ano passado que o ministro Edson Fachin rescinda a homologação do vergonhoso acordo que garantiu imunidade total para Joesley Batista e seus cúmplices. A PGR lembra que, mesmo após colher os benefícios do controverso acordo, Joesley voltou a delinquir, praticando crimes no mercado financeiro.

Em sua delação, Joesley confirmou que movimentou cerca de R$ 500 milhões em contas no exterior para os ex-presidentes Lula e Dilma. O empresário e seu grupo confessaram mais de 200 crimes que renderiam ao menos 2 mil anos em condenações, segundo estimou o Estadão. 
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Mal foi preso, e Dirceu já foi flagrado aprontando tretas no Presídio da Papuda.



O ex-ministro José Dirceu é incorrigível. Em menos de um mês no presídio da Papuda, no Distrito Federal, o petista já foi flagrado cometendo supostos ilícitos na unidade prisional para seguiu, após ter sido condenado pelo TRF-4 há cerca de um mês.

A casa caiu para Dirceu durante uma varredura nas celas do ex-senador Luiz Estêvão (MDB-DF) e dos ex-ministros Geddel Vieira Lima (MDB-BA) e José Dirceu (PT-SP), na Penitenciária da Papuda, derrubou integrantes da cúpula do sistema prisional em Brasília.

A Secretaria da Segurança Pública do Distrito Federal informou confirmou  foram encontrados “diversos itens proibidos” durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão” no Centro de Detenção Provisória (CDP) da Papuda. Em virtude dos flagrantes de irregularidades, a SSP do DF  decidiu afastar preventivamente de suas funções o diretor da unidade, José Mundim Júnior, e o subsecretário do Sistema Penitenciário, Osmar Mendonça de Souza.

Os dois vão ficar fora de seus cargos ao menos até a conclusão de investigações sobre o envolvimento de agentes públicos na concessão de privilégios aos políticos presos no CDP. Durante o cumprimento dos mandados, a Polícia Civil do DF apreendeu chocolates, pendrives e uma tesoura, atribuídos a Estêvão, na cela que ele divide com Dirceu. Em um caderno, os agentes da Polícia Civil do Distrito Federal encontraram uma anotação do ex-ministro José Dirceu em que ele solicitava ao companheiro de cela, o senador cassado Luiz Estevão, a visita fora de horário para um menor de idade, ainda não identificado.

Os policiais investigam um suposto esquema de favorecimento, envolvendo agentes públicos, aos três internos. Há informações, segundo os investigadores, de que Estêvão atua como o “dono do presídio”. No local, também foi encontrada uma anotação na qual Dirceu registraria a necessidade de autorização do ex-senador para conseguir burlar horário de visitações na Papuda. Na cela de Geddel, ocupada por ele e mais de dez presos, foram encontradas anotações, que ainda serão analisadas. O Polícia também quer chegar ao computador que era utilizado pelo grupo, bem como o conteúdo dos pendrives encontrados durante as buscas. 
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Testemunha diz que Lula e Marisa cobravam rapidez nas obras do sítio de Atibaia



O PT se prepara para mais uma condenação pesada contra o ex-presidente Lula no processo relativo ao recebimento de propinas no caso do Sítio em Atibaia. Esta semana, o encarregado de obras da empreiteira OAS, Misael de Jesus Oliveira,  confirmou em depoimento ao juiz Sergio Moro, que sofria cobranças por parte de Lula em relação ao lago do sítio de Atibaia (SP). Misael narrou que o caseiro “Maradona” passava recados do petista. Ele também afirmou ter recebido ordens pessoalmente da ex-primeira-dama Marisa Letícia sobre obras no sítio.

Misael foi ouvido como testemunha de defesa de outros dois réus no mesmo processo, o empresário Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, e o executivo Paulo Gordilho. Léo Pinheiro é um dos responsáveis por colocar Lula na cadeia no caso do triplex do Guarujá. O ex-presidente da OAS e ex-amigo de Lula confirmou que a empresa havia reservado a cobertura para o petista para abater propina relativa a contratos superfaturados de sua empreiteira junto à Petrobras.

Segundo o encarregado de obras da OAS, a ex-primeira dama Marisa Letícia, morta no início de 2017, lhe pediu pessoalmente várias coisas e também o ex-presidente Lula, por meio de recados. Ele relatou que a ex-mulher de Lula pediu para avaliar um forno na churrasqueira. “A primeira-dama me pediu diretamente algumas coisas. O presidente, só através de recados. “Ele [Maradona] falava: o presidente tá perguntando quando vai ficar pronto o lago, quando que vai mexer no lago, o que está acontecendo no lago?”

O encarregado de obras disse ainda a Moro. “Ela [Marisa] me pediu para ver com ela para colocar o forno, me pediu para a gente olhar, dar uma opinião para ela”, disse. “Todas as quartas ela [Marisa Letícia] ia com o segurança e nos finais de semana. O ex-presidente eu vi duas vezes lá”, afirmou.

Misael contou que Marisa e “Maradona” nunca perguntaram os custos da reforma, custeadas pela OAS. O encarregado de obras estimou as obras em “R$ 400 mil a R$ 500 mil” entre material e mão-de-obra.

Material de construção era comprado em dinheiro vivo e sem identificar OAS
“Quando eu saía da OAS, do escritório da Avenida Angélica, eu levava um valor em dinheiro. Junto com esses valores em dinheiro, eu fazia as compras e guardava as notas. Tudo que eu comprava lá em Atibaia, nos depósitos da região, eu prestava contas quando eu voltava para a empresa”, afirmou.

O funcionário da empreiteira relatou que não usava o nome da OAS para as compras. “Normalmente, eu pedia no meu nome, Misael. Pedia para entregar no endereço que era no sítio.”

Ao juiz Moro, o funcionário disse que participou das obras do sítio de Atibaia em 2014. A reforma teria começado logo depois do carnaval e durado até as eleições daquele ano.“Meu gerente Luis Alberto me chamou na área dele, com mais três pessoas que trabalhavam comigo, e falou que a gente ia fazer uma reforma num sítio em Atibaia, seria uma reforma no sítio do presidente”, narrou a testemunha.

Projeto de capela da propina não saiu do papel

Em seu depoimento ao juiz Sérgio Moro, Misael disse que ia “todos os dias” à obra em Atibaia. Ele contou que havia um projeto para construção de uma capela para 12 pessoas na propriedade, que não chegou a ser realizada.“Assim que passasse a eleição, [ia] começar o serviço da capela”, afirmou. “Conversando com o pessoal da empresa, eles pediram para esticar um pouco, para deixar a eleição passar até para ver se a presidente Dilma ia ser reeleita. (...) Pelo que eu entendi, se a Dilma ganhasse, a gente fazia a obra.”

Afirmou que havia “sigilo” sobre as obras “desde o começo”. Segundo ele, os funcionários que trabalhavam na obra, iam para o sítio sem o crachá da OAS, deixavam “guardado na empresa”. “Eles pediram para a gente fazer sigilo porque a gente ia trabalhar no sítio do presidente. (inaudível). Ninguém pode ficar sabendo disso, nem aqui na empresa, nem fora. (Inaudível) que a gente não usasse o uniforme da empresa. Foi feito um uniforme sem o nome da empresa”, relatou.

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