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José Dirceu sumiu após ascensão de Bolsonaro. Caiu a ficha que o PT não vai 'tomar o poder'



O ex-ministro e todo poderoso do governo Lula, José Dirceu, sumiu do noticiário após a ascensão do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, nas pesquisas. Há poucos dias, o mensaleiro demonstrava um entusiasmo acima da média com a possibilidade do PT voltar ao poder com Fernando Haddad, que não conseguiu aumentar a margem de intenções de votos registrada no primeiro turno, segundo as pesquisas.

Dirceu chegou a sugerir que estava com a 'mão na faixa' durante entrevista ao El País no mês de setembro. O petista estava muito confiante na queda de intenções de votos de Bolsonaro com o início da propaganda eleitoral no rádio e TV:

"É uma questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição", " Bolsonaro não ganha essa eleição" garantiu o mensaleiro. Dirceu estava tão entusiasmado com a possibilidade de volta do PT ao poder que chegou a sugerir o fechamento do Supremo Tribunal Federal em outra entrevista.

Preso três vezes, Dirceu afirmava estar “sempre preparado para o pior”, mas disse não acreditar que voltaria à cadeia novamente. E ainda afirmou que a elite deveria rezar para que ele fique longe do governo. (do governo Haddad, que ao que tudo indica, nunca vai existir). Já se o mensaleiro vai ou não voltar para a prisão, é outra história. Por via das dúvidas, Dirceu preferiu enfiar a viola no saco e tirar seu time de campo. Medo de Bolsoanro?
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Ciro Gomes deixou Haddad na mão, viajou para Paris e parece que não volta tão cedo



Após ter sua candidatura pelo PDT à Presidência sabotada pelo ex-presidente Lula de dentro da cadeia, Ciro Gomes, deixou o candidato do PT, Fernando Haddad na mão e viajou para Paris, na França, logo após sua derrota no primeiro turno da eleição.

Segundo a Folha, Ciro Gomes fou flagrado andando tranquilamente neste final de semana com a mulher, Gisele, na estação Chatelet do metrô de Paris. De acordo com a publicação, Ciro foi abordado pela brasileira, Érika Campelo, diretora de uma associação cultural. Ao ser indagado "Por que você não está no Brasil?", Ciro disse, segundo Érika, que "realmente está muito difícil" e que o Brasil "está doente". "Mas eu estou muito cansado. Estou batalhando há três anos. E não dá mais", seguiu.

"Ainda segundo Campelo, Ciro disse também que o PT "errou" porque preferiu "disputar com Bolsonaro no segundo turno".

Questionado por Érika se ele gostaria de ter tido o apoio do PT, o pedetista elogiou Fernando Haddad. Mas afirmou que a esquerda deveria ter debatido para saber quem seria o melhor candidato para o momento".

Ciro deu o troco em Lula e no PT.

Com informações da Folha
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Bancada de esquerda na Câmara dos Deputados é a menor desde a era pré-Lula



O candidato Jair Bolsonaro não enfrentará muitas dificuldades para aprovar projetos importantes para o país, caso se confirmem as expectativas de sua eleição no próximo domingo. Logo no primeiro dia de sua eventual posse, encontrará  uma Câmara dos Deputado com a menor bancada de esquerda desde a era pré-Lula.

A tradicional esquerda, formada agora pelos partidos PCdoB, PSOL, PT, PDT, PSB, PV e Rede – [e a menor, desde o de 2002, quando Lula se elegeu presidente pela primeira vez.  Em 2019. o grupo responsável pela oposição sistemática a qualquer governo que não seja de esquerda contara com apenas 139 deputados no parlamento.

É possível concluir que 374 deputados compõem a bancada que poderá ser identificada como anti-PT. PPS e PHS não entram na conta porque, além dos trabalhistas PTB e PTC, são considerados de centro-direita. O Brasil tem agora tudo para decolar, livre das amarras impostas por Lula e os representantes da esquerda.
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Lula diz que não tem dinheiro e tenta pressionar Sérgio Moro



Em nova tentativa de desbloquear os milhões que estão bloqueados pela Justiça, o ex-presidente Lula alegou esta semana à Justiça Federal em Brasília que não tem dinheiro para bancar a tradução de documentos relacionados ao processos que tramitam contra ele. O petista tentou convencer as autoridades no sentido de pressionar o juiz federal Sérgio Moro para que o magistrado libere os cerca de R$ 16 milhões em bens e dinheiro bloqueados com a finalidade de ressarcir a Petrobras.

Segundo a Veja, "Lula apelou para que a Justiça Federal em Brasília peça a Sergio Moro o desbloqueio de suas contas. O petista argumenta que não tem como bancar um tradutor juramentado para traduzir documentos enviados da Suíça".

As informações são da Veja
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Bolsonaro diz que Lula, Lindbergh Farias e Fernando Haddad vão apodrecer na cadeia - VÍDEO



Em mensagem gravada em vídeo para manifestantes e apoiadores que se concentraram neste domingo na Avenida Paulista, em São Paulo, o candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, afirmou que o ex-presidente Lula, o senador em fim de mandato Lindbergh Farias e o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad vão apodrecer na cadeia.

No recado ao trio de petistas, Bolsonaro afirmou que "Já que vocês se amam tanto, vocês vão apodrecer na cadeia. Por que lugar de bandido que rouba o povo é atrás das grades", ao se referi a Lula, Lindbergh e Haddad. Acompanhe o trecho do vídeo abaixo:

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O povo toma as ruas às vésperas da votação do segundo turno para dizer não ao PT



Milhares de brasileiros tomaram as ruas do país no último domingo que antecede a votação do segundo turno das eleições presidenciais para dizer não ao PT e manifestar o apoio ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro. A amostra robusta de apoio popular ao candidato que simboliza o sentimento antipetista que tomou conta da sociedade nos últimos anos representa um balde de água fria nas pretensões dos integrantes do PT de voltarem ao poder.

A expectativa é a de que o líder das intenções de votos que saiu do primeiro turno com uma vantagem de mais de 15 milhões de votos sobre seu adversário direto, o candidato do PT Fernando Haddad, vença a eleição no dia 28 e dê logo início às negociações envolvendo a nomeação de ministros e as negociações em torno das reformas mais urgentes.

A responsabilidade com milhões de eleitores que foram às ruas ostentando camisetas e Bandeiras do Brasil é enorme. Certamente, a força com que a sociedade tem manifestado apoio ao candidato fará toda a diferença já a partir do dia seguinte à votação no próximo domingo. Os brasileiros depositarão nas urnas a esperança de que a faxina iniciada com a Operação Lava Jato tenha sequência com o novo governo. É o Brasil começando um novo ano com Lula na cadeia e livre do PT.

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Responsabilidade de Bolsonaro e Mourão é enorme com membros do futuro governo. Todos devem estar ciosos da imagem das Forças Armadas



Durante a campanha eleitoral de 2018, as cenas que mais marcaram a população tinham como pano de fundo a bandeira do Brasil. Ao som do hino nacional, os apoiadores de Jair Bolsonaro cerraram os olhos e colocaram as mãos no peito diante de milhões de cidadãos que depositaram suas esperanças na mudança.

Como em qualquer grupo político, há sempre aqueles que se aproveitam de lideranças visando a eleição e a obtenção de cargos na administração pública. Não é difícil supor que oportunistas, essencialmente dissimulados, tenham se inserido entre os apoiadores da candidatura de Bolsonaro, seja na campanha ou na disputa por cargos eletivos, apenas por interesse pelo poder e influência no futuro governo.

A maior parte da população, cansada e sacrificada por quase uma década e meia do reinado da corrupção dos governos do PT, depositou suas esperanças na candidatura de Bolsonaro. Juntamente com seu vice, o general Hamilton Mourão, o provável futuro presidente do país terá uma responsabilidade enorme sobre a equipe que levará para seu governo. Mais do que qualquer outro Bolsonaro carregará nos ombros o peso do compromisso de uma administração exemplar e livre de corrupção.

Seu governo será alvo permanente da fiscalização não apenas de seus opositores, mas principalmente por parte de seus apoiadores na sociedade. A maior intolerância da população nesta eleição é contra a corrupção. Neste sentido, tanto Bolsonaro quanto os membros do núcleo duro de seu governo vão precisar fornecer respostas rápidas à sociedade, em casos de suspeições de irregularidades na administração pública.

Mas a responsabilidade de Bolsonaro não está restrita apenas à intolerância inflexível com a corrupção, mas também no compromisso assumido com a sociedade no que diz respeito ao combate e eliminação de privilégios. Pautas que dependem de cenários econômicos, como a redução de impostos, não são tão urgentes e qualquer dificuldade neste sentido será compreendida pelo eleitorado, tendo em vista o rombo nas contas públicas. Já a eliminação de parte dos mais de 23 mil cargos comissionados, a reforma democrática da Previdência, com teto igual para todos os brasileiros, sem privilégios para determinadas categorias, são compromissos que não devem ser adiados por muito tempo. Bolsonaro deve assumir com o apoio de maioria no Congresso e não enfrentará fortes resistências nos primeiros meses de governo, quando deverá aproveitar para aprovar o máximo de reformas possível.

Além da responsabilidade de um governo comprometido com as mudanças exigidas pela sociedade, há ainda o comprometimento de vários militares que deverão compor o eventual governo de Bolsonaro. O candidato, que herdou votos de quase todos os intervencionistas, é um Capitão do Exército e simboliza, ao menos em parte, o modo austero e organizado dos militares. Ainda que de forma indireta, a imagem das Forças Armadas está empenhada nesta empreitada. Certamente, todos os envolvidos na administração pública estarão ciosos de zelar por uma das instituições mais respeitadas do país. 
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Manifestantes pró-Bolsonato e anti-PT lotam a Avenida Paulista e outros locais em todo o país - Vídeo



O domingo que antecede a votação em segundo turno no dia 28 de outubro foi marcado por manifestações em todo o país a favor candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e contra o PT. Os atos registrados em mais de 200 cidades do país foram convocados pelas redes sociais por várias entidades.

Na Avenida Paulista, em São Paulo, milhares de manifestantes se concentração na região do Museu de Arte de São Paulo (Masp).  Lula, Dilma e o candidato do PT, Fernando Haddad forma alvos de vaias da multidão.


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Rosa Weber manda duro recado à Folha e aos petistas que exigiram providências sobre matéria de impulsionamento no WhatsApp



Após uma semana agitada pela divulgação de matéria da Folha sobre um suposto esquema milionário de impulsionamento de mensagens em massa pelo WhatsApp contra o PT, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, mandou neste domingo, 21, um duro recado aos ativistas e políticos que exigiam providências sobre o caso.

Segundo a presidente do TSE, a desinformação deliberada ou involuntária que visa o descrédito da justiça eleitoral tem que ser combatida. “Combatida com informação responsável e objetiva, tudo com a transparência que exige o Estado Democrático de Direito”.

Ao longo da semana, artistas como Sônia Braga, Caetano Veloso, Zezé Polessa e outros fizeram vídeos nas redes sociais cobrando posicionamento da ministra Rosa Weber sobre a reportagem que afirmava que empresários pró-Bolsonaro estariam financiando fake news contra o PT.

A matéria da Folha chegou a apontar para nomes, como o do dono das lojas Havan, Luciano Hang, como um dos financiadores de empresas de tecnologia e marketing digital para impulsionar mensagens no aplicativo WhatsApp. O dono da rede varejista negou que tenha pago por impulsionamentos de mensagens, prometeu processar a Folha e exigiu direito de resposta na publicação.

A matéria da Folha não veio acompanhada de provas contundentes sobre o conteúdo veiculado, mas serviu para instrumentalizar discursos radicais de representantes da esquerda, incluindo o próprio candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad. Com base na matéria da Folha, Haddad chegou a chamar Bolsonaro de chefe de uma organização criminosa. A presidente do TSE evitou embarcar na onda e disse que denúncias precisam ser combatidas mas que a Justiça Eleitoral não enfrenta “boatos com boatos”, no que seria uma referência à matéria sem provas publicada pela Folha. Várias ações contra a candidatura de Bolsonaro, inclusive de cassação da chapa do candidato do PSL, foram apresentadas à Justiça Eleitoral.

“Justiça eleitoral não combate boatos com boatos, há um tempo para resposta responsável”. “O TSE dá respostas fundamentadas no âmbito das ações judiciais que são propostas, e as ações judiciais exigem o devido processo legal como previsto na Constituição”, disse a ministra.

Rosa Weber afirmou ainda que as paixões políticas estão exacerbadas nessas eleições, assim como as discussões acaloradas e os “níveis de discórdia atingem graus inquietantes”. Mas, para ela, “tudo isso é inevitável e próprio do embate eleitoral”.

Todos os presentes na coletiva do TSE tentaram transmitir tranquilidade à população quanto à lisura do processo eleitoral. Entre os presentes, estavam o Og Fernandes e Tarcísio Vieira, o ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann; o ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Sergio Etchegoyen, a ministra da Advocacia-Geral da União, Grace Mendonça, o vice-procurador-geral eleitoral Humberto Jacques, o diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Elzio Vicente da Silva, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia.

Até a publicação desta matéria, a Folha ainda não havia divulgado nenhuma prova relacionada à matéria publicada esta semana sobre a compra de pacotes de envios de mensagens em massa contra o PT via WhatsApp.
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Bolsonaro sugere que o filho precisa de um psiquiatra, caso tenha falado em fechar o STF



O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, se manifestou neste domingo sobre um vídeo que passou a circular na internet no qual seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, falou sobre fechar o  o Supremo Tribunal Federal (STF), caso a corte represente alguma ameaça ao eventual governo de seu pai.

- Isso não existe. Se alguém falou em fechar o STF, precisa consultar um psiquiatra. Desconheço. Duvido. Alguém tirou de contexto - afirmou Bolsonaro, assegurando desconhecer e duvidar da veracidade do vídeo.

No referido vídeo, o deputado federal Eduardo Bolsonaro disse que "para fechar o STF basta um cabo e um soldado". Em tom de ameaça, durante uma palestra antes do primeiro turno das eleições,  o deputado disse que "se o STF impugnar a candidatura do pai “terá que pagar para ver o que acontece. Será que eles vão ter essa força mesmo?"

No vídeo abaixo, o filho de Bolsonaro questiona a credibilidade do STF para tomar qualquer decisão que represente uma ameça ao governo do pai: "Aí já está encaminhando para um estado de exceção. O STF vai ter que pagar para ver. E aí,  quando ele pagar para ver, vai ser ele contra nós. Você tá indo para um pensamento que muitas pessoas falam, e muito pouco pode ser dito. Mas se o STF quiser arguir qualquer coisa - recebeu uma doação ilegal de cem reais do José da Silva e então impugna a candidatura dele. Eu não acho isso improvável, não. Mas aí vai ter que pagar para ver. Será que eles vão ter essa força mesmo? O pessoal até brinca lá: se quiser fechar o STF, você sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo. Não é querer desmerecer o soldado e o cabo não.  Se você prender um ministro do STF, você acha que vai ter uma manifestação popular?". - afirmou Eduardo Bolsonaro.

As declarações foram feitas durante uma aula na AlfaCon Concursos Públicos, que oferece cursos preparatórios para os que almejam entrar para a Polícia Federal e outras instituições públicas. Confira:



Com informações de O GLOBO

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Mais uma bronca na Lava Jato. Lula tentou combinar falso testemunho sobre reuniões com diretor da Sete Brasil, diz delator



Os problemas do ex-presidente Lula na Lava Jato parecem não ter fim. Segundo matéria publicada esta semana no Estadão, o petista teria tentado combinar um falso testemunho sobre reuniões mantidas com João Carlos de Medeiros Ferraz, o ex-gerente da área de Finanças da Petrobrás que montou e virou presidente da Sete Brasil – empresa criada e contratada por US$ 22 bilhões pela estatal. Em 2014, a Lava Jato descobriu que todos os contratos tinham acerto de 1% de propinas, que era divididas entre políticos do PT e os agentes públicos envolvidos.

Segundo o ex-ministro Antonio Palocci, Lula o procurou em 2014 para tentar combinar falso testemunho sobre encontros o ex-presidente da estatal criada para fornecer os primeiros 28 navios-sondas para exploração os poços de petróleo do pré-sal. A proposta teria sido feita quando a Operação Lava Jato já estava nas ruas e começava a chegar no esquema de corrupção nos negócios da estatal. Lula queria convencer Palocci a assumir a responsabilidade por encontros do ex-presidente com executivo da Sete Brasil, que confessou na Lava Jato a existência de propinas nos contratos de navios-sondas do pré-sal para a Petrobrás.

“Ele (Ferraz) foi falar com o presidente Lula sobre as dificuldades que ele tinha na Sete, pedindo apoio”, afirmou o ex-ministro da Fazenda do primeiro governo do PT e ex-Casa Civil de Dilma Rousseff. “O próprio presidente Lula me falou, porque ele (Ferraz) foi duas vezes ao presidente Lula e o presidente Lula queria depois que soube que o João Ferraz tinha pego propina, o presidente Lula queria que eu assumisse que eu tinha levado o Ferraz lá.”

Palocci afirma que 2014 o ex-presidente Lula queria que ele assumisse a responsabilidade por ter levado Ferraz até ele para tratar dos negócios das sondas do pré-sal, “porque percebe que o assunto pode chegar nele”. Relata ainda que avisou o ex-presidente que não assumiria a responsabilidade e sobre os riscos. “Eu não concordei com ele, falei que ele deveria falar como foram essas visitas, quem marcou e não tinha porque falar que eu tinha levado porque essa mentira ia aparecer depois.”
O delator é enfático nesse trecho: “Eu sei que o Ferraz esteve pelo menos duas vezes com o ex-presidente Lula”.

A Polícia Federal recuperou no mês passado os arquivos apreendidos na sede do Instituto Lula elementos de prova sobre os encontros do ex-presidente com o representante da Sete Brasil que reforçam as afirmações do delator. São trocas de e-mails entre o ex-presidente da Sete Brasil e a assessora direta do ex-presidente Clara Ant, mandados para o Instituto Lula.

“Esse esquema foi implantado pelo próprio Barusco, e pelo que ele me informou, em conjunto com o João Vaccari (ex-tesoureiro do PT). Os dois negociaram com os estaleiros o pagamento de comissão de 0,9% sobre o valor total de cada contrato”, contou Ferraz em depoimento prestado em julho de 2016 a Moro, em ação penal sobre o caso Sete Brasil.

Tanto Palocci como Ferraz disseram o mesmo ao negarem que o nome do executivo tinha sido indicado pelo ex-ministro para o cargo na Sete Brasil. Em seu acordo, Ferraz disse que o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto era quem dizia que ele tinha sido indicado por Palocci.
O ex-presidente da Sete afirmou que tratou de propinas com Vaccari e com Barusco.

Palocci detalhou na delação as ordens de arrecadação de propina dadas por Lula antes da criação da Sete Brasil e sua atuação posterior para manter o negócio. No Termo 01 da delação, tornado público pelo juiz federal Sérgio Moro, da Lava Jato em Curitiba, no dia 1.º, relata uma suposta reunião na biblioteca do Palácio da Alvorada, no início de 2010, em que o ex-presidente teria exigido que os contratos do pré-sal fossem feitos com estaleiros no Brasil e que os contratos pagassem a campanha de Dilma Rousseff.

Esta semana, o juiz federal Sérgio Moro afirmou em documento enviado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que os trechos da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci dias antes do primeiro turno não continham as partes mais bombásticas do acordo. Isto significa que novas surpresas ainda mais desagradáveis reservadas ao ex-presidente Lula e outros petistas. O ofício foi protocolado na quarta-feira (17).


Com informações do  Estadão 
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Ciro Gomes admite que testemunhou assalto do PT - vídeo chocante



Em entrevista à  jornalista Daniela Pinheiro, da piauí, no evento “Conversa com a Fonte”, dentro do Festival Piauí GloboNews de Jornalismo, o candidato derrotado à presidência da República em 2018 pelo PDT no primeiro turno, Ciro Gomes, admitiu que tinha conhecimento de esquemas de corrupção do PT. Na mesma entrevista, o político reconheceu que conviveu com o petismo de raiz com quem conviveu desde os tempos do movimento estudantil.

No vídeo abaixo, o ex-governador do Ceará confirma ter testemunhado situações suspeitas envolvendo os ex-ministros Antonio Palocci e José Dirceu. Ciro diz ainda que cansou de dizer que aquele tipo de coisa iria "dar merda", assumindo que tinha conhecimento de supostos ilícitos praticados pela dupla de colegas ministros do governo Lula.

Na entrevista completa, Ciro afirma ainda que "o sintoma de um presidente da República brasileiro ser corrupto não é definitivamente um triplex cafona numa praia cafona de Guarujá", numa referência ao caso que levou o ex-presidente Lula á prisão. O petista foi condenado, em segunda instância, a uma pena de 12 anos e um mês de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.



Veja a entrevista completa no TV UOL
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Lula, o mestre dos corruptos, não é a alma mais honesta do mundo



O triste espetáculo protagonizado pelo ex-presidente Lula ao longo de sua inglória cruzada para convencer a população sobre sua inocência produziu episódios que vão entrar para a história. 

O hoje presidiário se dizia um homem pobre e desafiou a Operação Lava Jato diversas vezes a provar que tinha "1 centavo" um suas contas proveniente de esquemas de corrupção. A Lava Jato encontrou quase R$ 10 milhões em dinheiro em suas contas e o juiz federal Sérgio Moro determinou o bloqueio de R$ 16 milhões do pobre petista, entre dinheiro e bens.

Mesmo diante do flagrante, Lula continuou insistindo na narrativa que não se sustenta em pé sobre sua suposta inocência. Não apenas Lula se dedicou a encenar peças ridícula com base em narrativas estapafúrdias. Apoiadores do petista, artistas, políticos e até mesmo jornalistas se prestaram o papel de defender o condenado com base nas desculpas esfarrapadas elaboradas pelo petista para justificar o injustificável. Alguns chegaram às raias do absurdo ao defender a candidatura do presidiário, que tem como endereço fixo pelos próximos 12 anos uma salinha no quarto andar do prédio da Superintendência da Policia Federal, em Curitiba, onde habita desde o dia 07 de abril.

Mas os discursos uniformizados da claque petista que repetia os refrões concebidos pelo condenado na ponta da língua não cessaram. As narrativas infantis, divulgadas à exaustão nos sites de aluguel, nas redes sociais e nas páginas na internet dedicadas ao PT de Lula e Dilma, não convencem ninguém. Muito menos as autoridades.

Ao longo de todo este processo, o ex-presidente Lula lançou mão de um fantástico repertório de bobagens que serviram apenas para arrancar risadas das pessoas mais sensatas.

Entre as pérolas do petista, está o velho discurso da alma mais honesta deste mundo:

"Digo todo santo dia: eu estou à espera de um empresário me denunciar. (já denunciou, Lula) Que eles digam se tem um real na minha conta (Um real não, mas R$ 23 milhões em sua conta do setor de propina da Odebrecht). Eu duvido que algum deles seja melhor ou igual a mim. Duvido! (Nem melhor, nem igual, afinal você é o mestre dos corruptos e eles, apenas aprendizes)  Aprendi a andar de cabeça erguida, de pescoço esticado (Mentira Lula, Você tem medo de sair nas ruas). Quero dizer para eles se querem me prejudicar criem vergonha" bradou o condenado em uma das peças épicas de sua cruzada infame.


Lula foi denunciado não apenas por um, mas por vários empresários, ex-amigos e cúmplices de seus esquemas criminosos, como Joesley Batista, Léo Pinheiro, Marcelo Odebrecht e seu pai, Emílio Odebrecht.

Lula cumpre pena em Curitiba, após ter sido formalmente condenado em segunda instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O petista ainda figura como réu em outras cinco ações penais. Ao menos duas delas podem lhe render novas condenações em primeira instância a partir de 2019.
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Discurso do Golpe de Dilma "está vencido" com a derrota na eleição ao Senado em Minas, diz dirigente do PT



Ao que tudo indica, a derrota da ex-presidente Dilma Rousseff na disputa por uma das duas vagas ao senado por Minas Gerais nestas eleições serviu para sepultar definitivamente a narrativa de que a petista teria sido vítima de um golpe. Desde que teve o seu mandato de presidente da República cassado em 2016, após ter sido condenada pelo crime de responsabilidade fiscal no julgamento do impeachment, Dilma vinha propagando a narrativa de que havia sido vítima de um golpe.

Segundo a jornalista Andréia Sadi, "Integrantes da campanha de Fernando Haddad admitem, de forma reservada, que em caso de derrota nas urnas, o PT quer se reposicionar como principal partido de oposição – dominando a esquerda – e precisará de uma nova narrativa a partir de 2019.

Isso porque os próprios petistas admitem que o discurso de que o impeachment de Dilma Rousseff foi "golpe" se enfraqueceu. Nas palavras de um dirigente petista, "está vencido" com a derrota da ex-presidente ao Senado, em Minas Gerais.

Também a narrativa de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é "vítima" da Justiça e maior líder político do país perdeu força diante da onda Bolsonaro e do desempenho dos candidatos apoiados pelo presidenciável do PSL nos Estados".

As informações são do Blog da Andréia Sadi, no G1
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Recuperadas 390 peças escondidas por Lula no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo



Surgem os primeiros resultados de uma investigação conduzida pelo Palácio do Planalto para identificar o paradeiro de 712 itens registrados no acervo da Presidência da República que teriam desaparecido durante os governos dos ex-presidentes petistas Lula e Dilma Rousseff. Segundo O GLOBO, As buscas foram determinadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a partir de uma lista de presentes recebidos pelos dois em eventos oficiais durante seus mandatos. Quando deixam o Planalto, ex-presidentes só podem levar itens de natureza estritamente pessoal e não objetos entregues em função do cargo que ocuparam.

A publicação informa que "um grupo de servidores do Planalto vem vasculhando centenas de caixas guardadas no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo com os bens pessoais de Lula para localizar cerca de 568 objetos desaparecidos. Desse total, os servidores já encontraram 390 peças que serão reintegradas ao patrimônio presidencial. Entre esses itens, estão três peças — uma delas um vaso chinês — que integram o acervo do Museu de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Segundo assessores do Planalto, depois de identificadas, as peças já teriam sido devolvidas ao museu". Os bens escondidos por Lula devem ser reincorporados ao patrimônio público.

Quando deixou a presidência em 2010, Lula levou vários objetos pertencentes à União e usou documentação falsa para transportar os itens. Os procuradores do Ministério Publico Federal, MPF, descobriram que o documento foi falsificado "para dele constar que se tratava de armazenagem de materiais de escritório e mobiliário corporativo de propriedade da construtora OAS". A mesma OAS pagou aproximadamente R$ 1,3 milhão pelo transporte e armazenagem dos objetos retirados por Lula, que contou com a conivência de servidores petistas que deveriam zelar pelo patrimônio público.

A lei determina que presentes dados por representantes de outros países em cerimônias oficiais ficam com a União. Estes podem permanecer no Palácio do Planalto, em Brasília, ou serem direcionados para o Arquivo Nacional e o Museu da República, no Rio de Janeiro.

Lula levou todos os presentes, incluindo joias, objetos de ouro cravejados de diamantes e outras obras de valor inestimável. O petista escondeu tudo em um cofre secreto do Banco do Brasil, numa agência de São Paulo, em nome de sua esposa, Marisa Letícia.

Com informações de O GLOBO
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