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O jornalista Bruno Góes da coluna de Lauro Jardim, do Globo, lembrou muito bem que a CUT e o PT estão há quase um ano anunciando uma estrondosa greve geral, mas até o momento não conseguiram convencer nenhuma categoria de trabalhadores a aderir ao movimento.

É claro que ninguém está disposto a engrossar a fila de mais de 13 milhões de desempregados deixados literalmente "na pista" pelo catastrófico governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Todos sabem ainda que as pessoas que participam de atos convocados pela CUT, PT e MTST  não são trabalhadores, mas sim militantes remunerados, filhinhos de papai que recebem mesadas e esquerdistas universitários "matando" aulas.

Segundo observou a coluna, "no site da CUT, por exemplo, desde agosto do ano passado, foram publicados 33 artigos ou matérias para convocar militantes a fazer uma greve geral" Apesar de tantas convocações, até agora, nada.



O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB) rebateu as críticas feitas pelo coroné fanfarrão do Ceará, Ciro Gomes (PDT-CE), que o chamou de "farsante" e afirmou que ele força uma imagem errada de "antipolítico".

Doria entendeu o comentário de Crio como um problema de saúde relacionado a um desequilíbrio mental e aconselhou que ele "devia se preocupar é com o estado dele, primeiro o pessoal, de saúde mental, depois o Ceará, que é o Estado que ele representa", disse prefeito de São Paulo.

Sobre a insinuação de que Doria teria usado imagens de bumbuns em propaganda de turismo sobre o Brasil, o prefeito de São Paulo lembrou do comportamento machista da campanha presidencial de Ciro em 2002, na qual o então candidato afirmou que sua então esposa, a atriz Patricia Pillar, tinha um dos papéis mais importantes na disputa: "Dormir comigo".

"O ex-governador [do Ceará] não é exatamente a pessoa mais indicada para falar das questões das mulheres, né? Ele tratou a esposa como tratou, não é exatamente uma pessoa que tem perfil e autoridade pra falar sobre isso." ironizou Doria sobre o fato de Patricia Pillar ter abandonado Ciro pouco tempo depois.

"Lamento  que o ex-ministro Ciro Gomes, com seu habitual destempero e seu tradicional desequilíbrio, queira fazer colocações desse tipo". João Doria se recusou a comentar a ameaça de Ciro contra o juiz Sérgio Moro e a Polícia Federal, na qual o pedetista afirmou que receberia "os homens dele na bala".



O ex-presidente Lula vivia desafiando a Lava Jato a provar que ele possuía alguma conta escondida com 0,10 centavos que fosse. A Lava Jato descobriu. E não se trata de uma conta na Suíça ou em qualquer outro paraíso fiscal, mas sim uma conta na Bahia, onde funcionava o setor de operações estruturadas da Odebrecht, o famoso departamento de propinas da empreiteira. O executivo Marcelo Odebrecht apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) provas materiais da conta de propina de Lula com documentos que apontam detalhadamente a movimentação financeira realizada pelo petista em seus milhões disponíveis na conta de propina.

Os extrato apresentados por Marcelo Odebrecht revelam que, em 22 de outubro de 2013, o saldo de Lula era de R$ 15 milhões. Já em 31 de março de 2014, o valor passou para R$ 10 milhões – não foi explicado o que foi feito com R$ 5 milhões retirados ao longo do período de apenas cinco meses.

Ao falar sobre o gerenciamento da conta com recursos repassados para as campanhas de Lula, Marcelo Odebrecht afirmou que o ex-presidente indicou até mesmo um procurador para cuidar de suas finanças com o Grupo. Lula recomendou que o ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci administrasse sua da conta-corrente de propina irrigada por recursos de caixa 2 provenientes de "contrapartidas" por negócios obtidos pelo Grupo junto aos governos petistas.

“Eu falei com ela (Dilma)... Olha, presidente, em 2010, 2009, em 2010, eu falei: presidente, tudo eu estou tratando com o Palocci, era o meu combinado com o Lula, tá ok? Ela falou: Tá ok”, disse o delator.

O executivo Marcelo Odebrecht confirmou nos depoimentos de delação premiada à Lava Jato, ainda sigilosos no Supremo Tribunal Federal (STF), que o “Amigo” ou “amigo de EO” que aparece em trocas de e-mails e planilhas do grupo é mesmo Lula. Originalmente, a conta de propina de Lula tinha um saldo de R$ 23 milhões. Procuradores que acompanharam a colaboração atestam: as revelações de Odebrecht são “devastadoras” para o petista.



A situação do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) erante a justiça acaba de se complicar. O nome do senador aparece em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que aponta que Renan fez dois saques em dinheiro vivo que totalizaram R$ 300 mil. Os valores e as datas batem com denúncias de recebimento de propina que pesam contra o senador em ações que correm contra ele no no Supremo Tribunal Federal, para onde o documento foi enviado.

O senador foi formalmente acusado de cometer os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em dezembro, pelo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que ofereceu ao STF denúncia contra Renan no âmbito da Lava Jato..

O senador foi denunciado pela Lava Jato, por ter recebido R$ 800 mil em propina por meio de doações da empreiteira Serveng. Em troca dos valores, Renan teria oferecido apoio político ao então diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa, que mantinha a empreiteira em licitações da estatal.
Segundo o relatório do Coaf enviado ao STF, Renan efetuou o saque de R$ 100 mil em dinheiro vivo de sua conta no Banco do Brasil. A operação foi feita em Brasília. Em 30 de dezembro de 2014, Renan recebeu R$ 200 mil, às 10h46, da empresa Agropecuária Alagoas LTDA e efetuou saque de mesmo valor às 15h05. O saque foi feito em Maceió, terra natal do senador.

Caso seja condenado em qualquer uma das ações que pesam contra ele no STF, Renan pode ter o seu mandato cassado e perder imediatamente a prerrogativa de foro privilegiado. Assim como Cunha, deve durar pouco nas ruas, fora do manto protetor da impunidade. Todos viram como Moro foi rápido no gatilho.



A delação dos 78 executivos e ex-executivos do Grupo Odebrecht promete fazer um verdadeiro strike no mundo político e levar boa parte dos que não possuem foro privilegiado para a cadeia em pouco tempo. Entre as estrelas da lista de pedidos de inquérito enviada ao Supremo Tribunal Federal pelo  procurador-geral da República, Rodrigo Janot, estão nada menos que dois ex-presidentes petistas, vários senadores e ministros e ex-ministros.

O ex-presidente Lula, que já é réu em cinco ações penais e alvo de outros três inquéritos na Lava Jato, encabeça a lista de novos pedidos de inquéritos formulada por Janot com base nas delações dos executivos da Odebrecht:

Marcelo Odebrecht, ex-presidente do Grupo Odebrecht, afirmou que empresa realizou pagamentos a Lula, inclusive em espécie. Também revelou que a a empresa manteve uma conta em nome de Lula com o objetivo de manter o petista influente depois da saída da Presidência. A conta seria gerenciada por Antônio Palocci.

Hilberto Mascarenhas, ex-diretor do Departamento de Operações Estruturadas, disse que o ex-presidente é o “amigo” na planilha da empreiteira. O codinome aparece relacionado ao valor de R$ 23 milhões.

Emílio Odebrecht, ex-presidente da empreiteira, afirmou que a Arena Corinthians foi um presente a Lula em retribuição a ajuda do ex-presidente entre 2003 e 2010. Nesse período, o faturamento da Odebrecht multiplicou-se por sete, de R$ 17,3 bilhões para R$ 132 bilhões.

Alexandrino Alencar, ex-diretor do grupo, disse que Odebrecht fez a reforma do sítio em Atibaia frequentado por Lula.

Três delatores (Marcelo Odebrecht, Alexandrino Alencar e Paulo Melo) relataram que a empresa comprou, em 2010, imóvel em SP para construção de nova sede do Instituto Lula. O empreendimento, contudo, não foi realizado.

A situação da ex-presidente Dilma Rousseff, que já é ré em uma ação penal no STF e que também não possui foro privilegiado, também não é das melhores:

Marcelo Odebrecht revelou ter doado R$ 150 milhões por meio de caixa dois para a campanha de Dilma em 2014. O empresário garantiu que ela sabia que o dinheiro que irrigava sua campanha era proveniente de caixa 2 (dinheiro roubado do povo) e que ela chegou a indicar“interlocutores” para gerenciar o fluxo de propina que abasteceu sua campanha.


O ex-ministro Antônio Palocci (PT), que já está preso em Curitiba, também foi delatado,

Marcelo Odebrecht afirmou que Palocci geria uma conta em nome do PT, onde foram depositados cerca de R$ 300 milhões entre 2008 e 2014. Posteriormente, a conta ficou sob a responsabilidade de Guido Mantega.

Fernando Sampaio Barbosa e Márcio Faria, ex-executivos, disseram que o ex-ministro é o “italiano” na planilha da empreiteira.

O ex-ministro Guido Mantega (PT), que chegou a ser preso pela Polícia Federal em São Paulo e solto no mesmo dia por determinação do juiz Sérgio Moro, também foi incriminado nas delações:

Marcelo Odebrecht contou que Mantega administrou, depois de Palocci, a conta do PT em que foram depositados cerca de R$ 300 milhões.


Nenhum dos citados acima possui foro privilegiado e seus processos devem ser remetidos para o juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância. 



Ao que tudo indica, o PT deve contribuir com o aumento da densidade demográfica de presos na carceragem do Complexo Médico Penal de São José dos Pinhais, o presídio da região metropolitana de Curitiba para onde são enviados os condenados na Operação Lava Jato. Os nomes de dezenas de petistas figuram na lista de pedidos de inquéritos que o procurador-geral da Repúbica Rodrigo Janot, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal.

O PT entrou contribuindo com dois ex-presidentes de uma só vez, além de vários ex-ministros dos governos de Lula e Dilma, que encabeçam a lista. Lula já é réu em cinco ações penais e Dilma já é ré em uma ação no STF. Como nenhum dos dois e mais alguns de seus ex-ministros não possuem foro privilegiado, o ministro do STF, Edson Fachin, deve acolher os pedidos da PGR e encaminhar os processos diretamente para a jurisdição do juiz federal Sérgio Moro, na primeira instância. Todos foram devastadoramente delatados pelo empresário Marcelo Odebrecht e outros executivos do grupo.

Uma vez condenado, Lula, Dilma e seus ex-ministros devem ir fazer companhia ao resto dos petistas que já se encontram presos em Curitiba. É o PT inteiro na cadeia.



A ex-presidente Dilma Rousseff saiu-se como uma vitoriosa da votação no Senado que culminou em seu impeachment. A petista, que tinha como certa a cassação de seu mandato, apostou todas as suas fichas na preservação de seus direitos políticos a partir da jogada suja do fatiamento da votação no Senado. A manobra de Dilma contou com o apoio da bancada petista no Senado e a conivência do presidente da Casa, Renan Calheiros e do então presidente do STF, Ricardo Lewandowski.

O propósito de se sujeitar a mais uma exposição negativa com a manobra espúria que violou a própria Constituição já era bastante claro para Dilma e para o PT aquela altura do campeonato: a petista previa que seria alvo de uma delação devastadora no âmbito da Operação Lava Jato por parte dos executivos da Odebrecht.

Dilma, que havia fracassado na tentativa de livrar Marcelo Odebrecht da prisão, sabia que as consequências para ela e para o PT seriam funestas.  Era previsível que se tornaria alvo de pedidos de inquéritos, como de fato já ocorreu, e que enfrentaria processos na Lava Jato, sem a prerrogativa do foro privilegiado.

Foi justamente por este motivo que Dilma se arvorou do apoio de aliados igualmente comprometidos para conseguir preservar seus direitos políticos e poder se abrigar em algum cargo eletivo antes que seus processos chegassem a ser julgados. Bastava concorrer a um cargo de deputada federal pelo Acre e pronto. Com foro privilegiado, seus processos deveriam subir para o STF, onde poderiam ser protelados por décadas.

Mas tudo acabou dando errado e de nada adiantou tanto sacrifício, tantos acordos espúrios e tantas falcatruas. A petista está prestes a perder seus direitos políticos na ação que corre contra ela no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sua situação se complicou com aquilo que já era previsto: além do uso de laranjas  e do esquema de lavagem de dinheiro com gráficas fantasmas, o empresário Marcelo Odebrecht confirmou ao ministro do TSE, Herman Benjamim, que praticamente toda a campanha de Dilma foi financiada com dinheiro roubado e que ela sabia de tudo o tempo todo.

Dilma fica sem foro e com Moro. 



Os ex-presidentes Lula e Dilma e os ex-ministros Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo contam a partir de hoje, 27 de março, com um prazo de até 60 dias para o julgamento do processo que corre no  Supremo Tribunal Federal (STF) contra os quatro petistas por tentarem obstruir a Lava Jato.

O ministro Luiz Edson Fachin, do STF, ampliou as investigações do inquérito por mais 60 dias, para apurar uma série de eventos relacionados a tentativas de obstrução de Justiça, como a nomeação do ex-presidente Lula para a chefia da Casa Civil foi uma tentativa de obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

Além de Lula e Dilma, também são avos do inquérito os ex-ministros Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo, todos os quatro do PT. Embora não tenham mais foro privilegiado, o caso está no Supremo porque dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) são investigados: Francisco Falcão e Marcelo Navarro Ribeiro Dantas.

A PF apura se Dilma, Cardozo e Francisco Falcão agiram para que Marcelo Navarro fosse indicado para uma cadeira no STJ para beneficiar empreiteiros presos pela Lava Jato, como o empresário Marcelo Odebrecht.

O inquérito também cita uma conversa gravada entre Aloizio Mercadante e um auxiliar do senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido-MS) que teria tido o objetivo de tentar evitar uma delação premiada do ex-líder do governo. Na gravação, Mercadante teria oferecido ajuda em troca do silêncio de Delcídio, que acabou delatando todo o esquema quando foi preso pela Polícia Federal acusado justamente de oferecer um plano para evitar que o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró assinasse um acordo de delação premiada com a PGR.

No despacho em que dilatou o prazo para que PGR possa apurar o caso mais detalhadamente, Fachin ressaltou ainda que decidirá posteriormente sobre o pedido da Polícia Federal para enviar os trechos sobre Dilma e Lula para a primeira instância porque eles não têm mais foro privilegiado.
O ministro Fachin informou que decidirá somente em um momento posterior se desmembra as investigações, ou seja, se determina o envio dos trechos do processo referentes a Dilma e Lula para a primeira instância.



Os novos inquéritos contra os ex-presidentes Lula e Dilma no âmbito da Lava Jato devem ser anunciados ainda na primeira semana de abril pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Os nomes de Lula e Dilma figuram entre os 320 pedidos de abertura feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao STF. Todos estes novos inquéritos estão relacionados ao teor delação da Odebrecht, já homologada pela presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, e portanto com validade legal perante a Justiça em todas as instâncias do país.

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo, pretende decidir de uma vez só sobre todas as petições, que incluem a abertura de 83 inquéritos para investigar políticos
com foro na corte, segundo informações do STF. Além dos 83 pedidos de abertura de inquérito, há 211 de declínio de competência, 19 providências e 7 arquivamentos.



Quando o sujeito não é homem, não é nem capaz de assumir seus atos. No caso do fanfarrão Ciro Gomes, não é nenhuma surpresa perceber que ele não é capaz de assumir coisas que diz. Em entrevista à Folha, o metidão a coroné amarelou quando foi perguntado sobre ter chamado Lula e "um merda".

Folha - Em vídeo, o sr. aparece dizendo que ele é "um merda" que não é "inocente de nada".

Ciro Gomes -As pessoas editam. Falaram: "Você é um aliado do Lula, o Lula é um merda". Eu disse: "O Lula é um merda, mas tem direito a presunção de inocência".

A justificativa de Ciro não condiz que o conteúdo do vídeo que circulou na internet, no qual um manifestante o questiona: "Onde é que na história está escrito que o Lula é inocente, doutor?"  E Ciro responde: "Inocente nada, o Lula é um merda!".

Se Ciro não é homem nem para assumir o que disse, mesmo tendo um registro em vídeo, imagine se seria homem para desafiar Sérgio Moro cara a cara?



O empresário Marcelo Odebrecht, confessou em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no início de março, que sente arrependimento por seus crimes. O empreiteiro se arrepende, tardiamente, por ter se deixado levar pelo esquema de corrupção dos governos do PT de Lula e Dilma, que promoveram o total aparelhamento do setor público tendo em vista o financiamento de um plano de poder totalmente baseado na corrupção.

Arrependimento

Em seu depoimento, Marcelo Odebrecht confirmou que se arrepende de ter tratado de propina com tanta naturalidade com os governos de Lula e Dilma. Falando de forma geral, considerou que não só ele, mas toda a sociedade, errou ao assistir, supostamente de forma passiva, o esquema de aparelhamento político no setor público, potencial fonte de desvios e do financiamento ilegal de campanhas. O executivo deu a entender que a corrupção e os esquemas de propina nos bastidores do poder era algo tão usual, que chegou a considerar que a sociedade também sabia de tudo e não fez nada.

"O governo sabia, a população sabia, eu sabia que o meu empresário, para atuar na Petrobrás, de alguma maneira, tinha de atender aos interesses políticos daquela diretoria. Eu fazia vista grossa, a sociedade fazia vista grossa, todo mundo fazia vista grossa", disse. "Olhando para a frente, precisa mudar muita coisa, entendeu? Essa questão da Lava Jato foi positiva, porque acho que vai corrigir daqui para a frente."



O humorista Marcelo Madureira, do Casseta e Planeta, falou sério durante ato na Avenida Paulista em favor da Operação Lava Jato neste domingo. O humorista não estava de brincadeira quando chamou o ex-presidente Lula e o ministro do STF, Gilmar Mendes de “vagabundo” e a ex-presidente Dilma Rousseff de “ladrona”, "vagabunda" e "mentirosa".


O humorista também criticou o ex-presidente do Senado, Renan Calheiros e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmando que ele e os demais brasileiros não tem medo de políticos corruptos e poderosos. Após xingar Lula, Dilma e Gilmar Mendes, Marcelo Madureira sugeriu que eles podem processá-lo, mas que qualquer ação contra ele será entendida como uma ação contra todos que participaram dos protestos em todo o Brasil naquele dia. Acompanhe no vídeo abaixo:




O humorista falou à Agência Brasil pouco antes de subir no palanque e afirmou que estava no evento por acreditar que se a Operação Lavo Jato for até o final, “talvez nós tenhamos chance de, juntos, construirmos uma grande nação”. Para ele, isso depende de cada cidadão. “Cidadania é, antes de tudo, uma obrigação. Sabemos que é nossa obrigação de cidadão lutar pelo futuro da nossa pátria, por tempos melhores para nós, para os nossos filhos e para nossos netos”.

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Erroneamente, o site Brasil247 atribui a fala à atriz Regina Duarte, conforme pode ser visto AQUI. O erro grosseiro demonstra a falta de profissionalismo e o oportunismo editorial desqualificado do portal petista, que se permite guiar por qualquer boato para atacar detratores do PT. No lugar de se desculpar pelo erro, os editores do site simplesmente redirecionaram o link para a página inicial. Mas pelo título da URL, ainda é possível ler o título original da matéria. Caso queira ver a matéria original, clique AQUI.



O ex-presidente Lula usa os palanques e entrevistas para mandar recados implícitos, os mais variados, a pessoas com quem deseja se comunicar, mas por razões ignoradas, não pode.

Um dos recados clássicos do petista é quando ele pede dinheiro para as pessoas que tem rabo preso com ele, A senha adorada pelo petista é bem simples: ele costuma dizer que vai voltar a percorrer todo o Brasil em campanha. Para quem entende, um pingo é letra. Quando diz isso, Lula quer dizer que vai precisar de muita grana. Não apenas para bancar suas despesas com jatinho, como também para pagar os militantes normalmente convocados para inflar seus atos públicos.

Esta semana, durante um ato contra a Lava Jato promovido pelo PT em São Paulo, Lula voltou a mandar um recado bastante claro para o ex-presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, preso em Curitiba:

“Quero ver qual vai ser o crime imputado a mim. Eu tenho dito todo santo dia: eu duvido que tenha um empresário que diga um dia que o Lula pediu 10 centavos", bradou o petista, na esperança que seu "recado" chegue ao ex-amigão que bancou seu triplex, a reforma no sítio em Atibaia e o transporte e armazenamento das "tralhas" que trouxe de Brasília, ao final de seu mandato em 2011. Apenas nesta brincadeira, a OAS desembolsou R$ 1.3 milhão.

O desespero de Lula é perfeitamente compreensível. Afinal, Léo Pinheiro será interrogado pelo juiz federal Sérgio Moro no dia 20 de abril, 13 dias antes da data prevista para o interrogatório de Lula. Justamente na ação que investiga o caso do triplex e o financiamento milionário do transporte e armazenagem dos objetos retirados por Lula dos Palácios do Planalto e Alvorada em 2011.

Em sua tentativa de retomar seu acordo de delação premiada, Léo Pinheiro implorou por uma segunda chance na Lava Jato e prometeu revelar toda a verdade sobre os esquemas de corrupção em que esteve envolvido com o ex-presidente Lula. O executivo inclusive pediu para o juiz Sérgio Moro mantê-lo preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, pois temia por sua vida em virtude da gravidade dos fatos que pretende revelar.

Lula está em pânico diante da possibilidade de se sentar diante do juiz Sérgio Moro logo após ser massacrado pelo depoimento de Léo Pinheiro. Durante o mesmo ato organizado pelo Diretório Nacional do PT intitulado “O que a Lava-Jato tem feito pelo Brasil, Lula voltou a fazer um apelo dramático a Léo Pinheiro:

“Esse seminário é importante porque vai fazer com que nós petistas aprendamos de uma coisa: quando alguém dizer que um amigo nosso é corrupto, na falta de prova a gente tem que estar do lado do amigo da gente”, apelou Lula para a velha amizade com o empreiteiro que lhe pagava mesada desde os anos 90.



A ex-presidente Dilma Rousseff, delatada até o talo pelo príncipe dos empreiteiros Marcelo Odebrecht, não cansa de surpreender a população. Nas alegações finais entregues ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE),  a petista pediu a "imprestabilidade" das provas obtidas por meio dos depoimentos de ex-executivos da Odebrecht.

“O seu conteúdo extrapola o objeto das presentes ações; a sua produção está eivada de vício de nulidade absoluta, considerando que não foi assegurado à defesa o amplo, pleno e efetivo exercício dos seus direitos ao contraditório e à ampla defesa, negando-se também conteúdo à garantia do devido processo legal”, diz um trecho do documento, no qual a defesa de Dilma admite que o conteúdo das delações "extrapolou" as expectativas mais sombrias da petista.


A defesa de Dilma também reclamou da "celeridade" que o processo ganhou a partir deste ano, sendo que tramitava há dois anos no TSE.

- Salta aos olhos a forma como (o processo) passou a ser conduzido a partir do dia 23 de fevereiro de 2017, ou seja, há exato um mês, com inaceitável atropelo procedimental, no que se denominou nesta peça como Fase Odebrecht - afirma Flávio Caetano, fingindo ignorar que a homologação da delação dos executivos da Odebrecht era o fato mais importante em toda a investigação sobre o uso de propina nas campanhas da petista.



Em entrevista ao jornalista Roberto D'Avila esta semana. o presidente Michel Temer confirmou que o ex-presidente Lula se ofereceu para conversar com ele no Palácio do Planalto para tratar de problemas pontuais.

Temer, que tem sido duramente atacado por Lula em atos do PT se mostrou reticente, mas por uma questão de elegância, não descartou a hipótese. Entretanto, o presidente fez questão de frisar que o encontro poderia ocorrer "em dado momento". Para quem entende, um pingo é letra. Interlocutores do presidente garante que Temer jamais se reuniria com Lula enquanto ele permanecer na condição de réu perante a Justiça.

"O Temer é um constitucionalista ferrenho e jamais ousaria confrontar instituições como os órgãos da Justiça, como o Ministério Público Federal, e se reunir como um suspeito de crimes ainda não esclarecidos. Seria um desrespeitos às instituições do país.

"Ao afirmar que dizer que, "num dado momento", ele vai verificar a disponibilidade do ex-presidente Lula em ajudá-lo, Temer quis dizer: livre de qualquer embaraço com a Justiça" afirma um interlocutor do Planalto.


Na mesma entrevista, Temer mandou alguns recados para Lula e Dilma, que o acusaram de ser um governante fraco:

"Se eu for fraco e consegui fazer o que fiz pelo país, eu prefiro ser fraco do que ser forte. Porque, os que se dizem fortes, destruíram o país", disse o presidente. Temer afirmou ainda  que as "pessoas acabam confundindo educação cívica e pessoal" com fraqueza. "Eu não vou mudar meu jeito, não. Sempre deu certo assim, vou continuar assim.", garantiu. 



Em seu acordo de leniência, o grupo Odebrecht se comprometeu a devolver pelo menos R$ 7 bilhões do dinheiro roubado aos cofres públicos. É muito? É, mas o valor roubado com a ajuda de Lula e Dilma pode ser bem maior, considerando que o faturamento do grupo saltou de U$ 5 bilhões ao ano em 2003, ano do primeiro mandato de Lula, para U$ 140 bilhões ao ano em 2014, quando foi deflagrada a Operação Lava Jato.

Pois bem. O ladrãozinho confessou todos os seus crimes em depoimentos gravados em vídeo e confirmou que a roubalheira seria impossível sem a conivência de Lula e Dilma. Embora o conteúdo das delações do grupo ainda seja mantido sob sigilo, é certo que em pouco tempo, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, irá levantar o sigilo de todo este material fantástico. Até mesmo por uma questão de transparência e lógica.

O fim do sigilo sobre as delações do Grupo colocaria também um fim nos famigerados vazamentos seletivos. Embora ocorram e servem para revelar os detalhes sórdidos da relação de Lula e Dilma com a empreiteira, os vazamentos são usados pelos criminosos como desculpas e até motivos para se anular todo o trabalho realizado até aqui pela força-tarefa baseada em Curitiba e Brasília ao longo dos últimos três anos. Há inclusive ministros do próprio Supremo, como Gilmar Mendes, que defendem esta aberração de se anular delações vazadas. O sujeito no mínimo deve estar morrendo de medo do que vem pela frente, assim como Lula, Dilma e companhia. 



Com a queda do dólar e a recuperação da economia, a classe média retoma seus hábitos de consumo no Brasil e no exterior. Além dos gastos com vestuário, lazer, refeições fora de casa e viagens,  os gastos dos brasileiros com viagens nacionais e internacionais começam a apresentar aumentos significativos a partir de janeiro deste ano. Influenciados positivamente pelo câmbio mais favorável,  os gastos no exterior somaram US$ 1,36 bilhão no mês passado, um crescimento de 61,7% na comparação com o mesmo mês de 2016, segundo o Banco Central.

No acumulado do ano, os gastos com viagens ao exterior já somam US$ 2,9 bilhões, segundo o BC, um montante 74,8% maior do que o mesmo período do ano passado. Isto significa que a população menos vulnerável economicamente conseguiu atravessar o período de crise e começa a retomar seus hábitos de consumo.

Já os mais pobres, os mais afetados pela crise econômica deixada pela ex-presidente Dilma Rousseff, ainda sentem na pele os reflexos da incompetência e má gestão dos governos petistas. O PT deixou cerca de 13 milhões de chefes de família desempregados e estas pessoas terão maior dificuldade em reconquistar seus ganhos. Como a corda sempre arrebenta pelo lado mais fraco, o pobre costuma ser o primeiro a ser prejudicado e o último a se beneficiar com a recuperação da economia.




O grupo JBS/Friboi aparece como o maior comprador isolado de gado criado em áreas desmatadas ilegalmente. Esta foi a conclusão da Operação Carne Fria do Ibama interdita frigoríficos que vendiam gado de origem ilegal no Pará.

Segundo o órgão, a lista de empresas acusadas de comprar gado de áreas desmatadas ilegalmente tem como seus principais clientes 2 frigoríficos da JBS/Friboi, que compra  90% desse gado de origem duvidosa.

Durante a Operação, o Ibama interditou frigoríficos que vendiam gado de origem ilegal no Pará e aplicou multas que somam R$264 milhões. Esquema para manipular origem do gado também revela fragilidade no controle das vacinas. A JBS, dona das marcas Friboi, Seara e Swift, comprou gado criado em fazendas onde ocorreu desmatamento ilegal no sul do Pará.  A prática é considerada crime ambiental e revela um esquema de manipulação dos documentos que certificam a origem do boi.

O caso foi descoberto pela operação Carne Fria, deflagrada pelo Ibama nesta semana e que investigou 15 frigoríficos e 20 fazendas que comercializaram boi criado em áreas embargadas (onde qualquer atividade econômica é legalmente proibida).  A operação Carne Fria do Ibama não tem nenhuma relação com a Operação Carne Fraca, deflagrada dez dias antes pela Polícia Federal.

A operação detectou a fragilidade dos mecanismos de controle sobre o modo como os animais são criados e processados pela indústria da carne no Brasil. O gado adquirido dessa forma, segundo o Ibama, totaliza 58.879 cabeças compradas diretamente de fazendas em área embargadas e indiretamente, por meio de fazendas intermediárias onde o gado tinha sua origem ilegal “lavada”.

A relação entre pecuária e desmatamento na região não se restringe a essas fazendas. A criação de bois é a principal motivação para o desmatamento ilegal na Amazônia. Cerca de 63% das áreas desmatadas apresentam algum tipo de pasto, segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Essa não é a primeira vez que a JBS é flagrada ao comprar gado de desmatadores ilegais na Amazônia. Durante os governos do PT de Lula e Dilma, a empresa atuava livremente nas maiores regiões de desmatamentos do Brasil livremente, praticamente sem ser fiscalizada. O PT caiu, o Ibama mudou.


O artigo publicado no Repórter Brasil (aqui) explica Como funciona a lavagem do gado e os riscos envolvendo a não aplicação de vacinas no gado de origem duvidosa.


Leia a matéria completa no Repórter Brasil (aqui)



Os ex-presidentes petistas Lula e Dilma vão enfrentar nos próximos dias uma onda devastadora de revelações sobre os crimes que praticaram ao longo dos treze anos que permaneceram no comando do governo do país. Os fatos chocantes contidos na delação dos executivos da Odebrecht ainda não foram todos revelados e os dois petistas já subiram o tom com ataques cada vez mais claros contra o juiz Sérgio Moro e a Operação Lava Jato.

O PT chegou a convocar um ato na última sexta-feira para atacar a investigação que chegou ao topo da cadeia de comando da organização criminosa que saqueou o Brasil com a ajuda de empresários corruptos. Na ocasião, Lula ofendeu os integrantes da força-tarefa baseada em Curitiba e chegou a chamar o procurador da República, Deltan Dallagnol, de moleque.

Se as coisas já estão feias para Lula e Dilma mesmo antes do levantamento do sigilo das delações dos 78 executivos da Odebrecht, a situação dos dois perante a Justiça e a sociedade tende a se agravar ainda mais quando tudo vier a público. Pior ainda quando o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato na Corte, decidir acolher os pedidos de abertura de novos inquéritos contra Lula e Dilma, enviados ao STF pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Encurralados, acuados e sem ter como provar sua inocência, Lula e Dilma vão se tornar cada vez mais agressivos, tentar mobilizar a militância, demonstrar força, se aliar a outros políticos alvos da Lava Jato, enfim. Farão de tudo para transferir seus problemas com a Justiça para o campo político. Os discursos contra Sérgio Moro, contra os membros do Ministério Público Federal e até mesmo contra os delegados da Polícia Federal se tornarão mais raivosos e serão amplamente repercutidos pelos jornalistas de aluguel e sites a serviço do PT.


Para piorar ainda mais a situação de Lula, o petista será interrogado pelo juiz Sérgio Moro pouco após o depoimento devastador que será prestado pelo ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro. Isto significa que quando Lula se sentar diante do juiz responsável pelos processos da Lava Jato, o petista estará numa situação ainda mais delicada e pode ser condenado na primeira das cinco ações penais em que se tornou réu nos últimos meses.

O PT, CUT e MST prometem guerra e estão convocando milhares de militantes para o dia do interrogatório do ex-presidente Lula a ser feito pelo juiz Sérgio Moro no dia 03  de maio. Para Lula, quanto mais barulho, mais tumultos e até mais sangue, melhor. O criminoso está disposto a desafiar a Justiça do país até as últimas consequências. 



O ex-presidente Lula tem feito de tudo nos bastidores do poder para evitar passar pela maior vergonha a que um chefe de Estado pode ser submetido. O petista tem recorrido a "interlocutores neutros" para tentar dissuadir o Palácio do Planalto a não prosseguir com o pedido de restituição de uma série de objetos de ouro levados pelo petista em 2011. Tudo indica que Lula roubou mesmo centenas de objetos valiosíssimos do acervo da Presidência da República, avaliados, segundo especialistas de mercado, em mais de R$ 10 milhões.

Embora a resolução definitiva para o problema tenha se estendido além de todos os prazos estipulados pela Justiça, entre membros do governo é tido como certo um desfecho trágico para a imagem de Lula perante o mundo.  Logo cairá por terra a tese que tem alegado perante a comunidade internacional de que é um perseguido político, vítima da imprensa local e das instituições judiciárias. Mas em poucos dias, não poderá mais afirmar que é uma pessoa honesta.

A decisão final sobre o destino do tesouro apreendo pela PF deve ocorrer logo após o depoimento de Lula em maio, a juiz Sérgio Moro. O petista será interrogado não apenas sobre o caso do triplex, mas também sobre as circunstâncias em que retirou os objetos dos Palácios do Planalto e Alvorada e por que os escondeu em um cofre em nome de terceiros.

O juiz federal Sérgio Moro recomendou que os técnicos responsáveis pelo acervo da Presidência da República realizem uma perícia nos 132 objetos de arte, joias e itens de ouro apreendidos pela Polícia Federal. O Palácio do Planalto já enviou uma lista sigilosa sobre os itens que devem ser devolvidos ao acervo Público. Nos próximos dias, a Justiça deverá encerrar a questão, devolvendo os objetos que foram apreendidos em um cofre do Banco do Brasil, em São Paulo.

Quando deixou a presidência em 2010, Lula levou vários objetos pertencentes à União e usou documentação falsa para transportar os itens. Os procuradores do Ministério Publico Federal, MPF, descobriram que o documento foi falsificado "para dele constar que se tratava de armazenagem de materiais de escritório e mobiliário corporativo de propriedade da construtora OAS". A mesma OAS pagou aproximadamente R$ 1,3 milhão pelo transporte e armazenagem dos objetos retirados por Lula, que contou com a conivência de servidores petistas que deveriam zelar pelo patrimônio público.

A lei determina que presentes dados por representantes de outros países em cerimônias oficiais ficam com a União. Estes podem permanecer no Palácio do Planalto, em Brasília, ou serem direcionados para o Arquivo Nacional e o Museu da República, no Rio de Janeiro.

Lula levou todos os presentes, incluindo joias, objetos de ouro cravejados de diamantes e outras obras de valor inestimável. O petista escondeu tudo em um cofre secreto do Banco do Brasil, numa agência de São Paulo, em nome de sua esposa, Marisa Letícia.

Os bens foram apreendidos durante as investigações da Lava Jato durante a Operação Aletheia, em março. Durante as buscas no apartamento de Lula em São Bernardo, os agentes descobriram documentos que levaram ao gigantesco cofre secreto, onde foram encontradas 23 caixas lacradas com itens pertencentes à União.

Na decisão em que determinou a análise de quais objetos devem ser reincorporados ao Acervo da Presidência, o juiz Sérgio Moro utiliza como referência a auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que constatou, no mês passado, que 4,5 mil itens do patrimônio da União estão desaparecidos. O juiz informa que o órgão poderá contar com a ajuda do TCU e pede que a averiguação seja feita, se necessário, na própria agência onde os produtos estão lacrados por determinação de Moro.  Segundo entendimento do TCU, não apenas os presentes feitos per chefes de estado pertencem à União, mas qualquer objeto que não seja de uso pessoal, como roupas, documentos e fotos, o que não é o caso de Lula.

Ainda segundo o órgão de controle, mesmo no caso de troca de presentes entre Lula e qualquer outra pessoa, seja um empresário, político ou entidade, caracteriza que houve uma contrapartida. Se Lula presenteou qualquer pessoa com dinheiro do contribuinte, o presente que recebeu em troca também pertence ao contribuinte e deve ser incorporado ao acervo público.

Lula está prestes a ser oficialmente desmascarado perante o mundo e se tornar definitivamente um reles ladrão de joias perante a comunidade internacional.



As queixas de alunos da rede pública sobre a postura de vários professores em sala da aula estão se tornando cada vez mais frequentes nos últimos dias. Alunos relatam que vários professores estão abandonando as matérias durante suas aulas para promover debates políticos nos quais tentam exaltar os feitos do ex-presidente Lula, enquanto atacam duramente o governo de Michel Temer.

Rogério Sobrinho, aluno de uma escola de ensino médio na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, enviou um relato ao blog, no qual informa que os professores de história, português e geografia estão dedicando praticamente todo o tempo de aula para defender Lula e o PT.

"Está se tornando algo insuportável. Estamos numa fase crítica de nossa educação e minha preocupação maior é com o Enem, não com Lula, Dilma ou Temer" - queixa-se o aluno do 3º ano do ensino médio.

A jovem Bruna Aguiar relatou o mesmo problema em uma escola pública de Governador Valadares, MG. Segundo ela, o patrulhamento ideológico na escola tem sido tão ostensivo nos últimos dias que está se tornando cada vez mais difícil reconhecer o local como um ambiente de educação.

"O pior de tudo é que você tem que fingir que concorda com os professores, pois corre o risco de ser perseguido e prejudicado em suas notas", relata a estudante. "Um colega da classe foi discordar do professor sobre a Lava Jato e afirmou que a investigação tem condições de mudar o Brasil e foi expulso da sala da aula", diz Bruna.


Segundo um diretor de escola de Belo Horizonte, não há como impedir que este tipo de situação ocorra dentro da sala de aula. "Os professores alegam que estão tratando de assuntos da atualidade e não sobre política".



O fanfarrão Ciro Gomes voltou a dar uma de "macho" para agradar a turma do PT e atacou o juiz Sérgio Moro com ameaças. O cangaceiro reclama do fato do Sérgio Moro ter expediu um mandado de condução coercitiva ao blogueiro Eduardo Guimarães, que vazou detalhes sobre uma operação da PF para o ex-presidente Lula. Ciro Gomes, provável candidato à presidência em 2018 torce para que Lula seja impedido de concorrer ao pleito e assim, herdar os votos dos petistas.

Durante uma entrevista, o fanfarrão deu uma de coronel nordestino e voltou a atacar Moro para "se aparecer":  “Hoje esse Moro resolveu prender um blogueiro, ele que mande me prender. Eu recebo a turma dele na bala”, disse Gomes, em vídeo que circula nos WhatsApps dos advogados.



A ex-presidente Dilma Rousseff pediu a anulação do depoimento e das provas fornecidas pelos executivos da Odebrecht ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Herman Benjamim por um único motivo: a petista foi cabalmente desmascarada.

O executivo Marcelo Odebrecht confirmou que a guerrilheira não é honesta. Ela apenas mudou as táticas e as armas para chegar e se manter no poder, a exemplo de muitos membros do PT que também atuaram em células terroristas.

No lugar de armas, bombas, sequestros e assaltos, Dilma adotou a corrupção sistêmica para angariar milhões para se manter no poder. O dinheiro roubado do povo atendida unicamente a este propósito, tanto na compra de apoio de partidos da base aliada, na compra de partidos para ampliar seu tempo de propaganda na TV, no gastos de campanhas multimilionárias, com pagamentos de propina inclusive no exterior.

A ex-guerrilheira  e ex-presidente não é honesta e lançou mão de todos os recursos possíveis, imagináveis e inimagináveis para se manter no comando do país. Dilma mentiu ao eleitor, perpetrou ataques sórdidos contra seus adversários, maquiou dados sobre as contas públicas para finalmente se eleger com dinheiro roubado do povo.

No fundo, Dilma é apenas mais uma corrupta covarde que se valeu do suado dinheiro do povo para sustentar um plano de poder baseado na ganância, na soberba, na corrupção e na incompetência.



Qualquer policial com o mínimo de experiência sabe que um criminoso nega seus atos até as últimas consequências. Muitos choram, outros ficam indignados, evocam o nome de Deus e até ameaçam processar aqueles que os acusam.

A pessoa com a prova cabal de seu crime pode estar a caminho da delegacia, mas enquanto esta pessoa não adentra ao recinto com a devida prova, o criminoso continua jurando inocência, acreditando que algo pode dar errado no trajeto da testemunha. Nunca se sabe, né?

Nos casos relativos aos integrantes do PT, esta novela já foi vista dezenas de vezes. Lula e Dilma juraram não apenas que eram inocentes, mas defenderam a inocência de outros ladrões contumazes, como José Dirceu, João Vaccari, Antonio Palocci e mais de uma dezena de petistas que foram em cana com a boca na botija. Lula e Dilma também já defenderam publicamente a idoneidade e a honestidade acima de qualquer suspeita do empreiteiro Marcelo Odebrecht. Até que...

O próprio Marcelo Odebrecht se confessou um ladrãozinho safado, sem vergonha, que passou anos fazendo negócios sujos com os governos do PT de Lula e Dilma. As tretas confessadas pelo príncipe dos empreiteiros vão desde a combinação de obras superfaturadas, contração de empréstimos camaradas até a encomenda de medidas provisórias feitas sob medida para atender aos interesses de seu grupo empresaria.

Tudo isso em troca de propinas para o PT, para Lula, Dilma e os demais políticos e partidos indicados por eles para receber propina. Marcelo Odebrecht confessou que repassou pelo menos R$ 300 milhões em propina ao PT em troca dos bilhões que conseguiu arrancar dos cofres públicos com a ajuda de Lula e Dilma. Marcelo Odebrecht não apenas confirmou o repasse milionário de propina como também confirmou que mesmo o dinheiro legal que entrou no caixa do PT e foi devidamente registrado pelo partido também era propina. O executivo do grupo, Alexandrino Alencar também confirmou que os repasses da Odebrecht a Lula e a seu instituto também foram propina, ou dinheiro em contrapartida por vantagens obtidas pelo grupo.

Em seu acordo de leniência, o grupo se comprometeu a devolver pelo menos R$ 7 bilhões do dinheiro roubado aos cofres públicos. É muito? É, mas o valor roubado com a ajuda de Lula e Dilma pode ser bem maior, considerando que o faturamento do grupo saltou de U$ 5 bilhões ao ano em 2003, ano do primeiro mandato de Lula, para U$ 140 bilhões ao ano em 2014, quando foi deflagrada a Operação Lava Jato.

Pois bem. O ladrãozinho confessou todos os seus crimes em depoimentos gravados em vídeo. Embora o conteúdo das delações do grupo ainda seja mantido sob sigilo, é certo que em pouco tempo, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, irá levantar o sigilo de todo este material fantástico. Até mesmo por uma questão de transparência e lógica.

O fim do sigilo sobre as delações do Grupo colocaria também um fim nos famigerados vazamentos seletivos. Embora ocorram e servem para revelar os detalhes sórdidos da relação de Lula e Dilma com a empreiteira, os vazamentos são usados pelos criminosos como desculpas e até motivos para se anular todo o trabalho realizado até aqui pela força-tarefa baseada em Curitiba e Brasília ao longo dos últimos três anos. Há inclusive ministros do próprio Supremo, como Gilmar Mendes, que defendem esta aberração de se anular delações vazadas. O sujeito no mínimo deve estar morrendo de mendo do que vem pela frente, assim como Lula, Dilma e companhia.

Mas o fato inexorável é que, em breve, todo o Brasil poderá acompanhar o depoimento de Marcelo Odebrecht e de outros 77 executivos do Grupo. Há muitos outros segredos sobre Lula e Dilma que virão a tona com a divulgação dos vídeos. Ainda assim, os dois continuarão negando seus crimes. Pelo menos até que a Justiça reúna todos os relatos, e provas fornecidas pelos delatores da Odebrecht. A partir dai, a sequência dos desdobramentos compreende a ordem de novos inquéritos, processos, julgamentos e cadeia para toda esta gente. 



Além de uma boa temporada na prisão, o ex-presidente Lula precisa ser submetido urgentemente a um tratamento médico, psicológico psiquiátrico com urgência.

Esta semana, durante ato contra a Lava Jato organizado pelo PT em São Paulo, o petista voltou a demonstrar graves sintomas de mitomania, um distúrbio que leva a pessoa a mentir compulsivamente e o que é mais grave, acreditar na própria mentira.

Lula voltou a afirmar ser a alma mais honesta deste mundo e disse que nem o juiz Sérgio Moro é tão honesto quanto ele. Quem sofre de mitomania acredita que a mentira é a melhor saída para enfrentar um problema.

Um dos principais sintomas do comportamento do mitômano, além da compulsão por mentir, é claro, é que dependendo da gravidade da mentira, ele costuma chorar antes de mentir. Tal atitude tem um vínculo com a necessidade de sensibilizar o ouvinte, causando um impacto emotivo antecipado. Desta forma, a mentira costuma ser melhor assimilada pelos mais incautos. Acompanhe o flagrante do surto no vídeo abaixo:



O prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB), voltou a espetar o ex-presidente Lula neste sábado (25) empresários, durante o 5º Fórum Nacional do Varejo, no qual empresários se manifestarem publicamente a favor das reformas propostas pelo governo de Michel Temer (PMDB), incluindo a reforma trabalhista.

Dória criticou indiretamente a fala de Lula do dia anterior, em ato promovido pelo PT contra a Lava Jato, no qual o petista chamou o procurador Deltan Dallagnol de moleque e se disse mais honesto do que o juiz Sérgio Moro.

“Esquerda não gosta de trabalhar” Doria também direcionou críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Já viu a turma da esquerda gostar de trabalhar? Pergunta ao Lula se ele gosta de trabalhar. Estou fazendo gestão, fazendo administração, com transparência, eficiência, competência, trabalho. Lula trabalhou oito anos na vida ena vida e tem aposentadoria, tríplex, fazendinha, sitiozinho”, afirmou Doria. E acrescentou:

 "Cada vez que vejo esse sem vergonha do Lula falar mentira na televisão eu ponho mais uma hora de trabalho e dedico para ele”.



Ainda sem ter como explicar o teor comprometedor do depoimento do executivo Marcelo Odebrecht ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Herman Benjamim, a ex-presidente Dilma Rousseff resolveu se colocar no papel de vítima da Justiça Eleitoral.

Após a confirmação do executivo sobre os mais de 100 encontros que manteve com Dilma para tratar sobre obras superfaturadas e propinas, ter afirmado que Dilma controlava os esquemas ilícitos que irrigavam suas campanhas e ter confirmado que a movimentação de tantos milhões, inclusive no exterior, cairiam no radar da Lava Jato, a petista emitiu uma nota para se defender. Mas no lugar de atacar Marcelo Odebrecht ou de negar as confissões de seu parceiro empreiteiro, Dilma preferiu atacar a Justiça Eleitoral, evocando inclusive uma suposta violação de seus direitos humanos.

Na peça de 212 páginas, Dilma nega que a vitória nas eleições presidenciais de 2014 só teria sido possível porque sua campanha foi movida a farto dinheiro de origem suspeita, ou os cerca de R$ 150 milhões em propina que Marcelo Odebrecht confirmou ter repassado para ela.

Abaixo, um trecho da nota da petista.

"O direito à igualdade, ou paridade de armas, foi amesquinhado", reclama Flávio Caetano. "Salta aos olhos – literalmente – a gritante desigualdade de armas entre a acusação e a defesa, o que fere de morte, definitivamente, as garantias constitucionais, e direitos humanos, ao contraditório e à ampla defesa".

Ele lembra que a ampla defesa e o contraditório são garantias estabelecidas no artigo 5• da Constituição: "ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal" e "aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes".

ONU

No documento com as alegações finais, os advogados citam que o artigo 14 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos da ONU foi violado. O dispositivo assegura que "todas as pessoas são iguais perante os tribunais e as cortes de justiça" e que "toda pessoa pessoa acusada de um delito terá direito a que se presuma sua inocência enquanto não for legalmente comprovada sua culpa".

O dispositivo prevê garantias a que "toda pessoa acusada de um delito terá direito", incluindo "dispor do tempo e dos meios necessários à preparação de sua defesa e a comunicar-se com defensor de sua escolha", "de ser julgado sem dilações indevidas" e "de interrogar ou fazer interrogar as testemunhas de acusação e de obter o comparecimento e o interrogatório das testemunhas de defesa nas mesmas condições de que dispõem as de acusação".



A Polícia Federal, através das investigações da Operação Lava Jato, Operação Zelotes e Operação Custo Brasil, já comprovou que o PT roubou o dinheiro do povo brasileiro de todas as formas possíveis.

Os executivos da Odebrecht já confirmaram em depoimentos, acompanhados de provas cabais, boa parte das descobertas decorrentes das investigações conduzidas pela força-tarefa da Lava Jato. Marcelo Odebrcht já confirmou que Lula tinha uma conta abastecida com propinas na empreiteira e que sacou boa parte dos R$ 23 milhões ali depositados. O executivo também confirmou que era Dilma que controlava pessoalmente o fluxo de mais de R$ 150 milhões do dinheiro roubado que irrigou sua campanha em 2014. Marcelo confirmou que se reuniu mais de 100 vezes com Dilma e que a alertou que a situação estava fora de controle e que seus esquemas seriam descobertos pela Lava Jato.

Apesar de todas as provas, das consequências inevitáveis, como novos processos na Justiça, Lula e Dilma insistem em atacar o juiz Sérgio Moro e a Lava Jato. Os cretinos tentam subverter valores, alegando que os membros do Ministério Público não entendem de política e não sabem como as coisas são feitas nos bastidores do poder. É lamentável que a imprensa continue repercutindo o cinismo desta gente.

- Na Lava Jato

Conforme já foi explicitado por vários delatores, entre laranjas, doleiros e executivos da Odebrecht, o PT se beneficiou de esquemas de desvios feitos em conluio com empresários em obras superfaturadas na Petrobras, em refinarias, na Usina de Belo Monte, em estádios da Copa, em obras para as Olimpíadas, em obras de estradas e até mesmo em reformas de hospitais. As obras eram contratadas em valores majorados, os custos eram alterados para maior, Apenas para ilustrar,  A Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, foi orçada em R$ 16 bilhões, leiloada por R$ 19 bilhões, financiada por R$ 28 bilhões, mas já custou mais de R$ 50 bilhões em valores atualizados.

A Força-tarefa da Operação Lava Jato já recuperou R$ 3 bilhões do dinheiro roubado do povo com a ajuda do PT. A estimativa é a de que tenham sido desviados dos cofres públicos, apenas no âmbito das investigações baseadas em Curitiba, perto de R$ 30 bilhões. Para se ter uma ideia, a Odebrecht, a maior financiadora das campanhas de Lula e Dilma, terá que devolver aos cofres públicos mais de R$ 6 bilhões. Isso sem citar a OAS, UTC e outras 6 empreiteiras que participaram do esquema criminoso montado pelo PT de Lula, Dilma e companhia.

Além dos desvios da Odebrecht, existem ainda os contratos bilionários do BNDES, sobre os quais suspeita-se que o partido e as empreiteiras beneficiadas com financiamentos tenham acordado "comissões" de até 3% de todos os recursos liberados.

Ah, mas tem outros partidos envolvidos. É claro que sim, mas quem chefiou todos os esquemas foi o guardião da chave do cofre do dinheiro do contribuinte nos últimos treze anos: o PT. Nenhum crime, nenhuma nomeação de diretores corruptos ocorreria sem o aval do partido, especificamente dos ministros-chefes da Casa Civil da Presidência da República, todos petistas, todos suspeitos, alguns indiciados, outros condenados e presos.

Os executivos da Odebrech confirmaram que Dilma solicitou propina para cinco partidos da base aliada de seu governo para garantir mais tempo na propaganda eleitoral. O encarregado de arrecadar R$ 7 milhões para cada partido foi Edinho Silva, ex-ministro de Dilma.

O PT teve todos os seus tesoureiros dos últimos treze anos presos por envolvimento de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Delúbio Soares, João Vaccari Neto e por último, Paulo Ferreira, marido da ex-ministra do Desenvolvimento Social no governo Dilma Tereza Campelo. Além de todos os tesoureiros, o PT já teve vereadores, deputados estaduais e federais, prefeitos, senador e até ministros presos.

O partido é apontado como uma organização criminosa por vários juízes desde a época do mensalão. Hoje se sabe que o petrolão, o esquema criminoso dentro da Petrobras, teve início logo nos primeiros meses do primeiro mandato do ex-presidente Lula, em 2003, quando a ex-presidente Dilma Rousseff ocupou a presidência do conselho da estatal e acumulou o cargo como ministra das Minas e Energia e posteriormente, ministra-chefe da Casa Civil nos governos Lula.

- Na Operação Zelotes

O ex-presidente Lula é apontado como suspeito de ter negociado medidas provisórias para beneficiar o setor automobilístico com a renúncia fiscal de mais de R$ 13 bilhões. As operações teriam sido feitas através do lobby de um amigo do ex-presidente desde os anos 70, Mauro Marcondes e sua esposa e sócia do escritório Mautoni e Marcondes, Cristina Mautoni, ambos presos pela Polícia Federal. O escritório do amigo de Lula foi o responsável por raspasses ao filho de Lula, Luis Claudio Lula da Silva, que podem alcançar os R$ 4 milhões. No total, a Polícia Federal desconfia que o caçula do ex-presidente possa ter recebido bem mais de R$ 10 milhões, através de empresas constituídas apenas para assinar contratos de fachada.

- Na Operação Custo Brasil

A Polícia Federal desvendou um esquema milionário de desvios de dinheiro de servidores e pensionistas que contraíram empréstimos consignados ao longo dos últimos 6 anos do governo Dilma. O então Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo (PT-PR), marido da senadora Gleisi Hoffmann, (PT-PR) foi preso na Operação Custo Brasil e apontado como cabeça no esquema que desviou mais de R$ 100 milhões de pessoas endividadas. Bernardo teria ficado com R$ 7 milhões e repassado outros R$ 80 milhões para o PT, por determinação do ex-tesoureiro do partido, João Vaccari Neto.

Conclusão: todos os personagens centrais e comandantes dos esquemas bilionários de corrupção de que se tem notícias, e provas, são integrantes do PT. A organização criminosa, como o partido já foi classificado por vários juízes, roubou o dinheiro do povo de todas as formas possíveis e imagináveis. Metade dos ex-ministros, senadores e deputados do partido estão sendo investigados por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, O líder máximo do PT, o Sr Luis Inácio Lula da Silva, é réu em cinco ações penais e alvo de pelo menos 4 outros inquéritos na justiça, apontado como responsável pela prática de crimes de toda sorte, todos relacionados com corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de influência.

O PT é, basicamente, segundo definições que podem ser extraídas dos inquéritos policiais, um partido formado por políticos corruptos, eleitos com dinheiro roubado do povo. Sendo um partido essencialmente corrupto, formado por políticos essencialmente corruptos, que comandaram o país ao longo dos últimos treze anos, não é de se surpreender com a grave crise econômica, moral e política que o Brasil atravessa. São 12 milhões de chefes de família desempregados. 2 milhões de empresas falidas e sonhos desfeitos. Sonhos de pessoas empreendedoras, que colocaram seu dinheiro em um negócio por acreditar no país.

Tolerar os cretinos do PT, os militantes, os simpatizantes, os representantes dos partidos aliados, conhecidos como linhas-auxiliares, os artistas e personalidade públicas que foram coniventes com tanta roubalheira é algo que consiste num gigantesco exercício de tolerância. Olhar para a cara dessa gente e ouvi-los se defendendo mutuamente, enquanto atacam os membros do Ministério Público Federal, os agentes da Polícia Federal e os juízes que estão dispostos a recuperar o dinheiro que roubaram do povo é algo simplesmente revoltante. São cretinos, bandidos e cínicos que sustentam suas mentiras até as últimas consequências. Os membros do partido, os artistas, os militantes e todos os brasileiros que ainda ousam abrir a boca para defender o PT de Lula, Dilma e Companhia.



Acuado pelas investigações da Lava Jato e apreensivo com a aproximação do dia em que deverá se sentar, presencialmente, diante do juiz federal Sérgio Moro, o ex-presidente Lula já deu início a parte mais agressiva de sua estratégia de provocar os membros da Lava Jato.

Durante evento do PT sobre a Lava Jato nesta sexta-feira 24 em São Paulo, o petista partiu para o ataque e criticou o procurador Deltan Dallagnol, que na semana passada apontou o ex-presidente como o líder da organização criminosa que agia na Petrobras; "Fomos criados para mudar a história deste país e para agir corretamente. Quem comete erro paga pelo erro que cometeu. A instituição é muito forte. E aquele Dallagnol sugerir que o PT foi criado para ser uma organização criminosa... O que aquele moleque conhece de política? Ele nem sabe como se monta um governo. Não tem a menor noção. Ele acha que sentar em cima da Bíblia dele dá a solução de tudo", disse Lula, referindo-se à sua visão particular de que só é possível fazer política jogando sujo.

Em artigo publicado no próprio site do PT, membros do partido admitem que sem o uso de esquemas ilícitos, como o uso de dinheiro roubado do contribuinte, o partido jamais teria conseguido eleger seus candidatos.

Para Lula e os demais membros do PT, não há como fazer política sem chafundar na lama da corrupção. O petista omitiu que, além de lançar mão de esquemas criminosos de financiamento de suas campanhas, sobretudo junto a Odebrecht, também se beneficiou pessoalmente através de uma conta corrente de propina mantida pela empreiteira em seu nome, com um saldo de R$ 23 milhões, com os quais Lula comprou imóveis em nome de laranjas e paga suas despesas com aluguel de jatinhos. Para esta gente, a bíblia é apenas um livro feito para idiotas, como o procurador Deltan Dallagnol, que é evangélico. 



O ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, contou em detalhes em seu depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral como foram feitos os pagamentos milionários e ilegais para a campanha da ex-presidente Dilma Rousseff.

O executivo apresentou à Justiça Eleitoral números, detalhes e até análises. Marcelo falou sobre a relação que estabeleceu com políticos e admitiu que o dinheiro contabilizado como legal pelo PT também pode ter origem ilegal.

Ele disse: “Essa questão de propina, quando o empresário acerta um determinado valor, que é a contrapartida específica, esse valor pode ser, depois, na forma de caixa um ou caixa dois. Então eu acho que a ilicitude do caixa dois, está, em minha opinião, está em ilicitude eleitoral. Se é ou não propina, eu não acho que é baseado no caixa dois ou no caixa um. Muitas vezes ele pode ter caixa dois com ilicitude eleitoral e pode ter caixa um que é propina”.

O executivo confirmou ter anexado centenas de provas sobre os repasses de propinas ao PT em seu acordo de delação homologado pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia. Entre 2008 e 2014, forma mais de R$ 300 milhões, segundo o executivo.

A Odebrecht apresentou uma planilha ao TSE com um fluxo de caixa do dinheiro ilegal doado pela Odebrecht. Essa mostra o controle de saldo da conta corrente da empresa com Lula, e os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega. Em 22 de outubro de 2013,  Lula, tinha saldo a receber de R$ 15 milhões dos R$ 23 milhões originais de sua conta. Em 31 de março de 2014, o saldo era de R$ 10 milhões. Isto significa que Lula chegou a sacar R$ 15 milhões de seu saldo na conta de propina que mantinha na empreiteira. 




O fatos revelados no depoimento dos executivos da Odebrecht ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Herman Benjamim, já são mais que suficientes para que a Justiça solicite o bloqueio dos bens e contas dos envolvidos nos crimes relatados pelas testemunhas.

Marcelo Odebrecht confirmou que destinou cerca de R$ 300 milhões aos ex-presidentes Lula e Dilma, para que pudessem financiar suas campanhas. Outros executivos também confirmaram que o ex-presidente Lula chegou a retirar cerca de R$ 13 milhões de sua conta da propina mantida pela empreiteira.

Marcelo Odebrecht também confirmou que os repasses eram feitos mediante vantagens obtidas por seu grupo empresarial em contratos firmados com os governos de Lula e Dilma. O empreiteiro confirmou que ordenava que seus executivos incluíssem valores acima das obras contratadas justamente para viabilizar os repasses que seria posteriormente feitos ao PT de Lula e Dilma. Isto significa dinheiro roubado do povo.

Como já ficou mais do que claro que os ex-presidentes Lula e Dilma e seus ministros atuaram de forma criminosa e premeditada, que praticaram crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em pleno Palácio do Planalto e ministérios, caberia a Justiça tomar alguma providência para tentar recuperar ao menos uma pequena parte de tantos milhões que foram desviados dos cofres públicos.



O acordo de delação da Odebrecht, homologado pela presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, contém informações estarrecedoras sobre a relação espúria de Lula e Dilma com a empreiteira.

Fato 1 - Os 78 executivos da Odebrecht jamais teriam conseguido firmar um acordo de delação com o Ministério Público Federal caso não tivessem apresentado as devidas provas sobre seus relatos feitos aos procuradores da República. Pela lei de delação, a Justiça não pode celebrar nenhum acordo com criminosos baseada apenas em depoimentos. As informações prestadas pelos delatores que não são acompanhadas de provas robustas que corroborem suas confissões são descartadas imediatamente pelo MPF.

Fato 2 - A Procuradoria-Geral da República revisa todos os termos, documentos, depoimentos e provas que compõem um acordo de delação premiada concluído pelo MPF, Apenas após a análise detalhada de todos os documentos e a certificação de que a delação atende os requisitos previstos na lei,  a PGR envia o material para apreciação do STF.

Fato 3 - Todos os depoimentos e provas são minuciosamente analisados pelo Supremo Tribunal Federal. O ministro relator do caso requisita uma equipe de técnicos juristas que verifica novamente todos os documentos. Todas as etapas dos trabalhos são supervisionadas pelo ministro relator. Apenas após concluído todo o processo, a delação pode ser ou não homologada.

No caso da delação da Odebrecht, a ministra Cármen Lúcia concluiu que todos os requisitos foram cumpridos em suas diferentes etapas. Ao homologar a delação, a presidente do Supremo validou o acordo, que passou a ter valor legal perante a Justiça.

Até o momento, o Brasil já sabe que os ex-presidentes Lula e Dilma comandaram o maior esquema de corrupção de que se tem notícia na história do país. Sob o comando de Lula, o PT e a Odebrecht montaram uma verdadeira organização criminosa que tinha como objetivo patrocinar um ambicioso plano de poder financiado pelo dinheiro roubado do povo. Tudo isso é fato e não há mais como voltar atrás ou desfazer tudo que já foi feito.

Lula, Dilma e centenas de políticos já foram incriminados e devem arcar, cedo ou tarde, com as consequências de seus crimes. Como qualquer bandido, eles serão submetidos a todos os trâmites legais, que vão desde a abertura de inquéritos, a abertura de processos na Justiça até a condenação, tida como certa, tendo em vista o grau de comprometimento com os crimes investigados na Lava Jato.

Mas enquanto isso não acontece, eles vão jurar inocência, posar de vítimas, tentar fulanizar seus crimes, alegando que outros também fizeram as mesmas coisas. Vão atacar a Lava Jato, o juiz Sérgio Moro e as instituições sérias do país. Farão de tudo para tentar desqualificar todo o trabalho magistral realizado até aqui pela força-tarefa baseada em Curitiba. De na adiantará. Caso o Brasil seja realmente um país sério, Lula, Dilma e companhia devem ir parar atrás das grades. Cedo ou tarde.

Outros crimes de Lula e Dilma relacionados aos desvios no BNDES, da relação dos dois com Eike Batista, com os donos da Friboi e outros esquemas de corrupção mantidos pelo PT ainda devem vir a tona nos próximos meses. Mas por enquanto, a delação da Odebrecht já é suficiente para lhes garantir uma boa temporada atrás das grades.




O ex-presidente Lula ainda não se pronunciou sobre o depoimento do executivo Marcelo Odebrecht ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Herman Benjamim, no qual confirmou vários esquemas de repasses de propina ao petista, para suas campanhas e para o instituto que sela seu nome.

Lula foi citado várias vezes e apontado como comandante do esquema entre o governo federal e a Odebrecht. Em um treco de seu depoimento, Marcelo compromete Lula e Dilma de forma bastante clara:

O executivo descreve sua relação com o interlocutor de Lula, que acabou sendo substituído por Guido Mantega por indicação de Dilma. Marcelo confirma que tratou com Antonio Palocci o que foi combinado com Lula. "Palocci era da relação do Lula. Foi indicado por Lula. Eu já herdei essa relação", diz.

"Eu falei com ela (Dilma)... olha, Presidente, em 2010, 2009, em 2010, eu falei: Presidente, tudo eu estou tratando com o Palocci, era o meu combinado com o Lula, tá ok? Ela falou: Tá ok'."

O executivo confirmou repasses de cerca de R$ 300 milhões em propina entre 2008 e 2014 e quando foi questionado sobre se este dinheiro teria sido destinado para o PT, Marcelo negou e afirmou que tudo foi para a Presidência, numa referência aos dois ex-presidentes petistas.

Após a divulgação de parte do depoimento de Marcelo Odebrecht, o ex-presidente Lula não foi mais encontrado para comentar o assunto.


Com informações de O Antagonista

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