\imprensa Viva



Os que mais se dizem ferozes, são na verdade os mais covardes. Este pensamento se adéqua com perfeição ao escopo da atuação da esquerda em praticamente todo o mundo. Em nenhum aspecto, os discursos da esquerda contemplam o mérito do esforço individual. A força da esquerda depende da coletividade dos mais fracos em detrimento dos mais capazes, de modo geral.

A covardia da esquerda consiste justamente em explorar o sentimento de compaixão, um canto da sereia infalível para os ouvidos de acomodados, de outros covardes ou daqueles que já se deram por vencidos na vida.

Obviamente, nem todos nasceram aptos a vencerem seus próprios desafios. Entretanto, não parece justo que aqueles que se congregam entre outros fracassados se unam para combater justamente aqueles que conseguiram por esforço próprio conquistar aquilo que os fracos almejam.

A pregação do ódio ao patrão está na raiz do desejo da esquerda de construir um Estado totalitário. Somente na cabeça dessa gente é possível construir um mundo com empregados sem patrões, onde a mãe pátria cuidaria de todos 'de forma igualitária', sem concorrência, sem competitividade, sem mérito.

É justamente graças ao esforço de pessoas empreendedoras que o Estado existe como tal, há mais de cinco mil anos. A esquerda usa exemplos de empresários corruptos, aos quais costuma se aliar, para generalizar a visão de que o patrão é o câncer da sociedade. Ocorre que a sonegação é algo completamente inviável para 99,9% das empresas em atividade. Exatamente. Não há como uma empresa criada com o objetivo de prosperar recorrer a crimes fiscais como modelo de negócios. Para se ter um controle administrativo livre de falhas, é necessário adotar sistemas livres de fraudes, com controle rígido sobre entrada e saída. Como praticamente toda a cadeia de distribuidores atua m conformidade com sistemas rígidos de controle, esta cultura acaba prevalecendo entre as demais empresas.

Mas os ativistas de esquerda se recusam a enxergar a realidade dos fatos. Falou que é patrão, é porco sonegador, é elite, é explorador do trabalhador. Estes sentimentos servem para justificar atitudes criminosas de trabalhadores nas empresas, como danos provocados em equipamentos de forma premeditada, desperdício deliberado de matéria prima e até mesmo pequenos furtos. O sujeito não se dá conta de que quando estava literalmente na merda, sofrendo preconceito em casa dos pais ou da esposa, faltava baixar as calças para conseguir um emprego que lhe garantisse o resgate da dignidade.

O próprio Estado não faz jus ao esforço do empreendedor, que dedica anos de esforços e economias para realizar o sonho de abrir uma empresa. Muitos oportunistas infectados pela cultura da esquerda também não estão nem aí para o que está em jogo. Querem apenas o abrigo de um emprego e de uma carteira assinada, sobretudo quando está acabando o seguro desemprego. Muitos não tem qualquer plano de contribuir para o crescimento da empresa.

Se o empresário vai à falência, como é o caso de mais de 80% das empresas no primeiro ano de atividades, ele é chamado de burro e ninguém se importa com os anos de esforços e economias que vão para o ralo. Nos casos em que o empreendedor acerta e prospera, é visto como um explorador, sonegador e bandido. Quando compra um caro novo então...

A esquerda não faz qualquer esforço para destacar o papel que cada um tem na sociedade. Há mérito tanto por parte do empreendedor quanto do trabalhador que se propõe a contribuir com seus esforços em troca de remuneração. Enquanto muitos focam apenas em qualificação para alcançar posições melhores dentro de uma empresa, pessoas sem qualquer formação são capazes de obter promoções, benefícios e outras garantias apenas por sua dedicação. Há casos de funcionários sem qualquer qualificação formal que se tornam imprescindíveis para uma empresa justamente por sua dedicação e capacidade de vencer desafios e propor soluções. Ainda mais no caso do Brasil, onde mais de 90% das empresas são familiares, enquanto a média global é de 75%. Em muitas empresas de engenharia, o mestre de obras costuma receber salários mais altos que os próprios engenheiros. Em muitas empresas, cargos sensíveis como compradores e responsáveis por contenção de perdas são preenchidos por funcionários de confiança sem qualquer formação. Neste aspecto, a dedicação e honestidade do funcionário são mais importantes que qualquer diploma.

No Brasil, as perdas das empresas com roubos e furtos causadas por agentes internos e externos é superior a 1,5% do faturamento. Isso sem contar os danos em equipamentos, desperdício de matéria prima e negligências de funcionários com seus deveres.

Dependendo do setor, estas perdas podem alcançar percentuais inimagináveis. Segundo avaliação de perdas no varejo brasileiro, realizada pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados), o Provar, a Canal Varejo e a Nielsen, o índice de perdas de  Supermercadistas podem chegar em muitos casos a 20% do faturamento obtido. Entre os itens mais furtados, destacam-se os chicletes (30%), preservativos, loções bronzeadoras e protetores em geral (15%), maquiagem e colas (11%) e uísque e sabonetes líquidos (10%).

Ai, quando a empresa fecha e demite centenas de funcionários, a esquerda coloca culpa na crise, na alta carga tributária, na ganância dos patrões, etc. Os funcionários ladrões são colocados na condição de vítimas e se sentem bastante confortáveis toda essa 'compaixão' da esquerda, que por sua vez também rouba o país.



O ex-presidente Lula é uma contradição ambulante. Enquanto afirma ter convicção de sua inocência e desafia as autoridades a provarem seus crimes em discursos inflamados nos palanques, atua num ritmo frenético nos bastidores para impedir que a Justiça fala seu trabalho. Lula também costuma desafiar o juiz Sérgio Moro em Público, mas nos bastidores, já entrou com dezenas de recursos para fugir do magistrado.

Apesar de perder praticamente 100% dos recursos na Justiça, por razões óbvias, o petista não desiste. Neste fim de semana, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou mais um recurso do petista contra o envio das delações de executivos da Odebrecht para a força-tarefa da Lava Jato no Paraná.

Por meio de sua defesa, Lula argumentou que não cabia a remessa dos documentos para Curitiba por entender que os fatos atribuídos à ele deveriam ser apurados em Brasília ou em São Paulo. A colaboração da Odebrecht foi homologada pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, e distribuída para diversas instâncias da Justiça pelo relator do caso, ministro Edson Fachin.

Há no material informações que apontam Lula como beneficiário da propina paga pela empreiteira. O conteúdo das delações foi anexado às ações penais que tramitam contra o petista na capital paranaense, sob os cuidados do juiz Sergio Moro.

O petista está apreensivo quanto ao desfecho da segunda ação penal em fase final de conclusão na Lava Jato. Lula inclusive já foi interrogado na última fase do processo em que figura como réu por ter recebido vantagens indevidas da Odebrecht. Entre estas vantagens, está a cobertura de São Bernardo do Campo. Pressionado pelo juiz Moro em seu interrogatório, Lula acabou autorizando sua defesa a apresentar recibos falsos à Justiça. Sua sentença neste processo deve sair nos próximos dias. 



Após mandar soltar o ex-suplente de deputado Rodrigo Rocha Loures, o homem que recebeu de Joesley Batista R$ 500 mil para agendar um encontro com o presidente Michel Temer, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Edson Fachin, mandou soltar o auxiliar de Geddel Vieira Lima, Gustavo Ferraz, preso no início de setembro com seu chefe.
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As digitais de Ferraz foram encontradas em notas de dinheiro, apreendidas em um apartamento em Salvador, ligado a Geddel. Na ocasião, a Polícia Federal encontrou R$ 51 milhões escondidos em malas e caixas. Segundo a PF, o dinheiro pertence ao ex-ministro e é oriundo de esquemas de propina na Caixa durante o governo Dilma. Joesley Batista, o dono do grupo JBS, também tinha um apartamento em Salvador e usava o imóvel para se reunir com Geddel e o doleiro Lúcio Funaro.

Na decisão, o ministro do STF determinou que Ferraz permaneça em prisão domiciliar, não use telefone ou internet nem exerça qualquer função pública.

Além disso, ficará proibido de ter contato com outros investigados no caso e seus familiares. Por fim, deverá usar tornozeleira eletrônica e pagar fiança de R$ 93.700.

Desde setembro, Ferraz está detido no presídio da Papuda, em Brasília, e já teve outros pedidos de liberdade negados.

No dia 19 de setembro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou liberdade a Ferraz. Na decisão, o ministro Rogerio Schietti Cruz disse haver descrição detalhada do envolvimento de Ferraz para esconder os valores, além de indícios que o vinculam à possível propriedade do dinheiro.

Ao liberar criminosos envolvidos em escândalos tão vergonhosos, Fachin deixa a impressão na sociedade de que não quer ver certos aspectos destes crimes esclarecidos no momento. 



Com o sugestivo título "Moro condena lobistas ligados ao PMDB em processo da Lava Jato" o G1, principal portal da Rede Globo, informou que o juiz federal Sérgio Moro "condenou o lobista Jorge Luz e o filho dele Bruno Luz, ligados ao PMDB, em um processo da Lava Jato que investiga pagamentos de propina em contratos do Grupo Schahin com a Petrobras para o navio-sonda Vitória 10.000".

Em nenhum trecho da reportagem (aqui), a Globo mencionou a participação do amigo de Lula, o pecuarista José Carlos Bunlai, na articulação do contrato de US$ 1,6 bilhão assinado pelo Grupo Schahin com a Petrobrás, entre 2006 e 2007, para operação do navio-sonda Vitoria 10000. O acordo costurado por Bumlai fez parte da quitação de uma dívida de campanha do PT com a empresa referente à campanha eleitoral de reeleição de Lula. AS informações foram confirmadas por Eduardo Musa, ex-gerente-geral da Diretoria Internacional, em delação premiada à força-tarefa da Operação Lava Jato.

“Foi explicado que havia uma dívida de campanha presidencial do PT de R$ 60 milhões junto ao Banco Schahin e que para quitá-la o governo utilizaria do contato de operacionalização da sonda Vitoria 10.000”, contou Musa, em depoimento prestado no dia 21 de agosto. Mas não foram apenas R$ 60 milhões destinados ao PT para livrar o ex-presidente Lula de apuros.

A reportagem da Globo omitiu até mesmo o depoimento de Bumlai na Lava Jato. O amigão de Lula confessou também um empréstimo que teria servido para comprar o silêncio de testemunhas sobro o caso do assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel.

Segundo Bumlai, o empréstimo que ele contraiu no banco Schahin era mesmo para o PT. O valor total era de R$ 12 milhões e o dinheiro foi inteiramente revertido para o PT por intermédio do grupo Bertin. Deste total, R$ 6 milhões foram para o PT de Santo André, destinado a pagar chantagistas e os outros R$ 6 milhões teriam ido para o PT de Campinas;

Bumlai confirmou que empréstimo nunca foi pago e que esteve com Delúbio Soares para tratar do empréstimo e que depois debateu o assunto com João Vaccari Neto. Neste episódio, Bumlai fez uma confissão espontânea, não uma delação premiada.

Ainda segundo diretores do grupo Schahin, o empréstimo, que, em 2009, já estava em R$ 53,5 milhões foi simplesmente esquecido quando Bumlai e Lula atuaram para que o grupo fosse o operador do navio-sonda Vitória 10.000, da Petrobras — um contrato, então, de US$ 1,6 bilhão. Quem acabou pagando o empréstimo foi o contribuinte.

É no mínimo estranho que um órgão da imprensa omita o nome do PT e do ex-presidente Lula num esquema em que figuram como principais articuladores e sem os quais não teria a menor chance de prosperar. Lula tinha o controle absoluto sobre o governo, sobre a Petrobras e foi um dos principais beneficiários do esquema criminoso.

Em uma matéria publicada neste domingo no GLOBO, Lula aparece com 36% de intenções de votos em uma suposta pesquisa feita pelo Datafolha. A reposrtagem não menciona quando foi feita a pesquisa, nem os parâmetros ou a posição dos demais colocados. Curioso.




Respeitado por sua independência e sagacidade acima da média, o jornalista Guilherme Fiuza foi um dos poucos profissionais contratados por grandes grupos de comunicação com coragem de contestar o famigerado acordo de delação dos executivos da JBS. Logo nos primeiros dias dos vazamentos patrocinados pelos açougueiros e pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o jornalista levantou uma série de suspeitas sobre as irregularidades na operação.

Graças a sua reputação ilibada e credibilidade junto a milhões de leitores, Fiúza conquistou sua independência profissional, mesmo atuando nos maiores meios de comunicação do país. Em sua coluna deste domingo no GLOBO, o jornalista manda um duro recado para os colegas de profissão. Não é preciso dar nomes aos bois. Basta ler o artigo abaixo para identificar cada um dos jornalistas a que Fiúza se refere em seu brilhante artigo:

"Apesar de vocês

Vocação dos brasileiros para santificar picaretas não é novidade. Se fosse, o conto do vigário pornô não teria durado 13 anos

O gigante está se guardando pra quando o carnaval eleitoral chegar. A opinião pública — essa entidade simpática e distraída — deu um tempo da dura realidade, que não leva a nada, e saiu aprontando suas alegorias para 2018. Funaro Guerreiro do Povo Brasileiro é uma das preferidas.

Funaro é aquele agente do caubói biônico escalado para “fechar o caixão” do mordomo, conforme áudio divulgado para todo o Brasil. Mas nessa hora o Brasil estava ocupado com as alegorias, e não ouviu os bandidos bilionários confessando a armação da derrubada do governo com Rodrigo Janot — outro guerreiro do povo brasileiro.

Vejam como o Brasil é sagaz: seu despertar ético está depositado numa denúncia bêbada (leitura obrigatória, prezado leitor) urdida por Joesley (preso), Janot (solto), Miller (solto e rico) e Fachin (solto e dando expediente na Suprema Corte), todos cacifados política e/ou financeiramente pela quadrilha que depenou o país por 13 anos. Como se diz na roça, é a ética que passarinho não bebe.

A vocação dos brasileiros para santificar picaretas não é novidade. Se fosse, o conto do vigário pornô não teria durado 13 anos, fantasiado de apoteose social. A novidade — tirem as crianças da sala — é a adesão dos bons.

Isso sim pode ser o fechamento inexorável da tampa do caixão — não de um presidente ou de um governo, mas desse lugar aqui como tentativa de sociedade. Os bons não são esses heróis de história em quadrinhos tipo Dartagnol Foratemer, que transformam notoriedade em gula eleitoral e sonham ser ex-BBBs de si mesmos. O que dizer de um aprendiz de Janot, que poderia ter Sergio Moro como inspiração, mas preferiu o truque de demonizar os políticos para virar político?

Os bons não são ex-tucanos patéticos como Álvaro Dias e demais reciclados, que ressurgem sob slogans espertos tentando perfumar o próprio mofo. Nem os ainda tucanos (e ainda mais patéticos) como Tasso Jereissati, com seu teatrinho de dissidência ética. Os realmente bons são os que sabem que, após a ruína administrativa do PT, se impôs a agenda da reconstrução — defendida desde sempre por eles mesmos.

Agora, o escárnio: mesmo testemunhando os resultados inegáveis, a restauração de indicadores socioeconômicos para ricos e pobres, as perspectivas repostas a duras penas por gente que trabalha sério (eles conhecem cada um), dos juros/inflação ao risco/investimento, essa minoria esclarecida resolveu surfar no engodo. Os ex-virtuosos também estão se guardando para quando o carnaval eleitoral chegar.

Fim de papo, Brasil. Um réquiem para o espírito público e todos à praia. Espírito público?! Pode gargalhar, prezado leitor. Melhor do que ir ao Google checar quantos nomes insuspeitos do meio acadêmico e da administração pública estão dando sangue neste governo de transição, virando noites para enfrentar o estrago dos cupins de Lula (solto), e vendo seus melhores parceiros intelectuais virando a cara, colocando os óculos escuros e dando uma surfadinha no foratemer, que ninguém é de ferro. Não vá ao Google. Chega de história triste.

Ponha seus óculos escuros e assuma imediatamente seu lugar ao sol. Você também é filho de Deus, e Ele há de consertar essa porcaria toda. Peça uma caipirinha e fique gritando contra tudo isso que aí está, porque a essa altura cogitar que haja alguém trabalhando sério em Brasília pode até dar cana. Já que os picaretas são maioria, faça como a maioria: finja que ninguém presta, que só você e sua caipirinha são confiáveis. Grite para que ninguém seja reeleito — que era mais ou menos a mensagem de Adolfinho na Alemanha dos anos 30, e a limpeza que ele imaginou também era arretada.

Mas diga aos sorveteiros que você é contra a ditadura, contra a censura (que censura? Procurem saber), a favor da beleza e também da felicidade. Você é contra o sistema, contra o que é velho e a favor do que é novo. A sua modernidade está provada inclusive no seu apoio à causa gay — que já tem meio século, mas os revolucionários do Facebook não precisam saber disso.

Grite que está cercado e sufocado por famílias conservadoras decrépitas, finja que os dias são assim e você é a contracultura! Se precisar, defenda a pílula anticoncepcional contra os celibatários malditos. Quem sabe até alguém te convida para um convescote noturno com Dartagnol Foratemer e a alegre tropa de choque da Dilma (bota choque nisso).

Minta como todo mundo: finja que o governo de transição pertence à gangue do Cunha e ignore a salvação da Petrobras da gangue do Dirceu. Isso pega bem. E é claro que a sua luta cívica contra a corrupção jamais terá qualquer campanha lamuriosa pela prisão de Lula e Dilma. Eles esfolaram o Brasil, mas são do bem.

Quanto a vocês, ex-virtuosos em situação de surfe, vocês que sabem como poucos o que está se passando de fato no país, vocês que conhecem exatamente o tamanho da fraude narrativa e o custo criminoso disso para a recuperação nacional, boa sorte em seus projetos particulares. O Brasil não parou, e talvez até nem caia nas mãos de um idiota em 2018. Apesar de vocês.

Guilherme Fiuza"

Da coluna do jornalista no O GLOBO



O ex-presidente Lula é um especialista na arte de mentir e enganar trouxas. Não é por acaso que o petista ganhou o célebre apelido de "Domador de Jumentos". Neste sábado, o petista voltou a surpreender com sua capacidade ímpar e prometer coisas virtualmente intangíveis durante sua visita a uma ocupação do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) no ABC.

Sem demonstrar qualquer constrangimento, Lula disse que se conseguirem provar que o tríplex no Guarujá, o apartamento vizinho à sua cobertura em São Bernardo do Campo e o sítio de Atibaia forem seus, ele vai doá-los ao MTST.

— Estejam preparados, porque vocês podem ganhar dois apartamentos e uma chácara. Se conseguirem provar que são meus, serão seus. Pode avisar ao (juiz Sergio) Moro — disse Lula, sob os aplausos dos sem-teto que acompanhavam seu discurso.

Obviamente, todos os imóveis são de fato de Lula, mas mesmo diante destas circunstâncias, o petista jamais poderá doá-los a quem quer que seja, já que foram comprados com dinheiro roubado do contribuinte. Dois dos imóveis prometidos por Lula aos sem-teto inclusive já foram bloqueados na Justiça por determinação do juiz Sérgio Moro. Os imóveis devem ir à leilão para garantir o reembolso da Petrobrás pelos prejuízos causados pela corrupção desenfreada do PT de Lula e Dilma.

Seria mais adequado se Lula tivesse oferecido a Lula para os pobres miseráveis. Pelo menos, haveria alguma poesia.



O ex-diretor comercial do grupo empresarial de Jonas Suassuna, Marco Aurélio Vitale, confirmou em entrevista à Folha que firmas de fachada foram usadas para receber recursos da Oi, que eram posteriormente repassados a Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, e seus sócios.

Marcos dirigiu por sete anos o grupo do empresário Jonas Suassuna, um dos laranjas do Sítio de Atibaia do ex-presidente Lula

As empresas de Suassuna receberam R$ 66,4 milhões da Oi entre 2004 e 2016, segundo relatório da PF.

Suassuna iniciou a relação comercial com a família de Lula em 2007, quando se tornou sócio da Gamecorp, de Lulinha, Kalil Bittar (irmão de Fernando Bittar, dono da outra metade do sítio) e da Oi. Na época, o ex-presidente Lula afirmou que seu filho era o "Ronaldinho do mundo dos negócios" e alegou que o rapaz tinha um talento extraordinário para fazer dinheiro.

Segundo o executivo, "A Gol conseguiu um tratamento que não existe dentro da operadora. Os projetos não passavam pela área de compras, não existia proposta, e eram valores muito elevados tratados e aprovados diretamente pela presidência da Oi. Toda vez que mudava o presidente da Oi, existia um esforço do Jonas, do Kalil, e muitas vezes do Fernando, de ir até a presidência, fazer reuniões. Dava para notar que tinha que explicar por que se pagava dinheiro tão alto para negócios que não tinham fundamento. Era como se fossem pagamentos com compromisso de realização sem lógica comercial.

Qual era o motivo desses contratos?

Muitos dizem que seria uma contrapartida pela mudança da lei da telecomunicação para permitir a compra da Brasil Telecom. Nunca ouvi falarem disso. Esse assunto não era tratado dessa maneira. Mas Jonas e suas empresas foram utilizadas, na minha opinião, como uma fachada necessária para que o Fábio e Kalil realizassem seus negócios através da ligação familiar. Nesse movimento, os negócios não eram o mais importante. O importante era a entrada de dinheiro.

Já se sabia do sítio na empresa?
Sabíamos do sítio, mas ele era do Lula. Nunca foi dito que era do Jonas. Ele nunca tratou sendo como dele, sempre tratou como sítio do Lula. [Após a divulgação do caso,] ele fala, em almoço na empresa, que tinha um sítio ao lado, que comprou como investimento.

E por que decidiu falar agora?
Chegou o momento. Você não tem a noção da quantidade de pessoa que sabe do que foi feito. Mas ninguém fala"

Com informações da Folha.



Após patrocinar a maior conspiração da história da República, a Rede Globo parece não ter se dado conta de que tirou dos brasileiros nada menos que seis meses em matéria de avanços e recuperação da economia. O golpe mancomunado com os açougueiros criminosos da Friboi e o ex-procurador-geral da República tinha o claro propósito de derrubar o governo. A Globo foi a responsável pela divulgação de uma transcrição falsa de uma informação privilegiada vazada pelos criminosos da JBS e da PGR, o que causou ao país prejuízos da ordem de R$ bilhões e o emprego de pelo menos 50 mil chefes de família.

Após o fracasso retumbante da conspiração global e das flechadas de Janot, o picaretas da imprensa parecem estar com pressa agora de ver a continuidade da recuperação da economia promovida por Temer. Abaixo, um artigo publicado em O GLOBO:

“O país está hipnotizado, desde maio, sem que se decidam as reformas essenciais à estabilidade nacional. O presidente, sobre quem pesam acusações de gravidade ímpar, concentra energias na sua defensa, envolvendo o ministério e os legisladores. Para que o país avançasse, melhor teria sido seu afastamento.

Não sendo esse o entendimento da Câmara como tudo está a indicar, e estando ela em seu direito constitucional, resta o apelo da sociedade aos parlamentares para que, após a decisão sobre o processo contra o presidente, concentrem esforços na agenda de reformas, principalmente as da Previdência Social e do sistema tributário.

Elas são vitais para que o país avance no calendário eleitoral de 2018 com um horizonte minimamente desanuviado na economia.”



O Brasil virou mesmo a terra da enganação. Enquanto o juiz Sérgio Moro e uns poucos juízes se dedicam com afinco a combater a impunidade, outros setores do judiciário passaram a atuar de forma eminentemente política. O objetivo é bastante claro: tirar o foco da esquerda corrupta que comandou o país e generalizar a sensação de impunidade e o repúdio à classe política.

O resultado desta campanha imoral é que a impressão que se tem é a de que no Brasil todo mundo é ladrão, mas ninguém vai preso. Denúncias frágeis, incapazes de prosperaram nos tribunais, e até forjadas, passaram a fazer parte da cartilha de setores do judiciário, do MPF e até mesmo na parte aparelhada da Polícia Federal.

Por mais duro que seja encarar a realidade, o fato é que praticamente todos os acusados de crimes estão soltos, exercendo seus mandatos, enquanto outros políticos que efetivamente praticaram crimes comprovados estão soltos e até mesmo fazendo campanha.

Toda esta confusão criada na cabeça da população no ano que antecede as eleições de 2018 levanta uma série de suspeitas. Ao que tudo indica, os palanques serão tomados por acusações e xingamentos de ladrão de todos os lados. Será uma vergonha para o povo ver os mesmos criminosos disputando o poder e acusando seus principais cúmplices de décadas de corrupção. Os velhos bandidos ocuparão o cenário político com acusações e pretendem levar seus aliados para a disputa. Nada de debates em torno dos desafios do país. Nenhuma esperança. E como se não bastasse dizer que todo mundo é ladrão sem prender ninguém, o judiciário ainda solta corruptos como Eike Batista, Anthony Garotinho e a máfia do transporte público do Rio. Estão soltos para financiar as campanhas de outros ladrões. 



É fato que os grupos mais poderosos do país detêm o poder sobre os meios de comunicação. Seja através da influência direta do poderio econômico ou por parte de uma rede de anunciantes, investidores e patrocinadores. Embora entre os principais meios de comunicação esteja empresas concessionárias do serviço público, nenhuma delas deixou de ser empresa, onde o lucro vêm em primeiro lugar. E são justamente estes setores controlados por rentistas e especuladores que se calaram durante os anos de corrupção do PT que agora movem uma campanha avassaladora contra o governo Temer.

Enquanto as elites do funcionalismo público, dos banqueiros, dos especuladores do mercado financeiro, dos eternos sanguessugas do meio artístico, dos movimentos sociais e sindicais reclamam 24 horas por dia, o povão mesmo parece mais confiante. Excetuando os militantes virtuais profissionais e os órfãos das mamatas da era petista. o trabalhador está mais satisfeito agora com a inflação e os juros baixos do que antes. Por mais que uma parcela da população tenha sido influenciada pela Rede Globo e por sites de especuladores do mercado financeiro, ninguém tem coragem de ir às ruas pedira a volta de Lula e Dilma ou mesmo pedir a saída de Temer. Por que será?

 Segundo economistas e artigos publicados em portais como o Valor Econômico, Gazeta do Povo, Estadão e até mesmo no GLOBO, "A avaliação de Temer é a pior da história, segundo as pesquisas. Pior até do que a de Dilma, o que é espantoso. Praticamente ninguém considera seu governo bom. Mas será que estão sendo justos com ele? Ao menos no que diz respeito ao aspecto econômico, parece inegável que o presidente tem bons números para mostrar. E uma reversão tão rápida não tem ligação com o cenário externo: é mérito de suas medidas mesmo".

Um quadro bastante esclarecedor resume bem a diferença entre Temer e seus antecessores na área econômica; Além dos avanços em reformas importantes, ignoradas pelos últimos três presidentes do país, Temer foi capaz de promover uma impressionante melhora nos números da economia brasileira nesse curto espaço de tempo:




Segundo artigo publicado na Gazeta do Povo, isso "Não é algum tipo de milagre, mas sim o resgate de algum bom senso, a troca da equipe econômica, colocando gente mais ortodoxa lá, a mudança no quadro de comando das estatais, as propostas de reformas etc. Enfim, o grande mérito de Temer foi ter construído mesmo a tal “ponte para o futuro”, um governo de transição que, ao menos, estancou a sangria da era lulopetista e preparou o terreno para avanços, que virão se um governo mais liberal entrar em 2018.

Mas não pensem que é só Temer que tem bons números para mostrar. Lula também “mostrou”, ainda que involuntariamente, um número espantoso esses dias: o patrimônio de sua falecida esposa, Dona Marisa. Estonteantes 11,7 milhões de reais! Coisa de pobre mesmo, de gente humilde que luta contra as elites malvadas e opressoras".



O relatório apresentado esta semana pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) sobre liberdade de expressão revelou uma uma queda significativa nos ataques a jornalistas e publicações no Brasil, nas várias faixas do levantamento. O estudo tem como base os dados colhidos até setembro de 2017.

A simples troca de comando do país pode ter uma relação direta com o fim dos casos extremos de ataques a jornalistas, além do volume de ameaças. Para se ter uma ideia, enquanto 2015 e 2016 registraram sete e três assassinatos de jornalistas, respectivamente, em 2017 ainda não houve nenhum caso fatal.

Além do fim da morte de jornalistas, muitos dos quais vítimas de perseguição política, foram reduzidas ainda os casos de agressões, de 45 em 2016 para nove até setembro de 2017; os atentados e ataques, de 12 para um; os insultos e intimidações, de 17 para dois. O ex-presidente Lula engrossou as estatísticas de intimidação nos anos de 2015 e 2016, quando processou vários jornalistas. Lula também exigiu censura de várias reportagens, além das exigências de direito de resposta em dezenas de reportagens. O petista, que chegou a encorajar que militantes também processassem jornalistas, perdeu todas as ações na Justiça.

Para o diretor-executivo da ANJ, Ricardo Pedreira, a queda reflete em parte "a diminuição das manifestações que vinham acontecendo nos últimos anos, em que os jornalistas acabavam sendo vítimas, tanto da parte dos manifestantes como de policiais". A queda do PT do poder também diminuiu o ímpeto de políticos, ativistas de esquerda e integrantes de movimentos sociais controlados pelo partido, como o MST.

ANO ELEITORAL

Por outro lado, se houve também redução nos casos de censura judicial, de quatro em 2016 para um em 2017, o temor é de que voltem a crescer em 2018, devido ao ano de eleição, segundo Pedreira. Em 2014, na última campanha presidencial, foram oito.

"De forma equivocada, alguns juízes de primeira instância concedem, quando candidatos recorrem ao Judiciário pedindo que uma informação não saia", afirma o o diretor-executivo da ANJ. "São decisões inconstitucionais e acabam sendo revogadas, mas, por menor que seja o período em que vigorem, está se atentando contra o direito de informar e ser informado."



O ex-deputado Pedro Corrêa (ex-PP/PE) confirmou em depoimento à Polícia Federal que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve por trás do maior assalto aos cofres públicos da história do país.

O esquema criminoso instalado por Lula e o PT no governo logo no primeiro mandato do petista  tinha como base o sistema de "arrecadação de propinas no âmbito do Mensalão’ que culminaria no esquema do petrolão. Corrêa admite que, junto com Lula, participou da indicação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Segundo o ex-parlamentar, Lula ‘tinha a convicção e certeza de que os partidos iriam usar essas pessoas [indicados a cargos em estatais] iriam arrecadar junto aos empresários recursos para fazer campanha política’.

Corrêa afirmou que ‘Lula tinha pleno conhecimento de que o mensalão não era caixa dois de eleição, mas sim um esquema de arrecadação de propina para manutenção dos partidos na base aliada. Ele ainda afirmou que Lula ‘tinha convicção de que a propina arrecadada junto aos órgãos governamentais era para que os políticos mantivessem as suas bases eleitorais mantidas com as propinas e continuassem a integrar a base aliada do governo, votando as matérias de interesse do executivo no Congresso Nacional, para evitar o que ocorreu com Fernando Collor’.

Corrêa confirma que se reunia com Lula e a cúpula do PT no 3º andar do Palácio do Planalto para tratar de esquemas criminosos. "Em uma das reuniões no gabinete e na presença do presidente Lula, estavam presentes eu, o ex-deputado e líder do PP Pedro Henry,o ex-deputado e tesoureiro do PP José Janene, o ministro das Relações Institucionais Aldo Rebello, o ministro da Casa Civil José Dirceu e o então presidente da Petrobrás José Eduardo Dutra. Rogério Manso respondia a José Eduardo Dutra, inclusive arrecadava propina a este, motivo pelo qual a demora da nomeação pode ser justificada. Nesta reunião, o principal diálogo que se deu entre o Presidente Lula e o então presidente da Petrobrás José Eduardo Dutra foi relacionado a demora na nomeação de Paulo Roberto Costa. Lula questionou a demora para a nomeação de Paulo Roberto Costa por José Eduardo Dutra, o qual disse que essa cabia ao Conselho de Administração da Pedrobrás. Na ocasião, Lula disse a Dutra para mandar um recado aos conselheiros que se Paulo Roberto Costa não estivesse nomeado em uma semana, ele iria demitir e trocar os conselheiros da Petrobrás”, relatou.

Pedro Corrêa completa dizendo que ‘pouco tempo depois da reunião, foi nomeado Paulo Roberto Costa diretor da Diretoria de Abastecimento e o PP abandonou a obstrução da pauta do Congresso’.

Segundo o Ministério Público Federal, o Brasil perdeu com esquemas de corrupção cerca de R$ 200 bilhões por ano ao longo dos treze anos de governos do PT.



Apesar dos constantes ataque e da onda de pessimismo que varreu o Brasil nos últimos anos, o governo Temer realizou uma proeza admirável, na opinião de analistas de mercado.  Ao conseguir recolocar no mercado de trabalho praticamente o mesmo número de pessoas afetadas diretamente pela recessão deixada pela ex-presidente Dilma, o governo acena agora para uma recuperação mais acelerada na geração de novos postos de trabalho.

Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgada nesta quinta-feira, 19, pelo Ministério do Trabalho, o Brasil fechou 2,001 milhões de vagas de emprego formal em 2016, tendo sido este o pior resultado desde 1976. O saldo negativo de emprego formal em 2016 foi o pior em 40 anos, considerando toda a série histórica da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), iniciada em 1976. O levantamento contabiliza as perdas de vagas formais entre celetistas, temporários, estatutários do serviço público e autônomos com CNPJ constituído.

Mas os desafios herdados das administrações petistas são enormes. Em 2015, o País havia fechado 1,511 milhão de postos de trabalho com carteira assinada. O coordenador-geral de Estatísticas do Trabalho, Mario Magalhães, destacou que apenas em dois anos (2015 e 2016), perderam-se 3,5 milhões de postos formais. “A crise começou em finais de 2014, e em 2015 ela se torna evidente, principalmente a partir de abril. O ano de 2016 é o aprofundamento dessa crise, em que há ciclo vicioso entre queda do emprego, que leva à queda da massa salarial, que leva à queda da demanda do mercado, que se encolhe. O que temos na Rais é o resultado desse círculo vicioso”, analisou Magalhães.

A expectativa agora é a de que o governo consiga repor mais 1.5 milhões de trabalhadores no mercado de trabalho até fevereiro de 2018. As contratações, que já estão em ritmo positivo há mais de seis meses, devem se acelerar com a entrada em vigor da nova legislação trabalhista a partir de novembro. O comércio e a indústria já apontam o resultado positivo com o aquecimento do consumo, sobretudo entre as famílias de baixa renda. A redução drástica dos juros e da inflação é um dos instrumentos usados pelo governo para ampliar o consumo justamente entre a faixa de renda que mais demanda mais contratações. 



O pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, ofendeu mais uma vez as mulheres nesta quinta-feira (19), ao falar em um evento no Rio. O ex-ministro não se sentiu nem um pouco constrangido ao afirmar que o "momento é muito de testosterona" (hormônio masculino), a se referir à candidatura de Marina Silva.

"Não tô vendo a Marina com apetite de ser candidata, ou então é uma tática extraordinariamente nova que nunca vi na minha vida pública, que é o negócio de jogar parado", criticou Ciro, que já teceu críticas ácidas contra praticamente todos seus eventuais adversários.

"Não vejo ela com energia, e o momento é muito de testosterona. Não elogio isso. É mau para o Brasil, mas é um momento muito agressivo e ela tem uma psicologia avessa a isso. Não sei, eu tô achando que ela não é candidata.", atacou Ciro Gomes, que prefere criticar qualquer pessoa que cogite concorrer à eleição de 2018 ao invés de apresentar propostas concretas para o país.

Há poucos meses, Ciro andava com Lula para cima e para baixo e parecia bastante confortável na condição de plano B do ex-presidente. Mas bastou que a popularidade de Lula despencasse para que Ciro voltasse sua artilharia contra o petista e ex-aliado, a quem passou a chamar de ladrão, corrupto e mentiroso.

Mas atitude machista de Ciro com relação a Marina Silva extrapolou todos os limites do debate político. Não é a testosterona ou a progesterona que fazem de um candidato uma boa alternativa para o país, mas sim suas propostas, seu compromisso com a recuperação da economia e um passado limpo, livre da influência da classe política que participou do assalto aos cofres públicos ao longo dos últimos vinte anos, cenário no qual Ciro Gomes se insere.

Ciro Gomes já havia se referido às mulheres de forma pejorativa. Durante a campanha de 2002, o ex-ministro clocou a atriz Patrícia Pillar, sua ex-mulher, num papel nada digno ao ser questionado qual era a importância da atriz em sua campanha. Sem titubear, Ciro afirmou que  que ela tinha "um dos papéis mais importantes, que é dormir comigo".



O ex-presidente Lula acaba de ser derrotado em sua centésima tentativa de se livrar da mãos, e da caneta, do juiz Sérgio Moro. O petista voltou a questionar a parcialidade do magistrado responsável pelos processos da Lava Jato na Primeira Instância em Curitiba. Já se perdeu a conta de quantas ações Lula tentou questionar a investidura e a competência de Moro para julgar seus processos. Apesar das sucessivas derrotas, o petista não se cansa e torra milhões com advogados na esperança de que uma de suas ações vá parar nas mãos certas no STF ou em outros tribunais competentes.

Considerando que os elementos probatórios constantes nos processos que pesam contra o ex-presidente são os mesmos, independente do juiz responsável pelo processamento das ações penais, em qualquer caso, as chances de Lula ser condenado por um ou outro juiz são praticamente as mesmas. Surge então um questionamento intrigante: porque Lula tem tanto medo de Sérgio Moro?

A resposta pode ser ainda mais intrigante. Desde o início da Operação Lava Jato, praticamente todos os ministros do Supremo Tribunal Federal já repercutiram os argumentos dos representantes da esquerda e dos advogados dos corruptos presos preventivamente pelo juiz Sérgio Moro. Não foi em apenas uma ou duas oportunidades que ministros da corte reverberaram argumentos ecoados pelos atingidos pela determinação do magistrado em manter encarcerada gente poderosa como Marcelo Odebrecht, João Vaccari Neto e Antonio Palocci.

Ministros como Edson Fachin, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes já mandaram soltar criminosos presos por praticamente todos os juízes que julgaram casos da Lava Jato. Menos os presos de Moro. Neste caso, limitam-se apensa a reclamar das prisões longas preventivas impostas pelo magistrado.

Apesar de todo mi mi mi, praticamente nenhum ministrou do Supremo ousou atropelar decisões firmes de Sérgio Moro quanto a manutenção da prisão de criminosos contumazes. Dois fatores podem explicar este receio dos ministro sobre a tentação de mandar soltar os presos de Moro. Um deles é o forte respaldo popular que o juiz têm junto à opinião pública. Mais de 90% da população apoia a Lava Jato e confia no juiz Sérgio Moro. O mesmo não se pode dizer do STF ou de seus ministros, cuja reputação e credibilidade se assemelha em muitos casos às de criminosos.

O outro aspecto é mais imponderável. Moro teve acesso a depoimentos sigilosos de criminosos poderosos que tinham trânsito, influência e ascendência sobre os governos petistas de Lula e Dilma, além de acesso a ministros do STF. De forma direta ou indireta, muitos dos criminosos presos por Moro mantiveram algum tipo de relação como ministros da Corte ou com pessoas próximas. Isto significa que mexer com Moro pode ser perigoso não apenas para criminosos como Lula, José Dirceu e outros alvos da Lava Jato. Diante destes fatos, é perfeitamente compreender o medo, o pavor e o desespero do ex-presidente Lula e de outros corruptos que tentam de todas as formas escorregar das mãos do juiz federal mais respeitado do Brasil. 



A polêmica em torno da empresária Paula Lavigne, produtora e ex-mulher de Caetano Veloso sobre ter sido oferecida ao cantor quando tinha apenas 13 anos de idade provocou uma série de debates nas redes sociais. Caetano Veloso tinha 40 anos na época em que se sentiu atraído pela menina faceira e espevitada. Obviamente, os valores eram outros, sobretudo entre a classe artística permissiva.

Mas segundo a própria empresária, ela nunca foi flor que se cheire, se comparada às meninas de sua idade. Numa entrevista à PLAYBOY, Paula Lavigne assumiu seu gosto pelo dinheiro que "Quando criança, sempre que aparecia uma visita em casa tentava vender as peças de artesanato que produzia. Na mesma época, costumava cobrar uma taxa dos meninos da escola interessados em espiar por baixo da saia de sua irmã. “Eram 10 centavos a bunda e 20 a frente”

A empresária que se tornou uma das maiores especialistas em captar dinheiro através da famigerada Lei Rouanet reconhece sua  falta de escrúpulos quando o assunto é grana.

Empresária, produtora e ex-mulher de Caetano Veloso, Paula Lavigne se notabilizou pela atuação nos bastidores do showbiz. Nas quase duas décadas que ficou casada, geriu com mão de ferro a carreira e contratos do músico baiano e transformou o patrimônio de ambos em um pequeno império. É sócia da Uns Produções e Filmes (substituta da antiga Natasha Records) e, além de representar até hoje o ex-marido.

Paula Lavigne é conhecida por um estilo muito peculiar de fazer negócios. Gosta de ter tudo sob controle e de impor suas opiniões, nem sempre de um jeito afável. “Nasci para mandar”, afirmou certa vez, referindo-se ao talento herdado do avô materno, um general. Com 16 anos de idade, já havia sido emancipada pelos pais, o bem-sucedido advogado criminalista Arthur Lavigne e a psicanalista Irene Mafra. Ainda jovem, revelou-se uma fera na negociação de contratos, e, no fim dos anos 80, já era dona da empresa Uns, criada para cuidar dos negócios do marido e de projetos especiais. Depois se tornou sócia da Natasha Records, que entre outras atividades produziu CDs de trilhas sonoras cinematográficas e filmes, agenciou carreiras de artistas como Lulu Santos e Adriana Calcanhotto, cuidou da administração do acervo de Vinicius de Moraes e representou, por algum tempo, as músicas de Chico Buarque no exterior. Com um currículo que inclui mais de dez filmes, Paula tornou-se uma das mais eficientes captadoras de recursos no país. “Virei uma prostituta cultural para fazer filme. Eu ofereço sociedade às empresas, mostro as possibilidades de retorno. É troca de interesses”, resumiu ela em uma entrevista em 2005, com toda a sutileza que a caracteriza.

A empresária não abre mão de usufruir dos frutos de sua riqueza, com armários repletos de roupas de grife, mais de 100 pares de sapatos e compartimentos refrigerados para seus cremes de beleza. Entre seus bens estão um apartamento na Avenida Vieira Souto, um apartamento no East Village, em Nova York, e uma fazenda na Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais, que chama carinhosamente de Mainha?s Farm. “Acho que mereço ser rica. O que a pessoa deve fazer com o dinheiro eu faço”, afirmou à revista TPM.

 Paula gosta de ganhar dinheiro, mas não gosta de perder. Contrariada, a mulher de Caetano Veloso, como é mais conhecida do grande público, perdeu na Justiça, em junho, o direito de usar o nome Natasha em sua empresa. A ex-sócia Conceição Lopes ganhou a ação e agora quer receber 2,7 milhões de reais pelo uso indevido da marca por Paula.

Endinheirada, Paula vive cercada de celebridades que estão sempre presentes nas festas que promove em seus imóveis no Rio, São Paulo, Nova York ou em sua fazenda dos sonhos. Entre sua roda de amigos mais íntimos, estão o cantor Seu Jorge, o rapper Emicida, o casal Angélica e Luciano Huck, a atriz Carolina Dieckmann e a atriz Paula Burlamaqui.

Paula é uma defensora ferrenha da liberdade de expressão. Desde que isso represente mais alguns caraminguás em seu bolso. A mulher de Caetano arregaçou as mangas para impedir a publicação de biografias não autorizadas de seu ex-marido e de outras estrelas, como Roberto Carlos. A campanha que visava censurar a publicação de biografias 'não autorizadas' acabou sendo parcialmente resolvida com a cessão de direitos financeiros sobre as tais obras.

Paula Lavigne é uma ferrenha defensora da volta de Dilma ou da esquerda ao poder e uma crítica feroz do governo Temer.

Com informações da Revista Veja



Embora setores da imprensa ainda insistam em defender a candidatura do ex-presidente Lula, a situação do petista perante as autoridades é extremamente delicada. Lula não reúne mais condições de disputar uma eleição por uma série de razões para lá de conhecidas. Além dos apuros com a Justiça, o petista já não consegue mais aglutinar apoio entre os tradicionais partidos aliados do PT. Entre os partidos que se diziam de oposição, a situação é pios ainda. Estão todos em busca de um nome capaz de vencer a barreira da rejeição popular.

De todo modo, qualquer candidato que venha a disputar as eleições em 2018 já não contará com um adversário oriundo da extinta oposição corrupta ligada ao passado do PT. Outros fatores serão decisivos no próximo pleito. Entre milhões de eleitores, restou a vergonha de ter um dia defendido o ambicioso plano de poder do PT. Milhões de eleitores estão profundamente envergonhados  por um dia ter acreditado que Lula, Dilma e os demais membros do partido tinham algum compromisso com o Brasil e seu povo.

A ambiciosa política de eleger empresas campeãs nacionais serviu para esvaziar os cofres públicos em favor de empresários e políticos gananciosos e corruptos. Com o auspícios do PT, empresas como a Odebrecht, Oi e a JBS – Friboi foram beneficiados com empréstimos generosos liberados pelo BNDES a juros subsidiados (pagos pelo trabalhador).

Todas as empresas estão envolvidas em escândalos de corrupção, lavagem de dinheiro, operações fraudulentas e  o que é mais vergonhoso: repasses milionários para o PT, financiamentos de seus candidatos e benefícios diretos ao ex-presidente Lula, como a reforma no sítio que ele usava e no apartamento que pretendia ocupar, mas que desistiu após a descoberta do escândalo.

O PT foi o partido que mais favoreceu os bancos em toda a história do país. O crescimento vertiginoso destas instituições não acompanhou a contratação de trabalhadores. Ao contrário. Há casos de bancos que cresceram mais de 500% durante os governos de Lula e Dilma, mas que reduziram em mais de 30% a contratação de mão de obra no mesmo período.

Entre as empresas escolhidas pelo PT, estão casos escandalosos como o da Sete Brasil, empresa criada por Lula que deixou um rombo de cerca de R$ 20 bilhões nos cofres públicos. A Oi está praticamente falida e anunciou um rombo de R$ 65 bilhões.

A Friboi abocanhou mais de R$ 8 bilhões do BNDES durante os governos de Lula e Dilma. O dono do grupo, o empresário Wesley Batista, foi alvo de seis operações da Polícia Federal e acabou preso por crimes no mercado financeiro. Uma de suas empresas, A Eldorado Brasil Celulose, pegou dinheiro público e faliu, deixando um rombo de quase R$ 3 bilhões.

A Odebrecht foi uma das que mais se beneficiou do dinheiro do BNDES, das que mais distribuiu dinheiro ao PT e das que mais roubou a Petrobras. Além da Odebrecht, participaram do assalto na estatal outras 8 empreiteiras. Todas as transações do PT envolveram empresários multimilionários que nunca fizeram nada em favor do povo.

Os governos do PT favoreceram tanto os empresários corruptos e milionários do país que a presidente afastada, Dilma Roussef, teve que pedalar e maquiar as contas públicas para ocultar os bilhões que havia destinado ao Bolsa Empresário.

Ao longo dos últimos treze anos de PT no poder, milhares de cidades pobres continuam nas mesmas condições de décadas atrás. Muitas estão piores, com o aumento da criminalidade devido à alta evasão escolar, com o tráfico de drogas, com o fechamento de hospitais e creches.

Estima-se que os governos do PT de Lula e Dilma tenham destinado cerca de U$ 500 bilhões a empresários corruptos, aos bancos e a projetos fadados ao fracasso por terem sido concebidos com o propósito de viabilizar desvios bilionários em favor do partido e de seus financiadores. Em valores atualizados, são quase R$ 2 trilhões que deixaram de ser investidos em benefício do Povo. Nunca se roubou tanto na história do país. Tudo em nome de um plano de poder corrupto, imundo e fracassado.


Agora que todos foram desmascarados, que Dilma foi expulsa do poder pelo povo nas ruas e que o PT se tornou sinônimo de banditismo e corrupção, Lula, os artistas que roubaram da Lei Rouanet e os cúmplices da roubalheira do partido experimentam o desprezo da população enganada. Deixaram o Brasil quebrado, com mais de 500 mil empresas falidas e mais de 14 milhões de chefes de família desempregados. Embora muitos ainda tentem ignorar o que fizeram no passado e até mesmo boa parte da população tenha tocado suas vidas para frente, estas lembranças estarão presente no momento em que cada um for votar. Enquanto a esquerda aposta desesperadamente suas fichas na possibilidade do eleitor permitir que voltem ao poder, a expectativa é a de que o povo está mais disposto em mudar os rumos do Brasil



O apresentador da Rede Globo, Luciano Huck, confirmou sua intenção de participar do processo político e já existem vários partidos interessados em lançar sua candidatura à Presidência em 2018. Nesta caso, para um país que pretende se livrar da velha classe política dominante e das elites cúmplices com os velhos corruptos que sangraram os cofres públicos ao longo da última década e meia, é bom considerar o passado do empregado da Globo antes de considerá-lo uma opção para o país. No ano de 2010, o ex-governador Anthony Garotinho publicou em seu blog uma notícia com a seguinte manchete: "Luciano Huck contrata escritório de mulher de Cabral e ganha de presente decreto do governador que libera sua casa em Angra".

Após a prisão do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o assunto voltou a tona. Atendendo a pedido do juiz Sérgio Moro, o Banco Central determinou o bloqueio de cerca de R$ 11 milhões nas contas da esposa do ex-governador, Luciana Anselmo.

Para piorar a situação, a advogada providencial de Luciano Huck se tornou alvo de investigações sobre crimes de lavagem de dinheiro e pode ser presa, assim como seu marido.

Vejam o que disse Garotinho em 2010:

"Mais um caso escandaloso envolve o governador Sérgio Cabral e sua mulher Adriana Ancelmo. É mais uma situação em que um cliente do escritório de sua mulher é beneficiado pelo governador Sérgio Cabral. Desta vez o envolve o apresentador da TV GLOBO, Luciano Huck.

O artista tem uma mansão em Angra dos Reis, que foi construída de forma irregular e por isso responde processo movido pela prefeitura do município. Luciano Huck contratou o escritório de advocacia da mulher de Sérgio Cabral e “coincidentemente”, o governador assinou um decreto que liberou as construções em Angra dos Reis e na Ilha Grande. O decreto de Cabral é uma aberração tão grande, que ambientalistas o apelidaram de “Lei Luciano Huck”, porque beneficiou o apresentador".

Ao que tudo indica, as pretensões políticas de Luciano Huck podem esconder propósitos bem menos nobres daqueles anunciados pelo apresentador da Globo. O rapaz pode estar mais interessado no foro privilegiado de uma cargo político do que em ajudar o país. 



A situação do ex-presidente Lula fica cada vez mais delicada no processo relativo ao recebimento de propina da Odebrecht. Após ter sido pressionado pelo juiz Sérgio Moro para que comprovasse a versão de que sua mulher Marisa Letícia, falecida em fevereiro, havia alugado a cobertura de São Bernardo do Campo, Lula acabou cedendo e se comprometeu a apresentar os recibos referentes ao aluguel do imóvel.

A partir deste momento, o petista comprometeu completamente sua linha de defesa. Acuados, Lula e seus advogados acabaram entregando cópias recibos ideologicamente falsos para a Justiça. Moro então passou a pressionar a defesa do ex-presidente para que fossem entregues os recibos originais e deu um prazo de cinco dias para que os advogados de Lula acatassem sua determinação. O prazo se esgotou e nada da defesa de Lula comparecer em juízo para entregar os recibos originais.

Nesta quinta-feira (19), , o Ministério Público Federal apresentou petição para que registros telefônicos do empresário Glaucos da Costamarques sejam juntados ao processo que envolve a suposta compra pela Odebrecht de um terreno para o Instituto Lula.

O relatório, produzido por meio da quebra do sigilo telefônico de Costamarques, mostra que foram efetuadas 12 ligações entre o empresário e o advogado Roberto Teixeira, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O contato se deu no período em que Costamarques esteve internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

O empresário é suspeito de ter atuado como laranja na aquisição de um apartamento em São Bernardo do Campo (SP), vizinho ao que Lula mora. O apartamento, segundo a acusação, teria sido comprado com propina da Odebrecht, obtida por meio de contratos com a Petrobras.

Costamarques afirma que só passou a receber os aluguéis do apartamento ao final de 2015. A defesa de Lula enviou à Justiça 26 recibos de aluguel com o objetivo de comprovar os pagamentos.

O empresário, então, disse que todos os recibos foram assinados no mesmo dia, durante sua internação. Segundo ele, após visita de Teixeira, o contador João Leite foi ao hospital recolher sua assinatura.

O Sírio Libanês confirmou na semana passada que Leite fez três visitas a Costamarques, mas disse que o nome de Teixeira não constava nos registros.

Na petição apresentada nesta quinta, a Procuradoria afirma que "os elementos ora trazidos vêm a corroborar a narrativa feita por Glaucos da Costamarques a respeito de ter sido contatado por Roberto Teixeira, durante a internação".

O Ministério Público ressalta que as ligações foram "atípicas". "(...) Ambos Glaucos e Roberto Teixeira, anteriormente, só haviam mantido contatos telefônicos no dia 17/02/2015 e 23/10/2015."

Com isso, o cerco se fechou completamente em torno de Lula. O processo, que está em fase final de conclusão, promete render ao petista mais uma condenação. Novamente pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ainda é bem provável que o juiz Sérgio Moro também vá condenar o petista por falsidade ideológica, além de abrir novos processos conta a defesa do petista, por fraude processual. Há ainda a possibilidade do magistrado determinar a prisão de Lula, caso fique comprovado que o petista, por meio de sua defesa, atuou na coação de testemunhas e incorreu no crime de obstrução de Justiça, no caso relativo aos recibos falsos, produzido enquanto era investigado.



Após soltar toda a máfia que controla o transporte coletivo no Rio de Janeiro, após mandar soltar o ex-bilionário Eike Batista, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes comprovou que continua atuando como um escudeiro do crime organizado no Brasil.

O ministro concedeu nesta quinta-feira, 19, um habeas corpus a Flavio Godinho, ex-vice-presidente do Flamengo e apontado como braço direito de Eike Batista. Com isso, Godinho poderá deixar a prisão domiciliar.

Nos autos em que informa a liberação, o juiz Marcelo Bretas, responsável pela primeira instância da Lava-Jato no Rio, aproveitou para alfinetar a decisão de Gilmar.

Segundo Bretas, sua decisão cautelar de manter Godinho em recolhimento domiciliar havia sido confirmada pelos “Colendos e Respeitáveis Tribunal Regional Federal da 2ª Região e Superior Tribunal de Justiça, ambos de inquestionável honorabilidade”.

Bretas também disse que Godinho não precisará comparecer em juízo periodicamente “por entender se tratar de medida ineficaz no caso concreto”.



O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, conhecido como "ursão de Dilma' e ativista de esquerda, votou nesta quinta-feira (19) contra a rejeição de doações de sangue de "homens que tiveram relação sexual com outros homens" durante um intervalo de tempo de um ano.

Segundo Fachin, "Exigir que ["homens que fazem sexo com outros homens"] somente possam doar sangue após o espaço de tempo de 12 meses é impor também que, caso queiram fazer, se abstenham de sua própria liberdade."

O ministro apelou para sentimentalismo barato  sobre direito à dignidade e à igualdade numa questão séria, que envolve o direito à vida das pessoas que podem ser infectadas pelo vírus da Aids em uma transfusão de sangue.

Fachin é relator de uma ação, ajuizada pelo PSB, que questiona a constitucionalidade da norma que autoriza a restrição, estabelecida pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O julgamento será retomado na próxima quarta-feira (25).

Fachin prefere ignorar o altíssimo risco de contaminação de inocentes em nome daquilo que ele classifica como uma "afronta direitos fundamentais, como igualdade, além de atingir a "soberania e autonomia daqueles que querem doar sangue e encontram-se não por outra razão justificada pela medida, mas pela orientação sexual". Ele acrescenta ainda que a regulamentação toca "parte essencial" e "núcleo mais íntimo do que se pode considerar a dignidade da pessoa humana", mas finge ignorar os riscos que sua visão temerária podem acarretar a inocentes. Em qualquer circunstâncias, o direito à vida deve prevalecer sobre qualquer entendimento. Qualquer postura que ignore este princípio pode ser considerada uma postura homicida.

O ministro conseguiu ser hipócrita ao ressaltarque precaução e segurança são parâmetros inseparáveis para doação de sangue e devem ser assegurados, mas de uma maneira que não comprometa a autonomia de existir dessas pessoas.

Ao citar entidades que pediram para fazer parte da ação com objetivo de derrubar a restrição, o ministro disparou: "Orientação sexual não contamina ninguém. O preconceito, sim".

Fachin contesta o resto do mundo e o próprio Ministério da Saúde, que afirma com base em estudos científicos que há maior prevalência de infecção por HIV neste grupo quando comparadas à população em geral. "Atualmente, cerca de 718 mil pessoas vivem com HIV/Aids no Brasil, indicando uma taxa de prevalência de 0,4% na população em geral. Já nas populações de maior vulnerabilidade, a taxa é de 10,5%", informa o Ministério.

A pasta diz que atende também recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e que tais diretrizes são seguidas pela maior parte dos países da Europa e nos Estados Unidos.

Intitulado "Doação de Sangue de Homem que Faz Sexo com Homem", um relatório emitido pela Anvisa defende a continuidade das normas e cita um estudo realizado no Brasil pela Fundação Pró-Sangue, publicado em 2008, que teve como uma das conclusões que "os doadores de sangue do sexo masculino, que mantêm ou mantiveram relação sexual com outro homem, continuam sendo o maior preditor de infecção pelo HIV".

No Dia Mundial do Doador de Sangue, a polêmica em torno da doação por homossexuais voltou à discussão no cenário mundial. Isso porque, após atentado à boate gay em Orlando (EUA), no último domingo (12) – que culminou com 50 mortos e 53 feridos – muitos homossexuais, dispostos a ajudar, se viram impedidos por infringir as regras norte-americanas.

Nos Estados Unidos, a legislação diz o mesmo que as normas do Brasil: “homens que tenham mantido relações sexuais com outro homem no último ano não podem doar”. A determinação faz com que, na prática, integrantes desse grupo sejam impedidos de fazer a doação.

A regra de abstinência sexual de um ano para os homossexuais interessados em doar sangue passou a vigorar em solo norte-americano quando o FDA (Agência Federal de Drogas e Alimentos), órgão que equivale à Anvisa brasileira, derrubou a norma que bania homens gays de doar sangue por toda a vida e publicou as novas determinações similares às brasileiras. Para os brasileiros, por sua vez, a regra já vale desde 2004.

No Brasil, a restrição está expressa na portaria 158/2016, do Ministério da Saúde, e na Resolução 43/2014, da Anvisa, as quais incluem na lista de 12 meses sem poder doar tanto os “homens que tiveram relações sexuais com outros homens”, como as “parceiras sexuais” desses.

As regras brasileiras são questionadas no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). Na última semana, o ministro do STF, Edson Fachin, abreviou a tramitação da ação e decidiu que a questão será julgada diretamente no mérito, sem concessão de uma medida liminar. No entanto, ainda não há data para julgamento do processo.

“Todo sangue recebido no país é testado para averiguar qualquer tipo de contaminação. Se existe risco, ele existe para todas as amostras, a orientação sexual não deve ser parâmetro para isso”, avalia o ativista LGBT e presidente fundador da ONG Grupo Dignidade, de Curitiba, Toni Reis .

Voltada ao tema, a campanha Igualdade na Veia, criada pelo Grupo Dignidade, já reúne mais de 19 mil assinaturas em petição online contra a regra vigente no Brasil. “Não é a orientação sexual que deve eliminar um doador, mas sim o seu comportamento de risco, independentemente se falamos de héteros ou homossexuais”, avalia Toni Reis.

A causa é apoiada pela Defensoria Pública da União (DPU). Em audiência pública sobre o tema, em maio deste ano, o defensor público federal Erik Boson classificou as regras vigentes como “discriminatórias” e apontou que a norma “ajuda a estigmatizar a população gay, atribuindo a esses o estigma de 'grupo de risco'”. “A previsão alimenta, reproduz e reforça a discriminação já existente na sociedade”, acrescentou.

Recomendação mundial

As normas brasileiras se apoiam em diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS). O órgão, no entanto, destaca que a expressão “homens que fazem sexo com outros homens” descreve “um fenômeno comportamental e social em vez de um grupo específico de pessoas”. “É importante esclarecer que o critério de inaptidão temporária para doação de sangue para este grupo está fundamentado em dados epidemiológicos presentes na literatura médica e científica nacional e internacional, e não em orientação sexual”, destaca nota do Ministério da Saúde.

Segundo dados da pasta, no Brasil, 1,8% da população brasileira entre 16 e 69 anos doa sangue. Para justificar a restrição aos homossexuais, o ministério explica que dados do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais no ministério apontam que a epidemia de Aids está concentrada em populações de maior vulnerabilidade, tais como “homens que fazem sexo com outros homens, usuários de drogas e profissionais do sexo”.

O ministério destaca que essas populações apresentam maior prevalência de infecção por HIV quando comparadas à população em geral. “Atualmente, cerca de 718 mil pessoas vivem com HIV/Aids no Brasil, indicando uma taxa de prevalência de 0,4% na população em geral. Já nas populações de maior vulnerabilidade, a taxa é de 10,5%”.
O presidente do Grupo Dignidade, Toni Reis, reconhece os números mas pondera que as estatísticas “não mostram que todos os homossexuais têm Aids”. “Precisamos promover uma discussão nacional, também queremos confiar no sangue que está nos bancos de todo o país, mas o que não pode é que as coisas continuem como estão. Temos relatos de homossexuais que nunca tiveram relações e mesmo assim foram impedidos de doar. A situação que existe hoje é de discriminação”, avalia.

A OMS corrobora com as regras em vigor no Brasil e nos EUA. Segundo documento em que a entidade trata de doadores de sangue, estudos internacionais apontam que “diminuir a restrição por um período mínimo de 12 meses a homens que mantiveram relações sexuais com outros homens poderia levar a um aumento de 60% no número de doadores com o vírus HIV”.

O dado levado em consideração é o de uma pesquisa realizada em 2003 no Reino Unido, que também aponta que esse mesmo risco subiria 500% caso não houvesse qualquer restrição. Já publicação da Organização Pan-Americana de Saúde, braço da OMS, deixa claro que “pessoas que se engajam em comportamentos sexuais de risco devem ser recusadas como doadores por 12 meses após a última ocorrência”.

No mundo

Segundo informações do Ministério da Saúde, na maior parte dos países da Europa, homens que tiveram relações sexuais com outros homens são considerados "inaptos permanentes para doar sangue".

No Canadá, o prazo considerado como chamada janela imunológica - período em que o vírus pode ficar incubado no organismo - é de cinco anos. Além do Brasil e dos Estados Unidos, Austrália e França consideram o intervalo de restrição para doações de 12 meses.

Já de acordo com informações da ONG Grupo Dignidade, “pelo menos outros 17 países não fazem distinção ou não estabelecem critérios específicos de exclusão de gays e outros homens que fazem sexo com homens como doadores de sangue”. Entre estes países estão  Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, Espanha, Itália, Portugal e Rússia.

Outros critérios

O Ministério da Saúde lembra que a realização recente de cirurgias e exames invasivos, vacinação recente, ingestão de determinados medicamentos, tatuagens nos últimos 12 meses, bem como histórico recente de algumas infecções também podem tornar qualquer doador inapto por certo tempo.

Entram na lista, ainda, práticas variadas que deixem o candidato vulnerável a adquirir determinadas infecções, viagens a locais onde há alta incidência de doenças que tenham impacto transfusional, sintomas físicos e a temperatura do candidato no momento da doação.

Fachin, o ativista da esquerda bolivariana no STF, é o mesmo ministro que homologou a delação dos criminosos da JBS.



O ex-presidente Lula protagonizou uma série de espetáculos vergonhosos ao longo de sua vida. Mas sem dúvida, um dos episódios mais vergonhosos na passagem do petista pelo governo  foi o assalto aos objetos do Acervo da Presidência da República. É claro que Lula comandou uma organização criminosa que vitimou o país em bilhões ao longo de quase uma década e meia. Lula se aliou a bandidos como Marcelo Odebrecht, Joesley Batista, Léo Pinheiro e Eike Batista para fazer farra com o dinheiro do contribuinte. Lula adquiriu sítios, coberturas e tornou todos seus parentes, amigos e aliados milionários.

Não se dando por satisfeito, Lula ainda tinha que roubar joias e objetos que deveriam permanecer no acervo público. Na ocasião, o petista escondeu os objetos roubados em um cofre do Banco do Brasil registrado em nome de sua mulher Marisa Letícia, falecida em fevereiro último.

O roubou foi descoberto durante a 24ª fase da Operação Lava Jato, aquela que o petista reclama de ter sido conduzido coercitivamente pela Polícia Federal para prestar depoimento. Além dos objetos de ouro roubados por Lula, a Lava Jato também descobriu naquela ocasião que o petista tinha mais uma cobertura no mesmo endereço em que morava, no edifício Green Hill, em São Bernardo do Campo. Até hoje, o ex-presidente não informou à Justiça a data e a circunstância em que retirou cada intem do acervo do Palácio do Planalto.

Os objetos valiosíssimos permaneceram guardados em um cofre da Agência Líbero Badaró do Banco do Brasil, em São Paulo, por cinco anos sem qualquer custo, conforme informou gerente do banco, quando a Polícia Federal (PF) cumpriu um mandado de busca e apreensão no local.

Entre os itens foram encontradas moedas de ouro, medalhas, esculturas e até  espadas de ouro cravejadas de pedras preciosas. O tesouro estava guardado em 23 caixas de papelão e em uma caixa maior de madeira.

Mas ao que tudo indica, parece que os meios de comunicação, os jornalistas e ativistas da esquerda se esqueceram que Lula roubou o patrimônio do povo, levando milhões de dólares em jóias do Palácio do Planalto.



Que fique registrado, os meios de comunicação do Brasil flertaram com uma das mais vergonhosas conspirações da história da república neste ano de 2017. Foi o ano que os canalhas mostraram suas caras e revelaram que se importam mais com privilégios e lucros do que com os destinos do país e os interesses do povo.

A ação coordenada e vergonhosa dos meios de comunicação com os criminosos da JBS e o ex-procurador-geral da República foi um gesto imoral, irresponsável e típico de manobras que ocorrem em republiquetas dominadas por máfias.  

Este episódio serviu para comprovar que não há no Brasil um jornalismo isento ou mesmo um jornalismo conservador ou ainda, um jornalismo patriótico, que coloque os interesses do Brasil acima de interesses corporativos e ideológicos. Os canalhas da imprensa não tiveram o menor pudor em retirar suas máscaras para destilar seu ódio diante da frustração de não terem conseguido derrubar um governo. É claro que entre a população, milhões de frustrados com a expulsão do governo mais corrupto da história do país fizeram coro com a imprensa corrupta e inundaram as redes sociais com discursos de ódio contra os êxitos do atual governo.

O aspecto positivo desta história foi que o Governo resistiu, o Brasil sobreviveu à horda de arruaceiros da imprensa, do judiciário e do MPF bolivariano e a testa dos canalhas da imprensa ficou eternamente estigmatizada por terem participado de um complô antipatriótico e vil. Neste aspecto, os jornalistas de aluguel a serviço da esquerda são mais dignos que os bandidos disfarçados a serviço da globo e de especuladores do mercado financeiro.

Em sua coluna desta quarta-feira (18) para a Folha, Helio Schwartsman destaca : "Num país mais 'normal', o presidente que se vê envolvido num escândalo como o que enredou Michel Temer renuncia, seja ele culpado ou inocente". O mesmo Schwartsman sugere em sua coluna da Folha que o ex-presidente Lula deveria fazer um "mea culpa" público, admitindo, no mínimo, que se meteu em relacionamentos inadequados com empresários".

Os meios de comunicação que tratam o ex-presidente Lula como candidato à Presidência, apesar de seus 457 eventos criminosos de lavagem de dinheiro registrados nas 6 ações penais em que figura como réu, são os mesmos meios que tentam imputar ao presidente Michel Temer a condição de chefe da organização criminosa que comandou o país ao longo da última década e meia.

Não é difícil deduzir o que quer esta gente. Ressentidos com o fim dos privilégios, das verbas bilionárias e do lucro fácil com a inflação e juros altos, todos odeiam Temer e querem Lula ou outro corrupto qualquer no comando do país. O povo, coitado, incapaz de formar sua opinião própria, cai feito patinho nas notas maliciosas das hienas da imprensa. Cada povo tem os jornalistas que merece.




O governo federal vem agindo silenciosamente na retomada dos investimentos na área da saúde desde os primeiros dias de interinidade do presidente Michel Temer. No começo, os avanços foram tímidos devido ao rombo gigantesco nas contas públicas herdado pelas administrações petistas. Mas na medida em que os cortes avançaram, mas recursos puderam ser pulverizados em pequenas proporções em diversos municípios do País.

Como a maior parte dos investimentos eram tímidos, não cabia ao governo dar publicidade a recursos tão módicos. Mas a persistência em corrigir deficiências na área começaram a dar resultado. Segundo avaliação de 63% dos usuários do sistema público de saúde, houve uma melhora sensível no atendimento. Na opinião de 19%, a melhora foi significativa. 12% afirmam que a situação continua a mesma e apenas 6% afirma que a situação da saúde piorou,

Apesar dos avanços tímidos, o aumento na avaliação positiva sobre o sistema de saúde foi de mais de 400% em relação à mesma pesquisa realizada em 2015. Para exemplificar o êxito do empenho do governo na área, o Brasil acaba de alcança a 2ª melhor cobertura de vacinação do mundo

O Brasil e a China estão entre os países com maiores índices de cobertura de vacinas, com 99,7% e 99,9% da população-alvo imunizada em 2016/2017, respectivamente. Os dados são do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde (IHME) da Universidade de Washington e foram publicados hoje (15) na revista The Lancet.

O documento, que traz análises sobre a evolução dos países rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), foi produzido em colaboração com a Fundação Bill & Melinda Gates e contou com 2.518 colaboradores em 133 países. O relatório analisa o progresso dos países em direção a cada um dos 37 indicadores relacionados à saúde. Os países foram classificados por suas pontuações globais para mostrar os desempenhos relativos, bem como permitir comparações entre eles.

O índice geral de uma nação é baseado em uma escala de zero a 100. Cingapura foi o país com maior pontuação (87), seguido de perto pela Islândia e Suécia (86 ambos). As nações de menor pontuação foram o Afeganistão, a República Centro-Africana e Somália, cada uma com 11 pontos. O Brasil registrou 63 pontos.

"Com essas descobertas, as autoridades de saúde nos países podem distinguir melhor os desafios de longa data dos emergentes, bem como revisar e reorientar os programas necessários para atingir os objetivos de suas nações", afimrou Christopher Murray, autor do estudo e diretor da IHME.

Em relação ao histórico do Brasil no indicador de vacinação, o país registrava, em 1990, 80,7% da população-alvo vacinada. Apenas dois anos depois, em 1992, o percentual caiu para assustadores 52,6%. A partir desse ano, o índice voltou a subir aos níveis de 1990. O salto significativo veio a partir de 2016 com a administração Temer alcançando, os atuais 99,7%. A expectativa para 2030 é de que o Brasil tenha 100% de cobertura nesse indicador.

De acordo com o relatório, muitos países já atingiram alguns dos objetivos relacionados à saúde, incluindo mortalidade de menores de 5 anos, mortalidade neonatal, mortalidade materna e malária.

No Brasil, por exemplo, a mortalidade de crianças com menos de 5 anos de idade caiu de 52 a cada 1.000 nascidos vivos, em 1990, para 16,9, em 2017. O objetivo é que, em 2030, as mortes de crianças com menos de 5 anos de idade sejam de menos de 25 por 1.000 nascidos vivos.

Segundo economistas, o governo Temer tem obtido êxito em outras frentes. Os avanças também estão sendo lentos, mas baseados em fundamentos sólidos. Tudo passa pela redução da inflação e dos juros. Isso tem permitido a retomada dos investimentos e a recuperação de setores sensíveis da economia, com aumento do consumo das classes de menor renda. Como resultado colateral destas conquistas, a geração de empregos estáveis. Até fevereiro, o governo deve anunciar a geração de 3 milhões de empregos com carteira assinada. Metade já foi garantida ao longo dos últimos meses, mas o avanço nesta frente deve se consolidar neste fim de ano, favorecido pela modernização da legislação trabalhista. São avanços notáveis para um período tão curto de tempo. O governo precisou de apenas 16 meses para tirar o país da pior recessão da história e recolocar a economia nos trilhos.

As informações completas do relatório podem ser acessadas nos seguintes sites:

https://vizhub.healthdata.org/sdg/

http://www.healthdata.org/brazil

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